Academia Grimnsburg

3 Capítulo 3 - Amigos, estranhos e mais gatos?


Notas iniciais
MARY - Oi povo por favor comentem, estou muito triste sério :( BABI - ¬¬ cricri

Depois que a Lucy foi embora eu fiquei falando com os garotos mais um pouco e depois fui das uma volta pelo jardim o daqui é perfeito tem várias flores e eu encontrei uma trilha enquanto eu estava andando, segui a trilha até que ouvi o som de um violão e alguém cantando — just the way you are bruno mars — eu simplesmente amo essa música e amo tocar violão.

Eu fiquei lá observando, e ele nem percebeu que estava lá porque estava de olhos fechados, o garoto tinha os cabelos pretos e parecia ser bem forte, mas não dava para ver direito porque estava sentado e com o violão na frente, quando acabou a música e abriu os olhos que eram verde escuro e lindos, pareciam duas esmeraldas,ele levou um susto ao me ver parada na frente ele.

– Você toca muito bem — falei e ele abaixou a cabeça fitando o chão.

– A quanto tempo você ta aí? — perguntou, ele era um pouco tímido que nem eu.

– Desde o começo da música.

– Sabia que é feio espionar os outros?

Eu assenti e respondi — a curiosidade falou mais alto.

– A curiosidade matou o gato, ou a gata no caso.

Nos começamos a rir e eu me aproximei dele, ele fez sinal para eu me sentar do lado dele.

– A quanto tempo você toca? — perguntei, ele tocava muito bem não poderia ser só algumas aulas, ele devia tocar a muito tempo.

– Desde os dez e você toca?

– Um pouco, mas prefiro cantar, você canta muito bem.

– Obrigado, então canta comigo?

Eu corei, costumava ter vergonha de cantar na frente de outra pessoas, só cantava no chuveiro e na frente da Lucy, mas por algum motivo eu assenti, ele começou a tocas — just give me a reason — e nos dois cantamos juntos, e não e por nada mas nossas vozes combinavam muito bem, quando a música acabou ficamos um tempo nos olhamos, até que olhei para o relógio e percebi que estava atrasada para encontrar a Lucy.

– Ah eu tenho que ir, a gente se vê por ai.

– Pelo menos posso te acompanhar pela trilha até a entrada.

– Claro — respondi e ele pegou o violão e se levantou começando a caminhar ao meu lado.

– Então fale mais sobre você — falou olhando para mim parecendo realmente interessado.

– Ah não tem muito oque falar, eu amo música, dançar, cantar, jogar basquete e também amo cozinhar e você?

– Faço lacross, amo música, comer — nessa parte nós rimos — entre outras coisas — ele sorrio e o sorriso dele era perfeito.

– A quanto tempo você estuda aqui — perguntei curiosa para saber mais sobre ele.

– Desde sempre, meus pais não tem muito tempo pra mim então o jeito era me colocar em um colégio interno, e você?

– Vim pra cá por causa de uns probleminhas.

– Hum você não parece o tipo de garota que se mete em problemas.

– Você ainda não me conhece — percebi que já tínhamos chegado a entrada do colégio e ele ainda tava andando do meu lado.

– Eu sei muita coisa sobre você, só não sei ainda seu nome, qual é?

– Fala primeiro o seu.

– Aaron mais pode me chamar de A, agora você.

Quando eu ia abrir a boca para falar apareceu uma figura meio loira correndo na minha direção — Spen vem logo — disse me puxando, a mais se não fosse minha melhor amiga eu torturava e matava lenta e dolorosamente.

Eu virei para trás e gritei um tchau para o Aaron que só sorriu e se virou, mas que droga Lucy, quando paramos eu olhei para ela de cara feia e falei:

– A educação mandou um oi, sabe não precisava ter me arrancado de lá desse jeito, eu tava falando com ele.

– Se eu tive que parar de falar com o meu gatinho por causa desse encontro, você também tem.

– Pera ai que gatinho? — perguntei sorrindo maliciosamente, será que ela também tinha aproveitado o nosso passeio.

– Essa escola ta melhor que o esperado não e mesmo?

Eu assenti, — vamos para um lugar mais reservado — disse puxando ela em direção ao nosso apê.

Nós subimos, entramos nos apê falamos oi para as meninas e fomos para o nosso quarto, assim que fechamos a porta nos olhamos e gritamos juntas.

– Conta T-U-D-O.

Começamos a falar as duas ao mesmo tempo uma em cima da outra eufóricas, quando percebemos que não dava pra entender nada começamos a rir.

– Fala você primeiro — falamos juntas e começamos a rir de novo.

– Ta fala você Lucy — eu disse.

– Não fala você eu to curiosa.

– Não fala você primeiro — eu repeti.

– Não fala — eu a interrompi.

– Que saco, vamos para com isso, deixa que eu falo — falei nervosa.

– Ai ta bom, ah e aproposito a educação mandou oi pra você também, rabugenta — a última parte ela disse baixo mais eu ouvi e a empurrei.

