Notas iniciais
Olá, pessoas, I'm back! Na verdade, voltei dia 22 e fiquei enrolando, então o capítulo só saiu hoje. Sorry... Bom, espero que gostem do capítulo c: AVISO: CONTÉM CENAS INAPROPRIADAS Quem quiser pular, vá direto para o fim do POV do Levi e volte um pouquinho, porque tem uma partezinha lá que eu acho que vocês vão querer ler :) Enfim, boa leitura!

— Tudo bem se você não quiser — cochichou em meu ouvido. Eu já estava me acalmando quando ele começou a morder e brincar com o lóbulo da minha orelha direita. — Mas já vou avisar que sem ela vai doer um pouquinho mais.

Levi’s POV

Não posso negar que é muito divertido provocar o Eren dessa forma. O seu rosto ridiculamente rubro e sua gagueira nervosa me dão uma vontade imensa de rir, ao mesmo tempo em que o deixam... Fofo? Seria essa a palavra adequada?

É claro que essas camisinhas foram um mal-entendido. Nota-se pelo pânico do garoto. Ele está tão assustado que dá até pena. E isso é um belo motivo para torturá-lo um pouquinho mais. Mas eu não pretendo ir muito além esta noite. Digamos que eu estou começando a não achá-lo mais um pirralho idiota.

Além disso, ele confia em mim. E fazer sexo de verdade seria uma enorme traição, considerando que ele está morrendo de medo. Eu não poderia fazer isso, não está correto. Eu só disse aquilo para ver a reação dele. Entretanto, acho que não faz mal eu tirar uma lasquinha do Eren hoje. Estamos, afinal, em um motel. É para isso que ele serve.

— D-Doer? Levi, você não está...

— Shhhh... — coloco o meu indicador em seus lábios, silenciando-o, e loco em seguida eu o substituo pelos meus lábios, ao mesmo tempo em que largo as camisinhas em qualquer lugar no chão (tenho que me lembrar de pegá-las depois). Ele foi um pouco resistente, mas, por fim, cedeu aos meus encantos e eu o vi completamente submisso a mim. Seus olhos, pouco antes de se fecharem, estavam brilhantes e escuros de desejo. Quem pode culpá-lo? Eu sou irresistível.

Seguro-o em sua cintura e aproveito para virá-lo e nos guiar até a cama. Quando percebo que suas pernas encostaram no colchão, deito Eren nele e posiciono-me de joelhos entre suas pernas. Dou-lhe vários beijos curtos antes de a minha língua adentrar novamente aquele local. Eren coloca uma de suas mãos em meus cabelos, afagando-os. Eu odeio isso. Mas, dessa vez, eu ignorarei. Aproveito a pausa que fizemos para respirar e começo a atacar o seu pescoço — o que estava um pouco complicado devido à sua camisa. Por fim, decido retirá-la sem muita delicadeza e a jogo no chão — céus, esse quarto vai ficar uma bagunça. Mas eu cuido disso depois.

Tendo todo aquele território à minha disposição, eu não perco tempo e já me delicio com cada pedacinho de seu peito, fazendo-o suspirar. Dou uma atenção especial aos seus mamilos, rodeando-os com a língua e mordendo-os com um pouco de violência. Eren não reclamou. Começo, então, a chupar o da esquerda enquanto brinco com o outro. Isso fez com que o garoto arqueasse as costas e começasse a gemer. Oh, isso é música para os meus ouvidos. E eu entendo de música.

— Levi... Nghh... — e, nesse momento, ele fez algo que eu realmente não esperava: pressionou o meu corpo para baixo, colando-o ao seu, e começou a friccionar sua ereção em mim. Eu não pensava que Eren fosse tão... Pervertido. Merda. Já estou começando a ficar excitado também.

— Você quer mais, Jaeger? — não pude deixar de lançar um sorriso irônico a ele.

