AMOR EM CAMPO

3 Capítulo 2: Começa com R


Notas iniciais
Oi, meus amores! Prontas para passar raiva com o Gabriel Duarte em mais um capítulo? 🗣️ Confesso que, enquanto escrevia, teve um momento em que parei e pensei: "Meu Deus, como eu consegui escrever um homem com o carisma de milhões e o valor de centavos?" Bom, vocês sabem bem como funciona. Leiam com calma e venham surtar comigo. Vejo vocês na nota final! ⚽🔥🧠

A escuridão da madrugada ainda cobria Niterói quando o despertador tocou às cinco da manhã. Gabriel apenas tateou o criado-mudo e o silenciou com um movimento fluido, sem pestanejar. Ser o melhor exigia horas que a maioria das pessoas passava babando no travesseiro. Vinte minutos depois, ele manobrava o sedan prateado para fora da garagem do condomínio de alto padrão em Icaraí. Aquela era uma das maiores vantagens de ser o melhor amigo de Daniel Ferraz: o cara era podre de rico, e os pais haviam cedido o amplo apartamento de quatro quartos com vista para o mar para que eles morassem mais perto da universidade.

O cheiro de couro e do aromatizante de menta do carro era o seu santuário particular. Enquanto o rádio tocava um pagode leve, ele batucava no volante, revisando mentalmente a rotina do dia. Terça-feira era o dia mais longo: musculação pesada por conta própria bem cedo, aulas na faculdade pela manhã e o treino tático exaustivo na parte da tarde. A vida de capitão era feita de estratégia, e Gabriel se considerava um mestre nisso. Dentro e fora de campo.

Ele estacionou na garagem da academia antes mesmo do fluxo da manhã começar. O lugar ainda estava vazio, exceto pelos "viciados" de sempre. Gabriel seguia seu plano com a mesma agressividade que usava no gramado. Cada repetição no agachamento, cada gota de suor que caía no chão emborrachado era um investimento no seu corpo, sua principal ferramenta de trabalho. Após terminar a última série de ombros, ele caminhou até o bebedouro, os músculos pulsando sob a regata encharcada de suor. Foi enquanto esperava a garrafinha encher que sentiu a presença.

— Bom dia, Duarte. Malhando mais cedo hoje. O que foi, deu formiga na cama?

Ele nem precisou olhar para saber quem era. Estefany. A ruiva era uma força da natureza: um pouco mais velha, com o corpo esculpido por anos de musculação pesada e uma confiança que intimidaria qualquer um que não fosse o capitão dos Falcões. Ela usava um conjunto de lycra bordô que deixava muito pouco para a imaginação, destacando as curvas que faziam dela uma lenda nos corredores da academia.

— O mundo pertence a quem acorda cedo, ruivinha — Gabriel deu um sorriso de canto, fechando a garrafa. — E você parece que acordou cheia de disposição.

— Sim. Malhei pesado, mas acho que sobrou um pouquinho de energia para você gastar.

O convite estava nos olhos verdes dela, vibrando com uma intensidade que Gabriel não estava disposto a ignorar. O sol finalmente começava a nascer no horizonte, e ele tinha uma hora de sobra antes da primeira aula na UC. Diferente do dia anterior, em que dispensara Brunna por pura pressão de horário antes do treino, com Estefany ele tinha o total controle do relógio.

Eles não precisaram de muitas palavras. O trajeto até o carro na garagem subterrânea e quase deserta foi feito em silêncio. Assim que as portas se travaram e os vidros fumê isolaram o mundo externo, o veículo se tornou o campo de jogo.

Estefany só esperou o tempo de Gabriel ajustar o banco do motorista para trás antes de subir no colo dele, desamarrando a blusa frente única. Os seios siliconados saltaram na frente dele. Gabriel não teve pressa. Sorveu um dos mamilos rosados da ruiva, saboreando o domínio da situação. Ele gostava de controlar o ritmo, sim, mas gostava ainda mais do reconhecimento. Era um especialista. Sabia exatamente onde tocar para ouvir o som que queria, guiando Estefany com a mesma precisão com que comandava o ataque dos Falcões. Ele se certificou de que ela estivesse completamente entregue, as mãos dela agarrando seus ombros com força enquanto ele provava que o camisa 10 jogava para ganhar em todas as frentes.