– Tá depois que você foi em bora eu fiquei falando com os garotos mais um pouco e depois fui andar pelo jardim, ai eu ouvi alguém tocando violão e quando eu fui ver era um deus grego — nós duas começamos a rir — ai eu sentei com ele a gente começou a conversar, depois que eu disse que gostava de cantar ele falou para a gente cantar uma música juntos.

– Que romântico — disse Lucy suspirando.

– AI quando eu vi o relógio e vi que tinha que ir te encontrar eu disse que tava atrasada e comecei a sair e fui em direção a trilha, ele se ofereceu para vir comigo ate a entrada, ai nos fomos juntos depois ele me disse que o nome dele era Aaron e quando eu fui falar meu nome uma certa loira oxigenada me atrapalhou.

– Primeiro você que marco o encontro, segundo sou loira oxigenada mesmo algum problema com isso?

– Não respondi.

– E terceiro eu também deixei um deus grego na quadra — continuou.

– Tá fala — eu mandei ansiosa.

– Bom depois que eu sai fui para o ginásio para ver a quadra de basquete, quando eu cheguei lá tinha um garoto lindo, tentando arremessar mais ele não tava indo muito bem ai eu decidi falar alguma coisa, ele me desafio a fazer melhor e eu fiz uma cesta de três pontos — disse fazendo uma dancinha de comemoração estranha — ai a gente começou a conversar e eu pedi para ele me ensinar a jogar lacross, já falei que ele jogava lacross.

– Ai me Deus o meu também — nós rimos e ela continuou.

– Bom ai ele pegou a minha mão e fomos para o gramado, e quando eu tava passando eu vi aquelas garotas que a gente encontrou mais cedo me fuzilando com o olhar — nós começamos a rir de novo, sabia como Lucy adorava irritar uma pessoa quando não ia com a cara dela — ai nos fomos para o campo de lacross e ele tentou me ensinar mais eu descobri que sou péssima, ai eu vi o relógio e percebi que tava atrasa e sai correndo para te encontra.

– Ai eu não devia ter marcado pra gente se ver agora você ainda podia estar com o seu gatinho, afinal qual o nome dele? — perguntei curiosa.

– Matthew, mais ele falou para eu chamar ele de Matt — ela disse sorrindo — ah tem mais uma coisa.

– Oque?

– Eu convidei ele para vir aqui amanhã, por que você não convida o seu.

– Não já disse que não quero me envolver com mais ninguém depois do que aconteceu — disse me lembrando do passado.

– Ai Spen você tem que superar isso, eu já superei você também tem que seguir enfrente, aquilo não vai mudar então para tabom.

– Ai me deixa Lucy.

– Ta bom — ela se deu por vencida ela sabe que e não queria falar sobre aquilo não eram boas lembranças.

– Ah a propósito, amanhã você faz o meu bolo por favor — disse ela com cara de cachorrinho que caiu da mudança e ela sabia que eu não ia negar.

– Ta bom.

A gente ficou conversando até que um garoto invadiu o nosso quarto gritando.

– Vocês são as novatas, ai que bom finalmente alguém interessante nessa escola — disse se jogando nos pufes do nosso quarto.

Anna chegou logo depois dele — meninas desculpa é que ele é muito agitado e também tomou muito café, mas ele é legal.

– É — disse ele concordando.

– Maicon é um amigo nosso, e meu primo — disse Anna — ele estava muito ansioso para conhecer vocês.

– Me falaram que vocês são incríveis, estão aqui a algumas horas e já enfrentaram as Malévolas, paqueraram e foram paqueradas pelos solteiros mais cobiçados da escola e já fizeram ciúmes nas Malévolas, e todo mundo que está na lista negra delas é minha melhor amiga.

Nós rimos, ele parecia ser legal.

– Meninas, vocês tem bom gosto, escolheram os garotos mais gostosos dessa escola — disse ele rindo.

– Você é...? — começou a falar Spencer.

– Gay? Sim.

– Ahhhhhh — gritamos juntas e fomos abraçar ele — nós sempre quisemos um amigo gay.

Ele começou a rir com a gente — bom agora que vocês já conversaram com os garotos, qual o próximo passo para conquistá-los?

– Nenhum eu não quero nada — disse Spencer curta e grossa.

– Como assim? — perguntou boquiaberto.

– Ela tem probleminha do passado e por isso não confia mais nos homens.

– E você também não deveria — disse olhando para Lucy.

– Ai cansei, você — disse virando pra mim — supera, e você — virou para o Maicon — fala.

– Ai você é das minhas, vamos começar com informações, você tava com qual deles?

– Matt — disse Lucy sem exitar.

– Ui essa é meio difícil, bom ele é co-capitão do time de lacross junto com Aaron, que é o da Spen, mais se você quiser ele vai ter que aturar a Ashley, ela é apaixonada por ele desde quando ela entrou na escola no sexto ano, mais pelo que eu sei ele nunca deu bola pra ela.

