Agony

12 Can't you hear my shout?


Notas iniciais
Olha quem está de volta para a alegrias de algumas pessoas?Danna-chan!~apanhamuito~Eu sei que demorei,mas estou aqui ne?isso que importa.Saudades?
Sugestão da minha amiga Millena,que disse que o Matt está sério demais e exigiu(lê-se;ameaçou)que eu fizesse graça neste capítulo...
Tsc...
Dei o meu melhor para compensar minha ausência e espero que gostem.Esse capítulo eu dedico a Beyond-chan,que me pareceu meio tristinha nos últimos reviews e gostaria de mandar um abraço bem apertado para ti sua linda!Amo-te!
Com o natal se aproximando,receio que meus dias de postar tenham final até domingo,então não me matem e nem fiquem tristes,nunca abandonarei vocês!
Boa leitura!

Mello é um idiota.

Eu sei disso, ele sabe disso.

Meu PSP no lixo também sabe disso.

Quando Mello foi embora, passei o resto do dia tentando ter uma decente conversa com Melissa sem chorar como uma menina ou perder a paciência por ela passar metade da conversa falando do Beyond sem nem estar namorando ele. Jantei sozinho, tomei banho e dormi ouvindo músicas para me acalmar.

Mamoru beki hito no yorokobu kao mo ai shita hito no saigo mo

Juupun na hodo mitekureta kara mou ii no

Mesmo que todas as luzes que iluminam a cidade se apaguem...

Eu vi o bastante do rosto feliz de quem eu devia proteger, e quem eu amo

No dia seguinte, antes de sair, minha mãe deixou uma intimação para uma visitinha na casa de Mello para tratar dos meus assuntos não terminados. Vestindo uma roupa simples e confortável e reunindo minha velha coragem de menino travesso, deixei o conforto da minha casa para um intensivo numa casa de pessoas loucas e bipolares.

Chegando a casa de Mello, encontrei sua mãe varrendo folhas no jardim, cantarolando uma música que eu desconhecia. Mello havia saído para fazer compras com o pai e não voltaria tão cedo. Meus pensamentos devanearam enquanto encarava a figura loura a minha frente, enquanto seu sorriso amigável ecoava pelo ar livre do jardim.

Sentando no novo sofá da família e observando tudo com um menino curioso que vai à casa do amiguinho pela primeira vez, a mãe de Mello parecia muito mais diferente do que era quando eu freqüentava sua casa.

Se pensarem que ela me trataria mal, agiria como a mãe conservadora e usasse claros métodos do “século xiv” e me dissesse que seu filho nunca namoraria um cara e ainda por cima um exemplo nato de preguiça e fumante, enganaram-se cruelmente.

Nos primeiros minutos, eu não sabia se ela estava sendo gentil de verdade ou escondendo uma arma atrás de si e esperando o momento certo para me fazer de peneira.

Ofereceu-me café com um sorriso amigável, disse que sentia falta de quando eu visitava sua casa todos os dias. Contou-me coisas muito embaraçosas sobre Mello que provavelmente me farão ter um extremo cuidado com suas crises emocionais, me elogiou, para finalizar indagou que adoraria ter um genro “kawaii” como eu e que não saberia o que fazer se eu magoasse Mello.

Ou no caso real, se Mello me magoasse...

Na verdade, a mãe do Mello é tão bipolar quanto ele. Se não fossem pais adotivos, não seriam tão parecidos.

[...]

Saindo da casa de Mello, tiro o celular do bolso e reparo no horário que pareceu ter passado muito rápido.

13h42min

Nossa.

Andando a caminho do metro para chegar mais rápido em casa, senti meus ossos se esmagarem e pedir por uma cama, já que não dormi muito bem noite passada. Ainda tive que andar um bom tempo da estação até minha casa, para finalmente chegar a casa mais adorada e com cheiro de flores do mundo.

Perambulando como um zumbi pela casa, deixei as chaves na mesinha e subi para o quarto para tomar um banho. Saindo de lá, vesti uma bermuda e uma camiseta listrada, uma das minhas favoritas e desci para procurar algo para comer.Sentado na bancada com um copo de suco e um prato de sushi, sinto meu corpo relaxar na cadeira.

