Acampamento de Férias- Garotos X Garotas
16 Engano
Notas iniciais
Comentario... Eu andei respondendo alguns... Mas não cheguei a terminar, são muito comentarios... E ISSO É MUTO BOM! Prometo que vou responder todos!!! Palavra!
Mesmo com o festival de comentarios não cumprimos a meta.
;(
MAS! Pelo menos, tivemos o mesmo numero de comentarios que o capitulo passado! Menos mal... Apesar de ter sentido falta de alguns leitores...
Bem, é isso gente!
Boa leitura!
Capitulo Catorze: Engano
POV. Tânia
Minha cabeça ainda doía, além, da surra que eu levei minha cabaça estava encostada na maca e, por isso, doía mais. Realmente Bella tinha mostrado que tinha mudado, eu não imaginava o quanto era essa mudança até provocar, o que eu admito não ter sido uma boa ideia.
Foi só ela ter chegado depois de quatro anos que conseguia tudo o que tinha sido dela, como ela conseguia ser tão querida assim? As coisas tinham mudado e começo a achar que não foi uma boa ideia ter passado um ano sem dar as caras aqui... Como é que pode? Bella passa quatro longos anos sem aparecer nessa porcaria e quando ela chega todos se lembra dela... Enquanto eu! Passo somente um misero ano sem dar as caras e as pessoas perguntam qual o meu nome! Isso não é justo!
Ainda tem o Edward. Aquela mula ousou recusar minha perfeita companhia, ousou recusar meu pedido de namoro! Eu praticamente me atirei em cima dele, querendo um beijo dele, se ele acha que eu vou desistir está muito enganado, ele foi meu anos atrás e vai ser de novo, mesmo que ele fique dizendo que gosta de outra garota, mas é claro que ela não chega ao meus pés.
Ai! Eu fico uma raiva quando eu me lembro!
*Flash Back on*
Eu estava a espreita do dormitório masculino, Edward sairia a qualquer momento, ele era sempre o ultimo a sair. Era vaidoso e eu achava isso muito sexy e excitante.
Minutos depois, eu o vi saindo balançando os cabelos longos e de cor de bronze. Movi meus pés de modo lento e extremamente sexy, com um sorriso sedutor nos lábios andei em sua direção. Usava uma minissaia e uma camiseta colada. Os meus cabelos voavam com o vento.
– Oi, queridinho! – Falei de forma carinhosa e sedutora.
– Oi... Tânia. – Ele disse desanimado.
– O que foi queridinho? Não gostou dos velhos tempos?
Eu me aproximei dele de forma sutil logo eu estava próxima dele quase colada ao seu corpo, aproximei mais meus lábios, entretanto foi impedida de concluir minha ação por suas mãos que me afastaram.
– O que foi, queridinho, não quer se lembrar dos velhos tempos?
– Não, Tânia!
– Que pena, eu estou cheia de “amor” para dar.
Coloquei a maior dose de ironia na palavra amor. Eu e Edward tínhamos nos envolvido há dois anos. Eu tinha dezesseis anos, sou mais velha que a imbecil da Bella e a mesma idade do gostoso do Edward. Há dois anos nós tivemos um rolo... Nós acabamos tendo um lance mais profundo. Eu não era mais virgem, então nem fez diferença.
– Mais eu não estou interessado, nisso. – Ele falou seco.
– Porque não gatinho? Estou tão a fim. – Passei meus dedos por seu abdome.
Edward segurou minha mão a fazendo parar.
– Eu gosto de outra pessoa, não me obrigue a fazer isso com você. Sabe que vai ser passageiro.
– Não me importo, sei como conseguir segurar meu homem. – Sussurrei.
– Não começa Tânia. Eu gosto de outra pessoa! Eu não consigo ficar mais com ninguém.
– Ah gatinho! Para de charme. – Murmurei.
– Tânia! Eu não quero você. Eu amo outra pessoa.
Com um empurrão leve ele me afastou o suficiente para conseguir sair de perto. Observei incrédula enquanto ele ia embora, sem a menor consideração ele se virou e saiu em direção ao refeitório, mas eu tinha certeza que ele sabia que eu não desistiria assim tão fácil. Até porque eu sou Tânia Denali, não desisto assim tão fácil, se eu tinha conseguido o que queria há quatro, dois anos porque agora seria diferente?
*Flash Back off*
Depois de remoer minhas lembranças de rejeição, eu me levantei e caminhei em direção ao espelho ainda não tinha me visto depois da briga que tive, tinha medo do resultado, entretanto, chegou o momento que eu tinha que enfrentar a realidade e ver o estrago que a vaca tinha feito.
Com passos lentos me aproximei do espelho que tinha na enfermaria, não tinha duvidas que todos já falavam daquela situação, só sentia pelo o fato de que eu era a humilhada da história.
