Adopted Children
8 Capítulo 8 - Plano Delta.
Notas iniciais
Londres, 01 de Agosto. 03:30 P.M.
Avenida Louver. Ainda em plena realização das peças de teatro. No entanto, depois de desfrutar de tanto, nada melhor que um descanso e melhor ainda se forem em fontes termais.
— Pode parar com a sua introdução chata, Naruto-chan. — mandou o rosado, que afundava cada vez mais na água morna da fonte e deixava o loiro meio irritado.
— Estou tentando me lembrar deste dia, mas acho que você não vai deixar. — resmungou cruzando os braços e relevando a pequena toalha nos cabelos loiros.
— Lembrar? — questionou o moreno que há pouco tinha sido irrelevante para os dois. — Eu prefiro apenas experimentar...
E com essa afirmação afundou na água morna. O rosto assumiu uma coloração rosada e ele suspirou em perfeita sincronia.
— Veja, não podemos ser igual? — apontou e o rosado ficou pensativo.
— Não, a gente não é tão vegetal assim. — suspirou abanando a mão em um gesto pouco preocupante.
— Você o detesta, não? — questionou enquanto uma pequena gota de suor escorria pela face.
— Apenas não o tolero. — murmurou vendo alguns poucos homens voltarem quase mortos do seu "passeio".
— É realmente patético. — comentou um garoto mais velho que estava ao lado dos dois. — O que foi? Não tem mais lugar pra olhar, não?
— Desculpe. — disse o loiro a contragosto. — Afinal, eles vão espiar as garotas?
— Caramba! Lhe dou três pontos, loirinho! Como adivinhou? — ironizou e tanto o loiro como o rosado fizeram cara feia.
— E quem é você, Suppai-kun? — perguntou o rosado, usando uma brincadeira a qual o garoto não gostou.
— É Shin! Shin! — brigou causando risos nos três.
— Shin. — falou o rosado em meio a um pequeno nado. — Pare de ser tão chato!
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— Claus deve estar por aqui... — murmurou passando a mão no vidro da janela embaçada. — Já fez a sua porcaria?
— Já. — disse em um som monótono e robótico.
— Droga... — resmungou mexendo-se bastante enquanto tentava abrir a janela. — De que diabos essa janela é feita?
— Já. — repetiu e a ruiva estranhou.
— Que...? — deparou-se com o garoto deitado em um carro estacionado ali perto, jogando um game portátil. — O que você está fazendo, seu idiota?
— Uh? — levantou o rosto para a ruiva histérica e escondeu o jogo. — D-Desculpe Mizuka-sama!
— Agora me ajude aqui, seu inútil. — chamou e bastou a colaboração do garoto para a janela se abrir com facilidade.
— O que vamos fazer aqui mesmo? — questionou desentendido.
— Você sabe. — grunhiu detendo-se para não espancar o mais novo. — O plano que eu acabei de ditar!
1)Chegamos de fininho até as termas, o idiota na masculina e beldade na feminina.
2)Caso aviste Claus no caminho, pare-o e sequestre... Melhor! Sequestre ele sem pará-lo!
3)Pergunte a ele sobre quem ele conheceu recentemente. Ele irá ditar nomes e você saberá exclusivamente quem é.
— Pergunta. — pediu e a ruiva balançou a cabeça deixando-o falar. — Como saberei quem são?
— Ohoho... — começou a rir e ficou sem palavras. Pela demora, West veiculou que ela estivesse pensando em uma resposta boa o suficiente. — Não faço a mínima idéia. — o garoto perdeu as esperanças.
— Como que diabos vamos fazer uma coisa se você não faz ideia de como fazer?
— Hehe... É apenas um problema técnico, logo passa. — comentou abanando a mão em um gesto despreocupado.
— Se você não fosse mais velha do que eu, certamente eu te mandaria para o fundo de um lago, imprestável.
— Também não me insulte, inútil desgraçado! — socou-o deixando-o no chão. — Uma pessoa como eu não seria rebaixada a ponto de um mero iniciante como você.
— Certo... Invente desculpas... É o que você e os outro idiotas fazem... — resmungou pulando para o corredor.