Realmente não estava com muita fome, mas como costumo pular o café da manhã, tenho que me alimentar. Meus fios molhados balançam no ritmo do vento que entra pela janela da cozinha, trazendo um cheiro de flores e o perfume da minha mãe, que provavelmente está trabalhando com aquele sorriso típico nos lábios.

Poderia pedir um PSP novo a minha mãe como uma menininha nimada.Mas odeio a idéia de pedir algo e incomodá-La.Minha mãe trabalha muito na editora e não recebe um dos melhores salários de lá.Já se não bastasse ter que sustentar um filho e pagar todas as contas de casa ainda ter que atender seus caprichos do filhinho com um sorriso no rosto?Isso não é do meu feitio.

Preciso de um emprego.

Deixando tudo na pia, rumo à sala em busca de algo que não seja fumar ou ligar para Mello como uma menina carente de afeto. Ligo a TV com tédio e ponho em um canal qualquer, sentindo uma vontade avassaladora de cochilar por horas e fumar mais de três cigarros.

Poxa corpo!Das duas uma: Ou sono ou cigarro!

Reviro-me no sofá procurando uma posição decente no sofá, já que minha preguiça me impede de me levantar e ir dormir na cama. Ouço a voz do personagem do filme me embalar para horas de cochilo a fio.

Ou não.

[...]

17h49min-Casa de Raito

-Beyond, não o quero aqui em casa. Além do mais, minha mãe não gosta de você.

-Raito, sou seu cunhadinho favorito, está se esquecendo?

-...

-Além disso, ela me deu geléia e disse que sou um fofo.

-Eu acho que ela pirou.

-Cala essa boca Matt. E Beyond, ela não sabe que você esfaqueia inocentes em bares à noite.

-Pare de implicar, Raito-kun.

-Só porque você pediu L.

-Anw não, sem melação. Eu vim para cá para assistir filmes e não para segurar vela.

-Você só está assim por que não trouxe Mello.

-Cala a boca Near. Só fala essas coisas porque Candece está aqui.

-Não mande meu Near-chan calar a boca!

-Quanta possessividade...

-Baka!

-Escandalosa.

-Porra Matt!Que bicho te mordeu?

-Tá com amnésia Beyond?Mello quebrou meu precioso.

-Tá parecendo uma criancinha.

-E desde quando isso me interessa?Esfaqueia-o então, iria adorar ver.

-Não começa Beyond.

-Eu não estou fazendo nada, estou defendendo meu amiguinho das garras da destruidora de brinquedinhos alheios.

-Gostei do nome.

-Não gostei do seu tom.

-É o único que tenho caro Matt.

-Idiota.

-Não desconte suas brigas com Mello em nós Matt. Não temos nada a ver com isso.

-Cala a boca uke.

-Que porra é essa?Por que está chamando meu irmão disso?

-Conversaremos mais tarde Matt.

-Tô morrendo de medo seme.

-Para com isso, que coisa!

-Vai negar que o Raito é seu seme?

-Como sabe disso?

-L, que história é essa?

-É o que você está pensado Beyond, seu irmãozinho é maior taradão.

-O L está coradinho, que kawaii!

-Candece, pare com esse termo.

-Concordo.

-Vamos parar com essa conversa e colocar o filme?Tem uma menina inocente aqui.

-Quem?

-Era para ser você.

-Eu amo yaoi. Importa-se amor?

-Tanto faz.

-Então ta você não liga para mim.

-Ih Near não vai ter brinquedinho em casa hoje.

-É claro que me importo com você querida,só não ligo para o que assiste,está bem?

-Ta

-...

-L vamos conversar depois.

-Não tenho medo de você Raito-kun.

-Deveria ter.

-Se ferir meu irmão, vou ferir você.

-...

-Acabou a peça de teatro infantil aqui?Anda Raito, coloca a merda do filme!

-Ih,assumiu o lugar do Mello?

-Vai se fuder.

-Raito,coloca o filme agora ou vou te cortar em pedacinhos.