Não importava! Eu tinha decido dar a volta por cima. Isabella Swan tinha aparentemente tudo de volta, mas tudo que era dela pertence a mim, roubei tudo anos atrás e não é justo que ela ponha todo o meu esforço por água abaixo. Ela não vai permanecer como a queridinha de todos; esse posto é meu!
Era bom saber que algumas sementes plantadas tinham vingado. A amizade perfeita entre Edward e Isabella, nunca foi restaurada, eles nunca voltaram a ser como antes e nunca vão voltar. Bella, odeia Edward como nunca tinha visto e conhecendo a vaquinha como eu conheço, sei que ela nunca vai perdoar ele. Menos mal, pelo menos, sobra mais Edward pra mim. Porque eu sei que ele sente falta de quando eles eram melhores amigos e enquanto ele sentir falta disso eu posso manipula-lo.
Preparei-me por um instante antes de fitar o reflexo no espelho, abri meus olhos com receio. Meus olhos arderam por causas das lágrimas de pura raiva, eu estava simplesmente horrível. Meus olhos estavam completamente roxos e inchados e isso explicava o porquê de não conseguir abri-los de forma natural. Os fios dos meus cabelos estavam de um embaraçado estranho, formavam um mutuado sobre minha cabeça bizarro.
Era impossível não me lembrar dos momentos, nos quais, Bella estava sobre mim me enchendo de tapas...
~ Flash Back on ~
– Repete! – Seu tom era de desafio.
Eu estava furiosa porque ela tinha ganhado no carimba, não me lembrava da Bella boa nos esportes, eu me lembrava de uma de péssima coordenação motora, não sabia ao menos pegar uma bola e agora? Bem, agora ela simplesmente tinha carimbado quase todas as meninas do meu time, além, de ter me vencido. Não bastava ela ser boa em quase tudo, tinha que ser boa em tudo?
– Cover da galinha pintadinha! – Falei satisfeita, mal sabia eu que aquela seria uma péssima ideia.
Tudo aconteceu tão depressa que eu mal consegui ver, Bella já estava sobre mim e com meus cabelos em suas mãos os puxando de um modo desgraçadamente dolorido. E NÃO!!! MEUS CABELOS NÃO SÃO APLIQUE! É NATURAL!!
Eu não entendo essa mania das pessoas ficarem dizendo que meu cabelo é aplique.
[N/A: Liga não rapuquenga, é só porque nós amamos (ironia) você, seu cabelo é simplesmente perfeito. (super ironia)].
Tá bom, autora! Você nunca se intrometeu na história só porque justo eu estou narrando você me atrapalha?
[N/A: Querida, (ironia, você não é querida) eu que escrevo a história e eu me meto quando e onde eu quiser! Não tenho culpa se eu resolvi aparecer agora! E vê se você se manca, porque essa história é da Bella e do Edward e está aqui de intrometida porque ninguém gosta de você! *esculachei* E vê se volta a narra!].
Eu não vou contar mais nada!
[N/A: Tchau então, é bom que a história discorre sem sua intromissão.].
Não! Eu vou ficar!
*silêncio*
[N/A: ENTÃO CONTINUA CONTANDO A PORCARIA DE HISTÓRIA!!].
Tudo bem! Calminha, aê! Onde foi que eu parei, mesmo? Ah na briga.
Bella ergueu o punho e soube imediatamente o que ela pretendia fazer.
– NÃO! NÃO! NO ROSTO NÃO! – Falei desesperada, preocupada com o meu lindo rosto.
– ESSA É POR QUATRO ANOS ATRÁS! – Bella, gritou e sem dor e piedade me acertou no olho.
Procurei a todo custo me defender, afinal, eu tinha uma reputação a zelar e aquilo acabaria com ela, ai eu me lembrei de uma colega que me disse que quando ela brigava ela ia logo no nariz dela, tampava sua respiração e assim ganhava vantagem, não pensei duas vezes fiz a mesma coisa com a Swan, mas diferente do que eu esperava a decisão foi pior pra mim.
A Swan pegou meus dedos e os entortou assim causando em mim uma dor fina e extremamente desconfortável. Daquelas que faz você sair de si.
– AHHHH! SUA VAGABUNDA! – Gritei por causa da dor.
– COMO É QUE É? VOCÊ DEIXA DE ESTUDAR PARA VIVER DE SOMBRA E ÁGUA FRESCAR NA CASA DA SUA MÃE, E EU SOU A VAGANUNDA? QUERIDA VOCÊ ESTA INVERTENDO OS VALORES!
Isabella apontou meu erro e logo depois não parou de me dar tapas. Deixa eu abreviar as coisas porque vocês já sabem o que aconteceu.
[N/A: Ótimo! Menos trabalho pra mim!].
Aff. Voltando a história. Eu continue apanhando até que algumas garotas atrapalharam, elas fizeram a quase assassina voltar a consciência humana porque ela estava parecendo que tinha sido possuída por um animal.