— Não insulte seus superiores, seu moleque! — e correu atrás do garoto.
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— Sarah! — a voz atravessou a sala deixando a mulher de cabelos negros incômoda.
— Sim, mestre Coller? — correu ao encontro do louro e o ninja, ambos pareciam irritados.
— Onde estão West e Mizuka? Não os vi lá. — cruzou os braços bem irritado.
— Deixe-me ver... — sentou-se outra vez na cadeira e digitou algo, logo a imagem do corredor poderia ser vista. — Já estabeleci contato com os dois, mestre.
— Bom, muito bom Sarah. — elogiou afagando os cabelos da mulher que apenas sorriu. — Mizuka, West. — chamou em alto e bom som fazendo a imagem parar de tremer e vozes serem ouvidas.
— Essa voz... Coller? — dignou-se levantando o braço e encarando justamente o homem na pequena tela do relógio.
— Oe! Tudo bem, Mizuka-chan? — sorriu e a ruiva ficou paralisada.
— Que droga você quer, seu interesseiro? — resmungou e Coller soltou uma risada, rodando levemente na cadeira giratória.
— Você não está indo procurá-los sem um plano, está?
A ruiva calou-se e o garoto se reprimiu começando a assoviar.
— Vocês não sabem mentir...
— Tá! — confessou levantando os braços em tom de irritação. — O que vai fazer agora que eu falei?
— Nada. — relevou brincando com as mãos. — Querem saber quem são?
Os dois se calaram pensando seriamente na pergunta. West mordeu o lábio inferior e suspirou enquanto a ruiva acenou, concordando.
— Vocês sabem, Claus fica amigo dos alvos sem intenção, ele realmente se sente mal por isso... Mas o que eu posso fazer? Ele nasceu assim, um sensor humano, uma armadilha eterna... — iniciou apesar de protestos da senhora Hatsura. — Então, como consolação, dou-lhe os números de série de cada um. Não se esqueçam, certo? — terminou piscando o olho esquerdo.
— E com esse discurso político você quis dizer...? — indagou o Franco que ainda não tinha entendido.
— Resuma para eles, querida Sarah. Minha paciência esgotou. — murmurou esperando que a secretária desse luz a sua participação na conversa.
— Procurem pelos amigos recentes de Claus-sama, geralmente eles não duram mais que um dia... Ah! Claus-sama pode despertar a qualquer momento e mandá-los vocês-sabem-para-onde. Não o façam ficar irritado. — traduziu fazendo uma cara séria e torcendo o nariz, voltando assim, para Coller que a esperava de braços abertos.
— Entendemos... — murmurou com pouco caso. — Até nunca, rata de máquinas.
— Até, Mizuka-sama. — voltou-se para o louro, provavelmente esperando uma resposta.
— Não estrague Mizuka, ao caso não te darei um perfume novo.
— Ah! Vai se f... — a tela se fechou automaticamente e tanto a secretária como Coller e o ninja já não estavam mais lá.
— Aquele Coller...! — grunhiu apertando os punhos.
— Não importa o quanto o insulte Ojou-sama, ele nunca vai ouvir... — suspirou entediado.
— E onde vamos achar o Claus? — virou-se definitivamente irritada com West.
— Oe... Acho que nas termas... — comentou cobrindo-se com as mãos, antecipando um possível ataque.
— Ótimo, você vai. — e o jogou na sala de seleções onde haviam algumas milhares de cestas, todas cheias.
— Maldita...! — murmurou antes de sair procurando a cesta de Claus.
— O que está procurando? — West tomou o maior susto da sua vida, chegando até a tocar o teto.
— C-Claus-san? — gaguejou tocando o coração, confirmando se este tinha recomeçado a bater. — Que história é essa de me assustar?
— Desculpe West. — sorriu colocando os sapatos, a única peça do vestuário que lhe faltava.
— Hum... Claus-san, você conheceu alguém recentemente? — comentou coçando a face levemente.
— Porque a pergunta? — interrompeu-se de andar e se virou para o membro mais novo da ASAKA.
— Você sabe o que acontece quando você conhece pessoas, não é? — suspirou tentando não ser muito frio. — Uma dentre elas...
