A Única Chance

2 Capítulo 1 - O começo de tudo. Parte2.


Notas iniciais
Como meus amigos gostaram, eu continuei
-> O principal é o Greg, ele não apareceu ainda pois é o começo.
-> Sim, é uma viagem e eu gosto de viajar.

Capitulo I – Parte II

Durante os oito meses em que o Dr. estava ocupado tentando salvar a vida de sua mulher, o alien tirado de sua casa, foi preso semi morto, ninguém sabia de onde vinha ou qual o propósito de sua vinda. Eram tantas perguntas sem respostas, que a cabeça dos pesquisadores pareciam entrar em colapso, tinham que esperar o “monstro” se recuperar. Porém ele estava ferido, muito ferido, e não sabiam como curá-lo até que o abrissem.

Por mais impossível que pudesse ser, ele era muito parecido com a nossa espécie humana por dentro, e foi fácil fazer uma cirurgia para deixá-lo bem. Como não se sabia se ele era hostil ou amigável, o mantiveram amarrado por dois meses até que relembrasse bem a consciência.

Quando voltou a si, o alien começou a se debater, resmungar em sua língua nativa e, tentar se soltar a todo custo. Parecia desesperado para sair dali, como se algo terrível fosse acontecer, sua expressão era de pânico e continuou assim durante alguns dias até que quando se acalmou, puderam entrar na sala para falar com ele.

Quem entrou era nada mais, nada menos que o Chefe do serviço secreto, Michael Smith, ele foi herói de guerra, mesmo tendo apenas 27 anos, lutou no Afeganistão e no Iraque e já havia sido condecorado pelo presidente várias vezes. Michael tinha o olhar profundo como deve ser o olhar da morte, ou pelo menos de quem já a viu de perto, era um homem negro, alto e encorpado, forte como um touro, com certeza não era o tipo de cara com quem você quer arranjar briga em um bar. Então se houvesse uma luta naquela sala, (eu adoraria assistir), mas felizmente foi tranquilo. Pelo que parecia, os aliens possuíam um tradutor introduzido em si para se comunicar com várias raças. O por que disso? Inexplicável até agora.

Após o chefe do serviço secreto entrar na sala, sentou-se na mesa e começou:

- Nós ainda não sabemos se podemos confiar em você, por isso continuará amarrado. Mal sabemos se pode nos entender.

Neste momento, começou uma gritaria fora da sala, como se algo estivesse invadindo o QG, guardas correndo e gritando. Era tanto o barulho, que Michael foi obrigado a sair da sala, e o que viu foi triste, um homem de meia idade com uma faca na mão e chorando. Não aquele choro normal de tristeza, mas olhando para ele, você via um choro de ódio, tristeza, amargura... E Michael sabia exatamente porque ele estava ali, e tinha que o parar para seu próprio bem, então o seguraram e o acalmaram em uma outra sala dando-lhe um copo com água e açúcar, para assim tentarem conversar.

— Como ficou sabendo que ele estaria aqui? – perguntou Michael curioso.

- Eu ainda trabalho pro Governo esqueceu? – falou Dr. Simons ainda abalado.

- Fiquei sabendo o que aconteceu com sua esposa e sinto muito Dr., mas não posso deixar você interroga-lo. – disse o herói de guerra.

- Mas preciso descobrir como combater essa doença, preciso saber por que estão aqui! – disse Simons entrando em desespero.

- Como somos grandes amigos, irei deixar você me acompanhar no interrogatório, porém, sem perder a cabeça OK? — Naquele exato momento, houve uma explosão na sala onde o alien estava sendo mantido, e um guarda corriaaté o oficial Smith:

- Senhor, ele escap... – então o guarda é literalmente cortado ao meio, na altura da cintura. O alien aparece na porta com um olhar maligno encarando Michael e disse:

- No meu planeta e em metade do universo, não usamos mais armas, a força é muito valorizada e com isso aqui – ele toca no que parece ser um cristal vermelho como um rubi no peito – me protege de suas armas banais.

Ele avançou em cima de Michael que se defendeu do jeito que pode, mas não tinha nem um terço da força do alien e foi nocauteado na hora, como se não fosse nada e, em seguida, olhou para o Dr. Simons, que estava desesperado, encostado na parede esperando a morte, mas o “monstro” o pegou nos ombros e saiu da sala tranquilo como se não estivesse preso na base inimiga. Assim que saiu, soldados o esperavam:

- Parado, Alien !! – gritou o Sargento Steven Ruguer.

O “bicho” não deu ouvidos e continuou andando sem medo e, então, começaram a atirar, sem êxito, pois as balas simplesmente evaporavam ao chegar perto dele, como se ele tivesse um campo de defesa. Ele entrou na sala onde tinha um buraco no teto e uma nave a sua espera. O doutor se debatia nos ombros do lagarto espacial e gritava por socorro e, o alien, então, o soltou a sua frete e colocou a mão em sua cabeça. Para o Dr. foi como se importassem dados para sua cabeça e, então, ele se viu viajando, vendo memórias, viagens intergalácticas, aprendeu coisas que jamais sonhara em conhecer, mas isso trazia muita dor, sua cabeça estava prestes a explodir e então voltou a sala, tudo estava normal, fora ter um lagarto humanoide de 3 metros na sua frente, segurando-o pela cabeça. O doutor ainda estava atordoado de tanta informação que recebera e então ouviu o monstrengo o chamar:

- Agora que o senhor sabe de tudo, conte a seus superiores, mas não faça nenhuma bobagem, estamos de olho em você – e neste momento a nave que pairava acima deles jogou uma luz branca muito forte e o alien foi teletransportado a nave que logo sumiu em um risco de luz.

Tudo estava girando ainda para o Dr; pois acabara de receber muitas informações, era outra galáxia, com outros planetas, milhões de vidas inteligentes e desenvolvidas e a única coisa que podia compartilhar era o plano para a terra e este plano o assustava muito, sabia o que tinha que fazer, mas era em segredo. O alien disse que estaria de olho, então o Dr. bolou o próprio plano.

Momentos depois do ocorrido, Simons ainda olhava para o céu estrelado e Michael entrou na sala meio cambaleando, tonto, como se tivesse sido atropelado por um mamute, colocou a mão na cabeça, olhou para o Dr. e se sentou:

- O que ele te falou Dr. Simons ? – perguntou Michael intrigado.

- Preciso de um copo d’água e vamos ficar aqui um tempo conversando. – disse Simons, deixando o General Michael Smith muito curioso.

Depois de umas aspirinas e água, o doutor com cautela começou:

- O alien me mostrou seu plano.

- Então me conte, para que possamos tomar as providências! – disse o general.

- Não é tão simples, eu vi pessoas do alto escalão do governo envolvidas nisso. – disse o Dr. com um certo pavor na voz.

- Como assim você viu ?

Notas finais
Comeeeentem se vocês gostarem.
Indiquem se poderem, please.
-> Continuo ? sim ou não ?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.