Across Realms
10 Capítulo 9 – If it is the last thing I do
Notas iniciais
Após o plano ter sido repassado diversas vezes, cada um seguiu sua função. O bando de Robin Hood, se espalharia por pontos estratégicos do castelo e permaneceria de guarda. Regina e Mulan seguiriam para o calabouço, afim de soltar suas amadas. Robin insistiu em ir com elas, mas as duas mulheres afirmaram ser ágeis o suficiente para derrubar os guardas da prisão. O homem acabou por se convencer, e permaneceu na entrada do calabouço para escolta-las até a saída, assim que viessem com Emma e Aurora, e para avisa-las caso estivessem em perigo.
“Mulan!?” Regina chamou a morena enquanto caminhavam pelos corredores escuros do castelo. “Posso confessar uma coisa?”
“Esse não é o melhor momento para isso” respondeu em um sussurro, sem olhar para a mulher.
“Eu fiz uma coisa horrível” confessou, ignorando o conselho de Mulan. A oriental revirou os olhos, mas permaneceu em silêncio. “E é por minha culpa que Emma está nas mãos da Rainha.”
Aquela confissão, de certa forma, atiçou a curiosidade de Mulan. “O que você fez?” perguntou, interrompendo o trajeto.
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Regina nunca permitiria que o garoto entrasse no castelo. Era perigoso demais. Apesar de não gostar do pirata falsificado, ela sabia que ele cuidaria do garoto, além do mais, Hook não seria de grande ajuda no resgate. Ele era apenas mais um marinheiro covarde. Então, Regina os deixou em um lugar seguro, perto do castelo, porém escondidos.
Claro que Henry não gostou nem um pouco disso. Ele estava cansado de ser deixado de lado só porque era uma criança. Aliás, ele não era mais uma criança. Era um adolescente, quase adulto. Praticamente.
Enfim, ele queria ajudar.
E foi em um momento de distração de Killian, que polia seu gancho, que o garoto esgueirou-se por entre as árvores e foi na direção do castelo. O pirata estranhou o silêncio do garoto e virou-se para tentar conforta-lo de alguma forma, mas para o seu desespero, ele não estava mais ao seu lado.
Killian levantou-se de supetão e correu por entre as árvores a tempo de ver Henry passar pelos Merry Men, que faziam guarda no castelo e entrar no mesmo.
O homem suspirou cansado e o seguiu. Emma nunca o perdoaria se algo acontecesse com seu filho.
De alguma forma, ele conseguiu convencer o bando de Robin Hood que ele era necessário no castelo e passou pela guarda dos homens. O pirata lembrava-se vagamente do mapa que o ex-ladrão havia mostrado e conseguiu entrar na fortaleza da Rainha.
Por sorte, talvez, logo estava na entrada do calabouço.
“O que você está fazendo aqui?” Robin sussurrou ao ver o pirata na sua frente.
“Henry escapou e entrou no castelo.”
“Ele não passou por mim.”
“Mas eu vi ele vir nessa direção” o pirata disse, olhando ao redor a procura de algum lugar onde o garoto poderia estar. “Tem certeza que ele não passou por aqui?”
“Está duvidando da minha eficiência, pirata!?” arqueou uma sobrancelha.
“Só estou dizendo o que eu vi... Você pode ter se distraído por um momento-”
“Não questione minha eficácia” alertou, em um tom ameaçador.
Hook revirou os olhos. Ele tinha certeza que Henry viera nessa direção. O garoto era esperto, poderia facilmente ter distraído Hood de alguma forma e então entrado no calabouço. O pirata, sem pensar duas vezes, acertou seu gancho na cabeça do ex-ladrão, o fazendo cambalear e cair desmaiado no chão.
“Não queria chegar a esse ponto, mas foi necessário” comentou consigo mesmo, entrando no corredor escuro, que dava acesso à prisão do castelo.
Ele seguia por lá, chamando por Henry. Tentava controlar o tom de voz, já que não queria que algum guarda o escutasse e o prendesse também.
Foi quando ouviu vozes mais à frente. Ele congelou. Pareciam vozes femininas. E então, ele aproximou-se mais a fim de saber o que estava acontecendo. Conforme caminhava, as vozes pareciam mais nítidas e ele viu uma espécie de clareira.
Por trás de uma grande parede de pedra, distinguiu Regina e Mulan, paradas do meio do corredor. A mulher oriental segurava uma tocha, iluminando seus rostos e as duas conversavam.
“Eu atrasei nossa chegada no casamento por gosto. E quando os sinos tocaram, ficamos presos nessa realidade. Para sempre” ele ouviu Regina suspirar. “Se não fosse por mim, estaríamos em casa agora. Eu não me importaria de não lembrar de nada, porque ao menos Emma estaria salva” confessou baixinho.
