Adventure Hunter

8 Curtir, e fazer merda!


Não era muito normal pra mim, eu não tinha ficado com muitas garotas em minha vida, então eu o fodão, estava ali beijando uma menina que eu mal conhecia e estava envergonhado, logo no começo ela estava tão envergonhada que eu pensei que ia levar um tapa na cara, mas depois do selinho, quando eu ia me afastar ela se aproximou e me beijou, a gente começou a se pegar mesmo com os vidros abertos, claro que a gente não ia fazer nada além de beijar ali.

Uma de minhas mãos foi na nuca dela, a outra foi na cintura como estávamos em um carro apertado e virados estava ruim de ficar, então a menina tímida do meu lado sumiu, e uma nova garota totalmente diferente passou para o lado do motorista e sentou no meu colo, colocando uma mão em minha nuca, começando a me beijar lentamente, usando a língua aos poucos, que bem devagar encontrava com a minha, era uma sensação muito louca, minhas mãos desciam por seus cabelos e sempre que chegava a sua bunda, ela dava um sorriso, falava um “ei” e mordia meu lábio inferior, isso se repetiu algumas vezes, em alguns momentos ela parava de me beijar e ia no meu pescoço, tentar me morder, com certeza ela tinha ou tem algum problema, que toda hora queria me morder, eu sempre evitava voltando a beijar a boca dela, mas em um momento ela conseguiu, e quando mordeu e chupou meu pescoço ao mesmo tempo, não tinha tirado a boca eu consegui ver a marca no retrovisor e já sabia que ia marcar feio, então eu decidi que devia marcar ela também, então eu fiz uma jogada de mestre, fui até seu ouvido e sussurrei coisas como “Citroen creative tecnology” brincadeiras a parte, sussurrei algumas coisas em seu ouvido, mordi bem de leve a orelha dela e então comecei a beijar o pescoço dela aos poucos antes de dar o ataque fatal, então chupei seu pescoço, senti o corpo dela tremer em minhas mãos e sua pele arrepiar, e ouvir um suspiro ofegante dela, e então um barulho de buzina nos interrompeu, eram duas garotas da escola em uma Bmw, eu não estava preocupado com aquilo naquele momento mas Sheila voltou a ficar envergonhada e a garota que estava no meu colo a segundos atrás parecia ter sumido e a tímida voltou a sentar no banco, ela não olhava nem mais diretamente em meu rosto.

Eu voltei a ligar o motor do carro, e voltei a pista, ela olhava para meu pescoço, e pelo jeito que ela virava a cara para rir, a situação devia está feia, então peguei o celular, abri a câmera frontal e conferi, e ali estava um desastre, parecia que um vampiro tinha sugado todo o sangue de meu corpo, tinha sido tão forte, que não estava mais vermelho, já estava roxeando o local, o pescoço dela estava mais de boa, a maquiagem que ela ia usar ia tirar a marca que deixei, então só eu mesmo que ia ter o pescoço marcado. Antes da gente chegar na oficina ela forçou para se pronunciar, mas conseguiu.

– Pode me deixar aqui? É que minha casa é perto daqui, e eu tenho que…-Eu percebi que ela estava envergonhada, então parei o carro onde ela pediu sem tentar render conversa.

Quando ela saiu do carro e fechou a porta coloquei a mão em cima da dela que estava na janela do carro.

– Vai me dá seu número?

– Só se você for me ligar! -Ela voltou a corar.

–Garanto que vou te ligar.- Ela não pestanejou mas ao pegar meu celular e salvar o número dela.

Eu a observei andar um pouco, depois arrastei o carro, para a oficina, perdi algumas horas ali dentro, pra o mecânico fazer uma revisão completa, como só tinha umas bestage pra fazer e alguns carros na frente, tive que esperar.

Eu não gostava daquele local, era muito arrumado, estava acostumado a ir com meu tio a oficinas velhas em que as paredes tinhas cartazes de mulheres seminuas em cima de carros ou era pichada, o chão sujo de graxa, e o mecânico todo sujo, sempre assim, mas aquela oficina de riquinho que tinha até lanchonete, aquilo não me acomodava, nunca.

Quando sai dali eu dei uma volta na cidade, já estava anoitecendo, então tive uma brilhante ideia, eu iria realizar o'que tinha pensado mais cedo, ia pegar um racha, mas não podia ir com meu carro, então senhoras e senhores, eu tive a melhor ideia do ano, estacionei o carro em frente a casa de um conhecido da escola. E então liguei para um antigo conhecido.

Ligação on

– Eae Duncan, aqui é o Tyler, não sei se lembra de mim.

– Tyfo, claro que lembro Mano, o grande piloto de fuga, que milagre é esse me ligando?

– Sabe aquele favor que você me deve? Você ainda tem seu carro?

– Claro Mano, onde você tá? Vou ai agora.

– Te mandando a localização.

Ligação off.

Eu sentei na calçada, esperando Duncan chegar, pensei sobre algumas coisas, e logo vi um Fusion se aproximando, ele tinha chegado, a gente não conversou muito, ele apenas me entregou a chave, eu o levei até em casa, então, fui para o ponto de encontro dos rachas, o túnel, que era uma estrada velha que o governo tava pra reformar.

Quando cheguei só tinha dois carros então estava longe de começar, como de costume ninguém descia dos carros até que todos chegassem, eu não estava bem, então tentei ligar para Sheila, mas só caia na caixa, cheguei a ligar umas cinco vezes seguida, enquanto tentava ligar os demais carros estavam chegando, quando me dei conta todos já estavam fora dos carros, então desci.

– Qual vai ser da corrida hoje?- Falei ao descer do carro.

– Hoje cada um casa mil na mesa, uma volta na cidade pra voltar aqui, sem regras.

– Eu to afim de ir na esportiva! Dá pra ir?-Como estava com carro novo geral sempre deixava..

– Só dessa vez porque tu já é de casa Tyler.

Todos voltaram aos carros e posicionaram, um cara que não ia participar ficou de fora, e o tiro de um três oitão deu início a corrida.

Na corrida tinha o Fusion que eu estava, dois corollas, um hb20, e dois honda Civics.

Eu acabei ficando em quarto, ganhando apenas dois civics, nesse dia eu realmente não estava bem, então comecei a colocar o carro em alta, em rua movimentada, enquanto todos estavam abaixando, primeiro ultrapassei o hb20, em seguida um dos corollas, aí estava o problema quando fui fazer a ultrapassagem em contra mão, eu iria bater de frente com um caminhão, se eu reduzisse e tentasse voltar eu iria bater no Corolla, se eu seguisse bateria com o caminhão, então virei o volante de vez, e puxei o freio de mão, o que fez o carro capota, e ir capotando até parar em um muro próximo dali, naquele acidente não existia possibilidades de eu sobreviver, eu senti o calor do fogo no carro antes mesmo de eu desmaiar, eu tinha certeza que quando abrisse os olhos estaria em um lugar pior.