Notas iniciais
OI oi gente! Desculpinha pela demora meus queridos, mas em compensação ta aí um cap com duas coisas que vcs estão loucos para que aconteça. POSTANDO DE MADRUGA MINHA GENTE PORQUE TO AQUI ASSISTINDO FILME COM O BOY MAGIA, ENTÃO VAMOS SER RÁPIDOS AQUI. Boa leitura!

– Isso nunca mais irá acontecer – ela suspirou olhando para cima.

– Não mesmo – Charlie concordou – foi um erro, você é como uma irmã pra mim.

Jen assentiu e engoliu seco.

– Desculpa, eu estava atordoado – ele se virou para ela que estava coberta até o pescoço.

– Eu também estava.

– Duas pessoas fracas juntas acaba em...

– Sexo – eles riram e Jen se abraçou ainda mais o cobertor – vamos esquecer? – ele ergueu a mão para ela bater.

– Vamos esquecer – eles se cumprimentaram e depois riram – você tem jogo hoje, não tem?

– Tenho... – Charlie piscou olhando o relógio na cabeceira de Jen – em três horas, por sinal.

– Eu vou com você – ela se levantou cobrindo seu corpo com o lençol indo até o banheiro.

– Pra que se cobrir? – ele sorriu – já vi tudo ai.

– Imbecil – ela riu fechando a porta.

* * *

Charlie a viu entrar na quadra conversando com Abby enquanto Kate e Sarah corriam para Nick e Nathan. Ele prestou atenção nos lábios dela e viu que ela disse "eu realmente não sei oque estou fazendo aqui de novo".

Ele mordeu o lábio olhando para baixo. Jen continuava falando sobre o time adversário e como eles eram fracos perto do time da casa e Charlie apenas assentia olhando Emily subir os degraus da arquibancada até quase o último sentando com Abby.

Charlie voltou a olhar para Jen que sorriu segurando seu ombro.

– Nervoso, menino do basquete?

– Não, não – ele negou.

– Claro que não – ela ergueu as sobrancelhas e o abraçou – boa sorte menino do basquete.

– Valeu garota do vôlei – ele piscou para ele dando um selinho na mesma antes dela se retirar indo para seu lugar perto das garotas de seu time.

– Charlie – Nick foi até ele.

Charlie olhou rapidamente para a arquibancada vendo Sarah subir junto de Kate.

– Fala cara – Nick deu um tapinha no ombro de Charlie e o olhou.

– Eu to com medo.

Charlie piscou e o olhou.

– Não podemos perder, se perdemos estamos fora.

Charlie mordeu o lábio.

– Eu sei cara, eu sei – ele suspirou – também estou nervoso.

– O Sander não vai jogar, ou seja, um bom a menos, Nathan ta com dor de cabeça e eu acho que vou vomitar a qualquer momento.

– Ei, relaxa, ok? – Charlie segurou seus ombros – vai tomar uma água rápido e volta antes que o jogo comece.

Nick assentiu e saiu correndo atrás de água, Charlie olhou para as meninas e Sarah estava com o cenho franzido.

Charlie fez um positivo com a mão indicando que estava tudo bem e Sarah assentiu. Estavam todos tensos porque bem, o time deles era bom, mas o outro estava invicto até o momento, já eles haviam perdido uma vez nas eliminatórias.

Certo, agora Charlie que estava morrendo de medo.

– Calma, respira e se concentra.

– Hora do jogo! – Nathan pulou em Charlie e foi praticamente saltitando até o centro da quadra.

Charlie franziu o cenho, ele havia tomado Red Bull, certeza, e um remédio pra dor também.

O treinador assobiou e todos foram em direção ao banco de reservas, Nick estava com o cabelo molhado oque levou Charlie a pensar que ele havia tacado água na cabeça pra relaxar.

E parece ter funcionado.

– Garotos, eu quero que acima de tudo, se divirtam e deem cem por cento de suas forças e habilidades, ok? – todos assentiram – confio em vocês, e confio que o resultado será justo independente de qual seja – ele suspirou – mãos no centro e destruam eles!

Estavam todos indo apressados até o centro da quadra para o início do jogo, mas o treinador puxou Charlie e Nick pelos braços.

– Hawks, derrube qualquer um que venha pra cima de você, e Martin, seja rápido.

– Sim senhor – disseram os dois em uníssono.

– Agora vão e me orgulhem! – ele os empurrou e foram para seus lugares.

* * *

Charlie a colocou contra a parede a beijando enquanto descia o zíper de seu vestido deixando que ele escorregasse pelo corpo dela rapidamente até o chão. Emily tirou a camiseta de Charlie que a pegou no colo a jogando na cama. Passou o corpo por cima do da loira acariciando as pernas dela enquanto beijava seu pescoço. Emily arranhou o couro cabeludo dele sentindo seu estômago dar um salto.

Ela passou as mãos no peito dele e desceu para as costas puxando seu rosto para beijar seus lábios novamente.

– Corta!