[N/A: Isso se chama vingança querida!].
Mais essa autora está muito intrometida hoje!
[N/A: Eu posso minha filha! *beijando o ombro* Termina logo esse Pov que eu quero escrever na visão da Bella.].
Sempre ela.
[N/A: Deixa de resmungar].
Ok. Bem, a Swan voltou ao normal quando eu já estava praticamente desacordada, porem, ainda me restavam algumas forças. Fui tomada por uma raiva sobre natural que de forma mágica multiplicou minhas forças.
Eu não deixaria aquela vaca só com uma mísera unha quebrada, eu precisava de mais para impedir que meu orgulho próprio morresse.
Fisguei seu braço com uma mordida que fizeram até meus dentes doerem, por um momento eu fiquei satisfeita, por um momento eu fiquei feliz, só que ele acabou no momento que a Swan me deu um chute que me tirou o ar. Só deu tempo de ver o punho cerrado em um soco que me arrancou a consciência.
~ Flash Back off ~
Fazia uns quinze minutos que eu tinha acordado e ninguém além da enfermeira tinha vindo me ver ainda...
POV. Bella
Felizmente os responsáveis e até o próprio chefão tinham entendido que eu não sabia fazer absolutamente nada. Eu estava liberada do castigo, nunca bater em alguém tinha valido tanto pena. Nunca tinha me sentindo tão feliz.
Estava com minha cabeça deitada no colo de Alice enquanto eu observava o céu do meio-dia e é obvio que nós estávamos debaixo da sombra de uma arvore. A maioria das pessoas ainda não sabia o que tinha acontecido naquele dia, só as pessoas mais chegadas... Mais eu nunca poderei me esquecer daquelas cenas tão incríveis, elas dariam uma bela cena de comedia. Fechei os olhos.
– Bella, está acordada?
– Estou sim Alice. O que foi? – Sussurrei.
– Tenho uma coisa pra te contar!
– É algo emocionante?
– Eu estou namorando.
Abri os olhos em um rompante, parei de respirar por um momento, um frio se alastrou na minha barriga.
– Como você me conta essas coisas assim? – perguntei erguendo meu corpo para encará-la melhor – Quem o felizardo? – Perguntei animada.
Alice mordeu o lábio inferior, ela estava receosa. Olhou para frente e seus olhos verdes se perderam no nada, sem com que ela percebesse um sorriso fraco tomou seus lábios, os cantos de sua boca ia e voltava rapidamente quase como se ela lutasse contra o sentimento.
– Vai Alice! Conta logo! – Exigi sua atenção.
– Jasper Hale.
– O quê?! – Disse surpresa.
– É eu estou ficando, namorando, me enrolando defina como quiser com o Jasper.
– Essa é surpresa! – Falei.
– Por quê?
– Ele foi sempre tão tímido... Conta-me como foi que aconteceu? – Perguntei animada.
– Aconteceu de um jeito tão natural que mal sei como explicar. Eu estava...
Uma sirene alta e ensurdecedora invadiu o ar interrompendo Alice.
“Por favor, todos os campistas comparecer ao campo de basebol.”.
Uma voz se fez a ouvir, ela vinha do alto falante.
– Vamos Bella!
– E a história?
– Eu conto outro dia!
– Hum... Chata!
Levantei-me rapidamente e limpei a possível grama grudada em minha bunda. Encaixei meu braço no de Alice e então começamos a andar.
[...]
– Queridos, campistas hoje damos inicio as nossas atividades competitivas. – O chefão falou através de um microfone.
Um urro de alegria partiu de nós e dos adversários. Finalmente a famosa guerra dos sexos tinha se iniciado. Já não aguentava mais esperar, fazia quase um mês.
Falando de um mês... Faltavam exatamente três dias para o E.C revelar a sua identidade. Já não aguentava mais esperar!
A batalha tinha sido declara agora era cada um por si. Come ovo (meninos) X Chupa manga (meninas).
[...]
– VAI LOGO SEU IMBECIL! – Edward gritou.
Bem, ele estava se esguelhando por causa do Emmett que estava lutando contra o tempo pra comer uma banda de uma melancia. É claro que ele ganharia! Essa prova era bruta e só os homens são assim!
Do nosso time quem estava lá era Katy. Nunca conheci garota para comer tanto além do fato de que ela amava melancia, mas eu duvidava da sua capacidade diante do meu irmão, o cara era simplesmente devorador de comida.
Não estava entendendo bem o porquê do Edward está brigando com o meu irmão, ele estava ganhando mesmo!
Os participantes tinham que permanecer com as mãos para trás, tinham que comer a fruta sem o uso das mãos só para dificultar as coisas.