Quando o suor começou a embaçar os vidros e a respiração de ambos voltou ao normal, ele apenas se recostou no banco de couro, ajeitando o cabelo úmido no retrovisor.

— Excelente cardio — Estefany murmurou, recuperando o fôlego e ajeitando a ruivice desalinhada.

— Sempre que quiser, estou à disposição — Gabriel sorriu, calmo. Ele a deixou na entrada da academia com um beijo casto no rosto e ligou o motor. O ego estava alimentado, o corpo relaxado e a mente afiada. Ele se sentia o dono da cidade.

Foi com esse espírito de invencibilidade que ele dirigiu até o campus da Universidade Central. Ao estacionar na área informalmente dominada pelos atletas na UC, ele avistou o "problema" de saia jeans encostado em um dos carros parados ali. Brunna. Ela não parecia feliz; a expressão fechada e os braços cruzados eram um sinal claro de que o episódio da manhã anterior ainda não tinha sido digerido.

Gabriel suspirou, mas não de preocupação. Era apenas o pequeno desconforto de ter que performar o papel de "bom moço" antes do primeiro café do dia.

— Bom dia, linda — disse ele, aproximando-se com aquele caminhar relaxado, as chaves do carro girando no dedo indicador.

— Você é um idiota, Gabriel — Brunna disparou, a voz subindo um tom. — Me deixou na mão ontem, saiu correndo como se eu fosse um fardo.

Gabriel parou a poucos centímetros dela, invadindo seu espaço pessoal com a precisão de quem sabe que o próprio perfume é uma arma de distração em massa. Ele inclinou o rosto, deixando um sorriso de canto — impregnado de um arrependimento perfeitamente ensaiado — surgir nos lábios.

— O Moura ia me esfolar vivo se eu perdesse o tático ontem, Brunninha. Você sabe como é o futebol para mim. É minha carreira, meu foco — ele baixou o tom de voz, tornando-o mais íntimo, quase um segredo. — Mas eu não parei de pensar no jeito que você me olhou antes de eu sair.

Brunna descruzou os braços lentamente, a resistência derretendo sob o inevitável "Efeito Duarte".

— Sério? — ela murmurou, embora o brilho nos olhos denunciasse que ela já o tinha perdoado.

— Claro. Eu posso ser meio babaca às vezes, mas sei compensar meus erros — ele deslizou a mão pelo braço dela, um toque leve, apenas o suficiente para selar o acordo. — Sábado, depois do jogo contra os Jaguares. Prometo te compensar. Sem pressa, sem treinos. Só nós e orgasmos incríveis.

— Vou cobrar, Duarte. Ele piscou para ela, assistindo-a se afastar com um balanço de quadril vitorioso. Gabriel deu um tapinha mental nas próprias costas enquanto caminhava em direção ao Bloco C. Conflito resolvido. Ego inflado. Ele era intocável.

Gabriel estava tão imerso na própria eficácia que quase não registrou a garota saindo da biblioteca logo à frente. Mas então ele percebeu a blusa um número maior, o rabo de cavalo desalinhado e se lembrou do relatório manchado de lama no dia anterior e do desafio lançado no banco de cimento. Gabriel fixou os olhos na silhueta que caminhava de cabeça baixa, tentando lembrar-se do nome da menina. Renata? Raíssa? Rebeca? Tanto faz. Era hora de vencer aquele jogo.

⚽📖⚽

O corredor do Bloco C parecia mais longo do que o normal naquela manhã. A cada passo, o sol que entrava pelas janelas altas pesava sobre os ombros de Rafaela, competindo com a alça da mochila que insistia em marcar sua pele. Seus olhos ardiam pelo uso excessivo do microscópio na noite anterior, mas sua mente já estava em modo de sobrevivência: ela tinha exatamente dez minutos para atravessar o prédio, engolir um gole de café frio da sua garrafa térmica e organizar as lâminas de vidro antes de começar o seu turno como monitora de Microbiologia. A vida dela era um cronômetro constante, e qualquer segundo desperdiçado parecia um luxo que ela não podia pagar.

