AMALDIÇOADOS
1 COMEÇO
Eu estou correndo,esta escuro mais eu continuo correndo.
Eu procuro por ele a minha volta mais sei que é em vão não vejo nada.Derrepente começa a surgir uma luz em meio as árvores por um minuto eu paro, penso ser minha mente me pregando mais uma peça me dando falsas esperanças para me agarrar,mais sou puxada de volta a realidade ao ouvir gritos atrás de mim.Olho para os lados confusa porem foco na luz que surge por entre as árvores e começo a correr novamente.Em pouco tempo estou de frente a um penhasco de costas para a floresta, meu peito apertado em um corpete azul escuro sobe e desce rapidamente em busca de ar meus pulmões queimam.Eu escuto quebrar de galhos e me viro rapidamente e me deparo com aqueles malditos estão se aproximando com aquele sorriso de vitória nos lábios.—Eu ainda vou arrancar cada sorriso de cada um de vocês. -digo com os dentes serrados.Um deles sorri e abre espaço derrepente vem outro dos seus capangas segurando o grande e único amor da minha vida.—BERNAR. -grito correndo em sua direção e quando eu quase sentia sua maos em mim sou segurada por um dos malditos.—ME SOLTA SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO. -grito e tento me livrar dos seus braços ele ri o me joga no chão.Eu respiro fundo pois seu que não posso perder a calma não de novo.Me levando e me ponho firme encarando cada um deles começo a mexer minha mao direita o menos possível porem mesmo com o menor movimento já tenho respostas imediatas,um dos malditos começa a sufocar outro corre e se joga no penhasco...eu posso matar todos se quiser.—PARE AGORA -o mais velho grita.-OU EU JURO QUE CORTO A GARGANTA DO SEU AMADO BERNAR AQUI MESMO.Paro instantaneamente por que por algum motivo não consigo controlar esses dois,penso por um momento até que o velhote me mostra a marca.Uma flecha que atravessa quatro círculos,isso significa que eles são...Eles me caçam a muito tempo e já vieram muitos antes deles e eu continuo aqui.—Por favor -falo já com lagrimas escorrendo sem controle pelo rosto -deixe ele ir,ele não tem nada a ver com isso...eu... -olho para Bernar que faz um sinal negativo com e cabeça -eu estava manipulando ele não vai atrapalhar os planos de vocês. -mintoO homem me encara e sorri,olha para o garoto que segura Bernar com uma adaga encostada em seu pescoço.Apenas um sinal.Tudo para.Eu estou em choque.Ele passa lentamente a lamina no pescoço de Bernar como se quisesse aproveitar cada segundo,como se quisesse sentir cada pedaço da sua vida deixando seu corpo.Minhas pupilas se dilatam eu quero me mexer mais meu corpo não reage.O corpo de Bernar cai no chão.Reassumido o controle do meu corpo corro até ele sem vida,é mais do eu posso suportar olho para ele que agora me encara com olhos frios de morte.—Por favor não de novo não, não me deixe de novo. -falo envolvendo seu corpo em meus braços, suplicando para que a morte me devolva a única coisa boa que havia na minha vida.Derrepente estou sendo arrastada minha cabeça esta girando, quando me dou conta estou na beira do penhasco apenas alguns centímetros me separam de uma queda horrível.—Você vai sofrer para sempre-diz o velhote cuspindo na minha cara — vadia amaldiçoada.O mais novo aponta uma espada para o meu pescoço e eu instintivamente dou um passo a frente querendo me encontra com meu amado nas trevas.—Na na não minha querida,você sabe que isso só lhe causaria uma coceira na garganta,o que você quer brincar?-diz o mais novo rindo do meu desespero.O que?Como assim?Eu não entendo...a maldição foi quebrada.Não foi?—A maldição acabou -eu digo -ele...eu...eu não sou mais virgem...por que ainda fazem isso?—Não,não acabou nem nunca vai acabar você esta amaldiçoada para toda a eternidade,vai sofrer para todo o sempre.—Isso é impossível. -digo como se ouvisse a maior besteira de toda a minha existência.—Não não é. -o mais novo diz e o que sinto é um chute que me joga diretamente aquela queda inevitável.A ultima coisa que sinto é o impacto no meu corpo com a água e as pedras no fundo do penhasco.E tudo se apaga.
Fale com o autor