Acidentes
3 Final Feliz Alternativo!
Notas iniciais
Yoo, :3
Boa Leitura!
Sasuke andava pelas calçadas da avenida mais movimentada de toda Tokyo. O dia já começara péssimo, acordara atrasado e com dor de cabeça devido ao uísque que bebera sozinho em sua sala a noite toda. Seu carro havia enguiçado no meio do caminho, e o pior, não tinha dinheiro nem para um táxi!
Teria como piorar? Sim, a vida gostava de complicar as coisas. Se o trânsito já estava horrível quando ele estava dirigindo seu belo carro, agora que estava de pé, o semáforo demorava a abrir para deixar os pedestres passarem. Como e não bastasse, a calçada estava quase lotada de pessoas de todos os tipos, um misto de perfumes vagava pelo ar, deixando o homem enjoado.Quando o semáforo finalmente ascendeu a luz verde para os pedestres, ele se sentiria ser empurrado se não tivesse saído quase correndo em direção ao outro lado da rua. Ele era o gerente de sua própria empresa, que exemplo dava chegando atrasado, quando deveria estar ali antes de todos os funcionários? Ao chegar em seu edifício, já estaria fedendo de suor se não tivesse praticamente tomado um banho de perfume e antitranspirante! Entrou, ignorou a presença de todos o que o olhavam ofegar. Sim, ele estava cansado, pelo menos no seu carro e em seu escritório tem ar condicionado. Solução para o calor infernal que entrava pela porta toda vez que alguém passava por ela. Entrou no elevador, apertou o botão do sétimo andar e escorou-se na parede espelhada, tentando recompor o fôlego. Olhou-se no espelho e viu sua imagem decadente. Cabelos mais compridos e desgrenhados que o normal, estava com olheiras pouco mais escuras que sua própria pele, mais magro, pálido e com os olhos um pouco avermelhados pela noite mal dormida. A noite passada deveria ter sido um presságio do inferno que seria hoje. Definitivamente nada estava indo bem em sua vida desde a morte de Sakura. Sakura havia morrido e levado consigo toda a alegria e vivacidade que haviam no moreno, e na casa de ambos. Sasuke apenas trabalhava, chegava em casa tarde demais e quando não tinha sono começava a beber. Havia perdido esse mau pois a rosada não suportava vê-lo beber, mas depois de sua morte o vício foi mais forte. Afinal ela não estava mais ali para ele escutá-la gritar sobre ele estar bebendo e ficar incrivelmente linda vermelha de irritação. Sim, ele a achava linda não importava a situação. Só parava para comer quando havia tempo, e esse era curto. Não comia em casa, não sabia cozinhar e sua cozinha estava vazia. Apenas lanchava fora. Ele deveria estar gordo de tanto beber e comer bobagens, mas a depressão num estágio inicial e o trabalho lhe consumiam mais do que qualquer outra coisa. Saiu do elevador e novamente ignorou os olhares sobre si. Todo dia era a mesma coisa! Ignorou sua secretária e entrou em seu escritório passando a chave na porta para ninguém incomodá-lo. Sentou em sua cadeira negra, suspirou e apoiou os cotovelos na mesa e o rosto em suas mãos. — Queria que estivesse aqui, Sakura –sussurrou e logo começou a fazer seu trabalho. And now when all is gone E agora, quando tudo se foi There is nothing to say Não há nada a dizer And if you're done with embarrassing me E se você já acabou de me envergonhar On your own you can go ahead tell them Sozinho você pode ir adiante e dizer-lhes . . . Havia dado uma pausa para ir almoçar, seu estômago clamava por comida desde que acordara, mas ele ignorava esse pedido para não vomitar no caminho para o trabalho. Saiu porta a fora, atravessou a rua e pôs-se a procurar a lanchonete 24 horas que havia ali perto. Cruzou uma, duas, três esquinas e achou-a. Entrou pela porta dupla, e foi direto no balcão. Ao ser atendido murmurou um simples “o de sempre” e foi sentar-se. Ao