Notas iniciais
Bom dia : )
Quero muito saber a opinião de vocês sobre esse capítulo, afinal vocês esperaram tanto!
Boa leitura

POV Edward

1 semana depois

Por causa de forças desconhecidas eu tinha levantado antes que Bella, ela continuava dormir calmamente em nossa cama. Fui para o banheiro a fim de me arrumar para poder ir trabalhar.

Era sexta-feira feira e hoje nós iríamos jantar fora, eu estava animado para tal situação, Bella e eu nunca tínhamos feito um programa de casal, essas merdas; ir ao cinema, tomar sorvete...

E eu ainda tinha que dar a ela meu presente, ele estava guardado na gaveta, ele até poderia ser clichê demais, romântico demais, mas eu não me importava.

A água do chuveiro caía sobre meu corpo ainda sonolento, acho que eu nunca deixaria de ser um adolescente hormonal, pois eu sempre acordava com uma maldita ereção, e Bella sempre conseguia tirar proveito de minha situação, eu me questiono se ela não é uma pequena ninfa, e céus, ela ainda é virgem! Meu corpo sempre me traia, um único pensamento com ela fazia meu corpo ficar alerta.

“Atrapalho seu banho?” Bella perguntou quase inocente na frente da cortinha de água que nos separava.

Eu não me importava dela me ver completamente nu, e com uma ereção crescente. “Você nunca incomoda!” Eu respondi sorrindo.

“Veio me acompanhar?” Eu perguntei a puxando para debaixo do jato de água. Minhas mãos ficaram quase possessivas em sua cintura.

Bella veio de boa vontade para o meu lado, ela ainda estava vestida em seu pijama completamente indecente.

“Em que está pensando?” Ela perguntou ficando de frente para mim e colando nossos corpos. O que era apenas uma leve ereção se tornou uma verdadeira barra de ferro.

“Em nada!” Eu respondi sucinto, eu queria aproveitá-la ali, debaixo do chuveiro, levei minhas mãos para levantar sua blusa, ela logo protestou.

“Eu quem quero aproveitar você!” Sua voz estava completamente lasciva, como se fosse possível ela se moldou ainda mais em mim, o calor de seu centro estava mandando vibrações para meu pau no meio de minhas pernas.

De repente, ela desligou o chuveiro e me lançou um olhar completamente cheio de luxúria. “E nem ouse me rejeitar, eu vou fazer o eu quiser com você!” Sua boca estava em meu ouvido, ela mordia em chupava minha orelha enquanto suas mãos estavam passeando por meu peito molhado.

Eu entraria em transe a qualquer momento, o que essa mulher estava falando comigo?

Eu estava calado, meu corpo transformava suas palavras em puro tesão, ela estava divinamente linda em seu pijama agora molhado e com seu cabelo preso em um rabo de cavalo frouxo.

“Primeiro eu quero que você fale em que você estava pensando para ficar com o pau duro.” Ela disse sem inflexão, ao contrario de suas palavras, seus olhos demonstravam o quanto ela estava excitada.

Bella puxava meus cabelos com certa força e sua boca foi trabalhar na minha, sua língua me invadiu sem aviso, nosso beijo era incrivelmente molhado e sofrido, ela quem ditava o ritmo de tudo, ela terminou mordendo meu lábio a ponto de doer e sangrar um pouco. “E estou esperando a resposta Cullen!” Ela pediu ainda com meu lábio entre seus dentes.

Eu estava completamente duro com esse seu joguinho, meu pau vibrava e eu sentia Bella rindo como se fosse cômico minha situação.

Eu também sabia jogar...

“Eu estava pensando em como deve ser bom te foder todinha nesse banheiro, diga Bella, você não morre de tesão em saber como deve ser me ter dentro de você?” Eu respondi perguntando, Bella arfou com minhas palavras.

Bella logo se recuperou, ela ria sacanamente para mim. “Hum” Ela disse descendo a mão entre nossos corpos. “Eu morro de vontade de te ter dentro de mim.” Bella agarrou meu pau em sua mão, e começou os movimentos de vai e vem em todo meu comprimento. “Mas como ainda não é a hora, eu me limito a ter você em minhas mãos.” Nossos rostos não se desgrudaram, estávamos frente a frente, não adiantava detê-la, sua mão era firme em mim e me proporcionava prazer sem igual. “E ter você em minha boca!” Ela disse tranqüilamente fitando meus olhos e continuando seu trabalho ávido em meu membro.

Ela realmente disse que vai rolar um boquete aqui?

“Bella...” Eu tentei censurá-la. “Não precisa...” Minha frase morreu no meio.

“Eu vou fazer o que eu quiser com você, esqueceu?” Bella disse pressionando minha grande com a palma de sua mão. Eu estava prestes a gozar.

Buscando minha libertação levei minha mão para a sua, ela me parou no meio do caminho. “Euvou fazer você gozar!”

Ela intensificou seus movimentos, eu já estava perto, meu corpo inteiro tremia, minha respiração era cortada. “Bella... Mais rápido... Mais forte...” Eu perdia jogando minha cabeça para trás, Bella me buscou para um beijo, não, aquilo não podia ser considerado um beijo, ela tinha praticamente me engolido! “Goza pra mim, amor!” Ela pediu dando a última investida em meu membro.

“Puta que pariu!” Eu soltei num fio de voz depois que sentir aquela explosão de sempre.

Bella riu em meu rosto, suas mãos ainda sujas por meu liquido foram limpas em sua roupa. “O que é melhor, eu ou você fazendo isso?” Ela perguntou beijando meu pescoço preguiçosamente. “Você vai ter um prêmio se disser que sou eu.” Ela terminou com suas malditas mordidas.

Eu estava um pouco absorto, não sei se por causa de meu gozo ou por ter uma Bella completamente lasciva me dando prazer desse jeito.

Colei ainda mais nossos corpos, beijei deliberadamente sua boca, explorei cada pedacinho sedento por mais, minhas mãos correram para debaixo de sua blusa traçando o contorno de seus seios firmes, eu queria fazer pequenas perversões com ela, mas eu sabia o que ela queria fazer comigo, e eu não podia esperar mais.

Terminei nosso beijo completamente sem ar, fui para sua orelha para dar a resposta que ela tanto queria. “Nada melhor que você batendo pra mim!” Eu disse enfiando minha língua em sua orelha. “Agora eu quero meu prêmio!” Eu disse perto de seu ouvido, o corpo de Bella tremou junto ao meu.

“Eu só preciso que você me ajude um pouquinho!” Bella disse desviando seus olhos, suas bochechas denunciavam sua vergonha por causa de sua pouca experiência.

“Você vai saber fazer do jeito que eu gosto!” Eu disse beijando seus lábios. “Eu amo você!”

Bella não me respondeu, apenas começou a beijar cada parte do meu corpo, ela distribuía seus beijos quentes pelo meu rosto, descia para meu peito e abdômen, suas mãos faziam o mesmo caminho que antes era feito por sua boca.

“Você é absurdamente lindo!” Ela disse indo para minhas costas, agora ela traçava com as pontas dos dedos todos os músculos de minhas costas, seus lábios estavam percorrendo meu pescoço deliberadamente.

Eu queria muito dar algum sinal que eu ainda não estava desmaiado, mas estava impossível articular alguma palavra com Bella me incendiando desse jeito.

“Eu nunca te falei...” Bella falou colando seu peito em minhas costas. Eu sentia seus mamilos duros contra meu corpo. “Mesmo com seu cheirinho de bebê, o que me deixa realmente molhada é o seu cheiro de homem, homem que transpira sexo...” Sua frase morreu com mordidinhas em meu lóbulo.

