Notas iniciais
NADA A DECLARA!
OBG PELA ATENÇÃO
ESSE E O ULTIMO!

POV Isobel:

Ela está na metade do corredor, rindo, antes de jogar a palavra "mal" por cima do ombro.

Eu sinto que eu deveria estar envergonhada, mas não estou. Ela não é como a maioria dos adolescentes em meu mundo. Eu meio que realmente gosto dela.

Ela desaparece na cozinha, e eu encontro-me sozinha, cercada por essas memórias em preto e branco. Memórias da minha filha Giulia, congeladas no tempo.

Para distrair o nervosismo esvoaçado dentro do meu estômago, eu olho para elas. Há tantas. Uma linha do tempo de Giulia Murry, emolduradas e estampadas juntas na parede.

Eu começo do início.

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A menor Giulia Murry. Semanas de idade, talvez. Ela não era muito maior do que Elena quando eu a segurei nos primeiros minutos de vida. Olhos fechados, dormindo. A fotografia é tão vívida, quase posso ver seu pequeno peito subindo e descendo com a respiração.

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Várias outras fotos bebê, todas elas tão fascinantes quanto à primeira. Então, uma Giulia criança de bochechas rosadas em um blusão azul com capuz (uma das fotografias coloridas na parede), pegando um punhado de folhas marrons. Ela está rindo, sua pequena cabeça jogada para trás, olhos apertados contra o sol, folhas caindo em seus braços.

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Cada foto vejo um casal segurando a minha filha era eu que tinha ta segurando ela não eles,o odio foi tão grande que eu joguei o porta-retrato no chão so de raiva,e depois de minutos comecei a chorar denovo sentimentos de vampiro so aumenta.

então escutei minha filha me chamar.

Olha desculpa pela demor..........--ela falou quase tudo mas foi interrompida pela porta-retrato que estava no chão onde estava ela,pai e a mãe quebrado.

Olha desculpa sem querer eu esbarrei nela e caiu--inventei uma desculpa acho que ela não tinha gostado.

não tudo bem aqui esta o telefone--Falou ela com um sorriso falso.

fingir que estava ligando e falei para ela que meu amigo iria me buscar no Grill ela foi até a porta comigo e fechou a porta na minha cara sem falar adeus algo tipo,ela tinha razão de ficar com raiva e depois fui embora para minha casa.

POV Giulia:

Peguei o retrato da minha familia comecei a chorar,era a foto muito perfeita uma familia feliz se não fosse a droga de jantar.


FLASH BACK ON:

Estamos no carro discutindo com meus tios que nos obrigaram a ir a um jantar e no regresso a casa... no meio do caminho vimos algo parecia uma pessoa seila ai sofremos um acidente...


– Querido cuidadooo! — grita minha mãe

O nosso carro tentar desviar mas foi em direção indo parar a um lago.


– Giulia! — gritou meu pai — Consegues te soltar?

– Talvez! — falei tentando tirar o cinto de segurança

– Pai não consigo! -gritei — o cinto ta preso — falei chorando.

–Calma querida vai ficar tudo bem-falou meu pai entre choro e minha mãe tambem.

a água começou a encher dentro do carro meu pai fazia de tudo para quebrar a janela do carro para me tira desse carro mas infelizmente não conseguiu.

minha mãe ja tinha desmaiado quando a água ja estava dentro do carro,eu e meu pai fomos os unicos que conseguimos fica alguns minutos debaixo d´água a unica palavra que eu conseguir falar foi eu ti amo pai,depois ele falou eu ti amo filha.depois disso não lembro mas nada,so lembro que estava em um quarto branco.

– Onde estao os meus pais? — perguntei para enfermeira

– Senhorita Giulia, tenta manter a calma! — disse a Enfermeira- Seus pais morreram!

– Não! — ela negou — Não pode ser! NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! — Comecei a gritar! tentei sair da cama e virem varias enfermeiras para a controlarem...

– Giulia! — Estava lá a Elena chorando — Oh meu deus!

Quem estava cuidando de mim durante no hospital foi o pai da Elena o Robert Gilbert,eu e ele tinha ficado muito amigos,eu fiquei durante 3 meses no hospital so falatava um mes para eu sair daquele hospital vieram com uma noticia que acabou comigo que os pais de Elena morreram e Elena foi a unica sobrevivente.

