Admiração Platônica!
1 Admiração Platônica!
Notas iniciais
By: AleixiLady
Admiração platônica.
Bartolomeo x Luffy

Admiração platônica;
A palavra certa para descrever o que Bartolomeo The Cannibal sente por Luffy. Se bem que, na verdade, não é apenas admiração, tem algo a mais nos sentimentos dele.
A admiração começou quando o esverdeado foi atacado por um bando de marginais, enquanto voltava para casa. Ainda era de dia, e os delinquentes decidiram atacar o maior por ele estar sozinho em uma rua pouco movimentada.
Bartolomeo apanhou bastante, pois o bando estava usando estacas de madeira para cometer o ato, mas ele também bateu só que pouco. E para sorte do mesmo, o bando de Luffy estava passando pela rua e entrou na briga espontaneamente. Ganharam fácil, já que a maioria dos integrantes praticava artes maciais.
O menor estendeu sua mão para Bartolomeo segurar e o ajudar a levantar, mas antes dele pegar na mão de Luffy o mesmo perguntou-o porquê tinha o salvado, se nem ao menos eles se conhecem.
Luffy respondeu com seu sorriso largo e conhecido e disse:
–Não precisa ter motivos para ajudar alguém!
Então, foi neste instante, que Bartolomeo passou a admirar Luffy e seu bando. Procurou noticias, informações de cada integrante do bando mugiwara’s-era assim que seus inimigos os denominavam-, e mais precisamente do capitão do bando. Até se mudou para a mesma escola que eles frequentavam, só para estar perto dele, nem que fosse para vê-lo de longe. Isso já bastaria para deixar o esverdeado alegre.
Algum tempo depois, Luffy começou a namorar com uma garota de sua turma. Bartolomeo ficou triste e feliz ao mesmo tempo; Triste, pois é ele quem queria estar no lugar da tal garota e feliz, pois ver a felicidade do menor já era suficiente para se manter vivo.
Entretanto, a felicidade de Mugiwara no Luffy foi destruída quando viu sua namorada aos beijos com outro homem. O menor estava andando pelos corredores extensos do colégio e quando virou para a esquerda, deu de cara com sua namorada e outro qualquer, totalmente agarrados e com suas roupas desarrumadas e amassadas.
A garota afastou abruptamente o outro homem e tentou se explicar de uma forma totalmente embaraçosa, porém, Luffy não queria ouvir as desculpas esparradas dela. Sempre foi de se duvidar que um dia ela fizesse uma traição, todo mundo falava ou comentava que ela não prestava e que era uma falsa, contudo, o menor não se importou, pois achava realmente que ela não era esse tipo de pessoa... Mas se enganou feio e soube da verdade absoluta da pior maneira possível.
Mugiwara no Luffy foi para a última sala do prédio e se trancou lá já que era uma sala abandonada. Não iria chorar, mas a dor de ser traído é realmente grande.
Contudo, ele não tinha percebido que alguém tinha o seguido, ou melhor, que sempre viva seguindo-o como um verdadeiro Stalker e quando viu a cena deplorável sentiu uma enorme raiva percorrer pelo seu corpo. Quando Luffy saiu incrédulo do local, Bartolomeo fez questão de socar a cara do outro sujeito e de dar um tapa na cara da mulher.
O esverdeado não se importava em bater em homens muito menos em mulheres no qual fizesse por merecer. O mesmo foi atrás de Luffy para ver como ele estava e quando o viu sentiu sua raiva aumentar, o menor estava sentando no chão asqueroso da sala e olhando para o nada; sua expressão era de vazio e quase indecifrável.
Bartolomeo tomou coragem para ir até Luffy e se sentar ao seu lado, pois quando sua admiração por ele ficou ainda mais forte, ele quase enfartava quando chegava perto de sua idolatrarão; perdia às vezes os sentimentos e distorcia a realidade.
Luffy não tinha percebido a existência de um novo individuo no local, só percebeu quando o mesmo começou a falar com sua voz calma e relaxante.
–Sabe, eu já passei por uma situação parecida... –Conta. – Eu gostava muito dessa pessoa, mas ela me magoou muito, tipo, ela traiu nossa amizade...
–Amizade é diferente de amor... –Esclareceu com sua voz alterada.
–Alguns acreditam nisso, e outro discordam. Eu por exemplo, acho que, uma traição é uma traição independentemente da situação. –Esclarece. –Acredito que todos nós já fomos magoados e que magoamos alguém...
–Eu nunca magoei ninguém... –Informou-o. –E também não quero magoar ninguém...
–Então talvez você seja per-perfeito! –Disse Bartolomeo encarando o chão, estava com seu coração descompensado e corado. Odiava ficar desse jeito perto de Luffy.
–Eu não sou perfeito! –Constatou cruzando os braços.
–Pr-pra mim é! –Explicou totalmente rubro.
Luffy permaneceu quieto por um instante, mas logo sorriu largo e deu sua bela gargalhada. –Você é bem engraçado! Eu não sou perfeito para ninguém...
–Eu já disse... –Passa a encarar o menor. – Para mim você é per-per-perfeito!
Uma longa gargalhava ecoou pela sala novamente, Mugiwara levou sua mão até os cabelos esverdeados do maior e os acariciou levemente. –Tá bom. Tá bom. Para você eu sou perfeito! KISHISHISHI...
Neste instante Bartolomeo só faltou realmente ter uma parada cardíaca, sua idolatrarão estava acariciando-o e sorrindo como sempre... Estava explodindo de alegria.
–Obrigado Bartolomeo. Mesmo com poucas palavras você me alegrou... Te devo uma! –Se levantou e estendeu a mão para o maior se levantar também e sorriu ainda mais largo. –Vamos?
O esverdeado hesitou algumas vezes em pegar na mão de seu sempai, mas logo o fez e colocou um novo objetivo em sua vida: tentaria conquistar Luffy, tentaria ganhar seu coração.
Luffy-sempai... Eu não vou te magoar, te fazer sofrer ou qualquer coisa relacionado à sua tristeza, porque tudo o que eu quero é vê-lo feliz... Faço tudo por você, porque eu te amo.
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