Adopted Children

10 Capítulo 10 - Estratégia.


Notas iniciais
Sorry dears... Estive meio sem tempo com os trabalhos lendários do meu professor de Física, mas adiantei alguns capítulos por sinal. Espero que gostem.

Local: Deserto sem nome, Dia: 12 de Agosto.


Estavam em uma caverna rochosa. Os rostos se curvavam em expressões peculiares, uns firmavam o cenho com irritação, outros olhavam para estes sem qualquer motivo, apenas para ocupar os olhos. Preocupação? Um plano para derrotar a equipe contra os Mitsus, no caso, os três garotos que estavam no chão, fitando a garota morena com descaso. Motivo? Recuperar os números de série perdidos anteriormente. Plano? Sendo feito.


— Então? — questionou fitando qualquer dos três gênios.


— Sem nenhum plano. — disse o Dragneel, depois de um suspiro longo.


— Ei, ei... Como esperam que eu os ajude se não têm ideia? — reclamou pegando mais algum galho seco de um saco dentro do carro e jogando-o na pequena fogueira entre os quatro. — Falando nisso, porque diabos vocês são tão pequenos?


— Eu ja lhe disse... — murmurou o loiro, entediado com a situação. — Tenho seis e os dois cinco, não é normal que sejamos deste tamanho?


— É... — concordou sentando outra vez. — Ah! Eu não sei seus nomes. Eu sou Heith, não tenho sobrenome.


— Natsu Dragneel. — respondeu o rosado que se ocupava em brincar com suas band-aids. — Prazer em conhecê-la Heith-chan... — murmurou voltando-se para um band-aid colorido.


— Sou Mamoru Endou, obrigado por me ajudar. — exibiu um sorriso, estava realmente agradecido.


— De nada. — retribuiu o sorriso e virou-se para o loiro, esperando uma palavra.


— O que há? Não está esperando que eu repita meu nome, está? — cruzou os braços relevando seu mau humor.


— Você não é um pirralho nada fofo. — emburrou virando de lado.


— Não arranje desculpas para a sua falta de atenção.


— O que disse?! — pulou num impulso, levantando o punho para o loiro.


— Ei Naruto-chan, aquela mulher era conhecida sua? — questionou interrompendo os dois.


— Você não se lembra da Mizu-san? — voltou sua atenção para o rosado. — Também tem falta de memória?


— Não insulte o Natsu-san. — pediu o moreno enquanto caía no sono. — Eu já sabia que aquela mulher não era boa pessoa assim que eu a vi...


— É mesmo. — sorriu sentando-se novamente. — Seu nome é Naruto não é? Aquele ruivo te chamava de Uzu, seu nome é Naruto Uzu?


— Tamanha falta de atenção existe? — suspirou causando uma veia na garota. — É Uzumaki Naruto, Onee-chan.


— Então... De onde vocês vêem?


— Moramos todos em Londres, você deve saber já que nos tirou de lá. — terminou com um olhar cortante para a agente. — Estavamos nos divertindo em um chalé de banhos termais. Ganhamos acesso por uma aposta com o vampiro, mas isso é outra história. Entendeu agora?


— Sim. — resmungou trocando olhares cortantes com o pequeno loirinho. — Mas não estamos tão longe de Londres... É só andar alguns quilômetros e estamos lá.


— Não é engraçado? — questionou o rosado, finalmente prestando atenção na conversa. — O modo como a gente se conheceu... As histórias parecidas... E tudo na mesma cidade, Londres! Quero dizer, eu realmente não moro em Londres, eu e meu pai viemos pra cá por causa do trabalho que uma das usinas que ele ajudou a criar estava dando e quando a gente já estava para voltar ao Japão, acontece isso...


— Eu também estava aqui porque o vovô tinha uns jogos de temporada com a equipe. Era apenas um ano e voltariamos para a cidade de Inazuma. — afiliou o moreno que circundava a faixa laranja com as mãos.


— E você, Heith? — mudou de assunto, evitando que perguntassem sua razão. — Como acabou aqui?


— Um pirralho em forma de fantasma me arrastou sob pena de morte se eu não fosse sua guia.


— O que posso dizer? — levantou as mãos como se estivesse dizendo "eu não sei". — Fox-san me pediu e como eu estava em débito por ele ter me ajudado...


— Falando neste Fox, porque diabos ele vive no seu corpo?


Tolos, tolos, tolos... Quem droga disse eu eu vivo no corpo do garoto?