Emmet estava quase no fim da sua banda enquanto Katy estava na metade da sua. Meu irmão bateu na mesa avisando que tinha terminado sua tarefa, um dos responsáveis se aproximou avaliando se a tarefa tinha sido cumprida mesma.
– Vitória dos meninos!
Um erro de vitória se iniciou lado adversário. O nosso se pronunciou com uma vaia, o responsável que havia dado o resultado fazia gestos com as mãos para que nos acalmassem.
As provas dali em diante foram fácies, quer dizer, só aquelas que não envolviam o porte físico, apenas o cérebro. Terminou as provas como placar de 5 X 4, os meninos venciam por uma atividade. Para os responsáveis as atividades competitivas acabavam ali, mas eu tinha certeza que a competição tinha apenas começado.
Cheguei ao meu dormitório e sem delongas desabei em minha cama. Fechei os olhos e esperei meus olhos se recuperar da mudança de ambiente.
Um sono inesperado me atingiu. Eu já estava com os olhos fechados decidi cochilar um pouco antes que surgisse algo para fazer. O que eu também sou humana, eu canso sabia?
[...]
Não sei por quanto tempo dormi, só acordei com um calor insuportável, gotas grossas de suor desciam por minha costa, outras percorriam pelo o vão dos meus seios.
Levantei-me sonolenta. Esfreguei meus olhos e observei o meu quarto, que no caso, não era só meu. Não havia ninguém, estava sozinha e tudo estava silencioso demais.
Peguei minha toalha em um pequeno varal e me direcionei ao banheiro. Minha pele estava grudenta deixando uma sensação de desconforto e nojo. Tirei minha roupa e liguei o chuveiro, gotas grossas começaram a descer do circulo preso a uma barra presa na parede. Pulei para dentro da pequena cachoeira.
Esperei a água molhar cada centímetro do meu corpo quando essa fase já estava completa, peguei o sabonete guardado na minha saboneteira imediatamente o passando no meu corpo ao mesmo tempo em que desligava o chuveiro que não era elétrico.
Alguns minutos no banho formam o suficiente para de me relaxar. Sai do banho sentindo a lufada de ar quente ao abrir a porta. Vesti uma roupa leve de maneira rápida, pretendia saber o que tinha perdido enquanto dormia e se isso traria alguma consequência ruim.
Sai do quarto, preocupada, mas a preocupação deu lugar ao desespero quando senti a temperatura do sol sob minha pele, as sombras dos dormitórios já estavam longas e fracas.
Que droga! Dormi demais! – Pensei.
Andei com mais presa pelo o acampamento, precisava encontrar as meninas do dormitório para saber algo tinha acontecido enquanto eu dormia/coma.
Cheguei à plataforma do lado onde vários adolescentes conversavam mais nenhum que me interessasse. Dei meia volta decidida a ir para outro lugar.
Parei de modo brusco antes que eu chegasse mais perto do ser parado na minha frente.
– Oi. – O seu tom foi entusiasmado.
– Olá Cam. Viu as meninas? – Disse dando mais uma olhada em volta.
– Não, mas se isso te acalma... Você não está encrencada. – Ele disse tranquilo e sorridente.
– Como sabe? – Perguntei desconfiada.
– Não tivemos nenhuma atividade pela à tarde, ela foi livre.
Respirei fundo de alivio.
– Estou tão aliviada.
Só então percebi o quanto estávamos próximos. Dei alguns passos para trás, não queriam causar falsas esperanças a ninguém. Passei de relança meu olhar pelo o rosto de Cam. Ele estava serio, todo o ar de divertimento tinha ido embora.
– Bella, posso falar com você?
Pensei por um instante em suas palavras, eu não queria ter conversa alguma com ele.
– É muito importante?
– Urgente! – Ele respondeu.
Seus olhos estavam assustados, arregalados e muito desesperados.
– Tudo bem! – Falei.
Cam segurou uma das minhas mãos e me arrastou para cada vez mais para longe da multidão. Seus passos eram longos e eu precisava correr para acompanha-lo.
– Calma! Para que tanta presa? – Reclamei.
Ele não me respondeu, corremos por mais uns trinta segundos quando ele parou de modo repentino. Esbarrei nele, cambaleei um pouco.
– Você poderia avisar que iria parar! – Reclamei esfregando o braço.
– Bella, eu preciso te confessar uma coisa. – Ele falou baixo.
– Disso eu sei! Viemos aqui por isso!
Eu sei que fui arrogante e rude, mas eu estava nervosa, tinha medo do que ele falaria.
– Eu não aguento guarda mais guarda isso só pra mim. – ele se virou em minha direção – E ter você aqui tão perto... Isso me deixa ao ponto da loucura.
Arregalei o olho com o inicio da conversa. Era daquilo que eu tinha medo, ele não deveria falar aquelas coisas pra mim. Não mesmo! O assunto estava entrando em uma área, na qual, eu não queria estar... Não com ele.