Os dois se soltaram imediatamente e Charlie respirou fundo piscando algumas vezes.

Olhou para o lado e o vestido de Emily já estava novamente em seu corpo enquanto ela tentava fechar o zíper. Charlie se levantou e foi até ela puxando o zíper ele mesmo. Ela o olhou e o mesmo deu de ombros.

– Eu ajudei a abrir, tenho que ajudar a fechar.

– Obrigada – ela sentou na cama colocando os sapatos.

Charlie colocou sua camisa vendo todos começaram a guardar os materiais e Jimmy ir até eles com aquele costumeiro sorriso. A maquiagem que fizeram para esconder o roxo no braço de Charlie ainda estava impecável oque ele achou surpreendente.

– Ótimo, foi ótimo – Jimmy disse – fizeram sem nenhum receio, ficou muito verídico.

Charlie soltou um pequeno sorriso ainda olhando para o braço.

– Já pensou em passar uma pomada ai ou colocar um gelo? – Jimmy disse.

– Estou bem – Charlie sorriu.

– Como conseguiu isso, afinal?

– Levei uma joelhada no jogo – ele sorriu – e por causa dessa falta, ganhamos.

– Então é um machucado ótimo – Jimmy riu e os olhou – peguem suas coisas porque já vamos voltar para o estúdio, e mais uma vez, bom trabalho.

Eles haviam montado uma tradição durante esse tempo em que Emily foi contratada, de acordo com Jimmy, era uma tradição ter uma tradição para término de gravações e final de shows.

A dos shows Emily ainda não tinha, mas tinha a das gravações. Pizzas com borda recheada na Jimmy Records.

– Droga, Jay não atende – Jimmy disse enquanto todos iam para seus carros – Emily, porque não vai buscá-lo?

Emily olhou para Charlie e depois para Jackson, os dois estavam no carro dela.

– Jackson, tem um lugar no meu carro, e Charlie, não se importa de ir, não é?

Charlie piscou e negou.

– Não, eu espero no carro, não tem problema.

Eles ficaram calados durante o caminho, Emily ligou o som e deixou seu pen drive tocar. Charlie mordeu o lábio.

– Você reage bem a notícias ruins?

Emily olhou rapidamente para Charlie e franziu o cenho.

– Eu... bem, depende – ela parou no sinal – porque a pergunta?

Charlie mordeu o lábio, ele devia contar, ele tinha que contar, era triste vê -la buscá-lo sem fazer a mínima ideia de nada.

– Eu... só fiquei curioso – ele disse e ela o olhou, piscou algumas vezes e parou o carro em um acostamento.

– Quer me dizer algo, Charlie?

Charlie suspirou.

– Você está feliz, não quero estragar isso.

Emily desligou o carro.

– Seja lá oque for, prefiro que me conte agora.

Charlie suspirou.

– Eu não tenho o direito de dizer isso.

– E quem tem?

– Jay.

– Charlie...

– Você não acreditaria em mim se eu contasse, ligue o carro e vamos.

Emily parou alguns segundos e ligou o carro seguindo caminho.

Ela deixou Charlie no carro e bateu a porta entrando rápido no prédio.

Como o porteiro já a conhecia, nem avisou que ela estava subindo. Emily olhou para a porta do elevador e mordeu o lábio. Charlie podia ter feito oque fosse, mas ela confiava nele e sabia que ele nunca falaria algo como aquilo por nada.

E por isso, ela já abriu a porta do apartamento dele brava. Jay estava sentado no sofá só de bermuda assistindo CSI Miami.

Ele olhou para a porta e ergueu as sobrancelhas.

– Oi Emily, oque faz aqui?

– Antes de tudo eu quero e responda uma coisa – ela fechou a porta – oque está escondendo de mim?

Ela percebeu Jay engolindo seco e se sentando de forma correta.

– Nada, meu amor.

Ela sempre achou que tinha algo errado, e agora que Charlie havia dito aquilo ela tinha certeza, ainda mais vendo a reação dele diante da pergunta.

– Jay Lockwood, não minta pra mim, eu já sei de tudo – um blefe é sempre útil –eu quero que você admita agora.

– Mas...

– Jay...

– Certo – ele se levantou – você não me dá atenção direito desde que viemos para Los Angeles, eu tenho necessidades ok? E se você não me ajudou nisso, eu tive que achar alguém que ajudasse.

Emily respirou fundo e fechou os olhos.

– Especifique.

– Estou te traindo há dois meses Emily, mas não passa de sexo, porque eu gosto de você.

Emily fechou os olhos sentindo-os lacrimejarem.

– Eu peço desculpas – ele segurou a mão dela que a recuou dando um tapa no peito dele.

– Desculpas? Você pede desculpas? – ela abiu os olhos furiosa para não dizer endiabrada.

Jay deu de ombros, Emily pegou a primeira coisa que viu na frente, oque no caso foi um vaso e jogou nele, esse que se quebrou na barriga do garoto. Estava ainda mais irritada com a indiferença com que ele estava lidando com aquilo.