-Tô indo gente,que pressa.

Não deveria ter aceitado o pedido de Raito para assistir jogos vorazes sem a presença urgente de Mello.Ele ainda nem me ligou.Que droga.

Quanto mais se você sabe que seus amigos não tem consideração e vão ficar se agarrando em vez de assistir o filme com você numa boa.Raito colocou o filme e fechou a cortina da varanda para evitar à ainda claridade do dia que está dando adeus à noite.

Que venham os gemidos!

Que merda...

-Esse filme é de terror?-Pergunta Beyond

-Não-Respondo seco.

-Sayonara

-hn

Não estou com saco para ficar assistindo filme.E nem para Raito e L.

-Vou fumar na varanda.-Anuncio e ninguém se mexe.

Levanto-me e ando até a varanda de Raito.Apoiado no parapeito da sacada,tiro do bolso um cigarro e o acendo,tragando lentamente e soltado o ar de acordo com a quantidade de ar que entra em meus pulmões.Nada pode me tirar da calma em que me encontro agora.A não ser a sensação da vibração no meu bolso e o toque de snuff invadindo o ambiente.

-Mochi-mochi?

-Ainda chateado comigo?Estou com saudades.

-Não muito.

-Já te pedi desculpas.

-Desculpas não consertam PSP

-Não quero brigar com você.Minha mãe falou que veio aqui falar sobre nosso namoro.

-Sua mãe é um docinho.

-Odeio seu sarcasmo

-Estou falando sério.

-Vamos à sinuca hoje?Eu nunca transei em um bar,seria muito bom.

-Está falando sério?

-Se você quiser.Topa?

-Ir ao bar sim,transar lá não.Para apostar e namorar,estou precisando de dinheiro.

-Seu chato.

-Então ta,estou na casa do Raito,te vejo lá as 20h00min nos bancos em frente à sinuca do outro lado.

-Tá.

-Se demorar ou me der bolo,vou arrancar suas bolas com os dentes.

-Quanta gentileza... Que bicho te mordeu?

-...

-Sayonara seu lindo.

-Sayonara Madonna.

-Filho da-

Conversar com Mello.Diversão garantida.

Apaguei o cigarro e joguei fora.Voltando ao quarto,nem quis ver nada que rolava pelo quarto antes de me arrepender mais ainda por ter que ir à casa de Raito sozinho.

Nota mental?Nunca mais fazer isso...

-Gente,corrigido Near e Candece,estou indo.

-Matt,você é um babaca assumindo o papel de Mello.-Diz Raito saindo do banheiro,L está deitado na cama comendo um pacote de jujubas todo descabelado.

-Até parece que vocês estavam rezando na cama...

-Baka.

-Vou à sinuca,thau.

[...]

18h49min

Chego mais uma vez em casa,apressado e suado por ter corrido da casa de Raito até a minha.

Coisa de idiota.

Tsc.

Olho para o guarda roupas aberto sem graça.Escolho uma calça jeans preta,uma camisa preta,meu colete e um casaco caso faça frio na rua.Quando escolho roupas penso logo na minha mãe que deveria estar aqui para ver o que eu faço e me dizer se está lindo ou não.Pego meu all-star cano curto e o deixo perto da cama e recolho a toalha que está lá desde que tomei banho da ultima vez.

Como disse antes,coisa de idiota preguiçoso.

Entrando no banheiro,ligo o chuveiro e procuro algo para aparar os pêlos que estão no meu rosto.

Maldita puberdade.Nossa,hoje estou muito reclamão.

De banho tomado e secando os cabelos com uma toalhinha,atinjo o quarto para me vestir olhando para o relógio.Ainda tenho bastante tempo.Vestido,passo meu perfume cítrico e um desodorante.Pego no fundo falso do armário um maço de cigarros que estoco em casa e os ponho no bolso junto com o celular.Volto ao banheiro e ajeito meus bagunçados fios ruivos,em busca de uma melhora.

Nada.