– Não pode ficar falando essas coisas pra mim!
– Porque não? É tão ruim assim esse sentimento?
– Eu não sei, Cam. Mais sinto que isso é errado.
– Eu sempre fui apaixonado por você Bella. Desde o tempo que te encontrei desnorteada pelo acampamento, tão frágil... Que tive até pena de tocar.
– Cam...
Fui interrompida por seus dedos que impediam meus lábios de se abrirem.
– Ainda me lembro da luz da lua sob sua pele, tão pálida quanto sua pele. Você chorava tanto que não conseguiu me reconhecer. – Cam colocou suas mãos no meu rosto, fiquei sem ação – Naquele momento eu quis matar todos que te deixaram daquele jeito. Queria ter você nos meus braços e te proteger de tudo que te fizer sofrer.
Cam se calou, talvez esperando uma resposta minha, mas eu não podia falar nada. Não gostava dele e eu me sentia mal, por isso, ele era tão fofo, um sonho de qualquer garota, porem, isso não era o suficiente para mim.
Encarei os olhos dele e um sentimento me dominou. Nunca tinha reparado no quanto seus olhos eram verdes, só um pouco mais escuros do que os do E.C, mas na hora pensei que a mudança de tonalidade poderia ser obra da luz. Sorri pensando que aquele era o E.C.
– É você! – Falei enquanto envolvia seu pescoço.
Cam pareceu confuso, no entanto, mudou de expressão quando dei um selinho nele. Afastei-me sorrindo, Cam não perdeu tempo, me puxou pela a cintura me fazendo colar nele. Logo seus lábios estavam nos meus, em uma urgência que me deixou preocupada. E.C nunca tinha sido daquele jeito.
Sua língua invadiu minha boca de forma selvagem sem pedir permissão, o que e deixou frustrada, nunca imaginei que nosso primeiro encontro como pessoas “reais” iria ser tão selvagem.
Seu beijo era diferente do que eu lembrava, não era tão bom, pois era urgente, selvagem demais e eu não gosto disso, para mim às coisas tem que ser delicadas e carinhosas... É sou muito romântica.
Senti quando sua mão desceu por minhas costas indo em direção a uma parte do meu corpo intima demais. Segurei sua mão boba antes que ela chegasse ao seu destino: minha bunda. Separei-me dele ofegante e provavelmente com o rosto avermelhado.
Mas, meu real motivo de ter acabado com aquele momento foi o modo como ele me tratou, pensa que é assim? Só chegar e passar a mão? Ah meu querido o buraco é mais embaixo!
– O que pensa que está fazendo?
– Desculpe Bella! Foi impulso!
– Você vai ver o impulso quando minha mão entrar em contato com a sua cara! Pensa que é assim? Só porque nos beijamos alguma vezes... Isso não significa que pode ir passando a mão onde quer! – Falei alterada.
– Como assim varias vezes? – ele perguntou surpreso — Esse foi o nosso primeiro beijo.
– AH! – gritei – AGORA DEU PARA TER AMNESIA? NÃO ENTENDO COMO PODI ESQUECER DE TUDO AQUILO!
– Do que você está falando?
– Eu sei quem é você! Pensei que fosse diferente E.C!
Cam arregalou os olhos surpresos.
– Eu não sou esse tal de E.C! Isso é nome de gente?
Paralisei por alguns instantes.
AH MEU DEUS! CAM NÃO É O E.C? BURRA! BURRA! E AGORA? – Pensei.
Eu não sabia o que eu iria fazer. Beijei o cara pensando que ele era uns dos homens – que safadinha eu – que habita meus pensamentos todo o tempo, o qual fazia meu coração bater rápido demais.
Cam era afim de mim e depois do beijo... Como eu iria dar um fora nele?
Eu preciso sumir! – pensei – Alienígenas! Podem me abduzir!
– Você não é o E.C? – berrei – Que droga!
Virei-me para ir embora, mas ele me impediu segurando meu braço.
– Quem é esse E.C?
– Não interessa! – Falei me desvencilhando.
– Há menos de um minuto você estava me beijando e agora me trata assim?
– Porque eu pensava que você era uma pessoa que não é!
Droga! Que frase mal elaborada!
Com uma careta interna e externa eu me afastei.
– É por isso que não quer nada comigo? É por causa desse tal de E.C? Quem é ele?
– Eu não sei! E chega de perguntas!
– Como você beija uma pessoa que não sabe quem é?
Com a boca!
– Eu sei quem é ele! – pausei – Tá não literalmente, mas é como se conhecesse.
Sentia Cam no meu encalço mais uma vez ele me fez parar.
– É por isso que você não quer namorar comigo? Você prefere uma pessoa que não conhece?
Esperei um momento para falar. Eu não sabia quem era o E.C, mas eu saberia dali a alguns dias e isso era a única coisa que me conformava.