Eu tinha certeza que eu estava gemendo igual a um animal.

Bella sentia prazer em me torturar, ela voltou calmamente para ficar na minha frente, seus olhos e seu sorriso brilhavam em seu rosto. “Eu amo tudo em você!”

Eu estava cansado de ficar imóvel, a trouxe para meu beijo, Bella retardava o início o beijo brincando com meus lábios, eu não queria brincadeirinhas, forcei minha língua para dentro de sua boca, Bella arfava em meus braços, ela quem terminou nosso beijo. “Eu quero tanto fazer isso, sentir seu gosto...” Ela descia sua mão para meu membro completamente duro. “Se eu fizer alguma coisa errada, por favor, me diga!” Ela pediu estimulando meu comprimento.

Eu sabia o quanto que ela queria fazer isso, mas ela estava visivelmente nervosa. “Amor, relaxe! Qualquer coisa que você fizer vai me deixar em completo êxtase!” Eu afaguei sua nuca tentando deixá-la mais confortável.

“Uhum” Ela disse com seus olhos fechados, ela descia vagarosamente para ficar de joelhos em minha frente, ela beijava meus mamilos com um sorriso bobo nos lábios, suas mãos estavam cravadas em minhas coxas, ela demorou muito tempo em meu abdômen, ela beijava cada gominho que ela insistia em dizer que eu tinha, ela descia perigosamente para meu pau, ele pulsava a ponto de fazer todo meu corpo tremer.

Eu tentava não olhar para baixo, se eu olhasse as possibilidades de eu gozar seriam enormes. Bella estava parada praticamente adorando minha ereção, seus olhos encontraram os meus, eu pisquei para ela, Bella apenas sorriu e voltou atenção para meu membro, ela não parecia hesitante ela apenas queria me torturar mais.

Tive que fechar meus olhos quando ela começou a beijar minha extensão, sua boca estava úmida e faminta, ela deixava beijos cálidos em minha glande, mesmo que fosse apenas um reconhecimento, Bella parecia uma experiente em oral.

Instintivamente levei minhas mãos para seus cabelos, eu os afagava enquanto ela continuava seu ciclo de beijos, meus gemidos poderiam ser ouvidos a distância.

“Cacete, sua boca é tão boa no meu pau...” Eu disse ofegante, Bella de repente depois de beijar minha glande praticamente me engoliu, ela me colocou todo dentro de sua boca, eu sentia minha cabeça em sua garganta. Eu entrei em frenesi, ela me sugava cada vez em com mais vontade, seus movimentos me deixavam completamente louco, ela usava sua língua para me estimular, eu soltava obscenidades para me controlar, eu tentava o máximo não estocar em sua boca.

De repente sua boca saiu do meu pau, eu olhei atônico. Em resposta ela deu atenção para minhas bolas, ela as sugava com a mesma intensidade. Honestamente, Bella sabia fazer oral, essa coisa dela usar apenas sua boca para me dar prazer deixando suas mãos fixas em minhas coxas me deixava completamente insano.

Quando ela voltou para meu pau, não me contive comecei a bombar em sua boca, ela intensificou seus movimentos de vai e vem com sua cabeça, eu fodia sua boca sem constrangimento, eu estava perto; meu corpo me dava os sinais que eu precisava. Eu sabia que precisava dizer para Bella sair do meu pau, mas eu não conseguia fazer nada além de gemer e falar todas as palavras chulas que eu conhecia. “Bella...” Eu tentava avisá-la. “Eu vou gozar... caralho...” Ela não parou, ao contrário, intensificou seus movimentos, e eu continuei forçando sua cabeça para meu pau. Não demorou para eu me libertar, Bella me surpreendendo, relaxou ainda mais sua garganta, deixando eu me derramar dentro dela. Eu estava em estado de torpor, eu nunca tinha gozado assim, levei minha mão para levantar Bella, mas ela limpava meu membro dos restos do meu fluido. Limpava com a língua. Caralho!

“Bella, amor, vem cá?” Eu pedi massageando seus cabelos.

Ela se levantou procurando meus olhos, eles estavam curiosos. “Eu gostei de te ver assim.” Ela disse abraçando minha cintura.

“Assim como?” Eu perguntei colando nossos corpos, ela beijava meu peito carinhosamente.

“Sem controle, entregue a mim...” Bella disse levantando seu rosto para encontrar com o meu.

Levei nossos corpos para debaixo do chuveiro. “Quer terminar meu banho comigo?” Eu perguntei abrindo o chuveiro.

“Uhum!” Ela disse tirando sua roupa.

“Fica de roupa, por favor?” Eu quase implorei, se ela ficasse completamente nua eu não conseguiria me controlar mais. “Você é tentadora demais para mim, você já sabe disso...”

Bella me devolveu um sorriso. “Desculpe por ser tão tentadora! Eu juro que você não vai ter que esperar mais...” Ela disse calmamente.

O que ela quis dizer com isso?

“Você quer isso agora?” Eu perguntei procurando seus olhos.

“Agora não, você vai saber quando for a hora!” Ela disse piscando para mim. “Vamos tomar banho, não podemos nos atrasar.” Bella disse colando nossos corpos.

Enquanto a água caia sobre nossos corpos, eu tentava decifrar o que Bella disse, ela disse que não demoraria muito para ela ser completamente minha, e que ela estava pronta. Então eu consegui ligar os pontos, ela queria isso hoje a noite, depois de nosso jantar.

Enquanto eu vestia minha roupa para ir para o orfanato Bella preparava nosso café da manhã, aproveitei para ligar para Fiorella, eu precisava de sua ajuda.

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“Por que você está corada?” Eu perguntei depois de comer minha terceira panqueca.

As bochechas de Bella não saíram do tom rubro durante todo o café. “Estou lembrando o que eu fiz com você...”

Eu a amava, amava como ela conseguia ser tímida e ao mesmo tempo ser a mulher mais quente que eu conheci. “Eu não me importaria se você interrompesse todos os meus banhos daqui pra frente.” Eu disse sabendo que ela coraria ainda mais.

“Você gostou mesmo?” Ela perguntou encarando seu iogurte com cereais em sua frente.

“Amor...” Eu disse dando a volta na mesa para ficar ao seu lado. “Você não tem ideia do quanto foi gostoso...” Falei segurando seu rosto. “Acho que você deveria ter tirado essa conclusão apenas com meus gemidos.” Beijei rapidamente seus lábios com gosto de iogurte de morango. “Você me deixa completamente louco.”

Bella riu em meus lábios, seus olhos brilhavam com a minha aprovação de seu trabalho em mim. “Eu amo você anjinho, obrigada por isso!” Ela disse roçando nossos lábios. “Estou animada para nossa noite.”

Sim! Ela queria sua primeira vez hoje, era fácil reconhecer a vontade escondida em suas palavras. “Eu já fiz a reserva no restaurante, é italiano!” Falei levando minhas mãos para sua bochecha. “Eu também estou animado, obrigado por aceitar meu convite.”

“Eu nunca nego um pedido seu!” Bella disse massageando minha nuca devagarzinho. “Eu amo você!” Ali só tinha amor, nenhuma vontade sexual por trás. “Muito.” Nosso beijo era tão singelo e puro que quase me emocionava.

“Temos que ir anjinho, está em cima da hora...” Bella disse cortado nosso beijo. “Você me deixa na creche?”

A contra gosto tirei meus lábios dos seus. “Deixo sim, vamos!” Disse saindo de nossa pequena bolha. “Vamos almoçar em casa hoje?” Eu perguntei pegando as chaves na mesa.

