Notas iniciais
Olá! Muito obrigado por ler a fic, a ficha em branco estará nas notas finais desse capítulo! Até lá :D (Bubble)

A Fada a mandara ir. Graças a isso, agora, estava zanzando por Magnólia, completamente sem rumo.

Tinha os fios tão formosos quanto ouro presos atrás da cabeça, para assim tentar aliviar o peso que o calor daquele dia fazia, junto a sua mochila, as suas costas.

O Sol estava em seu auge.

Seus olhos de âmbar, antes tão inexpressivos, fitavam a zorra que este canal de Magnólia havia se transformado. Haviam pessoas, magos em minoria, desfilando por ai em um espaço e roupas apertados, tudo promovido por uma tradição que a prefeitura insistia em passar para frente, o festival anual.

Entre quiosques lotados de todos e quaisquer tipos de encomenda e brindes, a multidão, e a reca de sons identificáveis tanto ao longe, quanto em sua posição; a menina sentia-se, antes de tudo, perdida.

"Venham, vejam! Os magos santos já estão aguardando as apresentações do dia começar!"

Um timbre em pleno entusiasmo forçado ecoava e falhava pelos alto-falantes presos em alguns prédios.

O lugar onde grande parte tentava se reunir era espaçoso, ainda que não reunisse mais por puro egoísmo humano, para uns apequenar-se não mudaria nada, pois.

Havia um palco improvisado no centro do que lhe parecia uma praça, alto, sólido por hastes de uma espécie de madeira velha que exalava um aroma peculiar. Cadeiras e mesas estavam postas em meia lua e compreendiam o júri daquela tarde. Os demais as redondezas permaneciam assistindo a apresentação de abertura, de onde bolhinhas frágeis como o sentir flutuavam ao céu, visavam todos de cima e, alegres, permitiam-se esvair com o vento.

Havia lácrimas dispostas por todo panorama, as quais transmitiam que se passava no palco para os privados de boa vista.

Os visitantes se apresentavam animados, trazendo balões ao enlaço, confetes, bandeiras coloridas e uma variedade extensa de iguarias, era o local perfeito para ganhar uns quilos adicionais.

Os confetes jogados no chão grudavam no couro de sua bota. E ao longe, murmúrios rasgados por injurias, esbarrões, espaço sendo aberto.

– Talvez consiga achar alguém por aqui. -Ela disse, jogando sua bolsa em algum ponto, arrumando a capa alva presa por uma corrente dourada a seu pescoço. – Ao menos espero.

E as apresentações aconteciam, cada segundo a diante sugando a paciência dos magos santos, que já estavam debruçados nos birôs, desenhando círculos com os dedos na madeira.

– Com toda licença, moça, poderias declarar teu nome? -Uma policial perguntava, esta segurando um cartaz amassado em mãos.

–Dreyar, Catelyn Dreyar. –Respondeu, sentando-se em sua mochila.

A mulher lhe mostrou o cartaz.

–Conhece esta garota?

"Procura-se maga de nomenclatura anônima."

Catelyn analisou o cartaz. A recompensa era bem alta, embora não possuísse foto do procurado além de um borrão cortado de uma provável filmagem de câmera noturna.

–Não, nunca vi. O que aconteceu de grave para acarretar tal prêmio tamanho? – Indagou, arroxando as fivelas de sua botina marrom.

– Destruiu duas torres do Palácio das Flores-Luz, Mercurius, sumiu com a estátua do Rei, e fez os navios da praia afundarem. Devia ter mais respeito com o Rei de Fiore. -A policial já mostrava-se exaltada e impaciente, apertou um pouco mais com força o cartaz e saiu. -Bom, se não conhece, eu vou indo. Obrigada.

O tempo passou rápido, e logo, todos já estavam de volta em casa.

O pôr do sol incendiava o céu, as nuvens se afastavam da noite que estava para chegar.

"O festival está para acabar, agora vamos para a última apresentação! World's King. É... é isso mesmo?"

Em um posto esquecido pelo sol, onde a distância não se fazia grande do recente festejo, havia uma sombra de características humanoides, envolta ainda erguidas paredes de concreto abandonado, que estavam a ser devorados pelo paladar nada exigente da criatura; o território ocupado aparentava ser reivindicado a cada mordida.

– Sua estadia perdura por esses mundos, não é mesmo? -A voz rouca em entrecortes buscou.

–Afirmativo, meu senhor. A última criatura feérica de sangue azul foi vista por um dos nossos subordinados na rua principal. –Outro homem, ao mesmo modo, oculto pelas sombras, respondeu.

– Faremos uma bela festa de boas-vindas a ela, então.

Não necessitavam de luz para sentir os opostos sorrisos resplandecer puro escárnio.

Notas finais
(Bubble) Fichas em branco: Nome: Apelido(Opcional): Idade: Sexo: Personalidade: Aparência: Altura: Roupa (pode ser a que mais usa, mas se quiser colocar mais de uma, eu aceito): Cor e lugar da marca da guilda: Gosta: Não gosta: Magia: Golpes (Pelo menos seis golpes): História: Algum segredo (Opcional): Manias(Opcional): Par romântico? Se sim, qual tipo? Fraqueza (no mínimo três): Algum detalhe? (Se possui alguma arma, cor favorita, etc...) Alguns esclarecimentos: 1-) A partir do momento em que a ficha for enviada, não garanto que o personagem fique vivo até o final. 2-) Comentar deixa os autores mais felizes, e isso ajuda seu personagem a ficar mais próximo de mim. Caso a pessoa pare de comentar e todas essas coisas, o personagem pode morrer a qualquer momento. 3-) Bem-vindo e muito obrigado por se inscrever!!! :D----Até Mais!!