Nós rimos — por isso que quando a gente foi de mão dada para o campo de lacross, ela ficou olhando como se quiser me matar.

– Meu Deus, garota você é rápida, gostei disso.

– Pera você ta falando do Matt nosso amigo.

– Sim, e ele vem aqui amanhã.

– Como assim? — falou Maicon boquiaberto.

– Ele pergunto como fazia para me encontrar de novo, ai eu dei o número do meu quarto e disse para ele vir aqui amanhã — falou Lucy como se não fosse nada de mais.

– Ai garota, te adorei.

Nós começamos a rir, até que eu lembrei que tinha prometido para o Jake passar no quarto dele.

– Ai Lucy estamos atrasadas, temos que ir no quarto do Jake, lembra.

– Aé! Cade o papel com o número do quarto dele?

– Aqui — disse passando pra ela o papel — vê se você entende se isso é um quatro ou em nove, por que os números do meu irmão são piores que a letra.

A Lucy riu, a gente se despediu do pessoal, eles disseram que depois encontram a gente para nos ajudar a fazer as compras que íamos fazer para ter alguma coisa para comer além de miojo e fomos em direção ao dormitório masculino.

– Pra mim isso é um nove -disse a Lucy.

– Não eu tenho certeza que é um quatro.

– Tá você que conhece o número dele melhor, vamos no 614.

Nós fomos para o sexto andar e assim que chegamos a porta do quarto 614, eu quase arrombei a porta, mas quando a gente entro, só tinham dois garotos, um tinha o cabelo preto e olhos pretos, e o outro tinha o cabelo castanho e olhos verdes, eles até que eram bem bonitinhos.

– Aqui é o quarto do Jake? — perguntei morrendo de vergonha.

– Não o quarto dele é no final do corredor — falou o de cabelo preto.

– Ops.. me desculpa — disse corando.

– Eu te avisei, não era um quatro era um nove e isso por que ele é seu irmão imagina se não fosse — falou Lucy que pelo visto só queria me fazer ficar com mais vergonha.

– Lucy eu não tenho culpa se meu irmão escreve em uma língua alienígena.

– Bom ah, desculpa por ter entrado sem bater...

– Você quis dizer desculpa por invadir aqui arrombando a porta né? — um dia desses eu ainda mato a Lucy, por fazer esses comentários nas piores horas possíveis eles começaram a rir do comentário dela e eu provavelmente estava mais vermelha que o cabelo da Sophie.

– Lucy cala boca — quase gritei.

– Não tem problema, todo mundo se confunde de vez enquanto, vocês devem ser novas aqui né — de novo o de cabelo preto será que o de cabelo castanho era mudo

– Ô saco! Todo mundo vai ficar perguntando isso, não eu estudo aqui a anos é que tive amnesia, é claro que nomos novos — a Lucy tava exaltada já.

– Calma, bonequinha nós só fizemos uma pergunta — dessa vez foi o de cabelo castanho

– Me desculpem pela minha amiga mal educada — falei tentando amenizar a situação.

– Ei — disse Lucy me fuzilando com o olhar.

Depois disso ficou um silêncio constrangedor, eles pareciam estar nos analisando, o de cabelo preto na esquerda me analisando e o de cabelo castanho na direita analisando a Lucy, só agora eu tinha percebido mais eles eram bem bonitinhos, bem que a Lucy tinha dito que essa escola estava saindo melhor que a encomenda ainda não vi quase ninguém feio, decidi acabar logo com aquilo.

– Bom desculpa de novo, a gente já vai tchau — falei me virando para porta.

– Espera — falou o de cabelo preto — qual o nome de vocês novatas? — ele estava tentando nos irritar mais não ia conseguir.

– Spencer — apontei para mim — e Lucy — apontei para ela.

– Ei! Vocês são as novatas que enfrentaram as Malévolas? — perguntaram em uníssono e com surpresa estampada na cara.

– Já estamos famosas Spen — disse Lucy tirando saro da cara deles.

– Só você mesmo Lucy — falei rindo — e vocês quem são — perguntei por educação, coisa que a Lucy não tem.

– Blaine — disse o de cabelo preto que até agora pouco me analisava.

– E Brandon — falou o de cabelo castanho que analisava Lucy.

E o silêncio constrangedor voltou, cansei disso.

– Bom a gente tem que ir estamos atrasadas, tchau — disse puxando Lucy pela mão e a arrastando pelo corredor, ela começo a ter um ataque de risos.

– Por que ta rindo foi a maior vergonha — exclamei emburrada.

– É foi engraçado, agora vamos até o quarto do alienígena, 619 — falou dando enfase no nove, só pra insinuar que estava certa.

– Jake — gritei quase arrombando a porta dele — será que você pode aprender a ter um número decente nó fomos parar no quarto de completos estranhos...

– Spen — disse me chamando, mas eu ignorei e continuei a bronca — Spencer!

– Oque foi? — perguntei irritada.

Quando eu me virei para ver oque estava acontecendo, AI MEU DEUS!