— Ele ficou irritado... — murmurou olhando para a garota, sendo ela a causa da sua dor de cabeça.


— Ei, Onee-chan. — chamou o moreno, levantando os braços e chamando atenção. — Você sabe o que são Mitsus?


— O pouco que eu sei, foi me dito pelo Kest e o Crazy. — respondeu forçando a memória. — De acordo com o plano global que os dois seguem, Mitsus são foragidos com tamanhos e formas diferentes, dos que atuam de assassinos aos que são apenas sobreviventes, mas toda a raça é caçada por um grupo fora da lei chamado ASAKA. Então eles estão tentando apanhar algum Mitsu para que ele sirva de isca afim de atrair um dos times do grupo.


— Ótimo, somos alvos de um lado e coisas descartáveis de outro. — resmungou o rosado, já irritado com a situação.


— E então, já pensaram em um plano? — questionou fitando os três como mais cedo.


— Onee-chan, o que era aquela base? — iniciou o Dragneel, depois de se perguntar algo mentalmente.


— É um complexo do governo. Depois que os achei, levei-os para o único local ao qual eu achava ser seguro, desculpem se arranjei problemas. — resmungou. — Por que quer saber?


— Acho que Natsu-san acabou de pensar em um plano que ele não quer revelar. — comentou o loiro, olhando o rosado conter um sorriso exagerado ao olhar para o nada durante alguns minutos.


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As câmeras ligadas interpretavam variadas cenas de locais, tendo diferenças entre áreas urbanas e rurais. Apenas as telas iluminavam a sala de luzes fechadas, iluminando as duas silhuetas em frente às telas, que vez ou outra se encaravam às escuras. O primeiro tinha seu rosto enfiado em um pequeno livro, mordendo as pontas dos óculos vermelho quando lia uma das estranhas combinações de números. O segundo evitava falar ou até mover qualquer membro do corpo, esparramando-se na cadeira giratória e suspirando com o silêncio entre os dois.


— Coller, o que faz com esses números? — perguntou o garoto de mechas azuis, enquanto se balançava na cadeira giratória de um modo enfadonho e monótono.


— Pra que quer saber, West? — tirou os olhos do pequeno livro e virou-se para o agente mais novo da Asaka.


— Sei lá, deu curiosidade. — relevou voltando a se balançar.


— Você deveria se preocupar com o que a Mizuka fala, ela é a sua superior, não é?


— Ojou-sama é chata. — resmungou forçando uma careta engraçada. — Não tenho o mínimo interesse no que sai da boca dela.


A afirmação do jovem fez Coller gargalhar como nunca, deixando o garoto equivocado com a razão.


— Convide-me para o casamento. — comentou enxugando algumas lágrimas. — Eu concerteza irei dar o melhor presente da cerimónia.


— Seu idiota! — berrou corando com os risos exagerados do superior. — Entre Ojou-sama e eu não há nada, eu a odeio, abomino, exilo, entende?


— Que bom saber disso.


A voz feminina fez West suar frio, tendo a certeza de não querer virar para constatar que era claramente a ruiva.


— Bom dia Mizuka, quer um vestido que acabei de ver por aí?


— Meta-se com a sua vida, seu tosco. — reclamou jogando algum tipo de objeto ovular no louro.


— Tudo bem. — disse em um tom falso de desapontamento. — O vestido nem era tão bonito assim...


— E enquanto a você, seu imprestável, que merda estava falando de mim?


— N-Nada Ojou-sama! — explicou remexendo os braços no ar, tentando entornar o possível entendimento malígno da ruiva.


— Ei vocês, aqui não é um palco para relações sentimentais, vão para um quarto de motel.


O resmungo de Coller fez os dois membros da ASAKA soltarem fumaça e corar o bastante a ponto de derreter aço. Foi então que perceberam que durante a sua pequena discursão, haviam avançado muito para frente, chocando as repirações em suas posições. O Franco sentado na cadeira à centímetros da ruiva irritada que agora tinha o rosto coberto por uma coloração vermelho magenta.


— Eu disse para ambos que aqui não é um cabaré, tomem o carro e vão para um motel.


A repetição monótona do Hack fez a Hatsura se desfazer do seu eventual embaraço e tomar a dianteira, tascando um tapa no usuário de Maxia ao qual era possível se ver a marca de todos os dedos longos da falsa acessora e empurrando a cadeira a qual o observador se sentava até ela colidir com a parede, causando uma expressão surpresa em West e um gemido de dor de Coller.