“Eu posso cozinhar se você quiser.” Ela disse enlaçando minha cintura. “Eu quero dormir a tarde inteira, eu preciso estar acordada a noite.” Bella disse piscando e sorrindo para mim.

“Eu tenho que estar muito acordado essa noite!” Eu disse passando pela porta com ela ao meu lado. “Muito acordado!” Meu sorriso estava gigante em meu rosto, eu sabia disso!

POV Bella

Meu Deus! Eu não estava acreditando que eu tinha feito aquilo com Edward!

Eu sempre tive vontade de fazer, e eu sabia que ele também morria de vontade de ter minha boca em volta de seu membro, sempre imaginei que seria nojento e só daria prazer ao homem, mas não, chupá-lo foi completamente excitante, ouvir seus gemidos e seu corpo tremendo sob meu toque. O gosto não era dos melhores, não me importei em engolir, nem foi nojento, eu o amava e estava feliz por satisfazê-lo.

Eu dissipei rapidamente esses pensamentos, me senti uma ninfomaníaca, eu tinha um bebê no colo enquanto eu fantasiava com Edward.

Trabalhar na creche era bom, os bebês eram calmos e não davam problemas, era um mais lindo que o outro, eu fazia de tudo, banho, trocar fraudas, dar papinha...

“Bella, está ocupada?” Amber perguntou encostada na porta do berçário.

“Hum! Não, já terminei com Clarie” Eu disse pegando a bebezinha em meus braços. “Só troquei uma fralda.”

“Tem um homem te esperando na portaria, ele quer te ver.” Ela disse escondendo um sorriso.

Fui com Clarie no colo para a portaria, Edward estava encostado numa pilastra, sua expressão era completamente serena.

“Oi!” Eu disse assim que entrei em seu campo de visão.

“Oi linda! Desculpe atrapalhar seu trabalho, eu só queria te levar para casa.” Edward disse acariciando minhas bochechas. “Quem é esse bebê fofo?” Agora sua voz era direcionada à pequena Clarie.

“Está é Clarie, tem 8 meses, calma como um anjo, não é bebê?” Eu perguntei levando meu nariz para tocar o de Clarie, era fácil se apagar à essas criaturinhas.

“Ela é linda!” Edward disse passando a mão de levinho em suas bochechas rosinhas.

“Quer pegar?” Eu perguntei levando Carlie para seus braços.

Edward hesitou rapidamente, ele queria pegar, mas não fazia nenhum movimento para concluir sua ação. “Bella... Eu posso deixá-la cair, ela é muito pequena...”

“Amor, olhe o tamanho dela, ela é gigante! Pegue-a!” Falei acomodando a bebê em seus braços, Clarie olhava enfeitiçada para seus olhos.

Eu sei bebê, são os olhos mais lindos!

“Ela é quentinha!” Edward disse aconchegando ainda mais a neném a seu corpo.

Eu ri de seu comentário, os olhos de Edward brilhavam ao olhar para a garotinha. Céus! Ele daria um ótimo pai!

“Hãn... Meu horário termina daqui meia hora, se você quiser esperar...” Eu disse chamando sua atenção.

Edward saiu de seu transe. “Claro que te espero, vou estar no carro.” Ele disse me entregando Clarie. “Tchau bebê!”

“Eu não vou demorar!” Falei deixando um beijo em sua bochecha. “Até daqui a pouco.”

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Não demorou muito para eu terminar meus afazeres com os bebês, o estacionamento estava vazio, um dos poucos carros era o volvo de Edward.

“Prontinho, podemos ir!” Eu disse sentando no banco do passageiro, Edward parecia perdido em seus pensamentos.

“Aconteceu alguma coisa?” Eu perguntei inclinando meu rosto para o seu.

“Só estava pensando, linda!” Ele disse dando partida no carro.

Ele não queria falar, e mesmo eu querendo saber o que lhe afligia não perguntei. Afundei meu corpo no banco acolchoado.

“Eu estou com saudades de meus pais, de Alice...” Edward disse tempos depois, sua voz era baixa e não apresentava dor ou angústia.

“Eu também sinto falta de minha mãe e meus irmãos, nós podemos ir a Forks se quiser!” Eu disse segurando sua mão que estava livre.

Edward me lançou um sorriso de canto. “Podemos ir sim! Mas hoje não é dia de ficarmos tristes nem nostálgicos, eu quero minar minha namoradinha...” Ele trouxe minha mão para um beijo, ele dedicou atenção ao meu dedo que carregava o nosso anel.

“Namoradinha?” Eu repeti rindo. “É isso que sou para você? Apenas sua namoradinha?” Eu disse fingindo espanto.

“Minha namoradinha, a mulher da minha vida, minha amiga...” Edward disse tirando os olhos da avenida. “Você pode escolher o que quer ser para mim!”

Eu fingir pensar muito para responder. “Hãn, eu só quero ser sua, e ponto!” Falei vidrada em seus olhos.

Edward riu e voltou atenção para a pista. “Eu amo tanto você!”

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Não demoramos muito para chegar em casa, e realmente nosso apartamento deveria ser limpo, não estava uma bagunça completa, mas precisava muito de uma limpeza.

“Fiorella não vai vim hoje?” Eu perguntei para Edward que estava tomando suco diretamente da jarra.

“Edward, pare de ser nojento, pegue um copo, por favor!” Eu disse quase gritando, eu odiava falta de modos.

Era engraçado ver Edward sem graça. “Desculpe?” Ele disse se servindo num copo. “Fiorella vai vir de noite, quando estivemos fora.”

“Por que a noite?” Eu perguntei curiosa. “Você está me escondendo alguma coisa, Edward?”

Foi impossível não perceber o tanto que Edward corou. “Pare de me fazer perguntas sem respostas!” Ele pediu me guiando para o quarto. “Não é nada de mais.”

Eu não iria contrariá-lo. “Ok então, vou fazer frango para comermos o que acha?” Perguntei.

“Eu não estou com fome, por que não ficamos a toa em nossa cama, sem fazer nada, oscilando entre a realidade e o sono, eu estou exausto! Eu tive que tocar umas oito sinfonias diferentes...” Edward disse me rebocando para a cama.

“Pode deitar, eu só vou pegar sorvete ok?” Eu disse saindo do quarto. “Quer ver algum filme? Posso pegar para você!”

Edward apenas confirmou com a cabeça, ele tirava suas roupas calmamente.

Voltei para o quarto com o pote de sorvete e o filme, Edward já estava em seu moletom. Coloquei o filme para rodar, era uma comédia qualquer.

“Muito sono?” Eu perguntei sentando ao seu lado e abrindo o pote de sorvete.

“Só um pouquinho, você sabe que não faz o menor sentido tomar sorvete neste frio né?” Edward perguntou rodeando meu corpo com braço.

“Eu gosto de sorvete!” Eu disse deitando minha cabeça em seu ombro. “Você não sabe o que está perdendo!”

“Acho que sou eu quem precisa ser mimado hoje...” Edward disse afundando o rosto em meus cabelos.

“Carente anjinho?” Eu perguntei beijando seu rosto. “Eu não te dei atenção hoje no banho não?” Brinquei.

Edward riu, sua risada preencheu todo quarto, era palpável sua felicidade. “Agora eu quero só seus carinhos, deixe suas torturas para mais tarde...” Ele disse me dando vários selinhos.

Mais tarde! Eu sabia que Edward sabia que eu queria perder minha virgindade hoje, não que eu tivesse marcado essa data, mas como nós iríamos sair, nos curtir, imaginei que tornaria tudo mais especial.

Eu não podia negar, eu ficava tonta em apenas imaginar como seria e a situação ficava ainda pior com Edward brincando assim comigo.

