Accidentally in Love
14 Escolha
Notas iniciais
Emma sorria para Regina, que refletia a mesma felicidade em seu rosto.
— Me corrija se eu estiver errada. – Regina falou abraçando a loira. – Mas isso, significa o que estou imaginando?
Emma gargalhou.
— Como você é pervertida! Será que só pensa nisso?
— Você pode me culpar? Já se olhou bem no espelho?
— Sim, e você também é uma tentação, mas nem por isso eu ajo assim.
— Claramente o seu autocontrole funciona, pois o meu, quando se trata da senhorita, ele não presta para nada mais!
Os olhos verdes de Emma brilhavam de emoção, nunca pensou sentir-se tão apaixonada assim por alguém em sua vida. Regina a fazia sentir felicidade só em olhar para ela, e cada gesto e fala da morena, só aumentavam o seu fascínio.
Regina selou seus lábios, iniciando um beijo doce, cheio de sentimentos de ambas as partes. Quando encerraram, encostaram suas testas, a respiração das duas se misturando e os corações acelerados.
— Sinta. – Emma pegou a mão de Regina e levou até o seu peito. – Ele nunca bateu assim antes!
Regina sentiu o coração da loira, batendo em sua palma da mão, a emoção que sentiu foi indescritível, sentia o seu próprio coração acelerar em seu peito.
— Emma...
— Sim Regina, eu quero!
Regina a olhou, e uma ansiedade nunca sentida antes, se apoderou de seus sentidos, vagarosamente conduziu Emma até os pés da sua cama. Iniciou outro beijo, cheio de carinho e ternura e foi deitando Emma em sua cama, sem quebrar o beijo. Quando já estava em cima da loira, terminou o beijo com um selinho, e lhe olhou no fundo dos olhos.
— Você tem certeza?
— Nunca tive tanta certeza de algo em minha vida!
Regina sorriu, voltou a beija-la, enquanto suas mãos iam descendo e subindo pelo corpo da loira. Emma segurou em sua nuca, arranhando de leve suas unhas por ali.
— Eu preciso saber uma coisa antes. – Emma a olhou, esperando a pergunta. – Já esteve com alguma mulher?
Emma ficou vermelha, sabia da vasta experiência de Regina, e o máximo que já tinha feito com outras mulheres foi beijar na boca.
Regina percebendo a resposta, quis a tranquilizar.
— Eu me sinto honrada, de verdade Emma. Não precisa sentir vergonha, ok? Só me fale se algo a incomodar, por favor, eu quero que seja especial!
Emma concordou com a cabeça, e Regina voltou a lhe beijar, foi descendo beijos pelo seu pescoço, deu uma leve mordida, que fez Emma arfar. Regina tirou a blusa da loira e tirou a sua também.
— Para você não reclamar de injustiças. – Falou sorrindo. – Posso? – Perguntou com as mãos na calça da loira.
— Sim, por favor! Não me torture!
— Paciência é uma virtude Emma.
— Regina, só ocupa a sua boca com algo que não envolva palavras!
Regina deu risada, negando com a cabeça. Puxou a calça vagarosamente, admirando cada pedaço de pele que ia ficando exposto. Tirou a sua própria calça. Ambas ficando apenas de calcinha e sutiã. As de Regina na cor preta, enquanto as de Emma eram vermelhas.
Voltou para cima da loira, distribuindo beijos dos seus pés até chegar em sua boca. O beijo agora foi feroz, urgente. Ambas estavam a ponto de explodir. Emma arranhava as costas cor de oliva da morena, que voltou a atacar seu pescoço. Não aguentando mais, Regina se livrou de ambos sutiãs, e caiu de boca nos seios de sua loira. Emma arqueou as costas, enquanto Regina sugava um, massageava o outro com a mão. Os gemidos de Emma iam aumentando, o que deixava Regina com mais tesão ainda. Depois de cuidar de ambos os seios, com igual devoção, Regina desceu beijos pelo abdômen sarado, até chegar na calcinha. Olhou para cima, e viu todo o desejo refletido nas esmeraldas verdes. Tirou a calcinha com cuidado, o que fez Emma se arrepiar todinha.
— Você é linda! – Falou com ternura. – A mulher mais linda que já vi na minha vida!
Regina se posicionou no meio das pernas de Emma, olhou com admiração o corpo perfeito da loira.
— Se você não gostar, me fala que eu paro, tem que ser bom para as duas, certo?
— Tudo bem, Regina. Continua, só continua...
Regina sorriu, e desceu seu rosto até a intimidade da loira, ela já estava encharcada, assoprou de leve, vendo Emma se arrepiar. Passou a ponta da língua de leve no clitóris dela, desceu mais a língua, se deliciando com as reações do corpo de Emma. A loira se contorcia, estava ficando mais molhada ainda, e Regina não resistiu mais, começou a chupa-la com vontade.
Emma perdeu a noção de tudo a sua volta, só sentia um prazer incontrolável, seus gemidos preencheram o quarto, fazendo Regina se empenhar ainda mais em dar prazer a ela. A língua sedenta da morena, explorava toda sua intimidade, estava muito perto de chegar ao ápice, quando sentiu Regina a penetrar com dois dedos. Sua boca soltou um grito, estava delirando de tanto prazer. A morena continuava chupando e lhe estocando, num ritmo perfeito.
Prevendo que sua loira iria gozar, Regina aumentou o ritmo, fazendo Emma chegar ao limite máximo de prazer. Bebeu todo o prazer dela, e subiu pelo seu corpo, selando seus lábios e deixando Emma provar o próprio sabor.
Emma estava toda mole, sorriu para Regina, que lhe acariciava o rosto com delicadeza.
— Acho que morri e fui para o paraíso! – Falou com um sorriso bobo.
Regina lhe mordeu a bochecha de leve, fazendo ela rir.
— Não querendo ser convencida, mas acho que estamos no paraíso mesmo. Você foi incrível, vai fazer eu me apaixonar, Swan!
Emma prendeu a respiração, deveria contar que já estava?
— E se eu já estiver? Apaixonada, eu quero dizer...
— Eu seria a mulher mais sortuda deste mundo!
Regina lhe olhava com tanta ternura, que Emma decidiu arriscar e abrir o seu coração. Havia acabado de fazer amor, pela primeira vez na vida, e queria compartilhar isso com a mulher que era o motivo de sua felicidade.
— Regina?
— Sim?
— Eu estou apaixonada por você! Nunca imaginei sentir tudo isso, que estou sentido por alguém. Você entrou na minha vida de uma forma inesperada, e foi conquistando espaço em meu coração, até o ocupar inteiro. Eu não escolhi me apaixonar por você, meu coração escolheu, e ele só chama por você, só quer sua presença. Mas eu escolho viver esse sentimento, escolho sentir tudo isso que você me causa, escolho você Regina Mills.
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