— Você é realmente forte... — resmungou "despregando" da cadeira praticamente afundada na parede e andando até a dupla. — Que tal uma pequena competição?


— Eu já disse... — murmurou em um tom impaciente e irritado. — Vá se catar! — e desapareceu do ponto de vista dos dois, sem antes danificar a porta de aço com a sua batida.


— Boa sorte, meu caro. — disfarçou a brincadeira no seu tom de voz enquanto puxava o livro outra vez.


— Você fez e fez, mas ainda não me respondeu. — resmungou voltando para a sua posição desleixada.


— Excuse-me, o que havia me perguntado?


O jovem observou seu superior andar até o painel de controle, cobiçando um pequeno botão vermelho coberto por um quadrado de vidro. O Hack demarcou a página do livro com a mão esquerda e com a direita levantou o vidro, tocando levemente no botão. O chão se dividiu, apresentando um buraco fundo e deste buraco, uma plataforma subiu revelando uma outra cadeira giratória, de um tom azulado e com o nome "reserva" escrito nela.


— Ah, isso? — a voz de Coller tirou o Franco de seu contentamento. — Mizuka sempre faz isso quando jogo uma piada ou uma cantada pra ela, esta é minha cadeira reserva, o que me lembra que ela tem um péssimo gênio.


— Uh... — disse apenas, sem qualquer ideia do que falar depois. — E enquanto aos seus números do livrinho?


— Sobre isso? — bateu um dos dedos da mão esquerda no livro enquanto se sentava na cadeira nova. — É apenas um extensão da minha Maxia, não que isso realmente importe, já que você não pode usá-la.


— Mas não foi isso que eu perguntei. — resmungou chateado com o tom despreocupado e idiota com que o Hack tratava as suas perguntas. — E Óplo é realmente muito melhor do que a sua Maxia.


— A habilidade Óplo faz isso? — encarou a ultima afirmação do Franco como um desafio.


Coller abriu seu livro, passando a mão direita sobre as folhas brancas e sem qualquer coisa escrita. Logo uma luz clara saiu do livreto, revelando algumas escritas de códigos e empilhando-os no ar, arquitetando uma pequena fileira com os números e seus respectivos donos, demarcando com letras pretas os que estavam mortos.


— Espere, como isso é possível? — a entonação com que ele tratou sua pequena amostra chamou a atenção de West.


— O que há? Tem algo errado? — questionou visando a cara pálida, mais do que o normal, do Hack que ostentava sua pequena amostra sobre a Maxia.


— Era para todos estarem negros, eles não deveriam estar vivos, que porra é essa? — declamou jogando a sua extensão que ainda mostrava a lista daquelas páginas.


— O que foi Coller-sama? — irritou-se com o desespero sem sentido do superior.


— O-Olha isso! — resmungou pulando da cadeira e dando passos ao redor da sala. — Eu estou louco, não? Isso não é possível, não é?


— Que... — então caiu no chão pegando o livro. — Como que...? — a sua expressão também se tornou incrédula ao ver o conteúdo.


Os dois membros se desesperaram, provocando um clima tenso entre os dois. Na extensão da Maxia de Coller, todos os nomes e as combinações de números estavam escritas em negro, revelando as quais ele tinha pego e as pessoas que já foram seus alvos. Mas os recentes três codigos estavam em vermelho, piscando como se fossem placas de luz, revelando os três nomes, as únicas três pessoas da lista que ainda estavam vivas.


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— Você tem realmente uma mente ótima, Natsu-san. — declarou Heith, animando-se com o plano que o rosado havia veiculado em poucos minutos de conversa.


— Não se preocupe, disso eu tenho certeza.


— Não infle o ego dele, vai se arrepender depois. — comentou o loirinho recebendo um olhar odioso do rosado.


— Como é a primeira etapa do plano? — questionou o Endou, enbrenhando-se na roda em volta da fogueira.


— Primeiro temos de sair daqui. — apontou com o dedo indicador para o paraíso desértico depois da caverna. — Se estamos vivos, eles já sabem ou vão saber logo e não iremos ficar aqui e entregar a nossa vida de mão beijada, não é?


— Sem querer estragar seus planos, mas já estragando. — iniciou o Uzumaki. — Se foram eles que nos mandaram para o orfanato, não acha que será o primeiro local ao qual irão procurar?