Rafaela ainda sentia o sangue ferver ao lembrar do relatório arruinado no dia anterior e do sermão que recebera do professor Celso ao entregar as folhas amassadas e manchadas de lama. Mas, como se o universo conspirasse contra sua paz, uma voz ecoou logo atrás dela, quebrando seus pensamentos:

— Ei, Roberta!

Ela reconheceu imediatamente o tom despreocupado, rouco e irritantemente confiante de Gabriel Duarte.

Rafaela apressou os passos, já que o chamado era para qualquer outra pessoa.

— Espera! — ele insistiu, o som dos tênis dele contra o piso de granito indicando que ele estava correndo para alcançá-la. Uma leve queimação nos quadríceps o lembrou do agachamento pesado de mais cedo, mas ele ignorou a fadiga física. — Nossa, você anda rápido, hein, Roberta? Algum treino secreto que eu deveria saber?

Rafaela parou abruptamente e girou nos calcanhares, voltando-se para encará-lo. Além de a estar atrasando para a monitoria, o idiota ainda tinha errado o seu nome.

— Acho que você se confundiu — ela respondeu, a voz cortante como gelo.

Gabriel travou o sorriso, aquele que costumava derreter metade das meninas do campus, e inclinou a cabeça levemente, pego de surpresa.

— Confundi? Você não é a... — Ele hesitou, os olhos castanhos percorrendo o rosto dela como se tentasse encontrar a resposta em um gabarito de prova. — A garota de biologia?

— Meu nome é Rafaela. Não que isso importe para alguém que não consegue enxergar um palmo à frente do próprio ego — retrucou ela, ajustando a alça da mochila com firmeza. — E, para sua informação, eu não faço "treino secreto". Eu só tenho lugares para ir, alunos de monitoria me esperando e um relatório de microbiologia para refazer inteiramente porque algum imbecil achou que o campus era uma pista de corridas ontem.

Gabriel arqueou as sobrancelhas. Ele finalmente registrou o tom de fúria dela. A maioria das garotas gaguejava na sua frente; ela o estava fatiando em praça pública.

— Ah, sobre o lance do esbarrão… — Ele deu um passo à frente, com aquela autoconfiança irritante. — Foi justamente por isso que vim falar com você. Foi mal, Rober… digo, Rafaela. Eu estava com pressa para o treino. Quanto custa uma cópia nova? Eu posso pagar a impressão para você se esse for o problema.

Rafaela sentiu um riso amargo subir pela garganta.

— "Pagar a impressão"? — Ela deu um passo em direção a ele, forçando-o a recuar um centímetro por puro instinto. — Foram três madrugadas de análise de dados e referências bibliográficas que agora estão cobertas de lama porque você é incapaz de pedir licença. Dinheiro nenhum compra o tempo que eu perdi. Então, faz um favor para nós dois: volta para o seu grupinho e me deixa em paz.

Ela girou nos calcanhares, o rabo de cavalo chicoteando o ar tão próximo do rosto dele que Gabriel sentiu o deslocamento do vento. O rastro do perfume dela pairou no ar e não tinha nada a ver com formol. Era algo floral e extremamente limpo, nada parecido com as fragrâncias doces e pesadas das garotas com quem ele costumava sair.

— Ela acabou de me mandar pastar? — Gabriel murmurou para si mesmo, um sorriso lento, intrigado e genuíno surgindo em seu rosto.

Ele continuou imóvel por alguns segundos, os olhos fixos na porta da sala de monitoria por onde Rafaela passara. O burburinho dos alunos que circulavam pelo corredor foi subitamente cortado por um som que Gabriel conhecia bem, mas que raramente era direcionado a ele: uma gargalhada escandalosa.