puxar a cadeira para trás, pôde ver uma mulher baixinha e magra de cabelos róseos logos amarrados num alto rabo de cavalo. Trajava um vestido branco, solto de alças finas e uma simples sapatilha. Sasuke sentou-se atrás da moça. Balançou a cabeça e pensou estar vendo coisas. Sakura havia morrido, e ela não era a única com cabelos rosas em Tokyo. Ou era? Hoje em dia se alguém quiser pintar os cabelos de verde e sair na rua, ninguém liga. Ao ver que seu pedido havia chegado, começou a comer. Quando percebeu, estava encarando a moça no caixa. Acabou de comer e foi pagar. — Obrigada –a moça sorriu bela e calmamente agradecendo a caixista e virou-se para trás, indo para a porta. Não era possível, Sasuke só podia estar louco. Via a mulher virar-se quase toda hora para os lados enquanto comia, como se estivesse se escondendo de alguém e viu-a fazer o mesmo ao sair da lanchonete. Sasuke apenas deixou as notas no caixa, e saiu correndo. Já sabia o preço do seu lanche, ele ia ali todos os dias. Correu para a calçada e pôs-se a tentar procurar uma cabeça rosa no meio daquela multidão, mas só encontrou uns fios rosa voando ao entrar em uma touca escura, enquanto a moça tentava a todo instante coloca-los ali com as mãos.
Sasuke correu até ela e virou-a de frente a si. Perdeu o fôlego ao ver aqueles olhos verdes que tanto o deixara hipnotizado na adolescência e em sua fase adulta. — Sakura –murmurou e a moça arregalou os olhos, deixando-os do tamanho de pratos. — Desculpe, mas... Quem? –perguntou naturalmente, tirando a mão grande e outrora máscula de seu ombro. — Você... seu nome. Seu nome é Sakura, certo? –suspirou e ainda murmurava, suas palavras pareciam não querer sair de sua boca. Sentia-se como num sonho em que ele se acorda e fica em estado de paralisia do sono, mal conseguia abrir a boca e soltar as palavras. — Não, moço. Eu acho que o senhor se confundiu –disse rapidamente, e voltou a andar. Sasuke novamente pegou-a pelo braço e a fez encarar seus olhos escuros. — Você é a Sakura. Mas não é possível –ele disse como se ele próprio não acreditasse no que estava acontecendo. E não acreditava. — Olha, moço, eu não sei do que você está falando –ela disse praticamente torcendo o próprio braço para soltar-se do agarre do moreno. — Sakura, olha pra mim. Seus cabelos, sua voz, seus olhos, o jeito que você anda, fala, se move. Tudo. É você –seus olhos transmitiam quase que um desespero. Tell them all I know now Diga-lhes tudo o que eu sei agora Shout it from the rooftops Grite de cima dos telhados Write it on the skyline Escreva no horizonte All we had is gone now Tudo o que tínhamos acabou agora Tell them I was happy Diga-lhes que eu era feliz And my heart is broken E que meu coração está partido All my scars are open Todas as minhas cicatrizes estão abertas Tell them what I hoped would be Diga-lhes que o que eu esperava seria Impossible, impossible Impossível, impossível Impossible, impossible Impossível, impossível Impossible, impossible Impossível, impossível Impossible, impossible Impossível, impossível Não era mesmo possível, sua rosada havia morrido e ele a estava vendo em carne e osso. — Sasuke, me solta –ela gritou e ambos arregalaram os olhos. Se não era ela, como ela sabia seu nome? Não seria apenas por ser o dono das empresas Uchiha, pois outrora era seu irmão – Por favor, me solta. Tem alguém em casa me esperando –ela resmungou puxando seu braço. Ele apenas apertou-a mais, sem a machucar, apenas para fazê-la desistir da ideia de ir embora. — Não. Quem é? Algum amante? Quem é o desgraçado, Sakura? Me diz –o ódio e desespero transpareciam em sua voz. — Não, Sasuke, não é nenhum amante. Me deixa ir, por favor, esquece que um dia eu existi –ela resmungou com lágrimas nos olhos. Piscou várias vezes olhando para cima para não deixar nenhuma lágrima sequer escorrer. — Eu nunca consegui te esquecer, Sakura. Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e... você só vai quando me contar tudo –ele disse firmemente. — Não, Sasuke. Eu tenho que ir. Por que você não aproveita e marca uma consulta com um médico pra cuidar dessa sua aparência decadente? –ela disse olhando-o nos olhos. Parece que haviam aberto a ferida. Onde estava a Sakura irritada e ao mesmo tempo doce e amável? Onde estava a sua Sakura? — Se você me contar tudo o que aconteceu, talvez eu te deixe ir –ele disse ignorando o comentário cético da rosada. – Você tem algum compromisso agora? –continuou. — Meu único compromisso é com quem me espera em casa –mal terminou de falar e seu celular tocou. Puxou-o do bolso e apertando a tecla verde levou-o a orelha. — Alô? –como ela conseguia mudar o tom de voz de uma hora pra outra como se não estivesse ficado triste, assustada e logo após irritada? – Oi, meu amor –ela disse sorrindo. Sasuke sentiu seu coração apertar, e ficou enfurecido. Apenas a esperaria desligar e logo começaria com suas perguntas. – Claro que eu já estou voltando. Passe o telefone para a Emiko, querido. Beijos –ela disse e logo deu uma pausa, escutando a outra pessoa falar. Apenas mandou a tal Emiko sair da casa daqui uns quinze minutos e logo desligou começando a andar. — Quem era? –Sasuke perguntou ao seu lado. — Ninguém que interesse a você –ela disse amargurada. I remember years ago Eu me lembro, anos atrás Someone told me I should take Alguém me disse que eu deveria ter Caution when it comes to love Cuidado quando se trata de amor I did Eu tive — Pode me contar como está viva, quem era no telefone e porque você está assim? –ele disse desviando de algumas pessoas. — Sasuke, eu não quero falar sobre isso com você, tudo bem? Apenas me deixe em paz –ela falou e parou na calçada esperando o sinal dos pedestres abrir. Sasuke pegou seu celular, ligou para sua secretária avisando que não iria voltar para a empresa. Quase forçou Sakura a falar onde estava morando e pediu à secretária que enviasse um CD e um documento de sua gaveta por um motoboy da empresa. Enquanto iam para a casa de Sakura, a mesma contrariada contava ao moreno tudo que havia acontecido. — Depois que eu perdi meu filho eu fiquei sem chão. Não foi difícil subornar os médicos para que dissessem que eu estava em coma –mal terminou de falar e Sasuke a interrompeu. — Então não era você naquela cama do hospital? –perguntou ironicamente, irritado. — Não. Sabe, quando se é a Senhora Uchiha não é muito difícil subornar alguém para que se pareça com você e que fique no seu lugar, como se estivesse em coma –ela disse logo acrescentou: – Eu não sou de subornar, mas minha dor foi tão grande que eu não tive escolhas. E hoje a vida me dá outra rasteira. Eu sabia que não deveria sair por aí com meu cabelo a mostra –ela resmungou a última frase parando na frente de uma casa, e cumprimentando uma mulher de meia idade, ao vê-la sair da casa. — Essa é a sua casa? –não era grande nem pequena, era no mínimo aceitável para alguém que mora sozinho. Aconchegante e simples, muito simples diga-se de passagem. — Sim, e é aqui que você não entra e vai embora –ela disse e parou em frente a porta com os braços cruzados. — Senhor Uchiha? –o motoboy havia estacionado na calçada e agora estava com uma bolsa plástica oferecendo-a ao Uchiha. O mesmo apenas pegou a sacola e dispensou o rapaz. A porta se abriu e um menino saiu de dentro da casa com pijama de carrinhos e com cara de sono. — Mãe? –ele resmungou coçando os olhos. — Querido, volte pra dentro. A mamãe já vai, vá descansar –ela abaixou-se e disse algo no ouvido do menino, esse apenas confirmou com a cabeça