Cínico imbecil.

– Você enlouqueceu?

– Sim, enlouqueci quando aceitei namorar com você seu... – ela suspirou brava – não existe uma palavra no dicionário que possa te definir.

Ela limpou a primeira lágrima que saiu de seu olho.

– Nunca mais chegue perto de mim e torça para eu estar de bom humor e não contar isso para Jimmy, até porque, ele não merece um filho boçal como você.

– Não contaria.

– Torça para que não – ela foi até a porta, olhou para o lado e pegou a miniatura que ele tinha do Darth Vader – você na merece isso.

Ela simplesmente o empurrou da bancada vendo-o se estilhaçar no chão.

– Vader! – ela o ouviu gritar antes de bater a porta e sair correndo.

Emily chegou a porta do prédio vendo Charlie fora do carro com os braços cruzados olhando para o chão, ele ergueu os olhos para ela repletos de culpa e pena e mordeu o lábio abrindo os braços lendo na expressão dela que agora já sabia de tudo.

Emily foi correndo até ele que estava pronto para abraçá-la.

Mas sem dúvida não estava pronto para um tapa na cabeça.

Charlie a olhou confuso.

– Porque não me disse? – ela socou o peito dele repetidas vezes começando a chorar.

– Eu não queria ser responsável por esse choro – ele disse com a voz falhando devido aos socos que ela ainda dava nele – pode parar de me bater?

Ela suspirou abaixando a cabeça deixando as lágrimas saírem livremente.

– Há quanto tempo sabe? – ela disse com a voz baixa.

– Pouco mais de uma semana – ele disse baixo segurando a cintura dela – precisa de um abraço?

Ela ergueu a cabeça para ele.

– Eu estou tão brava com você quanto estou com ele por não ter me contado.

Charlie piscou.

– Eu sei que não vai com a minha cara e provavelmente não acreditaria em mim.

– É claro que eu acreditaria.

Charlie limpou as lágrimas dela com os polegares.

– Acreditaria?

– É claro – ela suspirou – eu posso em teoria não gostar de você, mas conheço seu caráter e sei que não mentiria assim pra ninguém, muito menos pra mim – ela soluçou – porque creio que a pesar de tudo eu ainda tenha alguma importância pra você, porque você tem pra mim.

Charlie respirou fundo e soltou um sorriso fraco.

– É mais importante do que imagina – ele a puxou para um abraço deixando que ela continuasse a chorar em seu ombro – eu vou ligar para Jimmy cancelando a pizza e depois te levo pra casa.

– A ligação aceito que faça porque ele notaria algo em minha voz e não quero dizer isso a ele agora – ela soluçou – agora eu sei me cuidar, não precisa me levar pra casa.

– Não vou te deixar dirigir atordoada – ele disse – aprendi da pior forma que você não fica sã com raiva.

Ela o olhou e deixou seu cabelo ser acariciado por ele.

– Senti falta desse Charlie.

O garoto sorriu discando o número colocando o celular no ouvido.

– Também senti falta dele.

* * *

Emily havia acabado de dispensar Lucy e ia em direção a seu pai que tinha a expressão confusa por dois motivos.

Sua filha obviamente havia chorado há muito pouco tempo.

Charlie estava fechando a porta atrás dela.

– Oque aconteceu meu anjo?

– Eu posso falar amanhã? Eu preciso dormir – ela o abraçou forte.

– Claro amor, pode ir, boa noite meu anjo.

– Boa noite pai – ela beijou a bochecha dele e olhou para Charlie – obrigada por me trazer.

Charlie deu um aceno de cabeça e Emily subiu depressa as escadas.

– Bom, eu vou indo, desculpa o incomodo senhor Davis.

– Charlie – ele o chamou e Charlie o olhou.

– Sim?

– Você tem a ver com isso? – ele apontou para a escada.

– Não senhor – ele fez uma pausa – eu só a trouxe.

– E sabe oque aconteceu?

Charlie assentiu.

– Pode me contar?

– Creio que isso Emily queira contar, não eu.

Edwin assentiu.

– Só me diga, é grave?

Ele ponderou com a cabeça.

– Em partes, mas tenha certeza que é o melhor para ela.

Edwin assentiu.

– Obrigado por trazê-la, deve saber que não é seguro deixá-la sozinha nessas condições.

– Não foi nada – ele foi até a porta – eu vou indo então, desculpa incomodar essas horas.

– Boa noite, garoto.

– Igualmente, senhor.

Notas finais
Awwwwwwn, eu particularmente adorei esse momento Charmily, acho que o primeiro momento Charmily descente dessa fic, não é? Comentem oque acharam e façam suas apostas do que vai acontecer com jay quando o papai Edwin e Jimmy descobrirem. Vou responder os coments e até a próxima! (PS: Mr. Martin saí hj também, daqui alguns minutos quando eu chegar em casa já que o filme acabou de acabar e eu fiquei vinte minutos pra postar o cap kkkk)