About you and me

10 Capítulo 10 - THE WAY I LOVED YOU


Notas iniciais
Oi amores, então, estou aqui novamente. Já desejei feliz natal para vocês? Meio atrasado, eu sei. Mas já desejo um doce 2016 que está por vir. Que todos sejamos tipo os mais felizes do mundo e que tenha muitas fics Seddie para acompanhar, certo? Então, estamos a dois capítulos do final, isso é triste, não é? Mas não se desesperem, eu vou tentar escrever mais para vocês, mas vocês tem que me acompanhar tipo para sempre haha Sem mais delongas: Aqui vai o capítulo tão legal e sem graça que eu escrevi. Espero que gostem.

Ah aqueles meses de relacionamento perfeito. Tudo se resumia a carinho e cuidado. Freddie sabia ser todo gentil, e sensível. Eles haviam assumido o namoro, e já tinham cinco meses quase redondos. Sam estava odiando.

Ela odiava o fato de ele sempre abrir a porta para ela. De ele sempre sorrir. De Mariza ter aceitado ela como namorada do Freddie, por que ela havia aceitado tão fácil? Sam odiou o fato de que o relacionamento deles se tornou uma monotonia, era monocromático, era muito parado para ela.

A loira sentia falta de algo que era muito importante na construção Seddie. Sentia falta das brigas, de ela ameaça-lo, dele desafiá-la. Sentia falta daquela emoção destoante que realçasse o relacionamento e o amor. Queria brigar e fazer as pazes com um beijo longo e cheio de ódio.

Mas Freddie era um perfeito cavalheiro, Sam tentava parecer uma dama quando estava com ele. Ele era calmo, enquanto Sam era um tornado se segurando para não destruir tudo por medo que ele não entendesse. Eles iriam encontrar a família de Sam naquela noite, e como sempre Freddie estava perfeito. Ele esperava por ela exatamente às 19 horas, como havia prometido. Estava parecendo um verdadeiro cavalheiro, estava com um terno preto sobre a camisa branca, Sam havia adorado. Ela nunca poderia pedir por algo melhor que aquilo. Mas ela sentia falta daquelas brigas que terminavam da melhor forma.

Ele abria a porta de seu carro para Sam, e ao entrar a encarou com aquele olhar fantástico de admiração, e disse: — Você está muito linda hoje, Sam.

– Estou nada, estou sendo eu. – Sam deu de ombros, não queria demonstrar o quando ficou feliz em receber aquele elogio.

– Exatamente. – Freddie riu antes de beija-la e arrancar o carro. Sam se sentiu bem com isso, mas ela queria uma briguinha.

Ao chegarem a casa onde Pam vivia agora, livre, leve e solta. Afinal Pam não precisava de homem nenhum em sua vida agora, ela estava tentando melhorar de vida. John White já estava ali, e Sam não podia parar de sorrir. Principalmente quando Freddie começou a falar com o pai dela, eles estavam tendo uma conversa interessada sobre os negócios de John, eles se tornaram bem próximos desde que eles assumiram o namoro. Freddie a olhou de canto, e deu um daqueles sorrisos de lado que pertenciam apenas a ela.

Após o jantar, Freddie ajudou Pam com os pratos, enquanto John com um sorriso só conseguia dizer a filha o quanto estava feliz por ela estar com alguém tão bom. Quando Sam foi atrás de seu namorado, era estranho poder chamá-lo assim, encontrou na cozinha um Freddie e uma Pam conversando bem à vontade, pareciam velhos amigos.

Sam ficou meio desconsertada com aquilo, parecia que todos aprovavam o relacionamento deles. Carly que era a ex-namorada dele aceitou numa boa, Mel que ainda estava sozinha, sentiu muita inveja de sua irmã, e alegava que podia ser ela. Poderia afinal elas compartilhavam, tristemente, do mesmo código genético. Afinal o que havia feito Freddie escolher ela? Não seria o jeito único de Sam? Mel e Carly pareciam cópias uma da outra psicologicamente, pois elas eram perfeitas damas, perfeitas bonequinhas de porcelana. E Sam não, ela era Sam.

E Freddie havia se apaixonado por ela assim. Ele havia se apaixonado por ela mesmo quando ela batia constantemente nele, o humilhava e o botava pra baixo, então porque o relacionamentos deles estava indo tão perfeito sem brigas. Ela se sentia bem com isso, mas sentia falta da emoção.

Ele a levava até a faculdade todos os dias, e abria a porta para ela. Ele a dava um beijo de despedida e então com um sorriso dizia que estaria de volta no fim da tarde. E ele sempre estava. Freddie era um perfeito cavalheiro, mas ela sentia falta do menino que a respondia e chamava de diaba loira, a sua diaba loira.