e voltou pra dentro de casa. Ele tinha cabelos escuros e os olhos mais verdes que o de Sakura. De quem o moleque era filho, afinal? Se Sasuke soubesse, mataria o desgraçado. — Sasuke, Yukio precisa de mim, e você precisa ir embora. Eu tenho que cuidar dele, não posso deixá-lo sozinho. A febre diminuiu, mas eu ainda estou preocup... –não terminou de falar, Sasuke a empurrou delicadamente para o lado, abrindo a porta e indo para sua sala. Num piscar de olhos. Que diabos havia dado nele, afinal? Quando percebeu, Sasuke já estava em frente a sua televisão colocando o CD no aparelho de DVD e dando play. — Que diabos você pensa que está fazendo? –ela perguntou a ele, ao sentar-se ao seu lado. — Quero que você veja a verdade e me diga de quem aquele pirralho é filho –ele disse com raiva. — Não vou ver droga nenhuma, e não vou falar quem é pai dele –ela disse igualmente irritada. — O único pirralho aqui, está quase fazendo minha mãe chorar –o menino apareceu na sala com um termômetro. — Querido, o que eu falei sobre responder os mais velhos? –Sakura perguntou e acenou pra que ele fosse até ela. Ela sacudiu o termômetro e colocou-o em baixo do braço do menino. – Agora vá deitar, mas não se cubra, está muito calor. Descanse um pouco e já vou ver a sua temperatura –ela sorriu levemente para o menino que murmurou um pedido de desculpas e foi fazer o que ela havia mandado. — Olhe para a TV, Sakura –Sasuke disse virando o rosto dela delicadamente em direção à TV, uma vez que ela ainda encarava o chão. Tell them all I know now Diga-lhes tudo o que eu sei agora Shout it from the rooftops Grite de cima dos telhados Write it on the skyline Escreva no horizonte All we had is gone now Tudo o que tínhamos acabou agoraA rosada apenas abriu os olhos e sua boca, formando ambos em perfeitos ‘O’s em seu rosto. O DVD era a fita de segurança da sala de Sasuke e relatava tudo o que havia acontecido anos atrás, desde quando Karin havia entrado na sala até a hora em que Sasuke saiu correndo atrás da rosada, desesperado.
— Sasuke... por que? –ela perguntou já com lágrimas nos olhos novamente. — Porque eu sabia que se você sobrevivesse você não iria mais querer voltar pra mim. E eu não excluí esse vídeo, apenas o guardei, e agora que você apareceu eu pude usá-lo para o nosso próprio bem. Agora me conte de quem o garoto é filho, e como você tem se sustentado –ele ordenou. — Você não manda em mim –ela disse chorosa. — Sakura, por favor –ele disse mas foi interrompido antes que pudesse continuar. — Vá com a Karin, e deixe-nos em paz. Com quantos anos o filho de vocês deve estar, mesmo? Sete? –ela perguntou enquanto as lágrimas escorriam por suas faces. — O filho que ela tinha era do Suigetsu, não meu. E quantos anos aquele menino tem? De quem ele é filho? Sakura arregalou os olhos e Sasuke já sabia que ela não estava acreditando que o filho não era dele. Sasuke apenas tirou o documento de dentro da sacola e entregou-o à Sakura. Era o teste de DNA que comprovava que o filho de Karin não era dele. — Mas... –ela tentava articular alguma palavra mas nada se formava. — Sakura, me perdoa. Eu não tive culpa de nada. Você mesma está vendo que tudo foi um engano, e que eu nunca tive nada com a Karin. Larga o idiota do pai daquela criança e pra mim. Nós ainda podemos ser felizes, eu adoto essa criança se você quiser –novamente ela o interrompeu. — Você não precisa o adotar –ela murmurou levantando-se. Ele levantou-se também e seguiu-a pelas portas da casa indo até o quarto do garoto. Pegou o termômetro debaixo do braço do menino enquanto ele dormia encolhido de frio. – Parece que a febre abaixou mais um pouco –ela disse tirando o pano úmido da testa do menino. — Como assim, eu não preciso adotar ele? –Sasuke franziu o cenho e