Abrir a porta, e o Coração
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Mais um o/
Ao abrir os olhos logo pela manhã senti um cheiro inconfundível de ovos e bacon. Sorri instantaneamente. Levantei e fui primeiro ao banheiro, lavei o rosto e escovei os dentes. Chegando na cozinha primeiro vi a mesa posta com o café da manhã e vi Castle debruçado sobre a bancada com o pote do pote de sorvete e uma colher das grandes se lambuzando todo. Fiquei olhando a cena. Nunca imaginei ver algo do tipo. Passei um tempinho admirando a cena que na minha opinião estava muito fofa. Sorri sapeca e fui chegando perto dele.
-Bú. -Kate. — Gritou se assustando derrubando tudo. -Muito bonito ein? Ao invés de me acordar e chamar para tomarmos café ficou comendo sorvete escondido. -Não, quer dizer... é que... eu não.-Gaguejou. Comecei a gargalhar. — Não estou brava de verdade. — O abracei. — Na verdade, achei até fofo. — Apertei suas bochechas. -Mulher, não faça mais isso, pensei que iria atirar em mim. — Colocou a mão no peito. — Quase me mata de susto. -Desculpe, mas a sua cara de medo foi hilaria. — Gargalhei de novo me escorando nele. -Hahá, muito engraçado. — Ele fingiu rir. — Agora, vem aqui. Você está uma tentação com a minha camisa. — Me puxou pela cintura colando meu corpo no dele. -Correção, só com a sua camisa. — Seus olhos se arregalaram um pouco e eu ri. Mas parei no instante em que nossos lábios se colaram, ele me colocou sentada em cima da bancada e eu cruzei minhas pernas em torno de sua cintura. Eu desenhava a linha de suas costas com a ponta de meus dedos ao mesmo tempo que ele colocava as mão por dentro da camisa, acariciando de leve minha cintura me deixando arrepiada. Nos separamos arfando, colei meus lábios em seu pescoço me deliciando com o sabor de sua pele, ele fazia o mesmo em mim, passando a ponta da língua no meu lóbulo. Mas meu telefone pareceu prever o momento e começou a tocar. Desci da bancada ainda com as pernas tremendo um pouco e corri para atender. -Alô. — Atendi. -Detetive — ouvi a voz do capitão Montgomery — Já está de volta a NY? -Sim capitão, voltei ontem a tarde. -É bom saber disse, e é bom saber que está bem. Mas eu liguei porque quero que venha até a delegacia juntamente com o Castle, preciso conversar com os dois. -Claro senhor. Daqui a pouco estaremos ai. -Estou esperando. Até já. -Até já senhor. — Desliguei. -Era o Montgomery? — Confirmei com a cabeça — O que ele disse? -Ele quer conversar com a gente agora. Vou tomar café e você vai limpar essa sujeira na minha cozinha. — Sentei na mesa colocando meu café e mordendo uma torrada. -Só fiz bagunça porque você me assustou. — Deu língua e pegou um pano para limpar a bancada. -Apenas limpe Castle. -Chata. Terminei meu café alguns minutos depois e levantei da mesa. -Vou tomar banho e me vestir. -Posso ir? — Ele levantou a cabeça rápido. -Terminou de limpar? — Perguntei levantando a sobrancelha. -Terminei detetive chata. — Implicou. -Sou chata mas não sou uma criança viciada em sorteve. -O que? -Gritou. — Agora você me paga. E ele veio correndo atrás de mim. — Não Castle, não. Vamos nos atrasar. — Eu gritei quando ele me levantou por trás correndo até o quarto e me jogando na cama. — CASTLE. Senti suas mão fazendo cosquinhas em minha barriga enquanto eu ria desesperadamente. -CASTLE, para, a gente tem que tomar banho... -Você diz que me ama e eu paro. -Eu digo eu digo, tudo bem. Ele parou e ficou me olhando. Eu ainda ria um pouco. — Eu te amo chato. -Eu já sabia. Também de amo chata. -Vamos tomar banho criança. — Mordi sua bochecha. -Você tem alguma fixação com mordidas e apertões? — Levantou me puxando junto com ele. -Não, mas você e mordível e apertavel- Dei um beliscão em sua bunda e o empurrei em direção ao banheiro. -Sei que está louca para entrar debaixo do chuveiro comigo detetive, mas vamos tirar a roupa primeiro. Revirei os olhos e ri. ... Chegamos na delegacia quase 1 hora depois, nunca vi demorar tanto pra se arrumar. -Hey vocês. -Vimos Espo andando até nos assim que saimos do elevador. — Como estão? -Melhores impossível.-Castle respondeu. Espo fez cara de duvida, e dei uma cotovelada em Castle. -Ai. -Há algo que vocês queiram me contar?- Espo perguntou curioso. -Não agora. — Respondi. — O capitão está na sala? -Esta sim. — Respondeu ainda meio confuso. -É melhor irmos logo então. -Vejo vocês daqui a pouco, boa sorte. -Ok, obrigada Espo. -Vamos Castle. — O empurrei. Bati na porta do Capitão. — Senhor, estamos aqui. -Ótimo, entrem e sentem. -Senhor, — eu comecei a falar me sentando — se o senhor deixar eu explicar. -Me poupe de sua explicação detetive, a polícia de L.A já me deixou a par de tudo. Não vou negar que eu fique desapontado com sua desobediência, vocês invadiram uma casa, mentiram para um oficial e... ajudaram a descobrir o contrabando e colocar um bandido na cadeia. — Ele sorriu. — Como sempre, vocês dois fizeram justiça, e já que tudo correu bem. Não vejo porque fazer algo demais.
-Obrigada Capitão. -Só tente me obedecer um pouco mais ok? -Disse fazendo graça. -Posso tentar.- Eu ri. -Agora saiam daqui e vão trabalhar. Saimos da sala e fomos em direção a minha mesa e assim que chegamos la Espo também chegou. -Becks, temos um caso. Ryan já está na cena do crime. E tenho que avisar, esse parece ser dos estranhos. -Ótimo, — disse com ironia — vamos para lá. Entramos no elevador e Espo começou a explicar. -Homem, 43 anos. Foi encontrado em uma caçamba de lixo quando os lixeiros recolhiam o lixo. Tu do lá está limpo, sem pegada, digitais, arma do crime ou qualquer coisa. Tudo indica que foi overdose. -De fato estanho. -Castle comentou. -É sim, mas agora. — Espo virou para nos dois. — O que vocês tem para contar?
Notas finais
Comentem ok? :*
Fale com o autor