Across Realms

4 Capítulo 3 – That old new feeling


Notas iniciais
Voltei! Obrigada à todos os comentários, vocês são uns amorzinhos *---* Espero que gostem desse capítulo. Boa leitura!

“Terra à vista!” Hook gritou animado, apontando o gancho na direção do cais que aos poucos se tornava cada vez mais próximo. “Wow, me sinto um verdadeiro pirata” disse com um sorriso orgulhoso nos lábios.

Emma lhe sorriu divertida com sua declaração e os dois trocaram um olhar, que durou tempo demais, na opinião de Regina. A distração de Killian o fez perder o controle do timão por um breve momento, chacoalhando o navio.

Regina revirou os olhos. “Converse menos e veleje mais, capitão” cuspiu a última palavra com desgosto.

Emma arqueou uma sobrancelha na direção de Regina, curiosa. Parecia que ela gostava de implicar com Hook em qualquer realidade. Ou teria outra razão para tamanha hostilidade? Desde que os encontrou, ela notou que a morena revirava os olhos constantemente na sua direção ou o cortava com sarcasmo.

“Hey, garoto” a loira se aproximou de Henry, que estava apoiado contra a borda do navio. “Sabe por que a Regina parece sempre tão irritada perto do Hook?”

Henry fitou a mãe e depois voltou o olhar na direção de Regina, que discutia com Hook sobre ela saber velejar melhor um navio do que ele. O garoto soltou uma risada.

“Acho que é só o jeito dela. Você conhece minha mãe” deu de ombros e voltou a olhar para frente, onde se aproximavam cada vez mais das docas.

“Pode ser” Emma disse, não totalmente convencida. A loira olhou na direção de Regina, que no mesmo instante ignorava as reclamações de Hook e então seus olhares se encontraram. O momento durou apenas alguns instantes antes de Regina se afastar para preparar suas coisas assim que encostassem o navio.

~*~*~

“Vocês sabem como chegar na Floresta de Sherwood?” Emma perguntou enquanto descia pela rampa do navio, logo atrás de Regina e Henry.

“Sim, mas infelizmente o atalho pelo qual eu vim está fechado devido à um evento Real” Regina respondeu. “O outro acesso é cerca de um dia e meio de caminhada.”

“Se o casamento é amanhã, ainda temos tempo” Henry disse alegre.

“Okay, okay” Regina virou-se na direção dos dois e parou de caminhar. “Se vocês acham tão necessário assim interromper esse casamento-”

“Caso de vida ou morte” Henry ressaltou, interrompendo a fala da mãe.

“Certo” arqueou as sobrancelhas na sua direção. “Eu ajudo. Mas eu não vou beijar o ladrão nem nada do tipo. Estamos entendidos?”

“Mas-”

“Entendido” Emma cortou Henry, colocando a mão sobre seu ombro. “Temos um acordo” estendeu a mão livre na direção de Regina.

A morena hesitou um instante antes de aceitar o aperto de mão amigável. Lhe ofereceu um sorriso tímido antes de voltar o trajeto, rumo ao vilarejo próximo dali.

Emma pôs-se ao seu lado durante a caminhada. “Como está o machucado?” perguntou observando a mão enfaixada da morena.

“Está... melhor” disse acariciando o ferimento de leve e lembrando-se de como Emma fora carinhosa ao cuidar dela. “Nós precisamos comprar comida e agasalhos. Provavelmente vamos precisar montar acampamento durante o trajeto” mudou de assunto antes que se perdesse demais ao pensar na loira. “Eu tenho algumas moedas do meu último roubo, não sei se vai ser o suficiente mas aposto que seu namorado pirata tem mais” disse apontando para Hook, que caminhava mais à frente, com Henry ao seu lado.

“O que? Como você-”

Regina não deixou que a loira terminasse a frase, apressando o passo e alcançando os dois. Emma piscou algumas vezes antes de alcança-los também.

O quarteto andou por todo o local, comprando frutas, pão e outros alimentos, nada muito pesado. Compraram também tudo necessário para passarem uma noite na floresta, com a orientação de Regina.