— Eu não acho. — murmurou o rosado, tentando ao máximo não admitir que no seu plano haviam falhas. — Precisamos voltar ao orfanato já que aquela senhora vai acabar achando que fugimos e nós não precisamos de mais alguém na nossa cola.


— E que tal se fóssemos para o orfanato, deixando a entender que eles estavam certos, mas nós fugimos e quando eles acharem que a gente se foi, voltamos. — apresentou o Endou, deixando os dois garotos confusos.


— Certo. — concordou o loiro, sem falar qualquer comentário sobre a ideia. — Deixando a opinião sem sentido do Mamoru de lado, o que vamos fazer?


— Eu achei a ideia dele interessante. — comentou a morena, fitando os dois garotos com nomes iniciados por "N".


— Tá aí o problema, não ache todas as ideias do Mamoru uma beleza, tente usar seu cérebro Onee-chan. — reclamou o rosado, fazendo uma cara fofa que impediu Heith de fazer qualquer reclamação.


— E enquanto ao Nii-san do Uzumaki-san? — questionou o moreno e o loiro deu-lhe um cascudo devido à comparação com a qual usou para ele e homem de óculos vermelhos.


— Sim, tem "aquele" cara. — murmurou o Dragneel, tentando veicular uma reação. — O que você acha, Naruto-chan?


— Eu não acho nada. — comentou resguardando os braços. — Se eu disser o que quero, vão achar a ideia louca e desinteressante, além de me chamarem de louco por uma semana inteira.


— E tem alguma coisa com aquele livrinho? — quentionou o moreno, olhando fixamente para os dois nakamas.


— Depois de ver aquele cachorro gigante eu acredito em tudo. — interviu o rosado, lembrando-se do bizarro cão de outro dia.


— Pode parecer estranho, mas eu acho que aquele homem usou magia. — revelou calando os três.


— Vai ver não é tão estranho quanto parece. — murmurou o Endou, espatifando-se no chão.


— Mamoru tem razão.


— Tenho é? — surpreendeu-se fitando o loiro.


— Se eu me lembro bem, Natsu-san pode soltar fogo pelas mãos, não é mesmo? — questionou fitando o rosado.


— Sim... — murmurou encarando o nada.


— Há algo errado? — perguntou o Uzumaki, esperando que o Dragneel falasse algo.


— Nada. Vamos esperar a tempestade de areia baixar.


Todos concordaram, ficando absortos no sono, esperando o tempo passar para que finalmente pudessem por o plano em prática. A noite finalmente caía, a fogueira posta ao redor dos quatro emanava um fogo próspero, aquecendo-os na noite fria do deserto, até que ela começou a apagar, soltando cripitas vermelhas enquanto estava no seu auge e agora pequenos pedaços dos troncos eram queimados. A fumaça branca que subiu quando a fogueira se apagou, fez o dono dos olhos carvão espirrar e depois rolar para o lado, mudando o foco e voltando ao seu estado de monotonia melancólica.


Os orbes negros se entreabriram fitando o teto, um tipo de teto ao qual ele não reconhecaria de longe, mal havia claridade no local, era apenas uma luz cálida, iluminando o necessário. Sua atenção sobre o teto desconhecido foi tirada no momento em que uma dor pontiaguda o atravessou, fazendo-o ranger os dentes e berrar como uma fera. Lágrimas começaram a escorrer da sua face, sendo chocadas contra uma superfície dura, a qual as gotas salgadas tilintaram chamando sua atenção, fazendo-o perceber que estava preso na posição horizontal e ele começou a debater os membros do corpo, mas acabou machucando seus pulsos e o dorso dos pés. Fazendo-o perder sua força de vontade e parte de seu ego, ele se calou conforme pode.


A dor deu uma pequena pausa, permitindo-o mover a cabeça para o lado e ver algumas sombras, mas apenas imagens desfocadas e turvas, quando uma dor mais pontiaguda ainda o fez berrar novamente e levantar o corpo de súbito, encarando dois homens de terno e um dele enfiando um tipo de agulha na sua perna. Os olhos do garoto se arregalaram ao ver o tamalho da agulha que o tal homem estava introduzindo na sua perna, soltou um berro maior se debatendo e puxando as traves sem se importar com o que acontecia, entrando em um estado histérico. Os orbes negros tornaram a vez a luz depois de algum tempo, notando que ele estava sentado na superfície de aço.
Suspirou aliviado, sustentando-se com os dois braços em um misto de cansaço e dor, já que agora seus pulsos e dorsos deveriam estar sangrando. Ouve um barulho, quando ele piscou os olhos por um segundo, estava no chão, debaixo da superfície que agora tinha um buraco soltando fumaça. Olhou para si e viu que estava sentado na parte que faltava, que havia se desprendido devido a alta temperatura emanando de seus braços em chamas. Arregalou os olhos e soltou um grito histérico, correndo pela sala em busca de água, então percebeu que não sentia dor, mas sim controlava o fogo com facilidade, o que não se pode dizer o mesmo dos dois homens chamuscados no chão.