Um dia quando estavam no carro na volta para o apartamento da loira, Freddie disse algo que a garota não gostou. E ela começou a gritar com ele ali mesmo no carro. Ele apenas sorria e pedia desculpas. Parecia ter medo de brigar novamente e a perder.

Sam se frustrou por não conseguir realmente brigar com ele. Mas isso significava que ela não estava sendo ela mesma, afinal Sam brigava, sempre brigava.

Eles eram tão opostos e davam tão certo. Mas a loira queria um pouco de confusão, não queria só carinho e sentimentalismo barato. Ela precisava de uma briga. Ela precisava reacender aquela chama que havia os unido em primeiro lugar. E era a chama que surgia graças as discussões do casal.

Era por eles se odiarem tanto que eles se amavam tanto. E era por se amarem tanto que eles se odiaram por anos.

Sam e Freddie haviam ido uma gravadora, o chefe do local havia assistido ao vídeo da Sam, que diga-se de passagem fez muito sucesso, mas que foi esquecido graças a briga do casal. A gravadora havia ligado para Freddie durante a semana e pedido que ele fosse até lá acertar uns termos do contrato de Sam.

Ele estava tietando ela, dando uma de fã girling para cima dela, e ela estava odiando isso. – Você vai se tornar uma estrela, vai ser grande e eu vou ser apenas o empresário que logo será cortado da lista de pagamento.

– Freddie, eu continuo sendo eu mesma, não é por conta de uma reunião e um possível contrato com essa gravadora que eu vou mudar. Continuo sendo a mesma Sam.

– Eu sei, mas...

Eles haviam ido lá para ver se o contrato não obrigava Sam a fazer propaganda para alguma coisa ridícula, como um condomínio em Marte, ou se vestir de uma maneira ridiculamente absurda, ou se ela não teria que se mudar. Ou se o contrato não obrigava que ela participasse de um episódio de Keep Up with the Kardashians, ela nunca o faria.

– Mas, e se um dia você estiver concorrendo ao Grammy, ou namorando um cantor daquela banda que você gosta, aquele Charlie do Rixton. – Freddie bufou, ele sentia ciúmes de um cara que morava da Inglaterra, e que nem conhecia Sam. – Você vai namorar ele, e vai me esquecer, e eu serei apenas o namoradinho do colegial, e você será uma grande artista.

– Você acha que eu mudaria da vitela para o bacon assim? – Sam perguntou, e incrivelmente Freddie riu com aquela frase dela. – Você não me conhece mesmo, Fredward.

– Eu te conheço muito bem, Samantha. – ele gritou, eles estavam andando até o prédio em que viviam, ela andava muito na frente dele, e suas passadas eram terrivelmente pesadas – Eu sei que está morrendo de raiva, Sam. Mas eu tenho medo de te perder assim.

– Você não vai me perder. Se fosse, já teria perdido há muito tempo. – Sam respondeu, ela parecia triste, ele não saberia dizer por não conseguir olhar aqueles diabólicos olhos divinamente azuis. – E além do mais, eu vou para Dallas daqui duas semanas, como você vai lidar com isso?

– Você vai para onde? Fazer o que?

– Ah, eu não tinha te contado ainda. – Sam disse calma, havia parado de andar. – Eu vou para Dallas, é por conta do curso, você sabe que eu quero aproveitar o máximo desse curso, é minha paixão.

– Mas e quanto a mim? – Freddie perguntou indignado, Sam estava da mesma forma. E por isso retomou a caminhada, uma chuva se anunciava e ela não desejava se molhar, não agora.

– Freddie, eu passarei apenas um mês lá, não é como se eu fosse fugir para Los Angeles novamente. – ela gritou, estava com raiva. As pessoas ao redor deles os ignoravam, eles eram apenas mais um casal a discutir no meio da rua. Aquelas pessoas tinham preocupações maiores, trabalho, reunião, contas a pagar, a chuva que estava a vir. Não poderiam parar e prestar nem um segundo de atenção em uma briga de um jovem casal.

– Mas e se fosse fizer isso? Eu não quero te perder novamente, Sam. – o moreno disse, e a puxou pela cintura, a fazendo andar próxima a ele.

– Aquela vez você me perdeu porque foi babaca, não temos outra razão para isso. Você beijou a Carly e ficou saltitando de alegria, e chorou por dias depois que ela foi embora. E eu aqui te esperando, esperando que você esquecesse dela e lembrasse de sua ex namorada que te amava. – ela falava tentando soltar o braço dele, mas ele apertava forte e ela tinha certeza que ficaria uma marca ali, uma das muitas que ele deixava, mas normalmente ele as deixava em uma hora mais quente, mais intima. – E eu só vou passar uns dias acompanhando um professor que é tipo o melhor cozinheiro dos Estados Unidos.