Hook arregalou os olhos ao ouvir tal confissão. Então era tudo culpa de Regina que eles ainda estavam lá, que ele ainda era um covarde e não tinha Emma em seus braços. Desde que descobrira que Emma e ele eram namorados nessa outra realidade, seu interesse pela loira aumentara. Era linda, afinal de contas. E ele seria o homem mais sortudo do mundo em ter uma mulher como aquela ao seu lado. Mas a loira parecia preferir Regina, e isso o fazia ter ainda mais raiva da ladra.
“Você é humana, Regina” Mulan disse, colocando a mão sobre o ombro da outra. “Você cometeu um erro e se arrependeu, está fazendo de tudo para consertá-lo.”
“Eu fiz tudo isso porque não queria voltar para uma realidade onde eu era a Rainha Má... Mas parece que eu tomo atitudes erradas em qualquer realidade...” a morena deixou uma lágrima deslizar pela sua bochecha.
“Não há tempo para lamentações agora” disse séria. “Nós vamos salvar Emma e Aurora, e então você irá contar tudo para ela. Porque se quer começar a consertar esse erro, precisa dizer a verdade. Certo!?” a olhou com firmeza. Regina assentiu em silêncio. “Então, vamos continuar o percurso” disse por fim, voltando a caminhar pelos corredores do calabouço.
Após ouvir as duas mulheres se afastarem, o pirata ficou um tempo em silêncio, pensando no seu próximo passo. Precisava salvar Emma e contar o que Regina fizera, talvez assim ele tivesse uma chance com a loira. E então, ele começou a andar apressado pelos corredores escuros. Havia pouquíssima iluminação e ele não ouvia mais os passos das mulheres, muito menos suas vozes. Hook achou que precisaria apenas seguir reto, mas então ele encontrou uma bifurcação no meio do caminho.
“Droga” bufou, tentando escolher por qual dos corredores deveria seguir.
Quando finalmente escolheu o da esquerda, pôs-se a correr por lá. Não demorou muito e o homem tropeçou em algo, caindo de cara no chão.
“Hook!?” ouviu uma voz o chamar.
Ele sorriu ao reconhecer a voz do garoto. “Henry!? Finalmente te achei” levantou-se e forçou os olhos, tentando distinguir algo naquela escuridão.
“Eu ouvi a voz da minha mãe, mas então eu me perdi e não faço a mínima ideia de onde estou” o garoto pegou a tocha que havia derrubado e a acendeu novamente, iluminando o local.
Eles olharam ao redor e se viram perdidos entre vários corredores.
“Por onde vamos agora?” Henry perguntou preocupado.
Killian apenas suspirou frustrado. Eles estavam completamente ferrados.
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As duas mulheres aproveitaram a distração do guarda para nocauteá-lo com o cabo da espada de Mulan. A primeira coisa que Regina viu a seguir, foi o sorriso perfeito da loira na sua direção.
Emma segurava as grades da sua prisão e lhe sorria com lágrimas nos olhos. “Eu sabia que você viria” ela disse com a voz fraca.
Regina correu até ela, segurando seu rosto com carinho e beijou seus lábios delicadamente. “Eu nunca deixaria você” sussurrou.
Na cela ao lado, Mulan e Aurora trocavam juras de amor.
“Eu senti tanta sua falta” a moça de cabelos claros disse com lágrimas nos olhos.
“Eu também” Mulan beijou seus lábios “Prometo que nenhum mal vai lhe acontecer” a beijou mais uma vez. “Como vamos tirá-las daqui?” a mulher oriental dirigiu-se à Regina, assim que afastou seus lábios dos de Aurora.
Regina olhou para o cadeado. “O guarda. Ele não tem as chaves?”
Mulan negou com a cabeça. “Revistei ele. As chaves devem ficar com a Rainha.”
“Droga” Regina bufou. Ela olhou ao redor, à procura de algo para quebrar o cadeado. E só então, sentiu o peso da espada que Emma lhe dera, presa na sua cintura. A morena puxou a arma e afastou-se, dando um golpe certeiro no cadeado. Porém, nada aconteceu. “Por que não abre?” acertou a espada mais uma vez. E de novo. E de novo.
A morena já estava sem fôlego e então sentiu a mão de Mulan sobre seu ombro, a impedindo de dar outro golpe. “Não vai adiantar, minha amiga” ela disse com sua voz calma. “A Rainha deve ter as trancado com magia, e só as chaves podem solta-las.”
“Nós precisamos ir até a Rainha Snow” Regina falou decidida.
“É perigoso” Emma alertou, a olhando com preocupação.
A morena se aproximou e segurou as mãos da amada. “Eu não vou deixar você morrer nas mãos dela, Emma” disse séria, olhando profundamente nos olhos da loira. “Eu vou te salvar, nem que seja a última coisa que eu faça” beijou seus lábios.