Flash Back Off !!!

depois de minutos chorando fui correndo para o banheiro peguei a gillette e cortei meu pulso.

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comecei a cortar meu braço todo nem tava ligando o que iria acontecer amanha só sei que iria me arrepender muito depois disso.

POV Damon:

Estava sentado no sofá bebendo whisky,como sempre.Eu estava muito bêbado tão bêbado que comcei a me lembrar da Giulia.Seu sorriso,sua boca,seus olhos,seus cabelos.

–Somente palavras!-joguei o copo contra a lareira e ele se espatifou,meus olhos estavam cheios de lágrimas de raiva.

É muito ruim,Giulia e Katrina são muito parecidas,quando estou com a Giulia esqueço e ao mesmo tempo lembro de Katrina.É um processo muito dificiel esse de esquecer e lembrar.

Levantei,e peguei minha jaqueta.

Onde vai?-perguntou Stefan.

Ver a Giulia-Respondi.

Giulia?Mais voce....-ele estava confuso.

Depois,Stefan-interrompi e sai batendo a porta,quando tomei uma boa distancia disparei pra casa da Giulia.

POV Giulia:

Deixei encher a banheira,lá estava eu me cortando dentro da banheira cheio de sangue mas eu não parava,eu não gostava de auto-mutilar,mas quando eu fico triste me lembro do meu velho amigo Gillette,é a unica que esta lá quando eu mas preciso dela.

POV Damon.

Dei uma batida na porta,fiquei alguns segundos esperando,então sentir um cheiro tão bom que era Sangue?

Não podia ser possivel será que alguem machucou a Giulia,tinha que proteger ela de qualquer coisa.

Não podia entrar eu não tinha sido convidado,não podia deixar ela morre tinha que fazer algo,mas não sabia o que fazer então fui até a janela onde ela tava,Vi uma cena horrivel ao mesmo tempo prazerosa o banheiro estava cheio de sangue o chão,o espelho,a pia,e a banheira lá estava ela com olhos bem aberto chorando.

Ela olhou para a janela onde estava sem omitir som ela falou me ajuda por favor.

Pedi ela para me convidar para ajudar ela se ela quisesse,então ela falou entre bem baixo então puder ajuda ela.

– Tudo vai ficar bem. – Peguei um roupão e pedi para ela se levantar, virei o rosto para não ver seu corpo, mesmo que fosse tentador. Peguei-a no colo novamente e levei a para o quarto.

– Eu vou pegar as suas roupas e depois você pode ir dormir. – Dei um beijo em sua testa e busquei suas roupas, esperei ela se trocar e dormir,mas antes eu fiz curativo no brãço dela estava muito ruim mas não podia dar sangue para ela porque ela não sabia a existencia do mundo sobrenatural.

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Tinha dormido no poltrona do quarto dela,levantei ,assim que desci, vi toda a bagunça. Arrumei a sala e fiz café para nos dois.

Fui chamar Giulia no banheiro, ouvia os soluços de longe.


– Giulia, posso entrar? – Não vinha resposta, só soluços. – Giulia, eu vou entrar tudo bem? – Não ouve resposta novamente. Entrei e vi ela tentando tira os curativos que eu tinha feito nela.

– Ei, ei! Giulia! Para! — Segurei os seus braços com força, pois ela se debatia muito.

Ela começou a chorar e abracei ela,nunca tive aquele sentimento pela katrina nem Katherine muito menos pela Elena.

ela desmaio em meus braços então peguei ela e coloquei em sua cama,fiquei do seu lado carinhando os seus cabelos loiros ondulados.

POV Giulia:

Não tive sonhos, acordei com o corpo dolorido, e desci as escadas. Encontrei Damon na sala e rapidamente corei. Estava com vergonha do que tinha acontecido ontem, não queria falar sobre isso.

– Bom dia Giulia! – Damon me entregou uma xicara de café. – Se arruma por que eu vou te levar para a escola! – Ele estava com um sorriso de lado, bufei em resposta, não queria encontrar ninguem por causa da minha crise de depressão. – Vai logo! Não quer se atrasar!


– Já vou indo! – Fui para o meu lado da casa, troquei de roupa tive que coloca um casaco para não aparecer meus cortes.

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Notas finais
Então gente esse foi o ultimo !!!