~*~*~

Regina estava escorada contra uma viga de pedra, observando Henry tentar ensinar o pirata falsificado a usar uma espada. Óbvio que a morena não deixaria o garoto usar uma de verdade, algo dentro dela – instinto materno, talvez – a deixou insegura e com medo dele se machucar. Assim, o convenceu a usar espadas de madeira, que conseguira com algumas crianças que brincavam por perto. Agora, olhar os dois em uma ‘batalha’ com espadas de madeira era um tanto quanto cômico.

A morena desviou a atenção dos dois, por um breve momento, para ver uma certa loira contornar uma esquina e caminhar na sua direção, com uma espada em mãos. Regina estreitou os olhos, tentando entender o porquê daquela espada. Emma já tinha uma em sua cintura, e Hook também. Com certeza não era para Henry. Então, só podia ser...

“Pra você” a loira estendeu o objeto na sua direção.

Regina continuou com os braços cruzados e ergueu uma sobrancelha em resposta, sem pegar a espada. “Onde você conseguiu isso?”

Emma deu de ombros. “Eu tenho meus truques.”

Regina a olhou desconfiada, não satisfeita com a resposta. Mas para não criar conflitos, deixou assim mesmo. “De qualquer maneira, eu não preciso de uma espada.”

“Você precisa se proteger” respondeu, o tom de voz preocupado.

“Eu tenho meu arco e flecha. E, modéstia à parte, sou muito boa nisso.”

“Eu não duvido, Regina” sorriu ao imaginar a morena utilizando a arma. “Mas eu um confronto corpo-a-corpo, arco e flecha não servem de nada.”

“Confronto corpo-a-corpo?” a fitou incrédula. “Você não comentou nada sobre isso. Achei que só iríamos parar o casamento e acabou.”

“Temos que estar preparados para tudo. E se a Rainha mandar seus guardas atrás de nós!?”

“Droga” bufou. “Como fui me meter nessa confusão?”

“Está arrependida?

“Sim.”

“Quer desistir?” a loira lhe fitou, decepcionada.

“Claro que não” a resposta pegou Emma de surpresa. “Não sou uma covarde como o pirata falsificado” apontou na direção do homem, que mal conseguia manejar uma espada de madeira. “Agora me ensine como usar essa maldita espada.”

Regina pegou a espada das mãos de Emma e logo sentiu o peso da mesma. Concentrando-se, levantou a espada e a segurou com elegância, acostumando-se com a arma.

Emma sorriu ao observar a cena. “Como quiser, vossa majestade” disse, fazendo uma leve reverência na frente de Regina e em seguida pondo-se atrás dela. A morena a olhou confusa, não entendo tal referência. Ela não era uma Rainha afinal de contas, nunca fora.

Regina sentiu seu corpo estremecer quando a mão de Emma segurou firme sua cintura, o corpo da loira pressionado contra suas costas e a outra mão indo de encontro à da morena, que segurava a espada. Ela segurou a respiração, na tentativa de fazer seus batimentos cardíacos voltarem ao normal. Atitude que foi, completamente, em vão.

Emma sentiu os músculos da morena ficarem tensos e guiou seus movimentos, estendendo seu braço para cima. “Você só precisa se acostumar com o peso da espada” sussurrou contra seu ouvido, fazendo Regina se arrepiar toda. Movimentou seu braço para baixo. “Logo, os movimentos vão ser automáticos” e para cima novamente.

Emma guiou o braço da morena, mais uma vez, para baixo, deixando-a relaxar por um momento. Devido aos movimentos, o corpo de Emma estava na lateral do seu corpo, seus seios pressionando contra o braço de Regina. A morena mordeu o lábio inferior, tentando entender por que aquela sensação era tão boa.

