About Your Funeral

1 Capítulo 1 - O Começo.


Notas iniciais
Eu nunca escrevi nenhum tipo de história, ou algo assim. Então por favor, se faltar algo, ficar vago ou assim: me avisem! Por aqui, ou até mesmo pelo twitter @jjIaw. ♥ Espero que gostem!

Eu estava caindo, meu coração batia normalmente. Estava tranquilo, em paz. Cada parte do meu corpo me avisava que logo o vão chegaria ao fim, centímetros antes de cair, eu acordava.

- Rup!Rup!Rup!Rup! Acorda, rup!!!! Mamãe disse que você vai se atrasar! — A voz de Emily ecoava em minha cabeça, alegre. E eu a puxava para cima da minha cama.

- Bom dia, porquinha!

- Rup, quando poderei ir visita-lo? — A voz de Emily já não estava alegre.

- A qualquer hora! Que pergunta. Ande, diga a Rosalie que já estou descendo.

Em saiu do meu quarto tão rápido quanto entrou. Vesti uma calça jeans, blusa branca e saí a caminho do banheiro. Olhando o espelho, percebi que o machucado acima da minha sobrancelha estava quase completamente cicatrizado. Mas eu ainda me lembrava de cada detalhe do acidente. Lavei o rosto e espantei o pensando de minha cabeça. E fui a caminho da porta, pegando minha mala e uma foto de Em, sentiria mais falta daquela pequena irmãzinha do que qualquer outra coisa. Talvez até mesmo aúnicacoisa.

- Bom dia, querido! Já está pronto? — Rosalie disse. "Querido" eu não ouvia isso a tanto tempo.

- Estou aqui, deve significar que sim.

Rosalie engoliu o que ia dizer e pegou sua bolsa.

- Então vamos. — disse, sem nenhuma expressão.

Em veio correndo até mim e pulou em meus braços.

- Não vai não, Rup. Você pode ficar mais um pouquinho. — Agora Em, chorando e me abraçando mais forte.

- Adeus, Em. Vai se cuidar, hein? Eu te amo, -surrando, agora.- não se esqueça nunca disso.

E parti para fora, onde Rosalie me esperava. A viagem até o aeroporto foi silenciosa até os últimos minutos onde ela, virou para mim e disse:

- Se cuida, filho. Você sabe que estou fazendo isso para o bem da sua irmã, e até mesmo para o seu.

Não olhei para trás.

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- Senhor! Senhor, você já chegou ao seu destino.

Abri os olhos, e então levantei. A aeromoça loira, de olhos claros sorriu para mim e me indicou a saída do avião. Fui direto para a porta de desembarque. Passando por um corredor e me levando direto a uma porta de vidro, onde se encontrava várias pessoas com cartazes com nomes e gente sorrindo, acenando. E logo que sai, o avistei. Ele não mudara nada. Um homem baixo, o mesmo olho azul que os meus, mesmo cabelo loiro, mesmo olhar impaciente. Meu pai. Ao me ver, um sorriso quase se formou. E assim, caminhei até ele. Ele me abraçou e disse:

- Rupert! Quanto tempo, a ultima vez que lhe vi você tinha essa altura — com a mão um pouco acima da cintura demonstrando minha altura.

- Incrível o desenvolvimento humano, não? — Retribui o abraço.

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Fomos de carro até uma casa de pedras cinzas, com o contorno de madeira branca. Ela não mudara nada.

- Bem-Vindo!Eu sei que não é muito mas espero que goste daqui com o passar do tempo, filho. — Disse, John interrompendo o silêncio.

- Não há outra opção há? -John lançou um olhar triste, assim que as palavras saíram de minha boca- Olha, me desculpe. Eu só estou cansado da viagem.

- Tudo bem, vamos entrar. -disse. Assim que saiu do carro, me ajudou com as malas. Entrando na casa, pude perceber que ele havia trocado quase todos os móveis, havia uma televisão e um sofá de três lugares. As paredes eram completamente cobertas de estantes de livros e quadros. John sinalizou com as mães me mostrando a escada e indicandp onde ficava meu quarto com as mãos.

- Obrigado. — Eu disse. E da lá, parti que terminava num pequeno corredor com apenas três portas, a da direita o quarto de john, a do meio o banheiro e a da esquerda, meu antigo atual quarto. Entrei. Ele havia pintado de branco, e colocado uma cama box de casal, e um guarda roupa preto. Haviam estantes com livros. E uma velha escrivania, com um caderno e uma luminária. Desarrumei minhas malas, e tentei deixar o quarto o mais confortável possível. Coloquei ali uma fotografia que roubei da gaveta de fotos da minha mãe, era Em, sorrindo com seus ursinhos favoritos. Deitei na cama, e fechei os olhos. Esperando não sonhar com a lembrança do acidente.

Notas finais
Eu espero mesmo que vocês gostem!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.