Abby em perigo

4 Eu venho por você Abby.


Ari deixou Abby amarrada na cama e tirou os sedativos. Já faziam quase duas semanas eu ela havia sido levada. Gibbs e a equipe corriam para salvar Abby, mas as pistas nunca davam em nada. Gibbs se sentia frustrado. Passava um bom tempo no laboratório de Abby olhando para as maquinas e para o laboratório vazio. Ele ficava duas horas e voltava para mesa.

Dinozzo sentia muito a falta de Abby e não conseguia disfarçar. Era a melhor amiga há anos e sempre deu apoio para ele. Elle não demonstrava mas sentia falta da amiga também. Torres tentava disfarçar, mas quando estava sozinho olhava fotos de Abby no computador para matar a saudade. McGee se ausentou por dois dias porque o bebe nasceu mas sentiu a falta da amiga na maternidade o seu lado. Ducky conversava com Palmer para aliviar a saudade que sentia de Abby. Contou histórias de antes de Palmer começar a trabalhar lá. Palmer sentia falta da felicidade de Abby.

A equipe conciliava investigações de assassinatos com o desaparecimento de Abby. Mas as coisas estavam tristes sem ela.

Depois do meio dia Ari chegou na casa em que mantinha Abby e pediu para que a enfermeira a sedasse. Abby tentou se debater, mas foi imobilizada e sedada pela enfermeira. Adormeceu trinta segundos depois. Acordou amarrada a cadeira no porão outra vez. Mais soro da verdade. Mais tortura. Ari continuou o interrogatório de onde ele havia parado.

— Então Senhorita Sciuto. Qual a natureza do seu relacionamento com o Agente Gibbs? — Perguntou Ari.

— Só Amigos. Só.... Nada mais. – Respondeu.

— Acredito em você, senhorita. – Respondeu Ari. – Já que você não pode mentir.

— Por favor.... Eu não quero continuar... – Implorou Abby.

— Qual a natureza do seu relacionamento com o Agente McGee? – Continuou Ari, ignorando Abby.

— Nós já namoramos, mas agora somos apenas amigos. Ele não tem... Ele não tem nada a ver com isso. – Respondeu Abby tentando resistir.

— Um nerd e uma gótica. Que casal improvável não acha Abby? – Disse Ari em tom de pergunta.

— Não é esquisito se você ama a outra pessoa que está ao seu lado. E eu já amei muito ele, mas agora ele tem seu filho que vai nascer.- Respondeu Abby em tom neutro.

— Muito bem Abs. Agora me responda. Por que você respeita tanto o Dinozzo mesmo quando ele grita com você?

— Ele é meu amigo. E eu protejo meus amigos. – Disse Abby com confiança. Mesmo com todas as medicações ela conseguia se manter lucida.

Ari mandou que retirassem Abby da cadeira e a sedassem antes. Ela implorou que não fizesse isso, que ela iria cooperar, mas Ari não cedeu e a enfermeira a sedou. Com uma dose maior dessa vez. Ari tinha planos. Gibbs estava chegando perto e já havia outra casa preparada com equipamentos hospitalares. Ari tinha um cumplice que fornecia os equipamentos médicos para ele. Alguém o estava ajudando e Gibbs queria saber quem era.

Ari e sua equipe colocaram Abby numa van prata já que a branca havia sido encontrada e o motorista preso.

Gibbs chegou a casa, mas ela já estava vazia. Ele apenas encontrou uma foto de Abby no chão de um dos quartos. Ele pegou a foto e disse:

— Eu virei por você Abby. Apenas por você.

E saíram.