(ALDD) A revolta das trevas

11 X - Acontecimentos estranhos


Notas iniciais
Gente, demorei mas finalmente consegui. Aqui está o próximo cap.

Eu acordei no que parecia ser já tarde, com alguém me cutucando.

-Acorda, garota! Já é quase hora do almoço, sabia?! – ouvi uma voz irritante exclamar. Droga.

-Hã? – olhei em direção da voz, e me assustei um pouco.Era uma mulher de cabelos rosa choque, e a pele exageradamente rosa(um rosa-bebê mais forte um pouco) quem me chamava.

-Da proxima vez – disse ela – vá dormir em outro lugar! Dormir nos pés das pessoa SEM PERMISSÃO é i-ná-cei-ta-vel – enquanto ela dizia, eu me levantava – Você não teve educação não? E você ronca garota! – eu imaginei que ela disse isso só por dizer, poi não me lembro de já ter ouvido isso antes. – Não deixa ninguém dormir e... Volte já aqui! Eu não termineia ainda! – Mas, a essa altura do campeonato eu já estava correndo para fora da floresta. Eu estava cheia de folhas no cabelo, então fui direto para meu chalé, tomar banho e vestir algo decente.

De banho tomado e com roupas limpas, eu fui indo para o pavilhão, mas, no caminho, passei pela arena, onde vi Nick... Ele parecia ser um misto de tristeza e raiva, treinando. Continuei indo para o pavilhão, mas, quando eu estava quase chegando lá... Minhas pernas deram a volta e começaram a ir para a arena. Mas que merda é essa? eu disse mentalmente para minhas pernas. Era como se não fosse mais meu cerebro controlando meu corpo!

Quando eu me dei conta, já estava escorada na parede, observando Nick treinar. Ele estava destruindo alguns bonecos de palha, espalhando a palha para todo lado. Seus cabelos estava grudados na testa, ele suava, parecia que estava ali a um bom tempo. A palha grudava nele, e suas roupas se grudavam ao seu corpo. Olhando-o ali, treinando, meu coração acelerava. Eu pigarreei.

-Parabéns, você acaba de matar uma dúzia de bonecos de palha – disse, sarcástica, e ele me olhou, me notando. Ele fez uma expressão de quem não sabia se me ignorava pela raiva, ou se sorria por eu falar com ele. Ele optou por dizer:

-Achei que não queria mais falar comigo – e voltou a esfaquear os bonecos.

-Eu não queria... Quer dizer... O fato de eu não QUERER falar com você não significa que eu consiga fazer isso.

-Então, por que disse aquilo? – ele parou e me olhou nos olhos. Foi só um olhar, mas tão intenso quanto um choque elétrico de 10.000 volts. Os azuis nos olhos dele até exibiam uns riscos amarelo-rexeados, como raios amarelos e roxos. Mais eletricos que nunca. Eu desviei o olhar.

-É que... Eu sinto como se você fosse meu inimigo natural, as vezes. Como Hades é de Zeus. Quer dizer, não extamente, mas... Ah, você entendeu! – ele me olhou, triste.

-Então, vamos mesmo fazer isso?

- Isso? Isso o quê?

-Tomar as dores de nosso pais? – Eu queria dizer que não, mas...

-É meu pai... Minha família!

-Não diga como se ele tivesse feito algo por você! Ele não te criou, não te viu crescer, nem mesmo te conheçeu ou protejeu! Ele é apenas seu progenitor, não seu pai... – eu ia responder, mas a concha avisando o almoço soou.

-Temos que ir...

-Pode ir. Eu vou ficar mais um pouco. Ei, entõ, você vai falar comigo a partir de agora?

-Como se nada tivesse acontrecido – eu sorri e corri para o pavilhão.

Após o almoço, eu quase corri para a arena, mas ele não estava lá. Lá só havia uma pessoa... Drew? Eu pensei e acabei falando ao mesmo tempo. Ela me olhou com um misto de susto e satisfação.

-Como vai, perdedora?

-Não provoca! Posso até ser expulsa daqui, mas ainda mato você! –ela sorriu, sem acreditar.

-Ahaha, que meeeedo. Apenas tente, vadia. – ela riu, debochadamente – E entenda logo. O Nick... É MEU! – ela riu mais, o que me deixou com o sangue fervendo de raiva. Peguei Thana e, quando eu ia lança-la Drew disse:

-Vire isso para si mesma! Como ousa apontar ISSO para mim? – eu a virei – Coloque agora sobre a sua barriga... Isso isso – ela dizia enquanto eu involuntariamente a obedecia. – Agora enf... – ela nõ pode terminar, pois nesse momento, um grito a assustou.

-PARE! – era Nick, chegando, limpo – Que merda você pensa que está fazendo? Vai mata-la – Drew ficou vermelha e saiu correndo. – Tudo bem? – Nick me olhou, preocupado. Eu larguei Thana, tremendo.

-Essa foi por pouco... – rio nervosa. – Mas, eu estou bem. – peguei Thana e a embainhei. Então ele me abraçou.

-Não me assuste assim nunca mais, ouviu? – Eu não soube como responder. Só sentir seus braço quentes ao meu redor... Eu senti o medo ir embora. Eu queria me afastar, mas, apenas sentia que aquele era meu lugar. Nos braços dele. Então, ouvimos um grito de terror lá fora, e corremos para ver o que era.

Quando chegamos próximo ao local do grito, um cheiro de sangue e enxofre nos envolveu. Ao que parecia, apenas nós haviamos ouvido o grito. Fomos seguindo o cheiro até encontrarmos o corpo. Era Drew. E em sua barriga, tinha algo escrito a sengue: Ninguém meche com minha filha.

Não precisavamos de provas para saber quem havia feito aquilo.

Notas finais
Está sem correção ortografica, então, por favor, não julguem kkkkkkkk
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.