Acampamento Para Vadias

11 A festa - Parte III


Notas iniciais
Boa leitura!

Ele me agarrou e eu gritei, assustada e depois ri, Rachel murmurou algo e depois foi para a pista de dança. Ele mordeu o lóbulo da minha orelha e eu estremeci. Deu beijos em minhas bochechas e no canto da minha boca. Desceu para o meu pescoço e eu gemi mais ainda. Ele já me deixou louca! E só com beijos! Começou a dar leves chupões no meu pescoço, mas que com certeza iriam deixar marcas.

Me carregou e desceu as escadas. O quarto. Ele está me levando para o quarto. Me deitou na cama e tirou a camisa. Aquele tanquinho lindo, aqueles braços musculosos (mas não em exagero), aqueles lábios carnudos, aqueles olhos penetrantes, aqueles dentes perfeitos, aquele cabelo bagunçado... aquele cara é perfeito!

Como já estava nua, ele retirou a calça e revelou uma box azul volumosa. Começou a massagear meu seio direito, de um jeito prazeroso. Depois fez o mesmo com meu seio esquerdo. Em seguida, mordia, chupava e beliscava os mesmos. Eu gemia descontroladamente. Desceu mais um pouco e lambeu minha barriga. Murmurou um "gostosa" e desceu mais, ficando de cara com minha intimidade. Eu corei. O quê? Eu não tenho vergonha! Eu sou uma prostituta! Esse é o meu trabalho e ele está me controlando! EU que controlo! Nenhum homem faz isso comigo!

Troquei de posição, ficando em cima dele. Chupei seu pescoço com força e vontade e ele gemeu. As marcas já começaram a aparecer em seu pescoço. Desci mais um pouco e mordi o comecinho da cueca. Depois, apertei seu membro, por cima do tecido. Ele gemeu mais alto.

Trocamos as posições, ele por cima de mim. Arranquei, ou melhor, rasguei sua box azul e ele riu, vendo minha expressão. Grande E grosso. Muuuuuito grande. Grande demais. Tentei não deixar transparecer meu espanto, mas não deu.

– E é natural. — ele falou, sorrindo maliciosamente. Dei um sorriso e ele desceu até minha intimidade e penetrou um dedo. Gemi bem alto. — Molhadinha já, Annabeth?

– Pode me chamar de Annie. — falei e dei um grito, porque ele penetrou mais dois dedos.

Depois, retirou os mesmos e começou a chupar, lamber, e penetrar com a língua. Eu me agarrava aos lençóis e gritava seu nome, e ele sorria. Até que eu gozei. E ele murmurou um "deliciosa".

Troquei as posições e comecei a morder levemente a cabecinha do membro dele. Ele gemia muito alto, e gemia meu nome, "Isso, hmmm, Annie". Aquela voz rouca me fazia delirar. Tentei colocar seu membro inteiro na boca, mas não consegui. Muito grande. Massageava suas bolas e de repente ele gozou em minha boca. Que sabor delicioso.

Eu me levantei e encontrei uma camisinha no banheiro. Coloquei a mesma em seu membro e me sentei nele. Eu gritei de prazer e dor, e ele de prazer. Me acostumei ao seu tamanho rapidamente e comecei a rebolar. Subir e descer. Mecher o quadril. Seria fácil se aqueles olhos não me tirassem a concentração...

Rapidamente, nós chegamos ao ápice juntos. Caí na cama. Mas a festa ainda estava rolando, me levantei e coloquei uma lingerie preta, que realçava meus seios fartos e meu bumbum errr... grande. Eu não queria ficar nua totalmente, afinal, os homens rasgarem suas peças de roupas é muito legal. Eu já sabia o que iria fazer: Strip tease.

O palco estava vazio. Eu não tinha bebido muito ainda. Perfeito para dançar sensualmente. Subi no palco, e os olhares voltaram-se para mim. Percy me olhava com desejo, me comendo com os olhos, assim como os outros homens. Sorri para ele.

– Bom gente, a festa está ótima, mas eu quero esquentá-la mais ainda! — falei. — STRIP TEASE!

Uma música sensual começou. Eu mechia o quadril, devagar. Minhas mãos subiam e desciam pelo meu corpo. A música se agitou mais, e eu fui até o cano. Me pendurei nele, descendo de ponta cabeça. Comecei a rebolar e percebi a ereção de Percy (que era o único vestido). Rebolei, descendo até o chão, e os homens me fitavam, obsecados. Os olhos lindos de Percy estavam escuros de desejo.

Mordi o lábio inferior. Coloquei o dedo indicador na boca, os homens já não queriam ficar parados. Um cara (lê-se Luke), me olhava e se masturbava. Eu voltei ao cano e me pendurei nele, ficando de cabeça para baixo e tirei meu sutiã, os meus espectadores vibraram, e meus seios fartos balaçaram. Joguei o sutiã para Luke, que sorriu.

Percebi que Percy não gostou do Luke. Sorri para ele e mandei um beijo. E desci do palco. Todos uivaram e aplaudiram. Percy andou até mim e falou, me agarrando:

– Quer me deixar louco?

– Essa é a intenção. — falei, sorrindo.

– Que tal outra rodada? — ele perguntou.

– Seria ótimo. — disse e ele me carregou, me levando ao quarto, novamente.

Essa madrugada vai ser muito boa, tenho certeza. Certeza absoluta.

Notas finais
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