— Si... Ahhh! — apertar o seu pênis por cima da calça o fez gemer mais alto, arranhar minhas costas e mexer os quadris, desesperado por mais contato.

Começo a lamber e morder sua barriga, não me esquecendo de deixar nela várias marcas. Então, com rapidez, retiro suas calças e mantenho a sua peça íntima. Ao observá-la melhor, noto que já estava toda molhada. Roço minha boca de leve no tecido e depois dou uma leve mordida na sua glande, ainda por cima da cueca, o que fez Eren respirar pesadamente e ficar ligeiramente inquieto. Distribuo beijinhos em toda a extensão de seu membro, o que o faz grunhir, abrir mais as pernas e se contorcer.

Ao erguer os olhos, vejo um Eren todo vermelho, mordendo de leve o lábio inferior, com os olhos semiabertos e úmidos; suas mãos estavam agarradas ao lençol como sua vida dependesse disso.

Retiro a sua cueca finalmente e vejo que o seu pênis está completamente ereto.

— N-não olhe... — disse ele enquanto pegava um travesseiro e escondia o seu rosto nele. Ah, se ele está pensando que vai me privar de vê-lo nesse estado, ele está muito enganado.

— Nem pense nisso, Jaeger. — e retiro o travesseiro. — Eu quero ver que cara você faz enquanto eu lhe divirto. — ele gemeu em protesto e desviou os olhos, encabulado.

Eu estava com a boca a centímetros de sua glande quando me ocorreu uma ideia.

— Hum, hoje não. É a sua vez, Eren.

— O quê? — o garoto estava perplexo.

— Você ouviu. Se você pensa que eu vou sempre fazer um boquete pra você, pensou errado. Agora é a sua vez.

— M-mas eu nunca... — ele fica uma gracinha quando está constrangido.

— Eu sei. Você tem uma cara de virgem que pelo amor de todos os deuses... Mas uma hora você tem que aprender, não? Pois chegou a hora. — e apoio-me em meus joelhos. Ele fica encarando o meu pênis de boca aberta. — Isso, muito bem, já aprendeu como a boca tem que ficar. Agora é só colocar a droga do meu pau dentro dela. Ou você prefere que eu coloque pra você? — ele arregala os olhos.

— Não, tudo bem... Eu acho...

Ele aproxima o seu rosto devagar e segura o meu falo com a mão, que estava levemente tremendo. Ah, se ele soubesse o quanto é engraçado vê-lo assim... Ele, em seguida, coloca na boca a minha glande, lambendo a ponta. Céus, como isso é bom. Logo depois, começa a chupar de verdade. Para um virjão sem experiência alguma eu tenho que admitir que ele está se saindo muito bem.

Ele para e levanta os olhos em minha direção, apreensivo.

— Estou fazendo certo? — eu engulo em seco, surpreso em ouvir aquela voz não propositalmente sensual. Oh, Eren, seu maldito. Toda essa sua inocência está me excitando cada vez mais. Eu sinto o meu rosto esquentar um pouco. Não, eu não posso estar corando. Eu não sou mais um adolescente, e não é como se Eren fosse extremamente fofo e sexy. Bem, talvez um pouquinho. Mas só um pouquinho.

— Sim, está ótimo... — O que diabos você acabou de dizer, Levi? Está ótimo? E que voz foi essa? Isso foi quase um gemido, caramba! Você agora vai implorar para um adolescente de merda te chupar? Cadê o seu orgulho? Você já é um homem de trinta anos! Aja como um!

Eren, ao ouvir isso, sorriu, com o rosto iluminado e voltou ao seu trabalho com mais vontade. Dessa vez, ele colocou na boca tudo o que podia e iniciou movimentos de vai e vem, roçando os dentes na minha extensão e utilizando a sua mão para complementar o que sua boca não suportava. Merda, ele é bom, mesmo.

