Notas iniciais
Quero agradecer a Shalashaska, que comentou nos capítulos anteriores. Muito obrigado! :D Talvez hoje mais tarde saia uma segunda drabble minha. Mas não vai afetar a postagem desta história, ela já foi toda escrita :) A palavra do capítulo é: Amiúde!

A troca de tiros não durou muito tempo. Os dois policiais caíram rapidamente. Marla atirava muito bem, matou seis cangaceiros, mas teve que recuar quando viu o delegado Heleno sendo baleado no ombro.

Marla deu cobertura até entrarem na delegacia. Ela montou uma barricada. Ninguém podia entrar ou sair.

Nonato se machucava amiúde e Marla acabou adquirindo experiência com tratamento de ferimentos, portanto era natural que cuidasse do machucado de Heleno. “O que eu vou fazer?”, perguntou-se o delegado. “Com esses cangaceiros na minha cidade e a força policial dizimada, o povo está desprotegido”.

Os gritos lá fora confirmavam os temores do delegado.

Notas finais
Espero que tenham gostado! =) Normalmente um grupo de cangaceiros possui bastante gente, e eram só quatro policiais ao lado da Marla. Eles não tinham muita chance, né?