— Eu sei o que acontece. — disse interrompendo o garoto. — Descobriram quem são?
— Não, mas Coller vai mandar o Delta, logo vamos descobrir.
— O que Mizuka e Coller vão fazer? Explodir este prédio? Porque acho que todas as pessoas que conheci estão aqui!
— Não brigue comigo Claus-san!
Estranhamente o chão sob seus pés começou a temer, algumas cestas embolaram no chão e certas estantes com seleções haviam tombado causando um efeito dominó. Poucos dos que estavam nas fontes saíram à procura de seus cestos, devidamente vestidos, correram para fora. Estranhamente, um peso bastante "pesado" "pousou" no teto do chalé, fazendo alguns pequenos pedaços caírem do teto e toda a estrutura balançar, causando mais pequenos desmoronamentos, até que ela desmoronou totalmente, metade para um lado, metade para o outro e alguns casos nos corredores.
— Isso doeu... — murmurou saindo debaixo de alguns escombros e batendo a roupa empoeirada. — Que ideia é essa de tentar me matar?
— Você estava aí? — a voz pouco preocupada a fez olhar para perto do bicho gigantesco em forma de cão. — Desculpe, eu realmente não deveria deixá-la morta, mas você apenas se sujou, não? Agradeça por isso.
— Porque eu iria agradecer, sua aberração? — berrou com uma veia enorme na testa.
— Esqueça ela, Komo-kun. — ruiu Coller que batia animadamente no cachorro. — Ei, Mizuka, que droga faz aqui?
— O que você mandou, estou investigando Claus.
— E onde ele está?
— E-Ele? — questionou coçando a cabeça e tentando inventar uma desculpa. — Ele está...
— Ojou-sama! — a voz de west cortou o clima tenso e a fala de Mizuka. — Claus-san me salvou.
— E o que eu tenho a ver? — retardou socando o pobre garoto.
— Coller? — questionou depois de dar-se conta do cachorro gigante. — Yo! Como vai Komo-sama?
— Claus! — o cachorro mudou a expressão aterradora para um sorriso feliz. — Que bom que você está bem! Nunca me perdoaria se você estivesse morto.
— Eh? E enquanto a mim?
— Você não, seria só mais um incidente... — respondeu com pouco caso.
— Esse cachorro...! — grunhiu fervendo de raiva.
— Deixe eu me apresentar. — ignorou a raiva da única mulher por ali. — Sou Komo, o deus dos cachorros. Tenho servido a instituição ASAKA por muito tempo, e sou atualmente o plano Delta, destruição em massa.
— Deus dos cachorros, hun? — meditou coçando o queixo. — Não seria mais interessante se seu nome fosse Inu?
— Calada sua humana! — reclamou ficando bravo com ela.
— Bem, acho que a destruição em massa teve seu trunfo. — comentou o Sparker e todos se voltaram para ele. — Se tinha algum Mitsu aqui, ele ou ela morreu.
Foi assim que olharam ao redor. As árvores perto do chalé haviam sido aterradas, dando um espaço negro aos escombros do local. Sangue se espalhava por alguns pedaços de concreto e haviam pessoas mortas pelo lugar. As que conseguiram escapar, já tinham ido longe. Quanto as outras, só lhes restava uma morte inoportuna, de propósito.
— Você causou um rebuliço, hun, Inu? — comentou cruzando os braços.
— É Komo. — corrigiu em um tom irritado. — E tem uma cabeça decapitada ao seu lado.
— Kyah! — gritou pulando para os braços de West e se deu conta de que o cachorro sábio tinha a enganado. — Isso foi desnecessário.
— Isso doi! — berrou chamando a atenção dos presentes para um garoto entre os escombros, empurrando o pedaço de concerto com os braços pequenos, e desistindo para tomar fólego. — Seu pedaço idiota!
— Ele é... — murmurou West, apontando em meio aos risos dos colegas.
— Bingo! — comemorou o louro que agora desembaiava uma katana de base verde. — Não esperava ver um por aqui... Mas como eu disse, Claus sempre está certo!
— Keh... — grunhia empurrando o pedaço para o lado. — Arf... Arf... — arfava estufando o peito e tomando todo o ar que conseguia.