Não pude evitar que minha respiração ficasse descompassada e pesada. E, quando percebi, eu já estava gemendo baixinho. Eren acelerou os movimentos e eu usei minha mão para incentivá-lo. E, quase que instantaneamente, me encontrei perto de meu ápice.

— Pare, Eren. Estou quase gozando. — Ele obedeceu. Não perdi um segundo sequer e já tomei aqueles lábios molhados e rosados, ao mesmo tempo em que nos deitamos, comigo em cima dele.

Colei nossos corpos e segurei nossos membros juntos, masturbando-os com força.

— Aah... L-Levi... — e cravou as unhas em mim. — Nghhh...

— Você gosta disso? — cochicho em seu ouvido e brinco com o lóbulo de sua orelha. Eren faz que sim com a cabeça. — Então diga.

— Haa... Eu... Nghhhh... Eu estou gostando... — ele deixou cair uma lágrima de tanto prazer que estava sentindo.

Parto para os seus lábios, sugando-os e beijando-os com voracidade. Acelero os movimentos e Eren dá um grito, que logo foi abafado Pela minha mão. E mantive-o calado, porque é excitante torturá-lo assim. E, para melhorar, deixei os movimentos em um ritmo frenético, deixando Eren respirando pesadamente — pelo nariz, é claro —, com os olhos cerrados e seu rosto em seu tom mais rubro. Eu poderia gozar só de olhar para ele. E realmente eu já estava de novo perto de meu orgasmo, quando Eren abriu os olhos e me deu um aviso silencioso de que já estava perto de seu limite também. Retirei minha mão de sua boca.

— Nghhh, Levi... — Ele gozou primeiro, sujando os nossos abdomens com sêmen. E eu, ao ser presenteado com a visão de um Eren todo molhado, arfando e sentindo-o me arranhando (oh, sim, isso me excita), não pude chegar ao meu orgasmo de maneira melhor.

Saio de cima de Eren em deito ao seu lado, esgotado. Ele se aproxima mais de mim e me dá um beijo calmo e sereno. Ele olha em meus olhos com uma expressão doce e feliz, com as maçãs do rosto ainda coradas, e diz baixinho:

— Eu não sei se isso vai soar idiota, mas... Eu te amo, Levi. Agora eu tenho certeza disso. — e apoia a sua cabeça em meu peito, adormecendo logo em seguida.

É uma pena que ele tenha dormido, porque ficou sem me ouvir dizer que... Que o quê? Que eu também o amo? É isso mesmo o que eu estou sentindo?

Desde que minha esposa e filha morreram, eu tenho me fechado e mantido as pessoas longe, por medo de que uma grande perda acontecesse novamente. Eu tenho, ao longo desses anos, construído uma barreira para me afastar do mundo. Uma barreira sólida e impermeável, protegendo-me de tudo e de todos.

Mas por que eu sinto como se agora as coisas não fossem mais assim? Será possível que um garoto chamado Eren Jaeger, que me conhece há poucos meses, tenha conseguido encontrar uma abertura, por menor que seja, e entrado na parte vulnerável da minha vida? Teria ele conseguido mudar a minha vida a ponto de eu ter que questioná-la agora? Teria ele sido o primeiro, em tanto tempo, a invadir o meu coração?

Sim. E eu soube a resposta disso tudo no momento em que topei arriscar tudo o que eu tenho para ajudá-lo.

— Pois é, acho que posso dizer que te amo, pirralho. — afago os seus cabelos com carinho, dou um beijo terno em sua testa e também adormeço.

Eren’s POV

Depois de um cochilo, acordo faminto e com a cama vazia do meu lado.

— Oh, você acordou. Eu acabei de pedir comida na recepção. Tome um pouco. — e se aproxima de mim com uma bandeja, colocando-a em meu colo e sentando-se na cama ao meu lado. Eu pego um sanduíche e dou uma mordida.

— Levi, por acaso eu disse algo estranho ontem à noite? Tipo, algo que eu normalmente não falaria?

