Abracadabra!

18 De volta ao lar


Notas iniciais
Boa noite, trazendo mais um espetáculo de capítulo. Continuemos a nossa atração.

No terceiro dia, em Kotohiki, Hinata sentada sobre uma toalha, na areia, assistia as amigas e Sasori se banharem no mar.

Havia acabado de sair da água, com eles brincara de vôlei durante quinze minutos.

Agora secava o corpo no sol, não pretendendo voltar molhada ao Koto Hotel.

No último jantar, Hanabi comeu várias ostras, as quais a fizeram passar mal.

Na manhã seguinte, a menina não estava bem para sair do quarto.

Hinata decidiu fazer companhia à irmã, mas quando a menor dormiu, as amigas insistiram para ela aproveitar a praia só por um tempinho.

— “Acho que agora tá bom...”.

Sentiu seu corpo inteiro secado.

Verificou seu cabelo, úmido, porém deixara de pingar.

Levantou-se, juntou à toalha, dobrou-a, pondo-a no ombro direito, avistou a cabeleira vermelha entre várias castanhas e negras dos banhistas.

— Gaara. — Focou seus perolados nele quem se distanciava mais a cada segundo.

Ele se abaixou e pegou algo da areia, jogou o negócio no balde.

A Hyuuga olhou para o Koto Hotel, depois ao ruivo quem sumia na multidão.

Curiosa, apressou-se para alcançá-lo, quando estava a poucos passos do ruivo, viu-o claramente pegando uma conchinha, ele a jogou no balde.

— “Acho que minha irmã vai gostar de uma.”. — Avermelhou-se, com vergonha de chama-lo e pedir uma concha.

— O que foi? — Gaara questionou sem mesmo se virar.

— Como... sabia que era eu?

— Não sabia que era você. Senti alguém me seguindo. — Enterrou seus pés calçados, em meias finas e os mexeu sob a areia.

Depois seguiu caminho, mais adiante fez a mesma coisa e se abaixou, catando uma nova concha.

Agora estavam em uma região menos cheia de gente.

A Hyuuga olhou pra trás, dali o Koto Hotel era desavistado.

— Eu só queria uma conchinha pra levar pra Hanabi. Acho que ela não poderá visitar a praia hoje. Está muito mal desde ontem... você sabe... por ela ter comido ostras... — Calou-se, sabendo ser desnecessário explicar, o ruivo estava presente quando a menina encheu a barriga de ostras, o almoço e jantar sempre ocorriam com todos juntos.

E se acostumaram sentar na mesma mesa desde o primeiro dia.

Ela apertou os lábios, decidiu imitar o que o ruivo fazia e assim os dois seguiram procurando conchas na praia, entretanto, apenas Gaara encontrava.

— AAah! — Hinata se assustou ao pisar em algo molhinho, ao olhar pra baixo, viu que era a ponta de uma estrela do mar.

O Sabaku volveu pra trás, abaixou-se para pegar a espécie marinha, viu os filamentos que ela usava para se mover.

A Hyuuga notou o quão o ruivo se fissurou pela estrela.

Ele percebeu que demorava sua observância sobre a criatura, então a devolveu ao mar.

— Foi sem querer... acha que a machuquei? — Hinata perguntou, retornando a andar atrás dele. — Ela é tão frágil, eu poderia ter arrancado um pedaço...

— Estrelas do mar são regenerativas, se arrancasse um pedaço nasceria outro no lugar.

A Hyuuga fez a boca em “0”, surpresa tanto pela informação recebida, quanto pelo fato do Sabaku ter dito mais palavras que o comum.

Parou de andar quando chegaram a um local vazio de Kotohiki, sem ninguém por perto.

Hinata se virou para trás e se preocupou com a distância que estavam do Koto Hotel.