“Esqueceu de mim aqui?” Edward perguntou rindo.

Eu odiava ficar de devaneios. “Desculpe, viajei!” Voltei minha atenção para meu namorado em minha frente. “Já que é assim, deixe-me mimar esse namorado carente que eu arrumei!” Eu brinquei penteando seus cabelos.

Nós deitamos de frente, o sorvete já estava em segundo plano, Edward e eu estávamos cansados e o sono estava nos tomando.

Edward tinha um sorriso de canto, suas mãos estavam brincando com minha cintura, ora elas desciam para meu bumbum, ora elas estavam serpenteando para debaixo de minha blusa. Eu apenas traçava as linhas de seu rosto e seu cabelo, massageava seus braços e ombros com minhas mãos.

“É tão gostoso ficar assim com você...” Sua voz era completamente arrastada.

Intensifiquei meus carinhos. “Eu também gosto, pode dormir se quiser, eu não vou sair daqui.” Falei beijando o canto de sua boca.

Colei ainda mais nossos corpos, o sono era implacável, logo estávamos sendo tragados para a escuridão.

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“Linda?” Uma voz conhecida me chamava. “Acorde Bella!”

Abri meus olhos usando muita força de vontade, Edward estava com o rosto acima do meu com seu sorriso estúpido. “Eu pensei que eu era quem estava com sono!” Sua voz era baixa, quase uma canção de ninar.

O peso de seu corpo estava todo em cima do meu, estávamos completamente coladas, e por incrível que pareça eu sentia sua ereção na minha coxa. “Teve bons sonhos?” Perguntei levando minha mão para seu membro.

A risada de Edward me acordou por completo. “Sempre!” Ele disse se esfregando em mim. “Levante, temos um jantar para irmos!” Ele estava completamente leve, o sono tinha o renovado.

“São quantas horas?” Eu perguntei saindo debaixo de seu corpo. Eu tinha que me arrumar!

“Hãn... Dez para sete, e a reserva está marcada para oito e meia!” Edward disse calmamente.

Nunca daria tempo de me arrumar!

“Edward, por que você não me acordou antes? Não vai dar tempo de me arrumar!” Eu falava enquanto andava desnorteada pelo quarto.

“Calma amor, eu já tomei banho, o banheiro está livre para você!” Edward falou me abraçando por trás. “Eu vou te esperar na sala!” Ele deixou um beijo quente demais em meu pescoço.

Ok! Eu teria um pouco mais de uma hora para me arrumar. Eu iria precisar de toda sorte do mundo.

Eu não sabia o que vestir, nem o que calçar! Fui tomar meu banho completamente perdida, minha cabeça derretia sobre o que iria acontecer comigo e com Edward, ele iria me ter por completo!

Mesmo eu não querendo pensar assim, era impossível dissipar os pensamentos nebulosos que me cercavam: e se Edward não gostar, e se eu não souber o que fazer...

Droga!

Procurei na minha parte do armário meu melhor vestido, era um tomara que caia azul, instantaneamente me lembrei daquela noite, a noite na qual tudo deu errado, eu usava um vestido quase igual.

Respirei jogando para longe esses pensamentos, hoje daria tudo certo. Edward e Bella. Bella e Edward.

Eu sabia que eu estava corada, me olhei no espelho, eu trajava uma calcinha minúscula na cor azul, ela cobria nada. Desisti do sutiã, o vestido não tinha alças e não usar sutiã não seria uma boa.

Deslizei o vestido por meu corpo, e infelizmente ele tinha botões nas costas! Eu queria ter Alice para me ajudar, mas como eu não a tinha tive que recorrer a seu irmão.

“Anjinho?” Eu pedi da porta do quarto, Edward estava sentado no sofá conversando com Jules.

“Oi anjo?” Edward disse se levantando. “Precisa de mim?”

“Hum... Preciso sim!” Pedi completamente corada. “Eu preciso que você abotoe meu vestido!”

Voltei para dentro do quarto, eu sentia os olhos de Edward fixos em mim. Parei de frente para o espelho com ele atrás de mim, a imagem refletida no espelho me deixou tonta, Edward estava com uma calça jeans escura e com uma camisa social azul com alguns botões abertos mostrando seu peitoral. Eu arfei involuntariamente.

“Você está lindo!” Eu disse procurando seus olhos no espelho, suas mãos eram vagarosas com meu vestido, ele mais tocava minha pele do que efetivamente fechava meu vestido.

“Obrigado! Você está maravilhosa!” Edward disse beijando minhas costas descobertas. “Acho que terminei...” Ele falou perto demais de minha orelha. “Ou precisa de mais alguma coisa anjo?”

Por que eu estava ficando excitada com sua voz calorosa?

“Já que você está aqui, eu quero que você me ajude com o sapato.” Eu disse me sentando na beirada da cama. “Eu sou uma lastima tanto andando quanto tentando colocar essas coisas em meus pés!” Eu apontei emburrada para o sapato incrivelmente alto.

“Bella, você pode ir de tênis e moletom que mesmo assim você vai continuar linda!” Edward disse pegando os sapatos e colocando em meus pés, ele amarrou cada tira com delicadeza, seus dedos tocavam minha pele e era o suficiente para me incendiar.

“Prontinho, senhorita!” Edward disse beijando minha panturrilha. “Podemos ir?” Ele perguntou me dando a mão.

Ele não viu que eu tinha uma toalha enrolada em minha cabeça não?

“Edward! Nem arrumei meu cabelo ainda, e tenho maquiagem para fazer!” Eu disse me levantando e enlaçando seu pescoço. “Eu quero estar perfeita para você!”

O beijo de Edward era completamente apaixonado, não aprofundamos, era apenas um beijo de lábios. “Você é perfeita para mim, mas como você vai refutar eu acho melhor eu sair desse quarto antes que briguemos.” Ele me beijou de novo. “Eu amo você!”

Sequei meus cabelos rapidamente, por sorte ele não se revoltou, tinha ficado ondulado e macio. Maquiagem nunca seria meu forte, fiquei apenas com o rimel e com o blush e Edward não gostava de batom.

Dei aquela última olhada no espelho, eu estava gostosinha, o vestido tinha caído bem em meu corpo, acentuando minhas curvas, eu sabia que ele estava curto demais: não chegava ao meio de minhas coxas, o cabelo emoldurava meu rosto, e meu rosto estava simples, make up natural.

Passei pela porta procurando Edward, ele não estava na sala, vi seu perfil encostado na mesa. “Edward?” Eu chamei baixo. “Eu estou pronta!”

Quando seu olhar cruzou o meu juro que vi faíscas saindo dele, Edward estava paralisado na minha frente. Eu sabia o que problema estava comigo.

“Vulgar demais? Eu posso trocar se quiser...” Eu falei escondendo minha preocupação. “Eu posso passar mais maquiagem...” Eu tentava tirar alguma palavra da boca de Edward.

“Não seja absurda! Você está estonteante!” Edward disse passando a mão por minha cintura. “Você está impecável”

Nossos rostos estavam próximos, nossas respirações estavam superficiais, o que me matinha presa na terra eram os olhos verdes de Edward fitando os meus.

“Acho melhor nós irmos, por que senão eu vou te levar para aquele quarto e...” Edward falava com a voz rouca, seu pensamento foi cortado por causa de meu beijo violento em sua boca. Eu estava um pouco faminta, nossos dentes se chocaram e travamos uma pequena batalha pelo domínio.

“Desculpe!” Eu pedi traçando seu lábio violentado por causa de minha fome. “Eu te cortei...”

“Sem problemas, eu sou meio masoquista mesmo!” Edward disse juntando nossas mãos. “Podemos ir?”

