Agentes
6 Capítulo 5
Notas iniciais
Pov Bella
Eu estava no laboratório junto com Edward, parando em frente a casa de Gustavo, para olhar tudo outra vez.
Neste momento, Rose e Emmett estão indo atrás da quinta pessoa da lista, Alice e Jacob estão no laboratório, vendo se acham mais alguma coisa e Jasper no necrotério olhando todos os corpos novamente.
Edward está sem falar comigo desde cedo, o que confirma a minha teoria de que ele está só o ódio comigo. Porém quando se trata de trabalho, ele me responde, pois nossa vida profissional, não tem nada haver com a pessoal.
– Acha que vamos encontrar alguma coisa? – Perguntei, para puxar assunto, enquanto ele destrancava a porta da casa.
– Não sei. – Disse ele, e se calou.
Entramos, e ele se dirigiu ao quarto, e eu fiquei pela sala mesmo. Apoiei minha maleta em cima da mesa de centro, e peguei minhas luvas, e a lanterna com o lead azul. Comecei olhando a estante, quando me deparo com um quadro na parede, com a foto da Times Square, só que o impressionante, era que na parte de cima da imagem, tinha três marcas, que por coincidência ou não, eram iguais as que as vítimas tinham.
– Edward! – Gritei, fazendo com que ele viesse correndo.
– O que houve? – Perguntou ele com os olhos arregalados.
– Olha este quadro. – Eu disse.
Ele caminhou até o quadro, e ficou observando, até que disse:
– Como eu não vi isso antes?
– Vai ver porque não estava aqui antes. – Eu disse. – Alguém entrou na casa.
– Porque nessa? Na casa das outras vitimas não tinha nada de novo. – Disse ele.
Tirando o quadro da parede. Eu peguei um saco plástico que eu tinha na minha maleta, que graças a Deus caberia o quadro dentro, e o abri, para Edward colocar o quadro dentro.
– Justo na ultima casa em que visitamos. – Eu disse. – Porque será que fizeram isso, porque o quadro da Times Square?
– Vai ver seja uma pista, ou só um aviso, não sei.
– Vamos continuar olhando aqui, com mais calma, pois quem deixou o quadro pode, ter deixado outra coisa, e então voltamos, e entregamos o quadro para Alice.
– Tudo bem. – Disse ele.
Ele estava se virando para voltar para o quarto quando o chamei novamente.
– Edward.
– O que? – Perguntou.
– Vai ficar bravo comigo até quando? – Perguntei.
– Eu não estou bravo contigo. – Disse ele.
– Então eu não entendo. – Eu disse. – Porque não esta falando comigo?
– Porque eu estou bravo comigo. – Disse ele. – Você nos enganou, e eu burro, cai na sua pegadinha. Já era para mim ter adivinhado, que você estaria aprontando alguma coisa. Você nunca ia aceitar um convite de bom grado.
– Edward, vocês são meus amigos, nunca ia dar certo um relacionamento, entre mim e você, ou eu e Jacob. Trabalhamos todos juntos, ia dar alguma confusão.
– Vamos esquecer esta conversa, e ir trabalhar? Por favor? – Pediu ele.
– Tudo bem, mas espero que se lembre de que apesar de tudo ainda somos amigos.
Ele não disse nada, e voltamos ao trabalho. Eu recolhi o maior número de provas que era possível.
Lá pelas cinco da tarde, terminamos tudo, e voltamos para o laboratório.
Entrei na sala de pesquisa, e encontrei Alice olhando pelo microscópio, e Jacob, olhando uma calça jeans.
– Acharam alguma coisa? – Perguntou Jacob, tirando os olhos da roupa, e olhando para Edward. Ele também estava me ignorando.
– Sim. – Respondeu Edward, entregando o saco, onde o quadro estava.
Jacob o pegou, tirou do saco e colocou na mesa.
– Este quadro não estava na casa antes, e agora quando chegamos la, ele estava pendurado na parede, na sala, com essa marca em cima da imagem. Que se parece muito com as marcas que foram encontradas nas vítimas. – Eu disse, apontando para a marca, no quadro.
– Nós vamos tentar descobrir, quem foi que fez esta marca. – Disse Alice.
– Rose e Emmett, já voltaram? – Perguntei.
– Sim. – Respondeu Alice. – E eles tem novidades.
– Onde eles estão? – Perguntou Edward.
– Na sala de Informática, provavelmente. – Disse Jacob.
Nós nos despedimos, e fomos para a sala de Informática, encontrando la, Emmett e Rose, olhando a tela de um computador.
– Então, fiquei sabendo que estão com novidades. – Eu disse. – Quais são?
– Fernanda, a quinta pessoa da lista, então fomos atrás dela. Descobrimos onde ela mora, porém quando chegamos la, a casa estava arrombada, e não havia ninguém na casa.
– Não acredito. – Disse Edward.
– E mais. – Disse Rose. – Encontramos um bilhete. Estava em cima da cama, olha aqui.
Ela apontou para o monitor do computador, e vimos a imagem do bilhete na tela.
Ela aproximou até dar para ler o que estava escrito.
“Fiquem longe disso. Vocês não sabem com quem estão se metendo.”
– Tudo indica que quem está por trás disso, sabe que achamos a lista, e quem estamos procurando. – Disse Emmett.
– Você ainda tem dúvida? – Edward perguntou. – Só faltou estar escrito no fim: Para a equipe do CSI.
– Edward tem razão. Isto realmente é para a gente. – Eu disse.
– Precisamos tomar cuidado. – Disse Rose. – As outras pessoas da lista não existem. – Disse ela por fim.
– Como assim, não existem? – Perguntei.
– Verificamos os nomes, e não achamos nada. Então eu penso, ou são nomes falsos, como o de Marta, para Maria. Ou pode ser só nomes para confundir, que não levam a ninguém. – Disse Emmett.
– Só o que faltava. – Disse Edward.
– Novidades. – Disse Jasper entrando na sala.
– Boa ou ruim? – Perguntei.
– Boa eu acho. Eu tenho um ponto de partida para vocês agora. – Disse ele.
– E qual é? – Perguntou Edward, demonstrando curiosidade.
– Quando Emmett me mandou a imagem do bilhete, eu analisei com calma, e me lembrei que uma das vitimas, tem uma tatuagem na perna, onde tem uma frase, e a letra na frase, e a do bilhete são a mesma. – Disse Jasper.
– O que quer dizer, que quem fez a tatuagem, foi a mesma pessoa que escreveu o bilhete. – Disse Rose.
– Isso mesmo, agora é descobrir quem fez a tatuagem.
– Deixa comigo. – Eu disse. – Eu tenho um amigo tatuador, e ele deve ter uma noção de quem pode ter feito, já que ele conhece vários tatuadores.
– Vou mandar a imagem da tatuagem pra você então. – Disse Jasper.
– Ok.
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