— “Eu não consegui nenhuma conchinha.”. — Refletiu entristecida. Ao se voltar pra frente, apressou-se pra alcançar o ruivo quem sumiu entre alguns rochedos. —Sabaku-san! — chamou-o, passando por dois rochedos e se vislumbrou em ver Gaara abaixado, retirando um saco de ração do bolso de seu short preto.

Diante o ruivo, um cachorro de pelo bagunçado, marrom escuro, sem uma das patas.

Possuía falta de pelo em algumas regiões nas costas, era quase esquelético.

Não era um modelo atrativo, todavia, Hinata vendo a alegria do canino, sorriu maravilhada.

— Que lindo. — Aproximou-se e se abaixou perto de Gaara, o balde de concha entre os dois.

— ....?

O Sabaku estranhou.

Era o primeiro elogio que o animal recebeu.

Gaara crer que ela elogiava o animal somente para ganhar uma concha.

Quando o cachorro terminou de comer, ele elevou a cabeça na direção do ruivo.

Depois olhou para a outra companhia, nesse instante, Hinata notou que um dos olhos do cão era todo branco.

— Tadinho. Ele deve ter sofrido muito. — Falou ela, estendendo a mão, propositando acariciar a cabeça do canino, assim fazendo, o cão se aconchegou perto de si, aproveitou para abraçá-lo. — Que gracinha, uma pena eu não ter condições de criar um.

— “Ela... não tem nojo dele...”. — Gaara refletiu, trancando a surpresa através de sua face inalterada. — Se quer uma concha pode pegar, pegue todas, não precisa fazer isso.

Odiava a ideia do cachorro ser iludido.

— Hum? Você vai me dar uma concha. — Enquanto esfregava a cabeça peluda com uma mão, enfiou a outra no balde. — Arigatou, tenho certeza que Hanabi adorará.

Selecionou uma concha prateada.

Gaara fixou a visão na mão da Hyuuga.

— Por que continua agradando ele? Já tem a concha, vai embora.

Hinata franziu o cenho.

— Não agrado o cachorro para ter a concha. — Devolveu a concha ao interior do balde. — Não sou assim. — Despediu-se do cachorro. Acreditava que sua irmã já tivesse acordado.

Gaara a assistiu partir.

O cachorro seguiu Hinata, foi um sofrimento pra ela continuar andando.

— Aqui. — O ruivo chamou o animal quem retornou.

Agradecida, Hinata acenou pro Sabaku.

Gaara abaixou seus verdes ao cachorro.

A Hyuuga não se importou de ser ignorada, sendo esperado do comportamento dele.

*

*

*

Na manhã seguinte, Hanabi estava melhor, banhava-se no mar, conheceu outras crianças com as quais brincava com uma bola de praia.

Hinata junto das amigas e do Akasuna, banhava-se de sol.

— Meninas, podem vigiar minha irmã? — pediu a Hyuuga mais velha. — Procurarei conchas, quero dar uma pra Hanabi.

Sakura deitada sobre uma toalha beijava Sasori deitado ao lado, a rosada estendeu o sinal de “beleza” com o polegar sem interromper o contato profundo das bocas.

Deitada do outro lado do casal, a Nohara revirava os olhos, falou à perolada:

— Vai lá, reparo sua irmã.

Hinata agradeceu se levantando e pegando um balde pequeno.

Conseguiu ele na tarde anterior, pediu para uma das amigas comprar, disse que era para brincar com Hanabi, formar castelo de areia.

O bom é que era barato.

Detestaria pedir o objeto se fosse muito caro.

Apressara-se para chegar aos rochedos, a verdade era que dentro do balde levava pedaços de carne escondidamente separados no último jantar.

Procurava pelo cachorro, ao chama-lo, ele surgiu por entre os rochedos, abanando energeticamente o rabo.

— Espero que goste. — Sorrir enquanto assistiu seu amigo peludo comer.

Quando o cachorro estava perto de acabar, a voz rouca viera:

— O que faz aqui?

A Hyuuga se levantou e virou-se, vendo o ruivo se aproximar, respondeu-o:

— Fiquei pensando no cachorro e resolvi ajudar. Você o levará para sua casa?

