Abrange Interior
1 {no ventre dentre a mente frágil, porém ágil}
Na expansão do meu interior, não ouso maldizer.
O por quê? Pois este é o meu crer.
O de sempre continuar a crescer, mesmo sem sempre vencer.
Desande do seu próprio impasse,
Só com mais classe.
É realmente isto que você quer ser?
Ou é apenas isso que você quer transparecer?
Trago em mim oportunidades e vontades.
Em derivadas intensidades,
Na minha frequência estranha de me desprender.
Daquilo que é bom pra mim, mas não pra você.
O bom é despir-se de qualquer pensamento.
A quase todo momento.
Para nunca amenizar nenhum sentimento.
Apenas para armazenar melhor autoconhecimento.
Pra mim basta!
O conflito dentre minha mente vasta,
Quase me torna uma entusiasta,
Das várias formas que eu poderia ser,
Ou agir.
Me desenvolver é surgir que nem brandir.
É saber quem eu quero ser e quem eu já divergir.
Novamente citando as demandas marcantes do meu interior,
Revejo que há tremendos momentos de horror,
No reconhecimento de que talvez eu possa estar,
Sendo aquilo que eu não possa manifestar.
Talvez a viver de uma ilusão dentro de minha cabeça.
E isto me faça com que eu me esqueça,
Daquilo que me resplandeça.
Oh cabeça, por que tão travessa?
É por isso que preciso estar alerta.
E quase sempre certa.
Para assim poder me virar.
Somente por estar aqui, a esplendidamente, respirar.
Formando meu interior dentre o ventre,
Da minha mente frágil, porém ágil.
E clamando cada dia mais por mais informação.
Sempre buscando,
Por novos meios,
Da minha própria autoformação.
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