Notas iniciais
Olá gente linda! Obrigada pela incrível paciência. Vocês são incríveis. Um capítulo que acabou de sair do forno! Leiam as notas finais. Boa leitura!

Olho o lago, procurando por um cara bem gato e encontro o que procuro.

Pulo no lago, a água fria me faz estremecer, mas me lembro do que vou fazer em poucos segundos e meu corpo já se aquece. Nado até o cara e o agarro por trás. Suas costas são tão sexy, aliás.

Ele se vira e dou de cara com... Luke!

– Ai, Luke! Que bosta! – exclamo.

Ele sorri.

– Qual é o problema? Não pode transar comigo não?

– Claro que não. Tem Thalia. Eu não faria isso com ela nem pensar. – explico.

– Ah, relaxa, Annie! Uma transa a mais, uma menos, não vai fazer diferença. – ele diz.

– Não, de jeito nenhum. E Thalia como fica?

– Thalia está transando com Percy e eu não estou ligando.

Congelei. Entendi direito? Eu tinha certeza de que ele falara Percy. Não me lembrava de outra pessoa senão... O Percy, o cara que havia falado que me ama pouco tempo atrás. Ele não parecia ser o tipo de garoto que fala que ama alguém e vai transar com outra pessoa.

– Você não está falando sério... – comecei.

– Claro que estou. Olha lá. – me interrompe e aponta para um lugar. Meu olhar segue seu indicador e então vejo: Thalia com a cabeça jogada para trás, com certeza urrando de prazer, enquanto Percy, O Percy, metia com força nela. – Agora acredita em mim?

Não sabia o que fazer. Eu não estava entendendo o por quê de eu ficar tão tensa, tão... estranha. Será que me apaixonei... por ele? Não seria possível, seria? Mas isso seria amor à primeira vista, praticamente!

Fingindo não ligar para a cena que tinha visto, voltei a encarar Luke.

– Então, o que está esperando? Vamos transar logo. – mordo o lábio inferior e Luke dá uma risadinha. Me puxa para si e eu começo a bater uma para ele. Seus gemidos eram baixos, mas foram se intensificando conforme aumentava o ritmo.

Apertou minha bunda e eu pulei no colo dele. O peitoral de Luke é bem definido, que santo Deus, fiquei molhada no instante que passei a mão por ele todo. Quer dizer eu já estava molhada, porque eu nadei até ele só que esse molhada é quando... ah! Você me entendeu.

Dois dedos penetraram minha intimidade. O movimento era forte e eu não controlei meus gemidos.

– Calma, Annie, são só dois dedos. – disse ele entre risadinhas.

Ótimo, pensei, agora Luke vai achar que é o cara que dá mais prazer na prostituta mais badalada do Acampamento Para Vadias!

Revirei os olhos, mas nem eu sabia se era de indiferença para Luke em relação ao comentário ou se era de prazer, já que ele enfiou mais um dedo. E mais um.

– Eu acho que... – gozei.

– Vou gozar – Luke fez uma tentativa falha de imitar minha voz. Ele riu. – Vamos ver... você já gozou e eu não. Acho que Annabeth Chase não é párea para Luke Castellan!

No mesmo instante, desci de seu colo e me agachei. Abocanhei aquele membro enorme com vontade: passei a língua pela cabeça, fazendo movimento circulares. Depois passei por toda a sua extensão, e finalmente peguei tudo o que conseguia e Luke segurou minha cabeça para que os movimentos fossem mais rápidos. Ele gemia tanto...

Por fim, mordi (de leve, claro) e deixei que meus dentes “arranhassem” seu membro que não aguentou segurar: o líquido espirrou na minha boca e eu engoli com gosto.

Sem esperar, Luke me fez pular em seu colo novamente e enfiar seu membro em mim com tanta força que até eu, a prostituta mais top de todos os tempos, me assustei. As estocadas estavam rápidas e fortes, como meus gemidos e os dele. Enquanto me metia com força, Luke chupava meus peitos e estimulava meu clitóris. Fechei os olhos, aproveitei o momento como se aquela fosse a última transa minha e dele.

