Again, But Different

8 Enroll in school II - Revisado


Notas iniciais
Oie, gente esse é por enquanto o último P.O.V do Daniii, mas não fiquem tristes que volto com mais!

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Eu queria agradecer e dedicar esse capítulo a Ruby Luna que está acompanhando a fic, e sempre comentando.

Ruby muito obrigado.
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Capítulo betado por Ruby Luna.

P.O.V. Daniel

Bento Gonçalves, 01 de março de 2809

Eu ainda estava meio atordoado e ao mesmo tempo completamente feliz em saber que nosso amor não havia acabado naquela tarde.

Olhei para a minha Luce de longe e li em seus lábios que ela agradecera a moça que estava atendendo o balcão. Depois se dirigiu a uma mesa onde estavam sentadas duas garotas e dois garotos, ela estava falando com eles. O garoto moreno olhou para ela de uma forma intensa que eu não gostei. Ela era só minha!

Subitamente uma voz interrompeu meus pensamentos:

– Daniel, solta a garrafa, ela vai estourar – Gabbe me avisou. Só agora tinha percebido que estava apertando a garrafa de água.

Resmunguei baixo.

– Você não precisa ficar com ciúmes dela. Lembra-se que ela sempre vem para você? – Molly fez o favor de me lembrar.

Não respondi, pois estava prestando a atenção nela e em seu amiguinho.

O sinal tocou anunciando o fim do intervalo.

– Que aula nós vamos ter agora? – Ariane perguntou.

– Matemática — Gabbe respondeu.

Dirigimos-nos até a sala calmamente. Quando chegamos, não tinha muitos alunos sentados, então pudemos escolher lugares próximos um dos outros. Sentamos assim: Gabbe e Cam na frente de Molly e Ariane, de maneira que eu e Roland acabamos por ficar atrás delas.

Fiquei encarando a porta esperando que ela entrasse, mas nada. Olhei para frente e comecei a prestar atenção no que as garotas estavam falando, quando o vendo trouxe um aroma gostoso, automaticamente me virei para a porta e lá estava ela, conversando risonha. Eles se sentaram e a professora falou.

– Mateus e Paulo separados – eles reclamaram. – Paulo troque de lugar com o Sr. Cameron – Paulo levantou emburrado e fez o que a professora mandou.

– Oi! – Gabbe puxou assunto.

– Oi!

– Prazer sou Gabriela Givens e você é? – Gabbe perguntou.

– Prazer, Paulo Elias – ele respondeu.

Eu parei de prestar a atenção na conversa deles e virei meu olhar para a Luce. Ela estava escrevendo em um pequeno papel e depois o empurrou para a menina do seu lado, que leu o que estava escrito. Elas trocaram sorrisos. Lindo por acaso, o sorriso dela. Tanto tempo que eu não o via que fiquei apreciando.

A professora começou a escrever na lousa alguns exercícios. Logo o sinal tocou anunciando o fim das aulas.

Quando olhei novamente para ela, ela estava vindo em nossa direção junto com seus amigos. Receio que seja para ‘pegar’ de volta o amiguinho delas.

Quando chegaram perto, Paulo sorriu envergonhado.

– Oi, gente – ela falou.

– Oi nada — respondeu a loira arruivada. Pelo jeito ela parecia estar com ciúmes de Gabbe. Tsc, tsc...

– Pessoal, essa é Emili Trindade, Mateus Roberto e Luciana Santos – ele apresentou os amigos deles.

Luciana, esse era o nome dela nesta encarnação, um nome bonito.

– My friends esses são Gabriella Givens – Cam apontou para Gabbe – Arriana Alter, Maria Zane, Ronaldo Sparks e Daniel Grigori — apontou para mim.

Quando ela me olhou, eu pensei que meu coração iria sair da boca. Seus olhos castanho escuro me encarando me fez sentir um forte arrepio, mas fiquei apreciando seus olhos que sempre me cativavam e me instigavam a ficar próximo dela.

– Oi! – ela disse.

– Olá – respondeu Emili.

Então fomos interrompidos:

– Vamos, eu vou fechar a sala – professora Allana falou.

– Já estamos indo – Lucy disse.

– Até amanhã — Emili despediu-se.

– Até amanhã — Ariane respondeu.

E eles saíram da sala.

Nós arrumamos nossos materiais e saímos.

No caminho para casa nós não falamos absolutamente nada. Todos estávamos pensando a mesma coisa: Luce + Srtª Sophia = nada bom.

Quando chegamos, me dirigi ao meu quarto e larguei minha mochila em cima da cadeira que tinha em meu quarto. A abri e tirei um caderno e um lápis, começando assim a desenhar seu rosto. A lembrança dele ainda estava clara em minha mente. Rabiscos aqui rabiscos ali, o desenho estava feito. Em seguida ouvi três batidas em minha porta.

– Entre — falei.

Cam entrou em meu quarto, fechou a porta e se virou para mim.

– Começou tudo de novo? – ele perguntou em um tom baixo de voz.

– Não sei — admiti, eu não queria que ficássemos separados, eu odiava isso, ter que brigar com meus irmãos.

Cam abriu um sorriso malicioso.

– Ciúmes do Mateus, Daniel?

– Ahn? Mateus? Que Mateus? – fiz de conta que não tinha entendido o que ele havia falado.

– Eu sei que você se mordeu de ciúmes, porque ele estava perto dela, quase agarrado e você não. – ele retrucou.

– Que? Enlouqueceu?

– Não Daniii, amorzinho. Sabe, eu descobri que eles são muitoo próximos um do outro sabia? — provocou.

Eu apertei as cobertas que estavam em baixo de mim. Não, não, não, ela não pode ficar com ele, e nada, nada irá tirar ela de mim.

Nem Sophia, nem um pirralho metido a amiguinho.

Ela, meu amor, a razão da minha existência, estava ali de novo, só para mim.

Eu tinha mais uma chance e não iria desperdiçá-la tão facilmente.


Notas finais
Comentários? Pedras? Flores? Algo?.

Me façam feliz e deixem um comentário.

Até o próximos cáp.

Bjocas Alexia Briel