A porta de metal chamuscada foi aberta facilmente, fazendo ele dar de cara com um corredor estranho que parecia ter saido de um filme, provavelmente algum de guerra, mas um filme. Andou pelos corredores notando as portas negras que nunca mudavam de cor a cada nível que ele descia. Por fim, encontrou uma figura ruiva de olhos vermelhos, acendeu o fogo lhe proporcionando uma chance de luta, quando se revelou e o ruivo soltou um suspiro de alivio, quase atacou-o sem pensar. Ouvindo atentamente a explicação do ruivo, apagou o fogo dos braços e reteu sua tentação, lembrando-se de agarrar o cachecol que havia visto os "metidos a médicos" quase rasgarem.


— Que merda você pensa que está fazendo? Temos pouca água e você quer acabar?


— Cale-se Heith, vá cuidar da sua vida.


Splash! Logo o rosado levantou, sacudiu a cabeça espalhando algumas gotas de água, apressou-se em fitar o loiro carregando um balde e um sorriso de gato, não foi preciso mais para ele deduzir que havia sido ele o culpado.


— Que maldade Naruto-chan... — murmurou fitando o loiro.


— Eu tentei avisar. — reclamou a morena, puxando a orelha do loirinho.


— A tempestade já passou? — questionou torcendo a única parte do seu cachecol que não estava molhada.


— Sim, vamos logo. — respondeu desprendendo-se da morena e correndo com o rosado para o carro.


— Antes, me peça desculpas. — cruzou os braços vendo o loiro levar um tombo rente a porta.


— Gomen, foi o único modo que achei de te acordar. — sorriu ouvindo o som da porta da frente e logo Heith já estava na direção.


— E então, pra onde vamos? — quetsionou ligando a máquina.


— Vá para Londres, agora. — mandou puxando o rosado e vendo a garota fazer cara feia.


— Não aja como se eu fosse a sua empregada! — berrou dando um cascudo no loiro e saindo da caverna, tendo seu destino finalmente sendo a cidade de Londres.

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Ficha técnica:


Nome: Natsu Dragneel
Idade: 5 anos
Habilidade: Strong personality — Maxia (fogo)
Colocação: Mitsu
Gosta: Sorvete de creme, lutas de UFC e trabalho em equipe.
Não gosta: Valentões, perder lutas e ser subestimado.
Histórico: Natsu Dragneel vivia no Japão, junto de Igneel Dragneel, que trabalhava como arquiteto de usinas, das eletricas até as radioativas. Natsu é, atualmente, um usuário da habilidade Maxia que pode controlar o fogo, mas como é muito pequeno e não sabe quase nada de sua origem, não a usa muito bem. Junto do Uzumaki e do Endou, ele forma o L3, apelido dado carinhosamente pelos colegas de orfanato. Devido ao seu ego, não contou aos amigos que não pode controlar a Maxia muito bem, problema este que pode causar sérios problemas.


Nome: Sarah Hepp
Idade: 26 anos
Habilidade: Nenhuma (não apresentada)
Colocação: Secretária de Coller
Gosta: Chantilly, máquinas e progamas de Hacker.
Não gosta: Mitsus, inventos errados e danos de circuito.
Histórico: Sarah Hepp era uma cientista que teve seus estudos interrompidos por um Mitsu que estava fugindo da Asaka, tendo seus experimentos acabados, ela jurou morte a toda aquela raça e o modo mais fácil que encontrou foi integrando para a ASAKA. Teve um pouco de seu gosto de vingança quando inventou algo que achasse um por um dos Mitsus, mas seu invento acabou sendo inútil já que a procura estava sob os ombros de Claus, um sensor humano. Com sua pouca ajuda, acabou fazendo algumas missões cá e lá.

Notas finais
Espero que gostem! E mais uma vez, desculpem-me pelo atraso.