Emma sorriu ao ouvir a frase. Tanta coisa havia mudado desde que ela chegou em Storybrooke e ouviu a ameaça de Regina: Eu vou te destruir, nem que seja a última coisa que eu faça. E agora, aquela última sentença tinha um significado totalmente diferente para ela. Porque Regina estava determinada a salva-la. Porque Regina faria qualquer coisa por ela, mesmo sem suas memórias e a conhecendo há tão pouco tempo.
“Eu acredito em você” Emma sussurrou, passando a mão delicadamente pelo rosto da morena.
“Aqui” ela passou a espada por entre as grades, alcançando para Emma. “Quero que fique com ela, a esconda e a use caso seja necessário. Defenda a si mesma, e a Aurora” ela disse séria.
“Mas você vai ficar sem” Emma a olhou preocupada.
“Eu tenho meu arco e flecha. E Mulan terá a espada dela” Regina fitou a outra mulher que assentiu em silêncio.
Emma pegou a espada, relutante.
“Eu vou pegar seu coração de volta, Emma” a beijou mais uma vez. “E as chaves, e nós vamos sair desse inferno” disse antes de se afastar, sendo seguida por Mulan.
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“Como você vai saber qual é o coração de Emma?” Mulan perguntou, olhando o cofre da Rainha. O local estava pouco iluminado e repleto de gavetas douradas que brilhavam e pulsavam. Elas podiam ouvir os batimentos de todos aqueles corações arrancados de forma cruel.
Regina respirou fundo e se aproximou de uma caixinha dourada, separada das outras, sobre uma cômoda de madeira. Ela a abriu e viu aquele coração pulsante. Regina sorriu. “É esse, eu posso sentir” ela deixou que uma lágrima escorresse pela sua bochecha.
Ela não sabia como, mas aquele coração brilhava de uma forma diferente e quando o tocou sentiu uma energia imensa tomar conta do seu corpo. Era como se os sentimentos mais profundos da loira fossem transferidos para si apenas tocando aquele órgão pulsante.
“Achei as chaves” Mulan anunciou alegre, erguendo o molho de chaves na mão. “Vamos sair daqui” disse apressada.
“Espere” Regina olhou desconfiada, guardando o coração em um saco de couro. “Você não achou tudo muito fácil?”
“Como assim?”
“Haviam poucos guardas de vigia... O coração e as chaves estavam ao nosso alcance... Tem alguma coisa errada” a morena comentou, sentindo um calafrio percorrer seu corpo.
“Realmente...” Mulan pensou em suas palavras. “Mas agora não temos tempo para isso, nós conseguimos o que queríamos... Vamos dar o fora daqui e liberta-las.”
“Você tem razão” Regina disse por fim, mas aquela sensação de que algo muito ruim estava prestes a acontecer continuava lhe incomodando, e causando uma sensação extremamente desconfortável em seu peito. Ela segurou com força o saco onde o coração de Emma estava guardado e seguiu Mulan para fora do cofre.
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Mulan correu até a cela onde as duas estavam presas e, usando as chaves, a abriu com pressa. Sem esperar um segundo sequer, adentrou a cela e puxou Aurora para os seus braços, a abraçando e em seguida beijando seus lábios.
Emma saiu do local e caminhou até Regina, sorrindo ao rever a morena. Regina a abraçou com força, com medo de que, caso a soltasse, ela desapareceria. Era tão bom ter a loira a salvo em seus braços novamente. Regina nunca se perdoaria se algo lhe acontecesse.
“Eu disse que salvaria você” segurou seu rosto com as duas mãos.
“Sim, você disse” a loira sussurrou e lhe beijou os lábios.
“Eu tenho algo que te pertence” disse, abrindo o saco de couro e tirando o coração de dentro.
Regina segurou o órgão em suas mãos, receosa e o aproximou do peito de Emma. A loira notou sua hesitação e então segurou as mãos de Regina nas suas, lhe sorrindo.
“Na verdade...” ela disse, guiando a mão da morena até que tocasse seu peito. Regina pressionou o órgão com a maior delicadeza possível contra a caixa torácica da loira, até que o coração entrasse por completo e voltasse a bater contra o peito de Emma. A loira puxou o ar ao sentir o órgão voltar ao lugar certo. Ela sorriu e levou a mão até o peito de Regina, sentindo o coração da morena bater acelerado contra ela. “Meu coração é seu.”
Regina sentiu as lágrimas se formarem em seus olhos. Aquilo era uma declaração? Emma a amava? Ela não sabia definir a felicidade que inundou seu peito, todas as preocupações anteriores se esvaindo. O sorriso da loira aquecendo seu coração de uma maneira que nunca pensou ser possível. Ela tocou seu rosto com delicadeza e aproximou seus lábios.