Ela virou o rosto para fitar a loira e encontrou com seus olhos esverdeados e intensos, o rosto muito próximo ao dela. Emma sentiu seu próprio coração acelerar ao notar que o olhar de Regina havia caído mais uma vez sobre seus lábios. Ela estava sonhando ou a Regina daquela realidade estava afim dela? Não, isso era loucura. Era tudo imaginação da sua cabeça fértil. Mas ela não conseguiu evitar de fitar a boca da morena, também. Ela não usava nada de maquiagem e estava tão linda. Umedeceu os lábios, sentindo uma vontade subida de provar os de Regina.

Uma sensação que parecia tão nova, mas ao mesmo tempo tão normal para ela. Porque se admitisse para si mesma, não era a primeira vez que o desejo se manifestava em si. Um desejo reprimido, porque naquele tempo elas se odiavam. Mas elas começaram a se acertar, e aqueles desejos voltaram. E eram sempre reprimidos por Emma. Porque naquela realidade ela era a Salvadora, e Regina a Rainha Má. Mas aqui, nesse mundo, elas eram apenas Emma e Regina. Duas mulheres lutando para sobreviver. E nessa realidade, tudo parecia tão mais fácil – apesar de Snow ainda ser uma ameaça –, e tudo poderia ser tão diferente.

Mas então, ela piscou várias vezes para expulsar aqueles pensamentos da sua cabeça. Porque aquele momento das duas já durava tempo demais, e Emma se afastou, soltando a mão de Regina.

Não era seguro ficar perto dela daquela maneira. Não quando pensamentos insanos começavam a cruzar sua mente daquela maneira, principalmente depois de que Regina achara que as duas eram um casal no mundo real. E agora aquele pensamento cruzava sua mente a todo momento. Não seria tão ruim namorar Regina. Mas esses não são pensamentos que se deveria ter em relação à uma amiga. Porque era isso que as duas eram agora. Amigas. Nada mais do que isso.

Regina sorriu maliciosa para a loira e, dando um passo para trás, apontou a espada na sua direção. Confiança exalando de si. “Lute, soldada.”

A loira riu da confiança adquirida por Regina em apenas alguns minutos, achando que já podia enfrenta-la em um combate. Mas apoiou a ideia, seria uma excelente maneira de treinarem suas habilidades, caso fosse necessário em uma briga real.

Emma tirou sua própria espada da bainha e ficou em posição de ataque. “Pronta para apanhar?”

“Não me subestime. Eu aprendo rápido” disse dando passos para o lado, sendo acompanhada por Emma, que caminhava para o lado oposto, fazendo as duas circularem ao redor de um ponto invisível. Os olhares queimando um sobre o outro e o sorriso de canto estampado em ambos os rostos.

“Veremos” sorriu, desferindo o primeiro golpe de repente, com uma habilidade incrível.

Regina recuou e sua espada foi de encontra à de Emma. O barulho dos metais se chocando ecoavam pelo local, e algumas pessoas que caminhavam pela vila, pararam para olhar o combate das duas. A loira atacava e Regina não ficava para trás, devolvendo os golpes e se defendendo dos deferidos por Emma. Ela tinha que admitir, a morena realmente aprendera rápido. Era uma briga justa, mas Emma sabia que sairia vitoriosa.

A loira começou a atacar com mais veemência, obrigando Regina a recuar cada vez mais e sem tempo de contra-atacar, tudo que a morena podia fazer era se defender dos golpes de Emma.

Regina ergueu a espada acima da cabeça quando Emma desferia outro golpe e os metais se chocaram mais uma vez. A loira forçou sua espada contra a de Regina, empurrado a outra cada vez mais pra trás até que suas costas batessem contra a parede de pedra. A morena soltou um gemido baixinho com o impacto e Emma a manteve “presa” ali, o olhar fixo sobre o dela. Parecia que o oxigênio não era o suficiente e Regina sentiu sua respiração falhar.

A loira inclinou o rosto na direção da outra, ficando a milímetros de distância. “Não foi uma boa ideia me desafiar, foi!?” seu hálito quente bateu contra os lábios de Regina, fazendo-a se arrepiar.