“Claro anjinho!” Eu respondi pegando as chaves de casa e as passando pra Edward.

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O restaurante era incrível, Edward não ficava para trás, ele fez tudo bonitinho, puxou a cadeira...

“Gostou?” Edward perguntou segurando minha mão em cima da mesa.

“O lugar é lindo, ótima escolha!” Eu respondi devolvendo o carinho.

Nós estávamos numa mesa afastada, o olhar de Edward sobre mim era de adoração, o sorriso não saiu de seu rosto por um instante. Virei meu rosto para ficar próximo do seu, nossos olhos se encontravam e pareciam dizer tudo que sentíamos.

“Feliz?” Ele perguntou com as mãos em meu rosto, o calor era algo quase surreal.

“Muito!” Eu respondi fazendo círculos em seu pulso. “Você não sabe o quanto.”

“Prontos para pedir?” Um garçom estourou nossa bolha feliz, Edward cerrou os dentes quando percebeu o olhar do garçom sobre mim.

“Ainda não!” Edward colocou toda acidez em sua fala. Eu quase senti pena do garçom.

Olhei para Edward estupefata, sua feição era de quem estava com muito ciúmes.

“Posso trazer um vinho para você então?” O garçom fez sua ultima tentativa.

“Claro, um vinho seria ótimo, traga, por favor!” Eu falei antes que Edward dessa mais uma patada no moço.

“Desculpe pelo vinho, mas você não podia ser grosseiro de novo com o rapaz!” Eu disse depois que o garçom foi embora.

“Ser grosseiro? Você viu como ele te olhou, ele devorou seus peitos!” Edward disse ainda com raiva.

“Anjinho, não vamos brigar! Eu sou sua ok? Só sua!” Eu disse encarando seus olhos.

“Desculpe, eu prometo que não vou estragar nossa noite.” Edward disse afagando meus cabelos.

“O vinho do senhor e da senhora.” O garçom voltou sem seus olhares inconvenientes, ele despejou o vinho em nossas taças.

“Hum... Você poderia me trazer uma coca cola, por favor? Edward disse quase amigável. “Nós vamos pedir rondeles.” Ele terminou seu pedido.

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“Amor, pode beber seu vinho, não se preocupe comigo!” Edward falou empurrando a taça para mim.

“Hum... Eu não quero fazer vontade em você.” Eu disse ignorando a taça.

“Bella, beba, por favor!” Sua voz era completamente sedutora.

Bebi um gole pequeno, vinho era uma das únicas bebidas que eu bebia sem culpa, o gosto era bom.

“Agora, vem cá!” Edward pediu aproximando nossos rosto, ele traçou meus lábios com sua língua, nós não éramos adeptos de tanta demonstração de afeto em público, então eu estava sem saber se eu deveria aprofundar o beijo, não precisei de resposta, a língua de Edward adentrou minha boca, ele explorava cada pedacinho, ele sugava minha língua com vigor.

“O que foi isso Edward?” Eu perguntei depois que ele me libertou.

“Um beijo, oras!” Edward respondeu entre um sorriso. “É bem mais gostoso beber vinho assim!”

Edward me lançou seu sorriso estúpido, e eu quase desfaleci.

“Quer que eu beba mais anjinho?” Eu tentei fazer soar um pouquinho sensual.

“Eu não quero você bêbada!” Edward disse jogando seu charme infalível para cima de mim. “Eu preciso de você sóbria esta noite!”

“Nós podemos ir para casa...” Eu disse sentando ainda mais próxima a ele, minha mão foi para sua coxa. “Eu quero saber como vai terminar nossa noite...”

“Nem pense em brincar comigo desse jeito!” Edward falou rindo tirando minha mão de seu corpo. “Hãn... Eu tenho que te dar uma coisa...” Ele disse corando subitamente.

Olhei interrogativamente para ele. “Uma coisa?”

“Bom... É o presente que eu iria te dar no dia que e fui embora, você iria abri-lo lembra? Mas você pegou o embrulho errado e...” A voz de Edward beirava o ressentimento.

“Anjinho, não fique triste ok? Isso já ficou para trás.” Eu disse beijando seu rosto. “Eu quero ver meu presente.” Eu pedi em seu ouvido.

“Você quer que eu te dê aqui ou em casa?” Ele me deu a opção.

E se fosse alguma coisa me fizesse chorar, que me fizesse querer beijá-lo loucamente? Ter estas reações num restaurante não estava em meus planos.

“Em casa é melhor!” Eu disse me levantando, Edward foi mais rápido e puxou a cadeira para mim.

“Obrigada!” Eu falei depois de enlaçar nossas mãos. “Obrigada pelo jantar, foi muito agradável!”

“Mesmo com meu ataque de ciúmes?” Edward perguntou abrindo a porta do carro para mim.

“Ciúmes é bom, sempre esquenta a relação!” Eu falei estreitando meus olhos para ele.

“Esquenta?” Edward perguntou colando meu corpo contra a lateral do carro. “Uhum!” eu me limitei a um sussurro. Edward com suas pernas abria as minhas, e quando ele se encaixou em mim, com sua ereção acomodada em meu centro eu deixei escapar um gemido. “Eu acho que você não precisa ficar mais quente, não é anjo?” Edward movimentou discretamente seu corpo, sua ereção fazia meu corpo queimar.

“Bella, você tem que começar a agüentar minhas provocações!” Edward disse rindo e dando partida no volvo.

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Durante todo trajeto permanecemos calados, não era um silêncio desagradável, não tinha nada a ser dito. Apenas trocávamos carinhos, sua mão em minha coxa descoberta e de vez em quando as minhas passeavam por seu cabelo.

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Eu estava excitada, assim que abrimos a porta do apartamento eu me joguei no pescoço de Edward, eu precisava dele perto de mim, mal me dei conta que o apartamento estava completamente organizado.

“Fiorella arrumou tudo para nós.” Edward beijando meu pescoço e correndo as mãos para a lateral de meu corpo, ele tentava inutilmente subir a barra de meu vestido.

“Ela sabe o que vamos fazer?” Eu perguntei corada.

Ótimo! Amanhã a empregada louca saberia que tinha rolado uma noite quente nesse apartamento.

“Eu dei uma disfarçada, mas ela é esperta...” Edward não queria dar explicações, ele estava ocupado demais em maltratar minha orelha.

Nós dois estávamos famintos, nossos beijos eram molhados e totalmente indecentes, eu joguei minhas pernas em sua cintura, travei meus pés em suas costas e distribui beijos em seu pescoço.

“Bella, calma! Nós temos a noite toda ok?” Ele disse beijando meu rosto ternamente. “Vamos com calma, eu quero amar cada pedacinho de você!” Suas mãos me sustentavam pendurada em sua cintura. “Eu ainda tenho que dar seu presente!”

Claro! O presente!

Edward me colocou cuidadosamente no chão, e me guiou para porta de nosso quarto, ele estava atrás de mim e depositava beijos rápidos em meu pescoço durante o percurso curto.

“Bella?” Edward me chamou antes que eu abrisse a porta. “Olhe para mim, por favor!” Ele pediu docemente.

Eu me virei lentamente para buscar seu rosto, nossos olhos se encontraram e tudo pareceu explodir; eu me senti completa e fazendo a coisa certa com o homem certo.

“Oi?” Eu disse ficando de frente para ele. Seus olhos me hipnotizavam.

“Bella, eu te amo! Nunca se esqueça disso, nunca!” Edward disse segurando meu rosto com suas mãos. “Eu quero muito te dar uma noite perfeita, eu quero apagar todas suas lembranças daquela noite.” Eu não conseguia falar nada, as lágrimas não demorariam a cair. “Você é a mulher da minha vida e eu fico muito honrado de poder ter essa parte sua também.” Edward me beijou ternamente, ele apenas colou nossos lábios. “Eu amo você!” As lágrimas saíram tímidas de meus olhos, Edward secou cada uma.