– Cam... – sussurrei com medo de magoa-lo – Eu gosto dele.
Cam me soltou, eu não queria magoa-lo mais também não podia me envolver com ele.
– Bella, — ele respirou fundo – pensa melhor na minha proposta. Eu quero namorar você, eu sou real, ele não.
– Por favor, não insiste.
Sai correndo dali sem ao menos olhar para trás. Eu me arrependia por ter aceitado o convite de conversar com ele, mas eu não sabia que eu iria confundi-lo com o E.C e agora ele ficaria no meu pé enquanto o E.C não aparecesse.
A vibração do meu celular e o toque já conhecido me fez parar. Peguei o aparelho nas mãos, decidida a desligar, mas hesitei ao ver o nome no identificador.
– Que droga! O que o Edward quer comigo? – Murmurei.
[...]
Minha mente ainda vagava para a ligação do Edward. Não tive coragem de atende, mas também não tive a coragem de desligar, então deixei cair na caixa postal.
Você deve está se perguntando: Porque ela tem o número do Edward? Na verdade, nem eu sei bem o porquê. Só achei que um dia poderia precisar algum dia. É melhor prevenir do que remediar.
Meus olhos fitaram o teto desbotado. Já passava da meia-noite e meus olhos não grudavam, sabia que não deveria ter dormido tanto de tarde, porem, os acontecimentos do dia tinha uma grande parcela na minha insônia.
Obriguei minha mente a parar de pensar. Enquanto eu estivesse pensando não conseguiria dormir. Fechei os olhos e esperei a sonolência vir. Eu não admitia a ideia de ser vencida por momentos bobinhos do meu tedioso dia, além do mais eu precisava dormir, pois acordaria cedo.
Permaneci de olhos fechados e esperei tudo passar até que o sono pudesse vir. Apaguei sem ao menos perceber, simplesmente, tudo ficou escuro demais...
[...]
– Alice Cullen, qual é o maior osso do corpo humano?
O microfone foi posto na frente da minúscula boca da pequena de cabelo espetado.
Vai Alice! Não é possível que você não saiba disso! – Murmurei mentalmente.
– O Fêmur! – Seu tom era mais de duvida do que de afirmação.
– Tem certeza disso, senhorita Cullen?
– Absoluta. – Ela estava incerta.
– E a resposta está... – o homem fez suspense – Correta!
Aleluia! Aleluia! Posso ouvir o coro de vozes contando. Pela a primeira vez de seis vezes Alice estava vencendo Jacob.
Alice era bem rápida, ok! Bem mais rápida que Jacob se não fosse o problema da falta de aprendizado escolar estaríamos vencendo. Finalmente a pequena de cabelo espetado poderia se vingar já que todas as pontas dos seus curtos cabelos estavam cabisbaixos por estarem encharcados. Suas roupas não ficavam para trás.
Quem perdia a rodada recebia do adversário uma bexiga d’água na cabeça. Jacob que até então estava sequinho se sentou na cadeira pronto para receber a bexiga d’água na cabeça. Alice se aproximou com um sorriso satisfeito no rosto quase como se dissesse: “Chegou a hora da vingança”.
O moreno fechou os olhos só esperando o impacto. Alice esmagou a bexiga com toda a força contra o cabelo certo de Jacob. A água escorreu por seu corpo molhando um pouco sua blusa.
Tudo bem, aquele dia de competições não foi bom, mas nada melhor que um dia depois do outro, não é mesmo?
No final da tarde eu, meninas do dormitório, jogávamos conversa fora, rindo dos acontecimentos do dia. Coitada da Alice, era nosso assunto principal mesmo com seus gritos e gestos de protesto.
Alguém começou a bater na porta com urgência, insuportável. As batidas eram incessantes.
– Já vou! – Gritei para o ser apressadinho.
Abri a porta de modo formal, porem, toda a formalidade foi embora quando descobri quais eram os seres que estava do outro lado da porta.
Um bando de garoto tinha um sorriso amarelo nos lábios, quer dizer, s garotos ali eram de um dormitório especifico. Observei a cara de pau de cada um e fiquei aliviada quando não vi o rosto de Cam.
Definitivamente Cam era o excluído do grupo.
– O que querem aqui? – Perguntei irritada.
– Calma Belinha! Viemos em paz. – Edward disse mesmo assim fiquei desconfiada.
– Sei... Em paz! – murmurei – O que vieram fazer aqui?
– Não vai convidar a gente para entrar?
– Não! Vocês não são bem-vindos.
Fechei a porta, mas ele me impediu.
– Vamos entrar mesmo assim!
Edward e os outros invadiram o quarto. Afastei-me deles com medo que aconteceria a seguir.
– O que fazem aqui? – Jane gritou.
– Trouxemos uma oferta de paz.