Emma estava gostando daquela sensação, de estar tão próxima de Regina novamente, e não ousou em se mexer.

Regina desviou o olhar para os lábios de Emma, e a loira notou sua atitude. Ela distraiu-se por um momento e quando Regina inclinou seu rosto um pouco mais, ela jurou que a morena lhe beijaria. Porque por um breve momento, que durou menos de um segundo, seus lábios roçaram tão de leve que quase não pôde sentir.

Mas então, Regina a empurrava com força para trás, usando sua espada para desarmar Emma, que teve a sua jogada para longe. O impacto foi tão intenso e repentino que a loira perdeu o equilíbrio e caiu sentada no chão. Regina sorriu vitoriosa e apontou a espada na direção de Emma.

Touché!

~*~*~

Regina guiava o quarteto pela floresta – já que ela era a única que conhecia o caminho – e era seguida por Killian e Henry que conversavam animadamente atrás dela. Emma mantinha-se ao seu lado, em silêncio.

Regina remexeu no pequeno saco de pano, que tinha preso na cintura, e tirou uma maçã de dentro. Emma olhou atentamente a mulher levar a fruta até a boca e mordê-la. Umedeceu os lábios observando a cena, não por estar com fome, mas porque era extremamente sexy e não pôde evitar de imaginar como seria a sensação de ter aqueles lábios perfeitos contra sua pele.

“Quer uma mordida?” a morena perguntou, quando viu o olhar de Emma sobre ela.

Emma manteve-se calada, a observando em choque. Regina estendeu a maçã na sua direção e então a loira percebeu que ela falava sobre a fruta. Claro que ela não se ofereceria para te morder, sua idiota.

“Hmm, não... Obrigada” disse constrangida, desviando o olhar rapidamente. “Aliás, touché é usado para esgrima, e não em uma luta com espadas” mudou de assunto, tentando expulsar aqueles pensamentos insanos de Regina da sua cabeça.

“Você é uma péssima perdedora, não é!?” a morena riu-se, dando mais uma mordida na fruta.

“Você me distraiu, isso não vale” resmungou, fazendo um beicinho que Regina classificou como sendo o mais adorável do mundo.

“E posso saber como eu te distraí, Swan?” sussurrou, em um tom provocativo e Emma engoliu em seco.

“Mãe!” Henry gritou animado, colocando-se no meio das duas. Regina revirou os olhos com a intromissão do garoto. “Eu também quero uma maçã” disse como se fosse uma criança pequena e Regina não conseguiu evitar de sorrir.

Pegou outra maçã e lhe entregou. “Aqui, garoto.”

“Obrigado!” exclamou e continuou caminhando entre as duas mulheres, alheio a tensão que pairava sobre elas.

~*~*~

O sol já estava prestes a se pôr, Henry e Emma pararam lado à lado após montar a última barraca em uma clareira na floresta. Os dois observaram o trabalho bem feito e trocaram um hi-five, animados com o resultado.

“Nós somos bons nisso, não é garoto!?” Emma sorriu e bagunçou o cabelo do filho.

“Vocês fizeram um excelente trabalho” Hook elogiou, se aproximando dos dois com alguns gravetos nos braços. “A noite vai ser fria, vamos precisar de fogo” disse largando-os no chão.

“Não sabia que você era bom com essas coisas de acampamento” Emma comentou, observando Hook juntar os gravetos.

“Eu não sou” disse, os olhos focados na sua tarefa. “Regina que me instruiu.”

“Ah, claro” um sorriso involuntário se formou nos lábios da loira. “Falando nisso, eu vou ver se ela já terminou o... banho” sentiu sua garganta ficar seca de repente, imagens de Regina tomando banho no lago formando-se na sua cabeça e logo começava a corar. Sem dizer mais nada apenas se afastou rapidamente dos dois, caminhando por entre as árvores à procura do lago que Regina comentara.