— Parado aí. — murmurou antes de tomar impulso e colocar a katana na frente pronto para cortá-lo ao meio.
— Espere! — o grito de Claus o fez parar.
— O que é dessa vez, Claus? — questionou dividindo seu tempo em fitar o Sparker e observar o fato idiota do garoto à sua frente de tentar sobreviver.
— Natsu-kun! — gritou correndo para socorrer o rosado que respirava com alguma dificuldade. — Ei, ei. Calma aí. Onde estão seus amigos?
— Aqui. — apontou para o buraco onde seu corpo estava, um pedaço de caminho onde se situava a terma.
— O que há Claus? Vai ajudá-los para depois matar? Isso faz parte da sua consciência limpa? — reclamou fincando a katana na areia e vendo o colega mergulhar. — Isso vai ser chato, esperem até ele voltar.
— O que Claus está fazendo, Coller? — questionou Komo que fitava o amigo moreno com interesse.
— Se chama "consciência limpa". — pausou suspirando. — Ele quer salvá-los antes de matar.
— Ei, eu acho que já os vi antes. — murmurou a Hatsura, olhando atentamente para os outros dois garotos que o Sparker tinha salvo. — Só não lembro de onde.
— Ojou-sama tem algum problema de memória? — perguntou e a ruiva jogou sua cara na areia.
— Não, seu baka! — gritou em meio aos protestos murmurados de West.
— Ei Claus, já estão salvos, vamos matá-los agora. — chamou retirando a katana da areia e a girando na mão. — Estou ficando entediado e não quero que isso dure mais do que o suficiente.
— Eles não são o que você procura, eu chequei! — protestou deixando os três meninos machucados para trás e indo para a frente de Coller.
— E como explica eles terem sobrevivido?
— A terma! — disse levantando a voz. — A única razão para sobreviverem foi a terma. Como não saíram, o prédio desabou deixando a terma coberta de pedras, mas tinha um buraco para escapar.
— Está me dizendo que foi sorte? — questionou em um tom zombador. — Isso é idiotice! Deixe-me matá-los.
— Eles não são Mitsus! Quantas vezes eu vou ter de repetir?
— Na verdade, Claus, eles são sim. — interferiu Mizuka com um suspiro entediado. — Estavam sob meu olho. São os recentes que mandei para o orfanato.
— Mizuka?! — gritou e a mulher balançou a cabeça, como se concordando com uma pergunta muda que dizia "Isto é sério?".
— Mizu-san? — perguntou o loiro causando um rebuliço nas memórias da ruiva. — O que está fazendo com estes caras maus? Não me diga que te sequestraram?
— Não, não me sequestraram. — respondeu engasgando a explicação.
— Então o que... — o loiro arregalou os olhos para a ruiva. — V-Você...?
— E-Espere Naruto!
— Fique longe de mim! — berrou andando para trás. — Nunca mais se aproxime de mim!
— Mas...!
— Mizuka. — a voz de Coller a fez recuar e se calar. — Vê, Claus? São Mitsus... Você nunca erra...
O moreno de olhos verdes teve a atmosfera decaída sobre ele. Matar crianças? Matar era fácil, ainda que tivesse arrependimento no final. Mas, matar crianças? Ele poderia...?
— Claus-san... Você também? — questionou o Dragneel que puxava o moreno machucado pelo calção de banho.
— Certo Coller... — suspirou andando o pouco que restava até os dois. — Me traga o que eu sempre lhe peço.
— Certo! — comemorou começando a correr, mas uma sensação ruim o fez ficar paralisado. — O que...?
— Mas eu os mato. — sorriu puxando a katana do louro. — Tire os números de série.
— Seu lado dark? — pronunciou sendo solto da paralisia e escrevendo alguns kanjis na areia. — Eu quase sinto orgulho.
Os kanjis brilharam em uma luz verde, criando vida e demonstrando o círculo que Coller havia desenhado. Do círculo, tudo se tornou um buraco negro soltando faiscações. Logo o louro puxou um pequeno livro de bolso e disse algumas frases em uma língua sem sentido, e um raio azul atingiu os três garotos, cobrindo-os e eletrocutando. Logo o raio retornava com três séries de números saindo de cada um, deixando-os caídos entre os escombros. O círculo se fechou formando um kanji primário e sendo selado no livro de bolso.