— Puta que pariu, Biel! — A voz de Diego veio acompanhada de um fôlego ruidoso. Ele surgiu do corredor lateral, com a cara de quem tinha acabado de presenciar um crime. — Você chamou ela de Roberta? Sério? — Diego continuava rindo alto, atraindo os olhares de duas loiras que passavam. — “Posso pagar pela impressão.” Esse foi o seu melhor?

Gabriel soltou um suspiro pesado e passou a mão pelo cabelo, desfazendo o desleixo calculado de antes. A irritação começava a formigar sob sua pele.

— Eu só me confundi, porra. Roberta, Rafaela, tudo começa com R — argumentou ele, embora a desculpa soasse pífia até para os próprios ouvidos.

— Cara, ela te ignorou bonito — Diego parou ao seu lado, o rosto vermelho de tanto rir. — Melhor dizendo, ela te desintegrou. Se desse para te colocar num microscópio, ela teria colocado só para ver como um espécime de babaca se comporta sob pressão.

ra te colocar num microscópio, ela teria colocado só para ver como um espécime de babaca se comporta sob pressão.

Gabriel balançou a cabeça, forçando um sorriso no canto da boca para não demonstrar o golpe no ego.

— Não foi exatamente uma ignorada… — tentou justificar.

— Não foi exatamente uma ignorada… — Diego imitou a frase de Gabriel com uma voz fina e debochada, secando uma lágrima imaginária no canto do olho. — Aham, sei. Ela praticamente te atropelou com as palavras, boludo. ²

Daniel aproximou-se com passos lentos, parando entre os dois. Ao contrário de Diego, ele não estava rindo. Ele mantinha os braços fortes cruzados sobre a camisa escura, observando Gabriel com uma expressão que misturava pena e um "eu te avisei" silencioso.

— Parece que finalmente você encontrou alguém imune ao “efeito Duarte”, hein, Gabriel? — disse Daniel, sua voz calma e madura cortando a euforia de Diego. — Para ela, você não é o camisa 10; você é só o cara que estragou o trabalho dela e nem teve a decência de pedir desculpas direito. Ainda chega com essa marra, achando que a menina deveria cair aos seus pés.

Gabriel franziu a testa, a mandíbula travada.

— E quem disse que eu quero que ela caia aos meus pés? — perguntou, tentando retomar a pose de indiferença que usava como armadura.

Diego deu um tapinha nas costas de Gabriel, o sorriso malicioso voltando ao rosto.

— Ué, gênio, você apostou mil reais. E, pelo que eu vi agora, esses mil conto já estão saindo da sua conta e entrando na minha — Diego provocou. — Admite: o "Efeito Duarte" falhou miseravelmente. Ela te olhou como se você fosse um bicho peçonhento. Literalmente.

Gabriel deu de ombros, mas seus olhos castanhos brilharam com uma intensidade sombria. Ele olhou novamente para a porta da sala de monitoria, ainda sentindo o rastro do perfume floral que parecia zombar da sua derrota.

— Eu vou conseguir — afirmou Gabriel, e desta vez não havia qualquer traço de tédio em sua voz. — Isso só deixou tudo mais interessante. Ela quer bancar a difícil? Ótimo. Eu nunca gostei de partidas que se resolvem no primeiro tempo mesmo.

Daniel suspirou, balançando a cabeça enquanto começava a caminhar em direção ao bloco de humanas.

— Só toma cuidado, Gabe — Daniel lançou por cima do ombro, a voz ecoando no corredor. — Quem joga com quem não tem nada a perder, geralmente acaba saindo de campo com uma lesão que não é fácil de curar.

⚽📖⚽

Depois do fim da última aula, os pés de Rafaela se moveram praticamente no automático, desviando de grupos de alunos que discutiam sobre onde iriam almoçar. Para eles, o fim da manhã era o começo do descanso; para ela, era apenas a transição para o segundo turno.

Ela só permitiu que os ombros caíssem quando atravessou a porta do pequeno apartamento de dois quartos que dividia com Letícia em uma das ruas mais antigas e barulhentas de Santa Rosa. O lugar era apertado, com paredes que pareciam finas demais para abafar o som da vizinhança e das crianças jogando bola no prédio ao lado, mas era o que o orçamento apertado de ambas permitia.