Emma ouviu um cantarolar ao longe e reconheceu como sendo a voz de Regina. Se usasse a lógica, saberia que a morena ainda estava tomando banho, daria meia volta e seguiria para o acampamento novamente. Mas ela não estava usando a lógica e sim seus impulsos. E suas pernas continuaram a se mover na direção da voz, ficando cada vez mais nítida.

Sem fazer nenhum barulho, ela pôs-se atrás de uma árvore e observou o lago de águas cristalinas. A morena estava dentro da água, que batia na sua cintura, de costas para a loira e alheia ao seu olhar sobre ela. Regina lavava os cabelos longos e cantarolava, distraída. As mechas molhadas caindo sobre seus ombros e a pele, levemente bronzeada, brilhando com as gotas d’água.

Emma observou a cena, umedecendo os lábios e sentindo um calor diferente entre suas pernas. Uma vontade incontrolável de jogar-se naquele lago e agarrar a morena invadiu seu corpo. E aquilo era mais do que ela poderia aguentar. Emma chacoalhou a cabeça, como se aquele gesto pudesse expulsar todos pensamentos pecaminosos.

Regina é sua amiga, nada mais do que isso. Amiga. Amiga. Amiga.

A loira repetia para si mesma enquanto caminhava a contragosto de volta para a clareira onde Henry e Killian estavam.

~*~*~

Já havia anoitecido e agora, todos bem alimentados, Emma, Killian e Henry estavam em torno da fogueira – feita por Regina – conversando. Emma e Henry tentavam explicar para o pirata como as coisas eram no mundo deles, e Killian ficava cada vez mais animado ao saber como ele era muito mais corajoso.

Regina estava encostada contra uma árvore, um pouco mais afastada e escutava a conversa. Ela tentava parecer indiferente, mas não podia evitar de, volte e meia, olhar para a loira e se encantar cada vez mais quando ela sorria e ao reparar como a luz do fogo destacava os traços do seu rosto. Os pensamentos de Regina voltaram para quando ela estava tomando banho no lago e sentiu uma presença atrás de si, não muito longe. Ela estava de costas e quando se virou para verificar se alguém a observava, apenas viu algumas folhas se mexendo perto de uma árvore. Imaginou que poderia ser apenas o vento, mas fora ele que lhe dera a resposta que procurava, quando uma brisa suave trouxe um perfume conhecido. Era um aroma único. O cheiro de Emma Swan.

Aquilo ficara na sua cabeça a noite inteira. Teria Emma a observado tomar banho? Ou talvez ela fora lhe chamar e quando viu que não estava pronta, simplesmente deu de ombros e voltou para onde os outros estavam. Aquela loira era confusa para Regina. Ora ela parecia uma boba perto do pirata falsificado, ora ela parecia lhe olhar tão intensamente que Regina sentia seu coração acelerar e ela acreditava que, nessa outra realidade, Emma pudesse sentir algo mais forte por ela.

Regina não aguentava mais se torturar com aqueles pensamentos e, sem que ninguém notasse, levantou-se do chão onde estava sentada, pegou seu arco e flecha, e esgueirou-se para longe da clareira, se afastando do grupo. A morena caminhou por entre algumas árvores até achar outro lugar mais aberto e pensou em aproveitar o silêncio da noite para caçar algum animal. Mas a noite estava tão bela, que ela se pegou olhando para o céu estrelado, os pensamentos novamente se perdendo em uma certa loira.

Um barulho de galhos secos se quebrando e folhas se mexendo, assustou a morena. Ela, rapidamente, puxou o arco e uma flecha do suporte em suas costas e apontou para onde ouvira o barulho. Ouviu passos se aproximando cada vez mais, e Regina sentiu seu coração acelerar em antecipação do que surgiria por entre as árvores. Adrenalina correndo por toda sua corrente sanguínea.

A figura finalmente se mostrou, os olhos arregalados ao ver a flecha apontada perigosamente para si.

Notas finais
Parece que Emma está se dando conta do que sente pela Regina, o que vocês acham? E quem será a tal "figura" que encontrou a Regina? Algum palpite, hahah. Espero vocês nos comentários :**