não tentou formar nenhum outro pensamento impossível. Já era surpresa demais Sakura estar viva, se outra coisa fosse possível ele não sabia se conseguiria continuar são. — Será que você não percebe, Sasuke? Yukio tem oito anos. Quantos anos faz desde aquele acidente? Quantos anos faz que eu morri pra você? –ela perguntou chorando e voltando para a sala, encarando o chão. — Não me diga que... mas você disse que tinha perdido o nosso filho –Sasuke quase gritou desesperado, se tivesse esquecido que o menino dormia em um dos quartos. — Eu disse porque pensei que... que até você vê-lo eu já teria conseguido mandar você embora –ela disse olhando para as paredes, evitando olhar para os olhos hipnotizantes do moreno. Talvez ela tivesse pagado aos médicos pra que não o avisassem quando ela havia acordado. — Por que você escondeu nove anos da vida dele de mim? Por que você o privou da presença de um pai, Sakura? Por que você me tirou nove anos de felicidade? Eu nem sei quais foram as primeiras palavras, quando ele começou a andar, do que ele gosta, do que desgosta. E todas as vezes em que eu fui te ver no hospial enquanto você estava em coma? Quando eles desligaram os aparelhos? Por que fez isso comigo, conosco? –ele não pôde terminar de falar ao ouvir a voz da rosada. — Porque eu queria que você me esquecesse, como você acha que eu me senti, Sasuke? — Eu já pedi perdão –ele suspirou e sentou-se no sofá. Não sabia o que sentr, se ficava feliz por ter um filho com sua amada, ou se ficava irritado por ela tê-lo enganado durante tanto tempo. Ficaram em silêncio durante um tempo indeterminado, Sasuke já estava mais calmo e sua rosada havia parado de chorar. — Você ainda me ama? –ele perguntou olhando-a nos olhos. — Que pergunta é essa, Sasuke? –ela virou a cabeça para o lado oposto. Sasuke levantou-se e puxo o rosto dela para encará-lo. — Responde. Você ainda me ama ou não? — Por mais que eu não queira, eu ainda te amo. Feliz? — Sim. –Havia decidido perdoá-la. A vida lhe deu uma segunda chance, por que não aproveitá-la? Quem sabe o que teria feito no lugar de Sakura? – Agora, eu tenho uma proposta pra você. Volta pra mim, vamos ser felizes novamente, e eu prometo não vacilar dessa vez e cuidar do Yukio como se eu tivesse participado da vida dele durante os nove anos em que eu não estive presente, se você prometer não esconder mais nada de mim. Vamos tentar novamente –ele disse acariciando o rosto macio da menina com as pontas dos dedos. — Sasuke, por favor... –ela fechou os olhos apreciando o toque sem ter o que dizer. — Por favor, Sakura –ele disse suavemente. Tell them I was happy Diga a eles que eu era feliz And my heart is broken E que meu coração está partido All my scars are open Todas as minhas cicatrizes estão abertas Tell them what I hoped would be Diga-lhes que o que eu esperava seria Impossible, impossible Impossível, impossível Impossible, impossible Impossível, impossível Impossible, impossible Impossível, impossível Impossible, impossible Impossível, impossível — Só se você me reconquistar aos poucos. E conquistar o Yukio também, ele tem o nosso gênio forte –ela riu suavemente. E continuou: – Afinal, a confiança e o amor não se reconstroem na mesma velocidade em que foram destruídos. — Eu topo. Que tal eu começar a conquistar o coração daquele pequeno lá depois? Agora só quero tentar reconquistar você –ele disse dando um selinho em seus lábios. – A propósito, acho melhor levá-lo ao hospital!Owari.
Notas finais
Espero que tenham gostado! Qualquer erro, dúvidas, opiniões, deixem nos reviews porfa *--*
Espero comentários também sobre o que acharam :3 ou qual final mais gostaram!
Kissus
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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