Termino de me arrumar e rumo até a porta de casa depois de deixar um bilhete para minha mãe,avisando que provavelmente irei chegar tarde.Há essa hora ela já deve estar saindo com seu namorado,já que ele é seu colega de trabalho rumo a alguma cafeteria para reclamar da vida um pouco.Coisas de adulto.

Tranco tudo e saio,inspirando o ar gelado da entrada da noite estrelada no céu.Enquanto ando,a paisagem vai mudando drasticamente.De ruas abarrotadas de gente falando sobre natal e saindo de seus trabalhos apressadamente para a falsa tranquilidades de ruas mal iluminadas e escuras,tentando se livrar da sujeira do mundo.Bêbados,prostitutas,pessoas do porte de Beyond,todas elas surgem de becos e ruelas sinuosas a procura de mais uma noite de diversão.

Ou não.

Atravesso a rua da sinuca e sento nos bancos quase limpos para esperar por Mello.Uma pessoa normal pediria para seu namorado lhe esperar dentro do estabelecimento,mas Mello não gosta de ter que me procurar no meio de pessoas nuas e bêbadas.

Vai entender.

Tiro um cigarro do bolso e o acendo.meus devaneios me lembram dos dias que trabalhava na loja de discos perto da escola.E dos tempos em que eu conseguia cigarro fácil,já que eu ajudava um cara do contrabando-Que era meu chefe- a guardar sua “mercadoria” em segurança na loja.Falando nisso,vou lá amanhã dar um jeito na minha vida.

Não reparei a presença de Beyond,que estava ao meu lado como uma sombra,alisando-me com uma faca.Num ímpeto,segurei seu baço,repelindo o gesto.Um sorriso demoníaco se afugentou de seus lábios.

-Está me seguindo?-Pergunto levantando uma sobrancelha.

-Sabe que gosto de vir aqui para diversão.-Respondeu sorrindo.Revirei os olhos

-Por que estava esfregando essa faca em mim?

-Pensei que fosse uma conhecido meu.

-Sei...

-O que está fazendo aqui?

-Esperando Mello.

-Ah,pensei que já tinha esfaqueado sua donzela.

-Ela não é minha donzela- Retruquei erguendo meu olhar sombrio a Beyond.Ele relaxou no banco.

-Sei...

Do nada,surge outra silueta em minha frente como outra sombra a me perseguir.Ergo o olhar a figura a minha frente.Ruiva,cabelos longos,e orbes azuis.Ela está vestindo uma camisa baby look branca com uma caveira estampada,uma calça jeans colada ao corpo e um par de botas pretas.Minha mente me pune levemente por estar reparando em uma menina.

Tenho que admitir.Ela parece minha mãe mais nova.Simplesmente linda.

-Olá Yumi- Cumprimentou Beyond.A garota sorriu e maneou a cabeça como cumprimento.-Quanto tempo.

-Concordo.-Sua voz parece doce e selvagem ao mesmo tempo.Seu olhar se dirige a mim como um caçador mira sua presa.Ainda estou calado e tragando meu terceiro cigarro,pensando em que horas deve ser e por que Mello não chegou ainda.-Quem é esse?

-Um amigo meu.-Respondeu cordial.-Bom,vou deixá-los a sós.Sayonara minna.

Manejo a cabeça para Beyond,lançando um olhar de “-Por favor,não me deixe aqui!”.Beyond sorriu e me lança um olhar de “-Se vira” e saiu acenando de leve para Yumi.Olhei para suas silueta e a vejo desaparecer pela escuridão de um beco.A ruiva se virou e sentou-se ao meu lado.Seu corpo esguio emana um cheiro amadeirado,mas gosto mesmo de outro cheiro:

Chocolate.

Minha mente entra em briga interna com meu coração.”-Demorei muito tempo para ter Mello,não vou deixar uma garota desconhecida dar em cima de mim” Penso,mas minha mente diz para que eu continue aqui o esperando,já que marquei aqui.

A última coisa que quero é desapontar Mello de alguma forma.

-Meu nome é Matt — Digo depois de um tempo,pegando meu celular no bolso para verificar quanto Mello está atrasado.

Meia hora.

-Gostei do seu nome,é tão bonito quanto você- Diz para mim,se virando para dar mais ênfase no que diz.Engulo em seco.