“Quer entrar?” Ele perguntou nos virando para a porta.

Eu queria dizer que sim, mas não consegui externar minha vontade, pois sem me dar chances de relutar Edward me pegou em seu colo, eu me sentia uma esposa indo para sua noite de núpcias. A porta foi aberta com um pequeno chute de Edward.

O quarto estava lindo, não tinha como descrever, tinha velas por todo lado e pétalas jogadas pelo chão, eu não poderia imaginar nada mais bonito. Atrevi olhar para Edward, sua surpresa era tão grande quanto a minha.

Edward me colocou deitada no centro da cama enfeitada por uma colcha felpuda. “Gostou?” Ele perguntou ainda de pé.

Chamei-o para vir para a cama, Edward tinha um sorriso nervoso no rosto, eu sabia que ele estava ansioso assim como eu. “Está tudo maravilhoso, amei cada detalhe!” Eu respondi acariciando a pele de seu pescoço.

Fiz força para buscar Edward para cima de meu corpo, ele não veio prontamente, apenas seu troco ficou sobre meu corpo. “Bella, calma!” Edward pediu beijando meus lábios. “Vamos devagar, nós temos a noite inteira, vamos aproveitar cada instante!” Seus beijos eram carinhosos, mas eu podia sentir seus lábios queimando de excitação. Suas mãos eram vigorosas em minha coxa descoberta, Edward levantava meu vestido curto, eu tentava desabotoar sua camisa.

Seus beijos caminharam para minha orelha. “Amor, pare de tirar minha roupa! Daqui a pouco eu vou ser todinho seu, mas eu quero dar seu presente!” Edward pediu alternando mordidas e sugadas em meu lóbulo.

Parei relutante minhas mãos, Edward riu baixinho de mim, ele me colocou sentada e se sentou em minha frente, um pequeno embrulho foi tirado de seu bolso, e logo foi posto na palma de minha mão.

“Espero que te agrade, abra.” Ele pediu em expectativa, antes de começar a abrir ganhei um beijo casto.

Eu estava curiosa, abri o embrulho com cuidado, tirei um colar de ouro com dois pingentes e uma pequena pedrinha, era dois pingüins também de ouro e uma pedrinha verde, talvez uma esmeralda.

Era lindo, um casal de pingüins intercalado por uma pedrinha verde. “Edward, isso é... lindo!” Eu queria um adjetivo melhor.

“Gostou mesmo?” Ele perguntou buscando meus olhos. “Eu posso trocar se você quiser...” Eu tive que calá-lo com um beijo. “Anjinho, eu amei, tem algum significado?” Eu perguntei traçando seus lábios.

“Tem sim!” Edward disse correndo seus dedos por seu cabelo. “Posso te contar?”

Edward se colocou atrás de mim, meu cabelo foi puxado para o lado, antes de colocar o colar Edward beijou incansavelmente minha nuca, eram beijos quentes, Edward não dispensava sua língua neste trabalho.

“O casal de pingüim...” Ele começou baixinho perto de meu ouvido, o colar já estava devidamente fechado. “... É pra dizer que eu sempre vou ser fiel a você, pois na natureza os pingüins são monogâmicos, e eu não quero ninguém além de você...” Edward descia sua boca para minhas costas, suas mãos já estavam tocando discretamente a lateral de meus seios. “... Os pingüins são muito protetores com suas famílias, e assim como eles eu prendendo construir uma com você, e pode ter certeza que eu vou te proteger de tudo, sempre!...” Sua voz mandava ondas de excitação para meu centro, eu estava queimando. Edward agora mordia devagarzinho meu ombro, sentia sua ereção cutucando minhas costas.

Eu não conseguia disfarçar meus ofegos, eu já respirava pesadamente. “E a pedrinha?” Perguntei com a voz suplicante.

Edward veio para ficar de joelhos na minha frente, segui seus movimentos. Nossos rostos estavam na mesma altura, seus olhos nos meus. “Quando o pingüim encontra a pingüim de sua vida, ele percorre toda praia em busca da mais bela pedrinha, e depois ele corre até a pingüim e oferece a pedra à ela, caso ela aceite quer dizer que eles vão viver juntos até o fim de suas vidas.”

Sem perceber nossos rostos estavam colados, a cada palavra que Edward dizia eu me rendia mais, nossas bocas estavam separadas por milímetros e Edward me puxava pela cintura, eu estava nervosa, mas minha vontade era maior que qualquer coisa. “A pedrinha é da cor de seus olhos, então ela é linda, e eu a aceito!” Eu disse beijando sem jeito seus lábios.

Edward levou suas mãos para as laterais de meu corpo, ele aprofundou o beijo sensualmente, sua lentidão me deixava em brasa. Sua língua me provocava, e suas mãos iam deste minha coxa até a base de meus seios, sem cortar o beijo, comecei a desabotoar sua camisa com meus dedos trêmulos, eu sabia que era um nervosismo bobo.

Edward diminuiu o ritmo do beijo, ele terminou dando sugadinhas em meu lábio inferior. “Eu amo você, fique tranqüila!” Ele pediu afagando minhas bochechas.

Ele terminou de tirar sua camisa. Céus! Edward era muito sexy! Ele terminava com os botões sem tirar os olhos dos meus, ele sorria estupidamente para mim. Minha calçinha estava ridícula de tão molhada.

“Eu estou um pouquinho nervosa.” Confessei ao mesmo tempo em que corria com as pontas dos dedos seu abdômen.

Edward voltou a me beijar, seu peito nu estava colado no meu, cravei minhas unhas em suas costas, correspondi o beijo com mais vontade que o normal, eu queria o controle, forcei minha língua contra sua boca, alternava assaltos em sua boca com mordidas em seu pescoço, Edward se descontrolava aos poucos, suas mãos já estavam debaixo de meu vestido. “Eu vou fazer você ficar calminha!” Ele disse mordendo minha orelha.

Fui colocada de bruços na cama, estava tonta de tanto tesão; Edward tinha ido para o pé da cama, meus sapatos foram tirados sem pressa, ganhei beijos no peito de meu pé, sua língua deixava um rastro de fogo em minha panturrilha, ele dava atenção para todas partes de meu corpo, quando não era com sua boca era com suas mãos firmes, ele me pagava e apalpava com vontade.

“Bella, olhe pra mim!” Edward pediu, eu estava com medo de olhar por cima de meu ombro, ele estava sorrindo perversamente na parte de trás de minha coxa. Eu estava a ponto de gozar com a visão.

Edward beijava a curva de meu bumbum enquanto sua mão agarrava massageava minha bunda, seus beijos deram lugar a mordidas, um gemido saiu junto de seu nome.

Queimando. Era assim que eu me sentia, Edward era demasiado lento, uma lentidão prazerosa eu digo, eu permanecia vestida, ele beijou por cima do tecido toda minha coluna, eu arqueava querendo mais. Quando ele chegou na base de meu pescoço, seu beijo foi molhado e quente, eu tentava a abafar meus gemido. Sua boca se dirigiu para minha orelha. “Linda, eu quero ouvir seus gemidos, não os esconda de mim!” Edward pediu beijando atrás de minha orelha. “A propósito, está mais calma agora?” Sua voz estava totalmente pervertida, eu gemi quando ele enfiou sua língua em minha orelha.