— Não fale de boca cheia. E sim, você disse. — oh, não, então aquilo não foi um sonho? — Você disse que o meu pau foi a melhor coisa que você já colocou na boca, e que não via a hora de prová-lo de novo.

Eu me engasgo com tamanha surpresa, e Levi teve que ajudar dando uns tapinhas.

— E-eu disse isso, mesmo?

— Claro que não, idiota, estou brincando. — aquilo teria ferido os meus sentimentos se não houvesse um pequeno sorriso torto na face de Levi. — Você está vermelho... Então meu palpite estava certo, você realmente acha isso...

— N-não, não acho! — e desvio os olhos. Por que ele faz isso?

Ele dá uma gargalhada curta, pega o outro sanduíche e sai da cama. Depois de terminarmos de comer o nosso lanche da madrugada, Levi diz:

— Você devia tomar um banho. Ainda tem esperma em você. Quer que eu limpe pra você? — ele lança um olhar sugestivo.

— Não, está tudo bem, eu vou tomar banho agora. — sério, como ele ainda tem energia?

Eu levanto e caminho em direção ao banheiro, quando ouço um barulho de líquido sendo derramado. Olho para Levi e vejo que seu peito — já que estava sem camisa — está lambuzado de suco de laranja.

— Ah, mas que droga — diz, parecendo não dar a mínima. — Parece que eu também vou ter que tomar banho... — ele se aproxima e começa a beijar o meu pescoço. — Me diga, Eren, você acha que cabemos juntos na banheira?

— Eu...

— Ou você acha que ficará... Apertado? — ele aperta a minha bunda e cola os nossos corpos. Sinto o meu rosto imediatamente corar.

— Seu maldito pervertido!

No dia seguinte, Levi me acordou cedo para irmos comprar sacos de dormir e suprimentos e logo depois retornamos ao barco, onde continuaríamos a nossa longa viagem.

O tempo estava nublado, ameaçava chover a qualquer momento e estava frio. Merda. Esqueci de trazer um casaco. Não achei que precisaria de um.

— Levi, você pode me emprestar um casaco? Eu estou com frio.

— Tome. — ele tirou o próprio casaco e o entregou a mim.

— Mas e você? Vai ficar sem?

— Eu aguento. Não sou um fraco e sensível como você. — claro que não, é só um cachorro no cio.

— Obrigado — digo mal-humorado.

Durante os dias que passaram, nós não saímos mais do barco. Levi reconheceu que era perigoso demais e, por isso, todas as noites dormimos nos sacos de dormir. No dia em que paramos em terra firme novamente, eu já não queria mais saber de mar por um bom tempo.

Levi deixou o barco no lugar mais escondido que encontrou. Nós caminhamos um monte até achar uma estrada e eu já estava cansado.

— E agora? Como nós vamos até Trost?

— Só um minuto. — ele pega um telefone celular e disca um número. — Oi, sou eu, Levi. Onde você está agora? Ótimo, é perto daqui. Pode me fazer um favor? Você pode vir aqui me buscar? Eu estou...

E ele continuou falando com aquela pessoa, dando dados sobre a nossa localização. Um minuto depois ele desliga o celular.

— Com quem você estava falando?

— Com o homem que vai nos levar até a sua casa.

— E como ele vai fazer isso?

— Ele tem um jatinho particular. Vamos até o ponto de encontro. Ele chega em quinze minutos.

Notas finais
E aí, o que acharam? O meu medo é que o Levi tenha ficado muito fora da personalidade dele em uma parte... Se isso aconteceu, peço mil desculpas e tentarei evitar que isso aconteça novamente. Não esqueça de deixar o seu comentário! Até o próximo capítulo! Obs: por algum motivo eu resolvi reler o capítulo e me assustei com a quantidade de erros que encontrei (estava a ponto de arrancar os meus cabelos fio por fio). Eu corrigi tudo o que encontrei, mas, se encontrarem mais algum, por favor me avisem. Kissus!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.