-Isso foi uma cantada?-Pergunto tentando ser sério,mas acabo saindo em tom de desafio a Yumi.Ela sorri maliciosamente e faz uma pausa,provavelmente para pensar em algo sedutor para me dizer.

Mello,cadê você?

Tenho que sair daqui.

-Encare como quiser.-Faz outra pausa.-O que faz aqui,Matt?-Diz meu nome como se fosse se esquecer dele,suavemente.

Estou começando a suar.Isso não é bom.

-Esperando meu namorado.-Digo seco,na esperança que ela sinta repulsa e vá embora tão rápido como apareceu na minha vida.Mas seu sorriso ainda está em seus lábios carnudos e ainda mais malicioso.

-Não tem problema.-Disse sedutora.-Você é muito interessante Matt,Beyond tem muitos amigos iguais a você.Mas você é diferente.

Ah não.

-Não tem medo de falar com desconhecidos não?

-O perigo é excitante Matt.Não acha?

Não.

-Sei lá.

-Se você for um maníaco eu não me importo.

-Por quê?

Yumi chegou seus lábios ao minha orelha e diz suavemente:

-Eu adoraria ir a um beco escuro com você.

Ai meu Mário.

Eu não ouvi isso.

Cheiro de chocolate.

Fudeu.

-Quem é essa Matt?-Dirijo meu olhar sobre a figura de Mello.Sua expressão é de puro ódio e sedento de sangue.

Espero que não seja o meu.

-Uma colega minha.-Minto.Yumi assume um ar descontraído enquanto engulo em seco mais uma vez.Mello me olha ainda esperando que eu diga mais alguma coisa.-Eh,foi um prazer te ver de novo Yumi-chan,Sayonara.-Levanto com pressa e ajeito minha roupa.

-Mais cedo do que pensa,Matt.-Antes que Mello diga algo,deu lhe um selinho e seguro em seus mãos,indo para qualquer outro bar com sinuca da região.

Mello não diz nada,mas seu sorriso demoníaco e suas mãos estão me apertando com violência e suas unhas estão sendo cavadas na minha pela alva sem piedade.

-Ai Mello!Saco.- Protesto quando Mello me empurra para um beco e me escora na parede.-Já te disso,não tenho culpa!

Silêncio.Medo.

Mello se aproxima lentamente e tira meu cachecol listrado,deixando a mostra meu pescoço e toma meus lábios num beijo lascivo e necessitado,adentrando suas mãos dentro da minha camisa,aranhando-me com uma violência Inacreditável.Gemo abafado durante o beijo,sentindo uma ardência na barriga.

Mello e suas unhas grandes.

Separamo-nos ofegantes,mas logo Mello desce os lábios para meu pescoço e deixa um enorme chupão lá.Na verdade,dois.

-Mais que droga Mello!Sabe que vai ficar vermelho e roxo depois!- Resmungo puxando o cachecol das suas mãos e recolocando no lugar.Seu sorriso ainda está nos lábios avermelhados.reparo nas suas roupas de couro bem coladas ao corpo.

-É para aquela vadia saber que você é meu.-Fala como se fosse a coisa mais obvia do mundo.

-Sabe que não gosto de ruivas.Prefiro certa loira,de orbes azuis,com um cabelo cheiroso demais e suas roupinhas excitantes de couro que me deixam louco sabe?E amo seu cheiro de chocolate.

Sua expressão se suavizou com minha semi declaração de amor.

-Vamos embora.Vamos para sua casa.-Diz se pondo a andar para fora do beco,me puxando junto.

-E a sinuca?

-Esquece,precisamos ir para sua casa agora.

-Hã?

-Você é lerdo?Sua casa,sua cama,eu e você.AGORA.

-Entendi seu loiro safado.

Hoje promete...

Notas finais
Gostaram?Nota dez?
A música que usei para esse capítulo foi.D.L.N->The gazettE
E a música que ouço para as falas do beyond é->No.[666]->The gazettE=Música cheia de sangue e insanidade...
Sayonara e boas festas para vocês! :3