Agents of S.H.I.E.L.D : The Beginning
4 Capitulo 4 : Um golpe de surpresa
Notas iniciais
De volta ao “QG”, deram de cara com o senhor e a senhora Simmons, mais conhecidos como Harrison and Amélia. A filha era um equilíbrio genético perfeito entre suas características biológicas : A estatura, os cabelos e orelhas pertenciam a mãe e os cabelos, traços do nariz e os olhos, ao pai. Nenhuma manipulação genética em laboratórios de fertilização poderia ter sido tão exato nas mudanças das características.
– Olá !!- A moça saudou assim que os viu sentados na sala, aonde cada um com um eletrônico em mãos, lendo o que pareciam ser noticias.
– Olá... — Responderam ao mesmo tempo, em troca abaixando os aparelhos simultaneamente. Fitz agarrou a alça de sua mochila encabulado e deu uns passos para trás tentando se afastar já que era o intruso ali.
– Acho que se lembram do Leopold Fitz... — Jemma o puxou para mais perto da família mesmo ele não querendo muito.
– O pequeno Leo... — Lembrou -se Harrison tirando os olhos da tela, se levantando da poltrona e indo de encontro com o moço, sorrindo simpático. — Já faz algum tempo que não nos víamos...
– Sim, senhor... — Foram as únicas palavras que conseguiram sair de sua boca.
–Posso perguntar algo que está me perturbando?
–S- sim...
– Vocês são apenas amigos ou tem algo a mais? — Amélia era muito sincera e as vezes isso perturbava o esposo e a filha. — Porque vocês sempre fazem tudo juntos e você é o único garoto que ela … Se estiver certa, vocês tem algo mais que amizade...
– Nós hmmm...
– Só passamos aqui para pegar algumas coisas pra irmos na casa de uma amiga fazer um trabalho e... — O celular dela tocou e interrompeu . Assim que olhou visor viu que era uma mensagem, puxou Fitz pela manga da blusa, até o quarto cortando a conversa antes que pudesse continuar.
Com a tela desbloqueada, uma chamada de video com Marvin despontou. Na imagem, o rosto do ex -jogador suava e suas pálpebras não paravam de piscar. Seus olhos vermelhos indicavam que estava chorando e sua voz estava trêmula.
– A maluca acabou de e se infiltrar nos meus arquivos e me dedurou para a policia ... Sinto muito... — Sua voz grave estava embargada. — Ela estava vigiando todo o tempo que estiveram aqui... Me desculpem...
– Não se desculpe... Sabemos que deu o seu melhor para ajudar– Consolou Jemma tentando mantê -lo calmo p que estava sendo inútil.
– Eu não posso mais ajudar... Sinto muito... Preciso partir antes que as coisas piorem...
– Obrigada por nos ajudar, Marvin... — Fitz agredeceu sincero. — Saiba que sempre seremos gratos pelo o que fez....
– É um prazer – Ele sorriu limpando as lágrimas que caiam pelo seu rosto. — Vou dar uma dica : Parem de investigar e finjam que nada aconteceu por segurança... — Olhou num relógio de pulso preocupado — No vemos em breve, amigos... — A video conferencia caiu.
Suas mentes pensantes estavam a mil quilômetros por hora. Era certo que ir até a casa da gênia do mal seria a pior coisa a se fazer. Estava na hora de fazer um plano para pegá -la (mesmo não sabendo o que ela queria), mas com suas barrigas roncando seria meio difícil de construir algo.
Enquanto Fitz quebrava a cabeça atrás de uma ideia, um conceito ou qualquer outra coisa e Jemma foi até a cozinha fazer um lanche. Na geladeira de aço escovado, um lembrete auto -colante avisava que os pais de moça haviam saído para dar a filha um pouco mais de “privacidade”.
Fitz pegou o computador e começou trabalhar em algo mas depois de perceber que Simmons não havia voltado, colocou o aparelho sobre a cama e foi procurá -la.
Sobre a bancada de mármore, haviam dois lanches preparados estavam num prato, mas nada da moça. Ele riu ao ler o bilhete na porta do eletrodoméstico e seguiu para a sala, onde pode ver o que parecia ser Simmons sentada no sofá.
– Leo? — O sotaque da moça era muito britânico e calmo para a situação que estava ocorrendo.
– Você estava demorando e resolvi ver o que está acontecendo.
– Sente -se aqui ... — Ela bateu a mão no lugar vago e ele obedeceu apesar da urgência. — Existe muita coisa acontecendo aqui... Estou confusa... E antes que a Sarah venha preciso te falar...
– O quê?
– Eu te amo... — Simmons acariciou sussurrando em seu ouvido e beijando na bochecha. A desconfiança do homem, foi trocado pelo amor secreto que sentia. Há muito tempo queria que aquilo acontecesse mas demoraria muito para que ele tomasse uma iniciativa. — Você é diferente de todos os homens da escola...
–É mesmo? — Ele mal pode pronunciar as palavras já que sentia uma mistura de alegria, vergonha e nervosismo. Chegou mais perto dela .- Eu também te amo...
– Sim... E quero fazer uma coisa antes que seja tarde demais... — Ela segurou o rosto dele e aproximou os lábios, mas antes que pudesse tocá e prova -los uma fumaça verde foi liberada de sua boca.
Sem conseguir escapar devido aos seus reflexos lentos, inalou o gás que o paralisou em segundos. Sua visão começou a ficar diferente e por um momento acreditou que estava com sinestesia, já que ele pode ouvir as cores e então, tudo se apagou como num blackout.
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