Alguns homens ficaram assustados com os disparos. No entanto, logo se recuperaram e revidaram os tiros. Um dos projéteis passou raspando no braço esquerdo de Peggy.

Joe e Jason apareceram na porta do salão.

– Rápido! Um grupo de homens nos atacou, chefe. Acho que eram políciais. — Disse Jason enquantro andava atrapalhado em direção a Lorenzo.

– Sim, chefe. Ela nos atacou e...- Joe foi interrompido por uma cotovelada leve e um olhar de desaprovação de Jason. — Quero dizer... Eh, eles.

Peggy via-se encurralada. Não podiam ficar naquilo por muito tempo. A munição da arma que tirou de Joe estava quase no fim. Ela correu pela escada de incêndios, pela qual entrara, e saiu correndo por dentro da rua escura. Depois que achou um bom local, escondeu-se.

Alguns minutos depois, Peggy viu Lorenzo saindo do prédio apressado junto aos seus homens. Não estavam com as garotas. O que podia ser bom, ou ruim. Peggy sacou novamente a arma, e seguiu lentamente em direção à frente do prédio.

Ao entrar, deu de cara com as duas garotas que viu antes. Uma estava de joelhos, chorando e tentando acordar a segunda. que parecia já estar morta. Quando a garota a viu, pareceu apavorada, mas Peggy fez um sinal para que ela se acalmasse, e disse que estava ali para ajudá-la.

– Qual o seu nome? — Perguntou Peggy.

– Sou Jane. Por favor, ajude minha amiga. — Disse a garota tremendo.

– Primeiro, vamos para um local seguro. Lá, nos chamaremos a polícia.

– Precisamos de uma ambulância. Temos que ajudá-la Antes que...

– Não há nada que uma ambulância possa fazer por ela. Vamos, Jane.

Jane fez um sinal que sim com a cabeça e acompanhou Peggy.

Notas finais
Continua... (Desculpem o capítulo pequeno. No timeeeeee)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.