Academia ONU (Fic interativa)

3 Alguem sabe o caminho?


Notas iniciais
primeiro cap de verdade

POV Paris


Um novo ano letivo começava, era um clima muito animado na Academia ONU, cada ano que chegava era diferente nesta Academia que preparava cidade para a paz e a cooperação mundial, faziam muitos séculos desde a ultima vez que estudantes lotaram aqueles corredores e nesse ano teriam vários alunos novos.



–Ah, fabuloso como eu me lembrava – exclamou um jovem olhando o grande e alto prédio de vidro, seus cabelos eram loiros platinados, lisos e um pouco cumpridos, os olhos eram violetas – isso pode ate ser divertido.


Ele era sem duvidas muito bonito, usava uma camisa branca, um moletom de fecho roxo e calça jeans. As roupas combinavam perfeitamente com ele, embora a maioria dos estudantes tive-se que usar os uniformes ele era uma capital de milhares de anos então tinha certas vantagens. Falando no uniforme, o masculino era uma camisa branca, um casaco azul claro e com calça social da mesma cor.

–Paris, espere por nós – Pediu ofegante uma menina de pele branca, cabelos loiros platinados ate o meio das costas, olhos violeta e usando o uniforme feminino da academia, saia azul, uma camisa social branca com uma gravata cinza, por cima da camisa social vinha um colete branco e por cima um blazer azul. Ela puxava pela mão uma outro garotinha, de uns 12 anos, era quase idêntica a maior com e exceção de que usava óculos, não parecia estar nem um pouco contente em ser puxada como uma boneca de pano.

–Marselha você é muito lenta e Lille se você caminha-se seria muito mais pratico – retrucou o menino olhando para as duas, a maior largou a mão de Lille e cruzou os braços em baixo dos grandes seios.

–Eu não sou tenta.

–E eu to cansada, você nós fez passar em uma sorveteria, um spa e uma loja de roupas.

–Gosto de usar roupas novas lindas quando venho para cá, as roupas novas que eu tinha estão todas no meu armário – disse ele dando de ombros e sorrindo.

–Desculpa, chefinho esqueço que eu não devia questionar os caprichos da capital – Marselha comentava um pouco debochada realmente Paris era do tipo de pessoa que gostava de tudo a sua maneira.

–Que ótimo que me reconhece como o chefe – declarou o garoto orgulhoso – mas então, tem certeza que o Estrasburgo vai conseguir nos encontrar aqui?

De repente elas escutam passos rápidos se aproximando, e podem ouvir uma voz conhecida entoar pelo hall de entrada da Academia.

–Ah, que droga eu perdi meus óculos de novo – reclamou uma garoto de cabelos castanhos bem claros que vestia o uniforme da academia – precisa achar o pessoal rápido – ele deu uma cheirada e sentiu o aroma das rosas que vinha do irmão – Paris você esta aqui?

–Do seu lado – respondeu o loiro de braços cruzados cutucando o ombro do irmão que se virou para ele e sorriu muito feliz.

–Que bom, que bom! Eu perdi meus óculos, não enxergo nada sem eles, o que eu vou fazer? O papa vai ficar bravo, vou pedir ajuda para o Alemanha ele sempre sabe o que fazer – Estrasburgo falava aflita e nervosamente como se fosse surtar completamente ali, os outros três se entreolharam.

–Estrasburgo – falaram em uma única e alta voz.

–Que foi? – perguntou com lagrimas nos olhos.

–Seu óculos esta no bolso do seu blazer – disse Paris apontando para o peito do mais novo que tateou o lugar e tirou os óculos de dentro feliz como se tive-se encontrado diamantes – agora que enxergo já posso achar meu dormitório – exclamou sorrindo.

–Você sabe onde é? – perguntou Paris, o sorriso sumiu dos lábios do garoto que abaixou a cabeça.

–Para ser honesto eu to perdido...

–Nós também – responderam Lille, Marselha e Paris abaixando a cabeça. A pequena puxou a mão da maior.

–Ei mana, olha que ta vindo – ela apontou para as escadas atrás deles.

–Você é repugnante, Osaka – exclamou uma voz feminina, o único que a reconheceu foi Paris, a voz vinha da capital da China, Pequim.

–Ei Pequi, você esta sendo cruel com o grande eu!

–Você é um sociopata arrogante, precisa de tratamento urgente.

–Olha quem fala sua comunista – retrucou Osaka que tinha chegado ate o final da escada e agora estava visível para os irmãos Franceses Seus cabelos eram negros, curtos com algumas mechas mais longas são bagunçados, aparência típica de quem acabou de acorda. Sua pele pálida e lisa, sem qualquer machucado a vista, era bem alto também 1,80 ou mais nos cálculos de Paris que ficou olhando os dois orientais brigando.