– Ele deve ser muito bonito e deve cozinhar muito bem... – Freddie começou, demonstrando uma pitada amarga de ciúmes, Sam adorava aquilo.

– O professor Wiszbegger tem 78 anos, mas tá muito bem cuidado para a idade, sabe? – Sam ironizou, queria que ele percebesse o quão ridículo ele estava sendo. – Eu te amo, Fredward, não percebeu isso ainda? Não percebeu que eu não te trocaria por ninguém, nem que seja o cantor mais lindo do mundo, ou o melhor cozinheiro? Se eu fosse fazer isso algum dia eu já teria feito. Mas não fiz por uma razão. Eu te amo. Te amo há muitos anos. Você foi meu primeiro beijo, meu único namorado, o primeiro com quem fiz amor, e que fiz sexo também. Não existe nada no mundo que me faça te deixar agora.

Freddie não precisava ouvir mais nada. Ela estava fazendo a declaração mais pontual e exata que ele podia esperar de Sam Puckett, e isso era incrível. Ele não achava que poderia amar mais aquela loira. Como Freddie Benson estava enganado, ele se apaixonou mais por ela ali, naquele momento, naquela situação do que poderia esperar de uma discussão. E para que ela se calasse e para mostrar que ele também a amava, ele a beijou. Um beijo calmo, porém intenso.

Ele queria dizer as mesmas coisas que ela tinha acabado de dizer apenas com um beijo, mas não sabia se conseguiria, teria que esperar o beijo terminar para ter certeza. Mas quem disse que algum deles queria acabar com o beijo? Não, aquilo estava simplesmente muito bom para deixar que acabasse.

O casal se separou por conta da tempestade que começou a cair. Digamos que o pessoal de Seattle não se importe da garoa quase constante ou das nuvens que vivem a anunciar uma chuva que não vem, mas tempestades eram outra história. Sam e Freddie se divertiram ao ver as pessoas correndo, e se escondendo sob as marquises das lojas, ou simplesmente tentando se proteger com o primeiro objeto que viam a frente, mas não aqueles dois, eles estavam se divertindo, eles não temiam a chuva, pois sabiam que como qualquer discussão deles, a chuva vinha para anunciar uma coisa melhor.

E que o sol aparecesse para Seattle como apareceu para eles aquela tarde. Sam não queria mais largar Freddie, ela adorou como ele simplesmente foi fofo e completamente gentil todo o tempo, mas também adorou discutir. Ele também não temia discutir com ela. Eles estavam largados no sofá da casa de Freddie, quando Sam o olhou nos olhos e se perdeu naquela dimensão castanha.

– Obrigada por ser novamente o meu Freddorento. – Sam sorriu – Senti sua falta, meu nerd.

– Eu sempre fui o seu nerd, princesa Puckett.

– Mas... – ela não tinha argumentos, ela sabia que ele sempre seria dela, independente de como ele estava agindo, se era fofo ou se não, se era gentil ou rude. Ela o amava, e não importava de verdade. O que é um relacionamento sem altos e baixos?

Melanie ia continuar invejando a irmã, Mariza ia continuar apoiando o relacionamento. Freddie não ia deixar de se relacionar com os pais da garota, e não havia nenhum problema nisso. Nem em discutir, afinal, uma montanha russa não teria graça se fosse feita apenas de altos, é preciso umas descidas para fazer o estomago gelar e os cabelos se arrepiarem.

– Ei, quer ver como eu sou o melhor dançarino da região? – Freddie brincou e colocou uma música para tocar enquanto dançava da forma mais ridiculamente fofa que ele conseguia, Sam entrou na dança, afinal é divertido ser um pouquinho infantil às vezes.

Sam e Freddie dançaram pelo apartamento somente de meias, roupas de baixo e uma camisa social. Fizeram coreografias idiotas e imitaram cenas de filmes antigos. Eles eram idiotas, eram uma doce bagunça, e essa era a cola que os unia.

He's charming and endearing and I'm comfortable but I miss screaming and fighting

And kissing in the rain and it's 2 am and I'm cursing your name

You're so in love that you act insane and that's the way I loved you

Notas finais
Ei, ei, ei, crianças, o que acharam? Gostaram? Odiaram? Querem me matar? Podem dizer a verdade, mas eu só acho que eles não são o tipo de casal que ia aceitar um relacionamento tão pacifico, afinal, eles são Seddie, right? É tipo Bade, tem que ter brigas, tem que ter surtos, mas também tem que contrabalancear com momentos doces e fofos. Então, é isso, quero comentários (estou pedindo de todo o coração) e quero recomendações, mas isso vocês não são obrigados a me dar, só se é claro, o coraçãozinho de vocês concordar que está na hora haha Brincadeira, não precisam me dar recomendações, só um comentário legal, que me digam tudo, sabe, que seja bem sexy, já me deixa pulando de felicidade haha Beijos