Meu vestido foi tirado com maestria por suas mãos, eu continuava de bruços, Edward beijava minhas costas sem freios, eu sentia seu membro na lateral do meu corpo, seus dedos tatearam minhas curvas, era como faíscas, senti sua boca beijando meu bumbum, eram beijos lentos de boca aberta, levantei meu corpo para ele tirar minha calçinha.

“Você não sabe o quanto você me deixa duro quando está com alguma coisa azul!” Edward disse levando suas mãos para o meio de minhas coxas.

Isso amor, me toque, eu te imploro!

Arquei meu bumbum, eu precisava de qualquer coisa me estimulando, minhas coxas já estavam molhadas por causa de minha excitação.

“Anjo, você sabe que eu gosto de te torturar...” Edward dizia enquanto seus dedos abriam minhas dobras, ele ignorava propositalmente meu ponto sensível.

Meu corpo estava mole, Edward me colocou delicadamente de costas no colchão, seus olhos devoraram cada parte de meu corpo nu, eu via fome neles.

“Perdido?” Eu perguntei me apoiando em meus cotovelos, eu tinha que ser sincera, ver Edward me desejando assim me fazia sentir a mulher mais poderosa do mundo.

“Você é tudo o que eu sonhei!” Ele disse se deitando ao meu lado, minha boca foi capturada para um beijo quase impróprio, Edward invadia minha boca sem escrúpulos, mordia, lambia... Pura luxuria!

Minhas mãos voaram para seus cabelos, estávamos famintos, nossos gemidos se confundiam... Enquanto beijava seu pescoço Edward me tocava com seus dedos hábeis, ele me dedilhava sem pudor, meu nervo foi avidamente estimulado, Edward não media esforços: circulava, friccionava, esfregava... Não demorou para eu vim, bastou uma única e última investida de seus dedos em meu clitóris. “Oh... Oh... Edwaaard... Mais forte...” Minha umidade escorreu, Edward continuou com seus movimentos cálidos, as ondas de deleite vieram com força de novo.

O pescoço de Edward estava destruído, durante meus orgasmos eu mordia e chupava sua pele, ele não se importou, seus gemidos eram uma prova disso.

“Você está tão molhada...” Edward disse com seu indicador e dedo médio em minha entrada, sua boca beijava minha clavícula, eu precisa de mais, arqueei meus peitos para Edward, ele me atendeu prontamente, sua língua dava choques em meus mamilos duros. Seus dedos apenas me provocavam assim como sua língua atrevida em meus seios, Edward sugava com vigor meus peitos, eu estaria cheia de marcas amanhã, todos seus movimentos eram transformados em excitação, meu centro pulsava e queimava, e Edward era um filho da puta, e seus dedos continuavam sem me dar prazer.

Joguei meu quadril em suas mãos, Edward riu em meus seios. “Você vai ter que implorar...” Ele falou voltado para meu mamilo duro.

Eu gemi alto, as brincadeirinhas de Edward me deixavam louca. “Eu preciso de seus dedos dentro de mim agora” Eu pedi gemendo e arqueado ainda mais minha pélvis.

Seus dedos me estocaram com força, Edward estava sendo bruto, mas era tão gostoso vê-lo me fodendo desse jeito, seu polegar judiava de meu nervo inchado, era muito prazer, eu gemia como uma cadela, minha frases eram desconexas. “Oh... Oh... Edwaaard... Mais forte...” Sua mão investia contra minha entrada e sua boca fazia uma pequena festa em meus peitos, era impossível não revirar os olhos e pedir por mais, eu morreria feliz se morresse recebendo tanto prazer! Sentia meu corpo amolecendo aos poucos, o estado de êxtase era acompanhado de muito calor.

Edward subiu com seu rosto para o meu, seus olhos estavam cheios de sentimentos: amor, felicidade, vontade... Sua ereção estava rígida em minha coxa, eu sabia que ele não me deixaria fazer nada, mas eu queria dar o mínimo de prazer a ele.

“Anjinho?” Eu chamei depois de encará-lo por alguns instantes. “Eu prometo que não vou te provocar muito...” Minha mão corria entre nossos corpos. “Eu amo muito você, eu quero que seja gostoso para você também...” Falei já massageando seu membro duro. Edward travava uma batalha consigo, ele queria, mas não queria se permitir. “Por favor?” Tentei por último.

Edward apenas sorriu para mim, eu me dei como vencedora, fiquei de joelhos ao seu lado, distribui beijos em todo seu abdômen, ele apenas soltava gemidos e seus palavrões. Estimulei seu membro por cima do jeans com meus olhos fixos nos seus, eu ri quando ele soltou um “gostosa do caralho” em meio a um gemido. Edward levantou seu quadril para eu tirar sua calça, ele tinha feito uma boa escolha, sua boxer vermelha me fez perder a respiração, seu membro poderia saltar de dentro do tecido a qualquer momento, antes de tirá-lo de dentro da cueca a mão de Edward já estava em cima da minha.

“Bella, essa noite é só sua!” Ele me virando para ficar por cima de mim.

Só tínhamos um pedaço de pano nos separando, Edward beijava meus lábios com misto de prazer a adoração. “Eu amo você, você é tão boa pra mim!” Sua boca traçou uma linha de fogo até minha intimidade.

Eu não agüentaria mais, eu precisava dele dentro de mim, sua boca não foi nenhum pouco gentil, Edward tinha colocado minhas pernas em cima de seu ombro, eu estava completamente exposta e meu tesão aumentava. Minha entrada estava latejando, sua língua me penetrava sem receios, e seu polegar friccionava meu clitóris com força, oral me deixava insana, eu rebolava deliberadamente em sua boca. Edward alternava; ora sua língua me fodia, ora sua língua estimulava meu ponto sensível.

Seria impossível saber quantas vezes gozei nesta brincadeirinha de dedos e língua dentro de mim.

Sua língua me fez vim pela enésima vez, eu estava implorando para ter Edward dentro de mim. “Oh... Edward... Eu preciso de você... Ah... Ah... Não agüento mais!” Supliquei mais uma vez, Edward saiu do meio de minhas pernas e colocou seu corpo parcialmente sobre o meu.

“Eu amo cada parte de você, eu quero tanto estar dentro de você...” Edward disse apenas roçando nossos lábios.

Fiz menção de tirar sua cueca, mas ele mesmo o fez, ele se despia graciosamente, o rubor em suas bochechas era formidável. “Vergonha de mim? Você é lindo!” Falei afagando os cabelinhos de sua nuca.

Não! Você é muito gostoso!

“Bella bobinha!” Ele disse se colando em cima de mim. “Eu amo tanto você!”

Senti seu membro na minha entrada, a sensação era de puro deleite. Edward não se moveu, ele parecia pensar. “Cruze suas pernas em minhas costas, por favor.” Ele pediu beijando minha bochecha. “Assim não dói tanto.” Suas palavras apesar de tranqüilas não disfarçavam sua preocupação.

Estava radiante por ele ser tão preocupado comigo. “Eu amo você anjinho!” Falei beijando meus lábios.

Meus olhos estavam fechados, Edward beijava todo meu rosto e dizia uns eu te amo,você é tudo pra mim enquanto ia me preenchendo. A sensação de te-lo dentro de mim era incrível, meu baixo ventre se retorcia, e eu nem tinha todo seu comprimento dentro de mim ainda.

“Hei, olhe para mim linda!” Ele pediu afagando minhas bochechas coradas. “Eu amo você, eu quero muito te fazer mulher!” Edward pediu investindo seu corpo contra o meu.

Nossos olhos não se desgrudaram. “Eu não quero te machucar... Se doer muito, peça para eu parar ok?” Ele falou beijando meus lábios.