–Essa velha historia – Pequim revirou os olhos, tinha uma aparência tipicamente asiática, os olhos puxados eram castanho claro igual ao cabelo ondulado. O Frances a conhecia bem ambos eram as capitais de seus pais e sabia que mesmo uma menina fofa e meiga como ela detestava os filhos do Japão.

–Ora, Osaka – chamou Paris, os dois viraram a cabeça para ele que cheirava uma rosa – você não sabe que não se deve brigar com damas? – o japonês ficou em silencio alguns instantes e Marselha murmurou “fala aquele que sempre esta tirando pedaços da Londres”.

–Ela não é uma dama, é uma chinesa capaz de comer um cachorro no café da manha – retrucou Osaka com um ar de superioridade.

–E você é um baiacu feio e inchado – Pequim se virou para o moreno novamente, ela assim como Paris não vestia o uniforme da Academia. Osaka logo parou de prestar atenção na capital chinesa olhando seus olhos encontraram Pequim, ele logo correu ate ela com sangue saindo do nariz.

–Olha só esses peitões, não se encontra muitos desses nos ultimas anos – a loira piscou o olho nervosamente e deu um soco bem forte no queixo do japonês que caiu para trás.

–Tarado! – as risadas pararam quando o grupo ouviu um barulho de salto alto batendo no chão.

–Eu ouvi a palavra tarado, Paris esta aqui? – perguntou sorrindo debochada uma garota muito bonita de longas cabelos loiros, olhos cinzas e brilhosos, pele branca e delicada.

–Sim eu estou aqui – retrucou Paris saindo do meio das irmãs e encarando a recém chegada a dois metros de distancia – eu já sabia que você estava aqui, senti seu fedor de peixe com chips, Londres!

–Romântico de sua parte, Paris! – as irmãs de Paris puderam ver o fogo saindo do olhar de ambos que se encaravam como se estivessem se matando mentalmente, era sempre assim quando eles se reuniam, ambos tinham 1600 anos e era sempre assim.

–Você reconhecendo o quando sou fabuloso? Esta bêbada ou usou ópio demais? – ele deu uma risadinha e ouviu Pequim declarar “ópio nunca é demais, aru”.

–Eu estava usando uma coisa chamada sarcasmo, mas se você não conhece isso vou deixar que acredite ser um elogio – Londres era boa em insultos principalmente se envolvia Paris, porem o Frances não deixaria ser derrotado.

–Eu conheço muito bem o sarcasmo, e você não estava usando. Admita logo que me ama e podemos fazer um pouco de sexo no melhor estilo Frances – ele pegou uma rosa do bolso e cheirou demoradamente – ufa um cheiro agradável finalmente – antes que a britânica arrancasse a língua do Frances com as mãos eles ouviram uma voz chamando.

–Primo Paris, Prima Londres – dizia um pouco tímido um garoto ruivo, de pele branca que vestia o uniforme da academia, seu nome era Montreal.

–Mont – falou Paris saudosamente olhando para o primo Canadense de que mais gostava junto a Quebec, ele era filho de Canada um bebe que França e Inglaterra tinham tido juntos – você parece bem – o canadense corou um pouco.

–Eu estou – respondeu tímido – e você?

–Estou fashion e fabuloso como sempre – Paris piscou e colocou a mão no queixo em uma pose sexy, Marselha revirou os olhos e junto a Lille se aproximou do primo.

–Oi Montreal – Londres não gostava muito dele, preferia mito mais Ottawa, mas o que podia fazer eram primos e sua mão a ensinou a sempre ser legal com a família, claro Inglaterra só aprendeu isso depois que perdeu todos os irmãos e filhos, porem isso é outra historia.

–Londres o-oi – respondeu o canadense esfregando as mãos – tudo bem?

–Não, Paris esta perto de mim – ela olhou de lado para o loiro e ambos se mostraram a língua – mas enfim Montreal, parece que todo mundo aqui esta precisando de uma coisa, sabe onde fica os dormitórios? – todo o grupo incluindo Osaka e Pequim estava perdido porem os asiáticos nada disseram detestava admitir que não sabia alguma coisa.

–E-eu sei sim – respondeu o ruivo – ei venho bastante aqui, venham comigo – os demais sorriram aliviados e Estrasburgo embora tive-se a aparência e 15 anos segurou na mão de Marselha com força ele não queria se perder.

–Mon Dieu, como é infantil – resmungou a loira enquanto entrava na academia guiada pelo primo e na companhia dos irmãos, Londres e da dupla asiática.


Notas finais
Eu queria fazer maior, mas como é apresentação e tem poco personagem ainda eu vou esperar
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.