Edward estendeu em minha direção uma caixa rosa, ela era redonda e possuía um pequeno laço em cima, vermelho.
– Por quê?
– Não queremos brigar com vocês!
Arqueei uma sobrancelha.
– Aqui! – Edward estendeu a caixa – Garanto que vão gostar.
Alguém me cutucou. Rose com um aceno com a cabeça me incentivou a pegar a caixa. Respirei fundo e me aproximei do foló que tinha um sorrisinho que me deixava desconfiada.
Peguei a caixa nas mãos. Devagar abrir a caixa rosa que os garotos nos deu em oferta de paz.
– AHHHHH... – Gritei.
Soltei a caixa cheia de baratas. Subi em cima da mesa gritando feita louca as outras faziam a mesma coisa. Os idiotas riam descontroladamente.
– SEUS IDIOTAS! COMO PUDERAM FAZER ISSO?!
– É muito engraçado! – Edward falou.
– VOCÊ NÃO SE INCOMODA POR TER BARATAS SUBINDO POR SUA PERNA?
– Claro que não! Não sou mulher!
– GRANDE COISA! – Gritei – VOCÊ É UMA CRIANÇA, SEU IDIOTA!
– Isso não importa! O importante é que você está muita engraçada em cima dessa mesa!
– Seu foló. Você me paga Edward! – Praguejei.
– Meu Deus. – ele disse irônico – Eu estou morrendo de medo.
Os bocós começaram a caminhar em direção a porta ainda rindo descontroladamente. Estreitei o olhar de forma ameaçadora. Eu não queria estar na pele deles. Se eles queriam guerra era guerra que eles que teriam.
– Edward! – Meu sussurro foi ameaçador.
– O que é Belinha. – Seu sorriso era divertido.
– Você vai me pagar caro, por isso, só espere...
[...]
Finalmente o dia que o E.C revelaria sua identidade. A música da festa ecoava em meus ouvidos enquanto eu procurava algum sinal dele. Ele tinha deixado um bilhete em meu armário dizendo que daria um jeito de chamar minha atenção durante a festa e bem, eu estava esperando ele.
Tinha um pouco de medo de encontrar Cam, estava evitando ele desde o dia que eu o confundi com o E.C e não queria sofrer pressão para aceitar o seu pedido.
Eu observava de forma distraída as pessoas da festa quando alguém esbarrou em mim ao ponto de me fazer cambalear.
– OH MEU FILHO! VOCÊ NÃO OLHA POR ONDE ANDA, NÃO?
– Desculpe. – O ser falou e sem perca de tempo desapareceu.
Endireitei meu corpo com rapidez e ao passar meus olhos de relance pelo o chão percebi algo no chão que antes não estava.
De forma discreta abaixei e apanhei o pedaço de papel que antes não estava. Abri-o que leveza, eu tenho que admitir que eu já sabia de quem era.
Ele era tão misterioso... E eu adorava isso nele.
“Encontre-me no local do nosso ultimo encontro. Chegou a hora de você saber quem eu sou...”.
“Com amo E.C”.
E.C tinha prometido que arranjaria um jeito de chamar minha atenção e tinha cumprido sua promessa. Agora eu sabia exatamente onde ele estava imediatamente fiquei ansiosa.
Nunca tinha desejado encontrar tanto alguém. Mais ainda não tinha vindo a ideia de que eu poderia me decepcionar com a possível pessoa que estaria por trás da mascara.
Come esses pensamentos caminhei em direção ao prédio. Depois de alguns minutos com a sensação de que estava sendo seguida cheguei ao local, ao meu destino.
Olhei para o alto, o terraço mal podia ser visualizado por conta da escuridão da noite. Durante o trajeto não tivi a coragem de olhar para trás e ver se minhas suspeitas estavam certas, porem, quando estava prestes a entrar no prédio não resisti ao impulso de olhar para trás.
O lugar estava tão escuro quanto o céu sem estrelas. Voltei minha atenção para as escadas e comecei a subi-las de forma rápida, erguendo a barra do vestido com as mãos.
O som dos saltos contra os degraus de cerâmicas ecoavam pelo ambiente vazio e empoeirado. Cheguei ao térreo ofegante, cansada e um pouco suada.
– E.C? – Chamei-o.
– Isabella. – Seu sussurro me causou nervosismo.
A noite estava escura demais e eu mal podia vê-lo, porem, isso não significava que não podia ver alguma coisa. Podia ver sua silhueta, uma bem familiar.
Ele já estava próximo o suficiente para segurar minha cintura.
– Antes da revelação, você poderia me dar a honra de uma dança?
– Claro!
– Você se lembra de que eu usaria a sua mascara no dia que fosse revelar minha identidade?
– Lembro-me!
– Eu vou pôr ela agora em você.