Gaara quer expulsá-la.

A presença dela o incomodava.

Mas em vez de enxotá-la, acabou respondendo-a:

— Não tenho condições de ter um animal.

— Que pena... — Abaixou-se, voltando-se pro cachorro, quando o peludo terminou de comer, abraçou-o. — Quem foi o ser cruel que fez tanta maldade com você.

A tristeza presente na voz feminina inquietava a mente do Sabaku.

Sentava de pernas dobradas e as mãos espalmadas na areia.

Não trouxera o balde, somente o saco de ração. Questionou-a:

— Contou para alguém sobre ele?

— Não. Sasori-san não mencionou nada sobre o cão, se ele que é seu amigo não sabe, então deduzi que fosse segredo seu.

— .... — Gaara se aproximou e sentou na areia. O cachorro correu pro seu colo. — Ele estava sendo expulso de um restaurante quando o encontrei. O dono quase o matou de vassourada.

Hinata prendeu os lábios trêmulos. Perguntou-o:

— Quando você vai embora?

— No final do mês.

— Ouviu isso Utsu-chan? — a Hyuuga atraiu o animal para os seus braços e esfregou o pelo. — Ainda terá comida e a companhia de um humano saudável após eu ir embora.

— Utsu?

— Gomenasai. Você deu um nome a ele?

O ruivo meneou.

— Se não se importa, eu gostaria de chamá-lo assim.

— Ele não é meu de fato pra proibir que o nomeie. — Gaara estava avaliativo quanto ao nome “Utsu” que era apelido para bonito.

— Você o encontrou primeiro.

— Ele continua não sendo meu.

— Receio estar sendo intrometida, mas quero tanto agradar esse cachorro.

— Agrade. Não ligo.

Ela sorriu, satisfeita. Aceitou as últimas palavras dele como uma permissão ainda que ele não se considerasse no direito de proibir a proximidade dela com Utsu.

*

*

*

A Hyuuga seguiu o ruivo às rochas nas próximas manhãs, os dois embora não conversassem, eram inatingíveis por algum clima estranho.

Hinata não se constrangia pelo silêncio entre eles, compartilhava da mesma sensação de quando Sasori estava com o Sabaku.

Acostumada com a mudez de Gaara, sabia que ele não a julgava ou esperava que forçasse um diálogo.

— Um dia conseguirei voltar à Kotohiki. Ainda que você não esteja, ficarei entre os rochedos lembrando-me do meu Utsu-chan. — Hinata falou, enquanto abraçava seu amigo de três patas.

Era o último dia dela na praia.

— Gosta tanto de cachorro.

A Hyuuga escutou a rouca voz atrás de si.

— Hai.

— Não perguntei. — Foi uma confirmação. — Somente alguém que gosta muito de cachorro para ficar tão perto dele.

— A aparência não me importa. Os cães são criaturas tão dóceis. — Fitava o céu, esfregando os dedos atrás das orelhas de Utsu. — Quando pequena mudava muito de escola, em todas eu era excluída pelas outras crianças... mas... um dia perto de um dos meus lares temporários, eu agradava um cachorro de rua. Adorava a companhia dele, levava pedaços de pão pra ele comer. — Quase lagrimou, pois se recordou da tristeza que a nocauteou. — Um dia cheguei em casa com o nariz escorrendo, os olhos vermelhos, soluçando... pois presenciei o cachorro ser atropelado. Eu me senti tão culpada.

Gaara abraçou os joelhos.

— Que besteira, que culpa tem se outra pessoa atropelou o cachorro?

— É porque dois dias antes eu me mudei, meu novo lar não era tão longe, então corri até a rua pra encontrar o cachorro, pois fiquei os dois dias sem vê-lo.... ele ficou tão alegre em me ver que saiu correndo na minha direção, atravessou a rua sem cuidado algum, a tragédia aconteceu.