No corredor, o par de tênis surrado da amiga e um casaco jogado sobre a única poltrona da sala indicavam que Letícia também tivera uma manhã caótica antes de sair para o expediente na boutique em que trabalhava. Rafaela jogou a mochila na mesa da cozinha — uma peça de fórmica bamba que servia tanto de mesa de estudos quanto de jantar — e foi direto para a geladeira. Pegou a garrafa d’água, encheu um copo e bebeu o líquido gelado em goles longos, tentando empurrar goela abaixo não só a secura na garganta, mas o sorriso presunçoso de Gabriel Duarte.

— "Pagar a impressão"... — sussurrou para o reflexo no micro-ondas, que exibia um post-it colado pela amiga: "Vou dormir no Gui hoje. Não esquece de pagar a luz! Minha parte está na caneca de café. Te amo, não fica sem comer!".

Ela voltou para a sala carregando a mochila; quando a abriu, viu que o estrago era pior do que parecera sob a luz do corredor do Bloco C. A lama havia secado, deixando crostas marrons sobre as tabelas de dados que ela passara horas refinando. Aquilo não era apenas "uma cópia". Era o registro de um experimento de três semanas que o professor Celso, com muito custo, permitiu que ela entregasse no dia seguinte, mas descontando pontos valiosos pela apresentação.

Seu estômago roncou, lembrando-a de que o seu único sustento até ali fora uma barra de cereais comida às pressas antes da monitoria. Ela abriu a geladeira novamente, encontrando outro bilhete de Letícia preso num pote de plástico: "Coma o resto do macarrão, eu sei que você saiu sem tomar café da manhã de novo. Ps.: precisamos de ovos."

— Macarrão frio e água. Um banquete de rainha — ironizou, pegando o pote. Enquanto comia em pé para economizar tempo, seus olhos recaíram sobre o relógio de pulso. Restavam vinte minutos para o turno na livraria começar. Ela teria que pegar o próximo ônibus, enfrentar o trânsito do meio-dia e o mau humor dos clientes e, na volta, ainda encontrar forças para reescrever as seis páginas manchadas sob a luz fraca da sala.

Rafaela não odiava Gabriel apenas porque ele era arrogante. Ela o odiava porque o mundo parecia conspirar para que ele nunca soubesse o que era o peso de uma consequência. Para ele, tudo se resolvia com um sorriso de lado e uma carteira cheia.

Para ela, a vida era conquistada no centavo, no cansaço e na pura insistência. Ela calçou os sapatos, prendeu o cabelo em um rabo de cavalo ainda mais firme e pegou a mochila. Se o "Capitão Perfeitinho" achava que ela seria mais uma conquista barata para a sua coleção, ele estava prestes a aprender que existem organismos que, quando atacados, não apenas sobrevivem, eles se tornam letais.



Notas finais
🛑 FIM DO JOGO (POR HOJE)! E AÍ, SURTARAM? É oficial: o Gabriel Duarte não erra uma, ele erra todas!! Alguém cancela o CPF desse camisa 10, por favor? 🗣️😂 Agora vamos respirar fundo junto com a Rafaela e abrir a nossa mesa de fofoca oficial aqui nos comentários! Para quem já é de casa: o que vocês estão achando desse novo Gabriel e dessa nova Rafa? O rework entregou tudo o que vocês queriam? E para os novos torcedores: o coração de vocês já foi fisgado pelos Falcões ou vocês ainda estão no time de querer tacar um livro na cabeça do capitão? Soltem os panos (ou as pedras) aqui embaixo! 💬👇 Vejo vocês na sexta-feira com mais novidades e mais capítulos! Até lá, fiquem de olho no meu Instagram (@santinni.autora) para não perderem nenhum spoiler dos bastidores da UC. Beijos! ⚽🔥 [Gostou? Não se esqueça de favoritar e avaliar o livro na plataforma! 🌟]