Mesmo com a pouca iluminação eu consegui ver seu rosto pálido coberto pela a mascara preta. Logo a minha mascara estava em meu rosto, E.C fez um laço devagar, apertando de um jeito que não chegava a machucar.
Em silencio ele se posicionou para a dança, colocando uma mão na minha cintura e a outra segurando minha mão. Coloquei minha mão livre em seu ombro.
Ele começou a mover nossos corpos, mas não tinha nenhuma música, o que me deixou desnorteada.
– Não sei dançar sem música. – Resmunguei.
– Não precisa dela, basta imagina-la.
E.C me rodou no ar me fazendo gargalhar, pousou meu corpo devagar no chão, escondeu seu rosto nos meus cabelos e começou a falar:
– Tenho uma coisa pra te confessar. – Ele disse.
– O quê? – Sussurrei.
– Eu também sou seu admirador secreto.
Permaneci em silencio por um momento, sua respiração na pele do meu pescoço.
– Não tem nada a dizer?
– Isso é maravilhoso. – Disse por fim.
Descobrir que duas das três pessoas que você é afim causa mais alivio do que eu podia imaginar. Ele apenas sorriu.
– Pelo menos, não vou precisar escolher entre os dois.
Meu corpo arrepiou quando E.C depositou um beijo no meu pescoço.
– Por favor, Bella. Não me rejeite quando descobrir que eu sou.
Engoli em seco.
– Porque haveria de rejeita-lo?
– Me entendera quando me conhecer. Eu te amo, Bella.
Permaneci calada, eu tinha convicção dos meus sentimentos por ele. Eu também o amava, quase como se eu o conhecesse há muito tempo.
– Eu também te amo. – Sussurrei.
Meus lábios foram tomados por um beijo, esse sim, era o beijo que eu gostava. Lento, delicado ao mesmo tempo em que era urgente e selvagem, não sei como ele conseguia misturar coisas tão adversas. Corresponde ao ato de boa vontade, já sentia falta dele.
Os segundos foram passando até que deixamos com que o beijo perdesse a força, selamos o ato com um singelo selinho. Era estranho perceber o quanto as coisas mudam de forma inesperada. Analisando meu estado atual, não conseguia mais ficar longe dele.
– Chegou a hora, não é mesmo? – Ele sussurrou.
Balancei a cabeça de forma positivo. Ele engoliu em seco.
– Só me aceite como eu sou. – E.C completou ao se afastar.
Puxei a mascara do meu rosto a deixando suspensa em meu pescoço. Eu já estava começando a ficar com medo, seria possível eu odiá-lo tanto ao ponto dele não parar de repetir a mesma coisa? Não seria tão difícil aceita-lo, seria?
E.C estava a alguns passos de distancia, debaixo de um pequeno feixe de luz que vinha do céu. A pouca iluminação da noite. Ele começou a retirar a mascara, tão lento que até aprecia que estávamos em câmara lenta, mas a verdade era que ele só estava apreensivo e com medo da minha reação.
O pequeno objeto desligou por sua pele pálida, suas mãos arrastavam o objeto de má vontade. Logo a pouca luz atingiu o rosto livre da faixa que havia me impedido de reconhecê-lo antes.
Não! Isso não pode ser a verdade! – Pensei.
Os olhos verdes brilharam com a mudança do clima, era um brilho desesperado ao mesmo tempo em que de certa forma podia perdão, dei passos para trás ao descobrir quem era a pessoa que não saia dos meus pensamentos e que habitava meu coração.
De repente eu me senti traída, enganada e uma trouxa, uma completa idiota. Como eu podia ter me deixado enganar daquele jeito? Como não percebi tudo há mais tempo? Meus olhos arderam e ficaram úmidos.
Descobrir que o garoto que você mais odeia na vida é na verdade a pessoa por quem você se apaixonou por três vezes trazia o sentimento de engano, ele tinha me enganado... Mais uma vez! E eu o odiava mais por causa disso.
– É você? – Disse em reprovação.
N/A: Oi coisas lindas da titia! O que acharam do capitulo? Tipo eu mudei um pouco o humor da fic... Peguei a ideia de uma fic que eu li, achei interessante e decidi colocar aqui! Ficou estranho eu autora aparecendo no texto? Acho que vai ser só uma participação especial, só nesse mesmo!
MUITO OBRIGADA A TODAS QUE COMENTARAM! Fiquei tão feliz!!! E repondendo uma leitora que disse que até poderia fazer uma recomendação, mas que a recomendação ficaria pequena. Não importa, flor! Eu aceito sua recomendação de qualquer forma! Ficaria feliz de receber uma nova nesses dias, eu tô merecendo, não é mesmo?
Agora que a Bella descobriu tudo as coisas vão pegar fogo!
*risada do mal*
Vou ficando por aqui! Espero os comentarios e recomendações!
PS: Próximo capitulo com no minimo 40 comentarios!
Beijos!
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