Mas antes que pudessem selar aquele beijo, um forte estrondo fez as duas se afastarem assustadas. Regina sentiu seu coração apertar quando viu a Rainha Snow entrar pelo calabouço com um sorriso triunfante nos lábios.
“Mas que cena bela” disse com sarcasmo. “É uma pena que ela está prestes a acabar...” completou, com falso pesar.
“Não vou deixar que a machuque” Regina gritou, pondo-se na frente de Emma.
“Você é tão tola, garota” Snow falou, rindo da coragem da morena. “Achou realmente que seria tão fácil invadir meu castelo, pegar o coração da sua amada de volta e soltá-la?” mais uma gargalhada ecoou pelo calabouço escuro. “Eu sabia que você tentaria salva-la...”
“T-tudo isso... Foi planejado?” ela arregalou os olhos, sentindo-se uma idiota por achar que seria fácil passar pela fortaleza da Rainha.
“Claro” riu mais uma vez. “Assim, seu pobre coraçãozinho se encheria de esperanças, para então, eu esmagá-las...” um sorriso perverso formou-se em seus lábios. “Você ainda verá sua amada morrer, minha querida. E nada poderá fazer quanto à isso.”
“Se vai me matar” Emma se manifestou, dando um passo à frente, longe da proteção de Regina. “Que faça isso em uma luta justa” disse por fim, puxando a espada de sua bainha.
“Que assim seja” Snow conjurou uma espada em sua mão e apontou para a loira.
“Emma, não...” Regina tentou segura-la, mas Emma já partia para cima da mãe, suas espadas chocando-se com força.
Emma não estava de brincadeira. Ela desferia os golpes com toda força e agilidade que lhe era possível, enquanto a Rainha se defendia com facilidade deles. A loira já se cansava, a espada começando a pesar em seus braços. Mas ela não desistiria.
“Mãe!” a voz de Henry ecoou pelo calabouço e Emma sentiu seu coração apertar. O que o garoto estava fazendo ali?
Ela virou-se para ver o filho com os olhos arregalados observando aquela cena – ao lado de Hook – e não notou o sorriso perverso que estava estampado no rosto da Rainha. Emma viu o olhar assustado do garoto e quando ele abriu a boca para lhe avisar do que estava por vir. Ela entendeu aquele olhar e tentou se defender do golpe da Rainha.
Sua espada foi lançada para longe, voando na direção do pirata, que por pouco, conseguiu desviar e não ser atingido pela arma. Ele olhou assustado para a espada fincada na parede de pedra, sentindo seu coração acelerar.
Snow apontava sua arma na direção de Emma e sorria. “Nunca se distraia em uma luta de espadas, querida” disse de forma cínica.
Dando um passo para trás, girou o braço, pronta para desferir o golpe final na loira. Emma fechou os olhos, aceitando o destino de ser morta pelas mãos da própria mãe.
Tudo acontecera em milésimos de segundos. O grito de agonia que ouviu e quando abriu os olhos, a cabeleira negra em sua frente tampava sua visão do sorriso maligno estampado nos lábios da Rainha.
Emma viu Regina cambalear para o lado e cair no chão, a mão sobre o abdômen e o sangue escorrendo por entre os dedos.
A morena havia se colocado na sua frente. Havia levado o golpe por ela. Assim como Emma tivera o coração arrancando horas atrás, para salva-la. Ela sentiu seus olhos arderem e jogou-se de joelhos no chão, ao lado de Regina.
Emma queria gritar, mas ela não tinha forças. Apenas sentiu as lágrimas embaçando sua visão. Os olhos castanhos de Regina ficando opacos, enquanto o sangue continuava a pintar sua pele de vermelho.
“Mãe!” Henry gritou desesperado, correndo para o lado na morena e se ajoelhando assim como Emma. O garoto chorava e não podia acreditar que sua mãe estava morrendo na sua frente.
“Por favor... Não vá” a loira conseguiu sussurrar, olhando diretamente nos olhos da morena.
Regina conseguiu dar um sorriso fraco. “Proteja nosso filho” disse baixinho.
“Regina... Não morra” Emma pôs sua mão sobre a da morena, e a outra em seu rosto. “Eu não posso viver sem você... Por favor...”
Snow, que observava a cena, bocejou. “Que tédio...” suspirou e olhou para o lado, revirando os olhos.
A dor que Emma sentiu quando viu os olhos de Regina começarem a perder o brilho que ela tanto amava, era indescritível. Ela engoliu em seco, vendo a morena lutar para respirar. Ela estava morrendo. Estava morrendo em seus braços. Aquilo não era justo. Ela que deveria morrer, não Regina.
“Eu te amo” sussurrou, olhando profundamente nos seus olhos chocolates.
“Eu também te amo” a morena falou, fraca, antes de fechar os olhos.
Emma se aproximou em um impulso e tocou os lábios de Regina com os seus.
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