Quando gozamos, Luke me tirou de seu colo e olhou alguma coisa atrás de mim. Me virei, procurando o que ele olhava. Encontrei o povo transando, mas não era isso que ele olhava. Mais adiante, perto de um dos chalés, um homem de preto observava a cena.

– Quem é ele? – perguntei.

– Ninguém. – Respondeu. Mas eu sabia que ele mentia, Luke só presta atenção em uma pessoa quando a conhece ou quando a quer conhecer. E quando responde “ninguém”, ele conhece a pessoa, mas ela não é do tipo que alguém precisa saber de sua existência.

Mantive-me calma, mas aquele homem me parecia familiar. Algum cliente? Só pode ser, afinal, os homens só vêm aqui para transar, se divertir.

– Fique aqui. – ele disse e andou em direção ao misterioso homem.

Queria ir junto, mas achei melhor obedecê-lo. Vai saber do que se trata... resolvi ir para o escritório/casa do Sr. D para me distrair com ele.

Bati na porta.

– Entre, Annie. – o Sr. D disse, com a voz rouca.

Abri a porta e encontrei-o no banheiro, dentro da banheira, assistindo um pornô em que a garota só provocava o homem. Ele ficava sentado numa cadeira, nu e com os braços presos. Ela usava objetos para a penetrar e o cara estava com o membro tão inflamado que eu achava que ia explodir de prazer só da menina usar uma perna de cadeira, um sapato de salto alto e grosso, uma cenoura, uma banana, um controle de TV, os dedos, e um vibrador.

O Sr. D devia estar mais duro que nunca assistindo isso que eu decidi entrar na banheira, e apertar seu membro que estava no estado como imaginei. Ele pausou o filme e pediu para que eu sentasse em seu colo, para aliviar. Fiz que não e ele me olhou do tipo: O quê?

Pedi para ele se ajeitar ali na banheira e fui até a cozinha. Peguei uma cenoura, uma banana, passei na sala e peguei um controle remoto que não funciona mais. Fui até o depósito e peguei um vibrador. Agora só falta a cadeira, mas... tem uma coisa melhor! Dei uma risadinha e voltei para o banheiro.

– Então... Pra quê assistir essas barangas de filme pornô quando você tem Annabeth Chase? – perguntei.

– Annabeth Chase é muito ocupada.

– Ah sim, mas quando ela tem um tempo, ela corre pro senhor... e faz muitas coisas com o senhor, não é?

– Se é. Mas agora vamos logo que eu quero ver Annabeth Chase urrrando de prazer. – ordenou.

– Como quiser. – disse, dando um sorriso perverso. – Se o senhor se mexer, vai perder esse corpinho. – Peguei as mãos do Sr. D e as levei para um passeio pelo meu corpo. Depois as soltei.

Peguei a cenoura e então ouvi um barulho estranho, e não muito longe de onde estava.

– Mas o que foi isso? – o Sr. D perguntou.

– Eu não sei. – respondi.

Então ouvi gritos desesperados de garotas. Me enrolei numa toalha para ir ver o que estava acontecendo. O Sr. D fez o mesmo. Não que eu me importasse com o fato de ficar pelada na frente de todos, mas o barulho parecia...

– Tiros! – Piper entrou correndo me informar.

– Em quem? – perguntei, desesperada.

Ela ficou séria.

– Você vai ver.

Saí em disparada atrás de Piper e então eu o vi.

Caído no chão, com os olhos arregalados e uma mancha de sangue no peito. Pousei as mãos em seu pescoço, tentando sentir os batimentos, mas nada batia.

Uma lágrima escorreu pelo meu rosto.

Aquela transa foi a última.

Luke estava morto.

Notas finais
Então gente... gostaram? Matei o Luke, sim! Quem gosta dele ficou triste. E quem não gosta ficou feliz. Eu fiquei os dois! Bom, sábado é minha formatura (aplausos) de oitava série e eu vou viajar com o povo no domingo e só volto na quarta (uhul). Não sei quando postarei de novo mas acho que antes do Natal dá pra escrever mais um. Só que depende de vocês também! Reviews, please! Bom, se não nos "vermos" antes do Natal, quero lhes desejar um Feliz Natal, que seus desejos se realizem e que vocês continuem sendo pacientes com a autora chata que não posta rápido. Beijos