O ruivo cravou as unhas nos tornozelos.

Chegou o momento de Hinata voltar para sua hospedagem, andando pela beira do mar, começava a avistar o Koto Hotel, escutando uma respiração pesada atrás de si.

Ao se virar, Gaara parou de correr, ele lhe estendeu uma concha pequena.

— Pegue logo.

Ela hesitou, mas os perolados não tardaram a brilhar, aceitou a concha, agradecida:

— Arigatou gosaimasu.

O Sabaku foi embora correndo.

*

*

*

De noite, no Koto Hotel, as meninas se preparavam para dormir, embora tenham se divertido bastante, a partida do dia seguinte desanimava a todas.

O quarto era para duas pessoas, durante a estada, a Haruno e a Nohara dividiram uma cama, enquanto as irmãs Hyuugas, a outra.

Todas vestidas para dormir.

Sakura usava pijama rosado, shortinho e alças finas, o umbigo exposto.

Rin, calcinha preta de lacinho e top de algodão.

As Hyuugas estavam nos seus pijamas cheios de remendos e marcas de costura.

De todas as compras que conseguiu fazer, Hinata se esquecera de comprar novas roupas de dormir, teve vergonha no início, mas as amigas nada comentaram a respeito.

Não insistiram para lhe presentearem com um pijama novo, agiram normalmente, e com o tempo a Hyuuga esqueceu seu incomodo.

Hanabi assim que se jogou na cama pegou no sono e dormiu.

— Parece que vivi um sonho. — Sakura suspirou, prendendo os verdes no teto. Apreciava as recentes e maravilhosas lembranças de Kotohiki. No colchão macio, espreguiçou-se. — Isso aqui é um paraíso.

— Verdade, é um pedação do céu. — Concordava a Nohara, penteando os cabelos de Hinata quem sentava diante o lindo espelho moldado em madeira talhada no formato de flores. — É uma pena que eu não descolei um único boy, até Hinata conseguiu um.

A Hyuuga se assustou, criando a interrogação na cara.

— O quê? — Sakura se sentou de pernas dobradas pros lados, os braços retos pressionavam as mãos nos tornozelos. — Quem? Como? Quando?

— Eu só sei o “quem”. — Rin desembaraça um nó dos fios azulados e de sorriso malicioso revelou: — Gaarinha, os vi andando juntos ontem, indo bem longe.

— E-ele é só um... — Hinata incompleta a fala, afinal não sabia se devia chama-lo de amigo. — ...ele é bom em pegar conchas, pedi a ele que me desse uma.

Sakura soltou um “ow” de fofura e os esmeraldinos cintilando.

— Bem, fiz certo em não dar em cima dele né. Gaara é bonito, mas ao mesmo tempo tem um aspecto assombroso. — A Nohara analisou.

— Os dois até combinam. — A Haruno complementou. — Hinata não é de falar muito e Gaara prefere o silêncio.

— Ele é uma boa pessoa, onegai, não criem nenhum clima estranho entre nós.

Rin fez bico, Hinata rejeitava completamente a ideia de ter algo com o ruivo.

— Tudo bem Hina, não insistiremos. — A rosada dissera. Pegou um travesseiro e jogou nas costas da Nohara que terminava de pentear a Hyuuga. Rin se punha de lado pra Sakura, esperando alguma explicação. — Vamos se concentrar no seu caso então, está na hora de você dar bola pros garotos que querem a sua atenção. Já pensou em voltar a procurar no colégio?

A Nohara reviraou os olhos, cansada só de pensar na possibilidade.

— É que... eles estão muito abaixo do padrão.

— Mas podem ser gente boa. — Sakura argumentou.

Rin guardou o pente sobre o móvel encimado pelo espelho.

— Rejeitei os poucos que vieram atrás de mim, não sairei por aí procurando feito louca. Não quero parecer desesperada. — Dirigiu-se à cama da Haruno.