Eu via no rosto de Edward toda sua concentração em continuar cuidadoso comigo, seus olhos estavam cerrados, e em seus lábios tinha um sorriso discreto, eu sabia que ele estava buscando forças para não começar a estocar como um louco em mim. Era quase imperceptível seus movimentos, ele ondulava seu corpo contra o meu, aos poucos ele se afundava ainda mais dentro de mim, eu beijava seus lábios procurando acalmá-lo, não conseguia dizer nada, apenas saia sussurros de minha boca.

Sentia que ele estava perto de minha barreira, Edward procurou meus olhos para pedir consentimento.

“Anjinho, eu amo você! Eu preciso de você me amando, eu quero você dentro de mim!” Pedi levando minhas mãos para sua nuca e massageando seus cabelos. Edward buscou meus lábios e investiu seu corpo contra o meu.

Não adiantava. Aquilo realmente doía, Edward era extremamente grande e apesar de todo cuidado a dor e a ardência existiam. Foi inevitável uma lágrima.

Edward tinha parado seus movimentos, ele estava com todo seu comprimento em mim, seus olhos estavam trancados, quando eles se abriram correram para os meus, a lágrima solitária descia devagar por minha bochecha. “Desculpe!” Ele pediu beijando minha pele úmida.

“Só espere eu me acostumar, você é grande de verdade!” Disse travando meus tornozelos em suas costas, minha mão continuava em sua nuca. “Eu estou bem!”

Edward estava se apoiando em um de seus cotovelos, enquanto eu esperava o incomodo passar ele me beijava ternamente, seus dedos contornavam minhas bochechas, ele sussurrava o quanto me amava em meu ouvido.

Aos poucos o incomodo ia passando e crescia a vontade de realmente sentir Edward bombando dentro de mim, seu corpo estava completamente imóvel sobre o meu.

De repente Edward desfez seu semblante preocupado e me jogou um sorriso tímido, como se tivesse uma confissão a fazer; busquei seus lábios para um beijo de boca aberta. “Da rindo de quê?” Perguntei mordendo seu lábio de leve.

Edward gemeu com meu gesto. “Você é molhada e apertada pra caralho!” Ele disse sugando meu lábio.

Eu corei todos os tons de vermelho. “Isso é bom anjinho?” Perguntei arqueando meu quadril para o dele, era o sinal dizendo que eu estava pronta.

Ele me olhou e eu sorri em resposta, Edward jogou seu corpo contra o meu. “Você não o quando isso é bom!”

Era diferente de tudo, nossos corpos ondulavam juntos, eu me sentia completa. Enquanto Edward estocava em mim nossos olhos não se desconectaram, assim como nos de Edward eu sabia que nos meus a única emoção que transparecia era amor.

Edward mordia meus lábios durante seus movimentos, não existia mais dor, o prazer tomava conta de mim, eu movia meu corpo em busca de alívio. Seu membro me preenchia por completo, não existia distância entre nossas peles. Não demorou muito para eu sentir minhas paredes comprimindo o membro de Edward.

Minha mão alternava entre sua nuca e seu pescoço. “Amor...” Eu falava entre gemidos abafados por sua boca. “Eu estou quase...”

Edward foi para minha orelha, ele queria que eu gozasse antes dele. “Isso linda... Eu preciso ver você gozando para mim...” Suas mordidas eram leves em meu lóbulo.

Seu pedido fez meu corpo tremer, as estocadas se tornaram rápidas em mim, era um orgasmo diferente, minha visão nublou completamente e meu corpo parecia perder as forças, os olhos de Edward não saíram de meu rosto enquanto eu me libertava.

“Você é linda pra caralho!” Ele disse fitando meus olhos. Sabia que Edward estava próximo de gozar, ele estava ofegante e seus movimentos eram erráticos, e mesmo com meu recente orgasmo, eu senti todas aquelas sensações gostosas quando ele se derramou dentro de mim, Edward mordia meu queixo quando dava suas últimas investidas em mim.

Nós estávamos exaustos, estávamos moles. Edward continuava dentro de mim, e eu não fazia nenhuma questão de mudar essa situação.

Preguiçosamente Edward rolou para o meu lado, eu logo senti falta de seu membro dentro de mim.

Ele me encarava com um sorriso bobo no rosto, eu sabia que eu estava do mesmo jeito. Não tinha palavras a serem ditas, tinha sido perfeito, não poderia ser descrito.

“Eu amo você anjinho!” Eu disse beijando seus lábios destruídos por meus dentes. “Obrigada.”

“Você tem que me fazer uma pergunta...” Edward disse acariciando minha cintura, seu tom era de puro divertimento.

Aproximei nossos corpos, era gostoso abraçá-lo completamente nu, sentir cada pedaço de sua pele. “Que pergunta?” Eu perguntei realmente confusa.

Edward colou nossos corpos, eu sentia uma ereção tímida em minha coxa.

Edward é realmente muito viril! Não que eu esteja reclamando...

“Agora é a hora que você pergunta se foi bom!” Edward disse beijando meu pescoço sem pressa. Eu ri de sua infantilidade.

“Então anjinho, foi bom para você?” Perguntei com a mesma diversão.

Edward buscou meus olhos, ele estava sério de repente. “Foi excelente, eu não sabia que fazer amor é tão bom assim, é sério, é muito diferente de simplesmente de transar com qualquer uma, foi diferente com você, tinha um tanto de sentimento envolvido e foi com você, por isso foi excelente! Eu te amo !” Ele disse sem tirar seus olhos dos meus, a sinceridade de suas palavras me fez flutuar.

Foi impossível não ficar emocionada, o beijei tentando demonstrar o quão feliz eu estava. “Eu te amo!”

Edward sorriu para mim, eu sempre iria perder o fôlego com essa atitude. “Eu amo você Bella, minha pingüim!” Ele terminou levando os dedos para o colar recém colocado em meu pescoço.

“Eu gostei do presente!” Eu falei colando nossos corpos suados, a proximidade fazia meu corpo pedir por mais.

“Está cansada?” Edward perguntou beijando meu rosto ternamente. “Podemos tomar um banho.” Seus beijos chegaram a minha orelha. “E depois podemos voltar para a cama, nem pense que eu terminei com você!”

Eu não pude deixar de ofegar em seu rosto. “Eu penso da mesma forma.” Beijei seu queixo devagar. “Eu tenho muito que aproveitar com você.”

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Edward me fez sua diversas vezes naquela noite, nós éramos bons amantes, não era só físico; nossas almas de algum modo também estavam conectadas.

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“Bella, vem cá?” Edward pediu depois de terminarmos ofegantes mais uma vez.

“Hum... Foi mais gostoso desse jeito!” Eu disse completamente corada saindo de cima dele.

“Eu sei que você gosta de ter domínio! Você está com sono, precisa dormir um pouquinho!” A voz dele era completamente amável.

Moldei meu corpo contra seu peito, suas mãos envolveram minha cintura. “Eu só vou dormir porque eu estou realmente cansada, eu ainda não estou saciada de você.”

Edward apenas riu em minha nuca. “Obrigado pela noite, você foi maravilhosa! Quem disse que eu estou saciado de você?” Sua ereção roçou meu bumbum.

“Amanhã eu dou um jeito nisso!” Joguei meu corpo contra o seu. “Boa noite anjinho, eu amo você.”

“Boa noite linda. Eu te amo!” Eu ainda consegui ouvir Edward dizer antes de eu mergulhar no sono profundo.

Notas finais
Comentem, tá? Só falta mais um : (
Meninas, addicts não vai ter epilogo, já tentei escrever vários, mas nenhum ficou digno de ser postado, mas posto o capítulo final na quinta. Beijos