— Ah... Isso é tão fácil. — resmungou guardando o livrinho. — Agora os mate.
Os três restantes da ASAKA pularam em Komo, enquanto o deus dos cachorros levantava vôo em uma distância bastante elevada. Claus simplesmente juntou as duas mãos e uma esfera negra se formou ao seu lado.
— Espere, não precisamos dos Mitsus? — questionou Mizuka, tentando evitar o inevitável.
— Sim. — concordou o louro. — Precisamos de seus números de série, para adentrar Kaiou. Sem eles, não podemos fazer nada ou entrar. Depois de pegos, Mitsus não duram muito tempo sem seus números, estamos fazendo um favor ao matá-los agora.
— Isso é... — sua frase ficou no ar.
Do buraco negro, seis mãos surgiram e começaram a enforcar os três garotos. Com as mãos livres, Claus apanhou a katana e arranhou o ar, fazendo com que as árvores ali perto fossem cortadas em pedaços e uma garota de cabelos castanhos e olhos prata recuasse ao ar, girando a katana de base vermelha e recortando as mãos. Ouve uma pequena explosão e os três já não estavam mais ali, tanto eles como a garota misteriosa.
— Tsc. Eu queria apenas dar um fim menos doloroso para os três... — resmungou jogando a katana para o alto, esta que foi pega de antemão por Coller.
— Eu lhe disse que quase sinto orgulho. — gritou.
— Eles... Não estão mortos? — questionou e o louro ascentiu.
— Mas não se preocupe, sem isso eles irão morrer logo. — apontou para a pequena lista de números no livrinho.
— Ojou-sama, Coller! — berrou West ajudando Claus a subir em Komo. — A polícia está vindo!
— Bem, fizemos nosso trabalho... — suspirou o moreno se sentando na cabeça do cachorro gigante. — Vamos embora Komo-sama.
— Bom trabalho Claus! — elogiou sumindo no ar.
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Ficha técnica:
Nome: West Franco
Idade: 18 anos
Habilidade: Óplo (balas douradas)
Colocação: Agente especial
Gosta: Games portáteis, pirulitos de gostos exóticos e artes incompreendidas.
Não gosta: Mizuka, missões fracas, ser capacho.
Histórico: West Franco é, atualmente, o membro mais novo da ASAKA, tonando-se muitas vezes um agente incompreendido e subestimado pelos superiores. Seu gosto por arte e açúcar veio depois que se separou de seus pais em um ponto turístico e desde então vive à esmo. Entrou na ASAKA aos 16 anos, como uma simples cobaia para os experimentos do doutor Chary e depois de suportar uma terrível substância que o mataria, foi aceito como agente especial, treinando — em suas horas vagas — os soldados de uma base para ataques.
Nome: Coller Hack
Idade: 28 anos
Habilidade: Maxia (selos)
Colocação: Chefe da área de espionamento.
Gosta: Balas de menta, armas de fogo e planos perfeitos.
Não gosta: Ingenuidade, idiotas e estraga prazeres.
Histórico: Coller Hack é um soldado que se tornou o chefe operante da sala de câmeras e encarregado de distribuir as missões dos agentes. É o tipo de operante que odeia falhas, principalmente quando são culpa dele ou de um dos seus operários. Tem um gênio muitas vezes explosivo, tornando sua atuação em batalhas cada vez mais aterradora, causando vitórias totais ou parciais no campo de guerra. Entrou para a ASAKA aos poucos anos, tendo uma habilidade rara, foi incumbido a entrar no mesmo momento. Em seus tempos vagos, opta por jogar 21 com outros agentes.
Notas finais
OBS: Quanto a ficha técnica, ela só vai aparecer quando novos personagens surgirem. Quanto ao porquê, estou usando-a pelo excesso de personagens que vão vir a seguir, mas é apenas para demonstrar os que irão participar realmente da história, não secundários. Por isso, não esperem fichas técnicas a cada capítulo. ^^ Bon Voyage!
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