A vingança
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Notas iniciais
Ponto de vista Sakura
A minha imagem refletida no espelho de manha não era as das melhores, e por que seria? justo no dia do depoimento! O rémedio que tomei para conseguir dormir tinha funcionado no início da magrugada, mas os pesadelos que eu tive fez ele perder o efeito, então lá estava eu acordada as 05:00 da manha, e foi assim que eu fiquei durante as três horas que se seguiram, deitada na cama olhando o teto branco, no início a minha respiração era ofegante por causa do susto com os pesadelos, mas depois ele foi se alcamando.
Algumas horas antes...
O teto do meu quarto era branco com estrelas florescentes, que somente se acendiam no escuro. Essa pintura não fazia o menor sentido, ainda mais quando olhava o resto do meu quarto rosa com preto.
Pela primeira vez me sentia segura dentro do meu próprio quarto, era como a Ino sempre dizia " o Nosso quarto é o nosso mundo, niguém é permitido entrar sem a sua permissão!" E ela estava certa, a minha mãe nunca entrou no meu quarto sem a minha permissão, ela sempre batia na porta e perguntava se podia entrar.
Quando ela bateu na porta pontualmente 08:00, eu ainda continuava na cama enrolada no cobertor virada para um lado, calada, envolvida no silêncio do quarto.E novamente 3 suaves toques na porta me fizeram virar e olhar para a porta.
Sakura — Entrar! — Gritei.
Laura — Sakura, Acordar estar ... na hora! — disse me olhando deitada. — O que faz ainda na cama? — me perguntou brava, como sempre.
Sakura — Estou doente, e não posso depor! — Falei e virei.
Laura — Você só estar de brincadeira comigo?! — Disse irritada e continou — SAKURA LEVANTA! EU NÃO MUDEI AS MINHAS COISAS DA PARTE DA MÃNHA PARA VOCÊ FICAR FINGINDO QUE ESTAR DOENTE! — Gritou comigo, o que me surpreendeu e eu logo vi o meu pai na porta do quarto.
Daniel — O que houve?
Laura — nada! só a sua filha fazendo manha, para não ir depor!
Meu pai me olhou e olhou de volta para a minha mãe, que decidiu sair do quarto falando as seguintes palavras.
Laura — Quero você lá embaixo pronta em meia hora! Estar me ouvindo?- Me sentei na cama assentindo, o que a fez finalmente descer. — Ótimo!
Eu conhecia o meu pai desde pequena e sabia ler cada uma de suas expressões, mas agora seu rosto era impassível, sem qualquer emoção, então eu nem poderia calcular o que viria. Ele esfregou a têmpora com uma das mãos, e fechou a porta do meu quarto.
Daniel — O que estar acontecendo com você e sua mãe?
Sakura — Nada pai! Eu juro! — Falei rápido.
Daniel — Por que você não quer ir depor? Isso têm algo haver com você ter saído ontem tarde de casa?
Sakura — NÃO! — Falei quase num grito.
Daniel — Você sabe que pode confiar em mim, sobre qualquer coisa, não sabe?
Tentei abri um sorriso, mas não consegui assenti e assim ele deixou o meu quarto.
Agora nesse exato momento...
Já estava cansada de me olhar no espelho e ver um rosto pálido, sem qualquer maquiagem.Sair do banheiro vestindo Uma blusa branca de alça com um casaco preto de lã por cima, com uma caça jeans e botas pretas de veludo sem salto.
Prendi o cabelo num coque e desci as escadas não esquecendo de colocar o celular em mãos no bolso. Minha mãe já estava impaciente na cozinha no notebook e com seu café amargo que no momento parecia passar todo seu amargo para ela.
Laura — termine o seu café, e vamos logo! Não tenho dia todo!
Meu pai colocou a tigela com cereais e leite na minha frente e eu comecei a comer, colher por colher enquanto Minha mãe sempre que podia desviava seu olhar do computador para mim. " Alguma coisa estava errada" meu cerebro dizia minha mãe estava agindo de um jeito estranho comigo. E eu não sabia porque.
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Entrei no carro junto com a minha mãe na frente, Coloquei o cinto e ela ligou o carro, e em silêncio ficamos até o primeiro sinal quando ela perguntou.
Laura — Há quanto tempo?
" Há quanto tempo, o que?" Perguntei confusa.