— Mas você me parece desesperada. — Sakura riu. — Não sabe fingir?

A Nohara bufou e se afastou da cama.

— Huuumm... Hina-chan, posso dormir com Hanabi?

— Por quê? — a Hyuuga já se acomodava ao lado da irmã.

— Não quero dividir a cama com alguém esbanjando que namora.

— Não esbanjo nada, nem falei do Sasori. — Sakura dissera indignada.

Rin não deu ouvidos à rosada e se ajoelhou no chão com as mãos apertadas, implorando à perolada:

— Onegai, prometo que não me mexerei.

— Tudo bem... — Hinata devagar se retirou da cama, e andou à Haruno. — Gomenasai, Sakura-chan.

— Não faz mal Hina. — A rosada abriu espaço e assim que a Hyuuga deitou, cobriu as duas. — É cedo demais eu deitar em seus peitos?

A face da Hyuuga se transformou em pimentão. Já faz um tempo que Rin e Sakura demonstraram estar fissurada no tamanho dos seus seios.

— E-eu acho que não.

— Por que não tive essa ideia antes? — a Nohara murmurou chateada vendo a Haruno usar como travesseiro o busto da azulada.

Hinata pegou no sono toda vermelhinha.

*

*

*

~Manhã de 17 de julho de 2010

Quando as irmãs chegam da inesquecível viagem à Kotohiki, Hanabi correu à porta de seu lar, apertada para usar o banheiro.

Estranhou que a porta estivesse encostada, mas o desespero a impediu de pensar muito.

Hinata andando calma meneou sorrindo, a única coisa que preencheu sua mente no presente foi rever Naruto, a ansiedade lhe sorvia.

Ao passar diante a porta de Hayate, o mesmo apareceu.

— Voltaram. — Ele falou com uma seriedade incomum.

— Aconteceu algo? — recebeu desconforto pela cara do homem.

— Ele voltou. — Hayate respondeu.

A Hyuuga levou um momento pra raciocinar, e quando atingiu a conclusão ao que seu ex choffer se referia, correu.

Hayate suspirou e voltou pra dentro de seu cômodo.

“Ele voltou...”. — Hinata pensou desesperada, empurrando a porta e vendo sapatos "novos" no chão.

Sapatos velhos e masculinos.

Devagar foi se movendo e se deparando com o adulto sendo abraçado por Hanabi.

A bolsa de Hinata caiu no chão após escorregar pelo braço que ficara amolecido.

Os cabelos compridos, grisalhos, a face enrugada, olheiras, camisa social de mangas enroladas nos antebraços e calça bege. Um sorriso meigo.

Era ele.

— Mana, mana! — Hanabi se afastou do pai e correu até a irmã. Comemorou: — Otou-san voltou! Isso não é ótimo?

Por quanto tempo? A Hyuuga mais velha quis perguntar imediatamente. Quando ele partiria de novo? Desiludindo as filhas como aprendeu a fazer.

— Hanabi fez xixi no chão. Mas eu limparei. — O pai avisou envergonhado.

— É que levei um susto quando o vi. — Hanabi falou, fazendo bochechões no final.

A mente de Hinata vagava. Sua atenção era inalcançável. Queria loucamente crer que estivesse imaginando coisas, que o cansaço da viagem estivesse lhe causando alucinações.

O Sr. Hyuuga fixou a visão na filha maior. Reparando na beleza dela, maravilhou-se cada vez mais.

— Cresceu muito. — O pai colocou a mão atrás da cabeça, tímido. — Quanto mais tempo passa, mais se parece com sua mãe.

Hinata se entregou, cedendo, as pernas fraquejando fazendo-a ajoelhar-se. Abraçou a a irmã com força.

— Mana? — a menina se preocupou.

— Ficará tudo bem Hanabi, seja o que acontecer... sempre teremos uma a outra. — Hinata garantiu.

Notas finais
Os agradecimentos de sempre a todos vocês que estão acompanhando minha fic.