Laura — há quanto tempo você voltou a tomar os remédios que falei, que se tomesse iriam para um internato com ou sem a permissão do seu pai?
"Essa não!" é a gora que vou embora para o internato, embora que por um lado não seria tão ruim.... Sakura, não! O que eu estou dizendo?" pensei comigo mesma.
Laura — AINDA ESTOU ESPERANDO A RESPOSTA! — Gritou.
"Conto ou não conto?" Era pergunta que rondava a minha cabeça, que estava me levando a vários assuntos de uma só vez, que envolvia o incêndio no colégio e também a suposta morte do Sai.
Mas em pensar em uma das coisas que eu deveria contar, mesmo que pareça errado, só havia o fato de eu ter trocados os remédios de dormir da minha mãe por pastilhas que se pareciam com os remédios.
O sinal ficou verde e ela acelerou fazendo a curva para a direita e longo foi reto e entrou na rua esquerda subindo uma ladeira e virou descendo de frente ao um sinal amarelo, o que me fez pensar " òtimo mais 3 minutos de acréscimo com os dez para chegarmos a delegacia" Não posso fugir mais desse assunto, então eu começo a dizer as palavras que ela estava louca meses atrás em ouvir, quando descobriu que eu estav tomando seus remédios para dormir.
Sakura — Ontem eu tomei um!Foi porque ...
Laura — Bom saber disso! — Me interrompeu ignorando o resto do que eu ia dizer.
Sakura — Mas foi porque eu não estava bem ... Eu tive pesadelos!
Laura — Ok, entendo você ter um pesadelo. Mas isso não lhe dar o direito de trocar os meus remédios por pastilhas!
A olhei chocada, e ela simplesmente ignorou a minha expressão e continuou falando, uma das coisas que jamais imginei dela.
Laura — Eu já tive a sua idade, mas só que eu era responsável! Eu pedia a minha á mãe, você não precisava esconder isso de mim. E qual era o pesadelo?
"Pronto! Era isso que eu não temia tão cedo em falar com a minha mãe, ainda mais ela sendo uma psicócologa/ Advogada, e isso se aplicar também ao fato de você nunca saber qual das profissões dela vai se mostrar. Embora eu tenha as minhas dúvidas, tenho quase 99,9% de que nesse exato momento, ela é a advogada Laura Mika Haruno.
Laura — e então?
Sakura — Ah sobre o incêndio! — Disse nervosa passando a mão no cabelo.
Laura — Por que estar tão nervosa? — Perguntou e acionou a marcha e entrou na longa fila do trânsito.
"Pronto! A psicológa resolveu aparecer, isso é mal!"
Sakura — Mãe, por favor pare de me ler como se eu fosse um livro! — Pedi quase já lamentando.
Laura — Então me conta, o que aconteceu no seu pesadelo para você ficar tão nervosa? — Perguntou mais calma.
" invente!" essa era apalavra que veio na minha cabeça, mas depois essa foi trocada por "esconda" e se seguiram até " Ela não deve saber! O pacto acima de tudo!"
Sakura — Sonhei com ... com ...
Laura — Com quem?
Sakura — não foi "com quem?" Foi com o incêndio!
Laura — E o que acontecia nele!
Sakura — Eu estavano meio do fogo! — Falei e apertei os olhos, e quando os abrir uma lágrima caiu.
Comecei a chorar e não era para só convencer a minha mãe, e sim pelo fato de estar mentindo para ela sobre tudo o que eu estava fazendo.
Laura -Querida deve ser pelo fato de você ter feito algo errado e se impressinou bastante com o que viveu num só dia! Não se preocupe tudo vai ficar bem! Chegamos! — Disse estacionando o carro em frente a delegacia.
Desci do carro e logo vi Hinata descer do carro com o Neji e caminharem até a mim mas a minha mãe barrou Hina de se aproximar.
Laura — Não é prudente vocês se falarem antes de um depoimento! — Falou nos olhando.
Sakura -Mãe!
Neji — ela tem razão, sakura! Vamos Hinata? — disse no seu tom casual de sempre. — disse antes de puxar Hinata para dentro para a delegacia.
Sakura — Mãe, o que foi isso?
Laura -Querida são os procedimentos, eu sei o que faço!
Sakura — È o que eu espero! — falei antes de entrar.
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