A vingança
11 E o depoimento começou...
Notas iniciais
A decisão de Laura em não deixar Sakura e Hinata conversarem antes do depoimento, tinha mexido ainda mais no nervosismo das duas, elas sabiam que uma história bem contada não iria ser má calculada no resultado.
A rosada não parava de bater o repetitivamente no chão, como um sinal de nervosismo. Como se o o tempo fosse passar mais rápido, a cada batida no chão.
Ainda mais agora que sua mãe e Neji tinham concordado de não deixar as duas conversarem. ela até tinha pensado em fugir para o banheiro, e depois ligaria para a amiga ir a encontrar lá, mas se lembrou que sua mãe iria estranhar e a vigiaria ainda mais do normal.
Laura impaciente com a visão da filha ficar com o pé batendo no chão, já estava começando a incomodar la, a mesma se levantou o que deixou a filha confusa.
Sakura — Mãe, aonde a senhora vai?
Laura — Eu só quero entender porque eu estou aqui!Você não me contou nada desde ontem! — Disse irritada transplarecendo calma.
Sakura — Eu só não quero ficar repetindo a mesma história!
Laura — Tem certeza que é só por isso? — Perguntou suspeitando.
Sakura — sim. — Disse nervosa.
Laura — Sim o Que? — Perguntou.
Sakura — Eu tenho certeza que não quero ficar repetindo a mesma história! — disse quase como um grito.
Laura — È porque estar nervosa desde de ontem!
Sakura — claro, não sei se lembrar, mas eu estav no incêndio e foi horrivel!
A mãe da garota, sentia que algo estava errado com a filha e que ela não queria contar. Convencida de que não conseguiria nada da filha, a mulher se sentou ao lado da filha sem a olhar e a avisou.
Laura — não esqueça do que sempre te digo "a corda arrebentar para o lado mais fraco!"
Sakura — Eu sei! — Disse triste e com a cabeça baixa pensou " E no momento, mãe , eu estou do lado dos meus amigos!"
Laura — é o que eu espero, com a verdade te tiro do inferno!
Sakura — Eu sei disso!
Pela primeira vez Laura olhou a filha chateada e disse antes de se levantar.
Laura — Não parece, mas espero que você me conte a verdade antes que ela dê um jeito de aparecer.
Sakura a olhou triste por não pode falar nada enquanto ela ia até a recepção e falar algo com a recepcionista que falava ao telefone.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Na sala ao lado Neji estava sentado ao lado de Hinata esperando ser chamado para depor, mas a agora de cabelos pretos azulados estava nervosa e suava frio e se levantou andando de um lado para outro enquanto o primo sem ela saber estava vendo televisão no celular em buscar de algum nome do aluno morto no porão.
Hinata — Como você consegue se manter tão calmo, nesse momento? — ´perguntou.
Neji — Eu só sei que se eu ficar andando de um lado para o outro, os policiais vão estranhar, então, acho melhor você ir arranjando um jeito de se acalmar!
Hinata — Eu sei, mas eu não consigo!
Neji — Não olhe nos olhos do delegado que for fazer o seu depoimento, você se entrega fácil assim! Olhe o seu nariz vão dar impressão de estar o olhando! Não mexa as mãos ou muito menos balance o pé, é sinal de nervosismo!
Hinata — Ok, entendi! Não olhar nos olhos e não mexer as mãos e nem balançar o pé! — Repetiu para si mesma. — O que estar fazendo? — Perguntou ao vê o fone de ouvindo.
Neji — Adivinha? — perguntou, o que fez ela entender o que o primo quis dizer. Não tinha saído nenhum nome na televisão e no rádio depois do breve comentário de um corpo no porão do colégio.
Hinata — Nada? Nenhum nome? ou a mesma notícia?
Neji — A notícia de que havia um corpo no porão, apareceu na rádio e depois disso nada dela se repetir!
Hinata — Será que ele pode estar vivo? — Perguntou.
Neji — Pelas condições que ele estava, seria muita sorte!
Hinata — sakura não dever ter tanta força assim? — Perguntou.
Neji — Quem sabe! Na hora da raiva tudo se pode acontecer, tudo vira uma arma — Explicou.
Hinata — E as fitas?
Neji — Depois que as peguei as destruí!
Hinata — Sem nenhuma cópia?
Neji — Sem nenhuma cópia! — Confirmou.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
O delegado Iruka Levou Laura e Sakura para a Sala de depoimento. O lugar era frio pelo ar ligado com paredes azuis indico, uma janela de vidro esfumaçado de preto com uma mesa e 3 cadeiras. um lado com uma onde o delegado se sentou e duas do outro, onde as mesmas se sentaram e o escrivão logo em seguida entrou e se sentou há frente de um computador velho preto com uma impressora.
Delegado Iruka — bem vamos começar, senhorita Haruno. Onde você estava no momento do incêndio?
A garota fechou os olhos se lembrando de toda a história que todos do pacto tinham criado para se manterem longe da causa do incêndio e da morte de Sai
Sakura — na biblioteca.
Delegado Iruka — Tem alguém que pode confirmar isso?
A garota assentiu temerosa. E o delegado perguntou.
Delegado Iruka — Quem?
Sakura — A minha amiga Hinata, estavamos fazendo trabalhos.
Delegado Iruka — Ok. Senhorita Haruno mas por volta de que horas? — Perguntou estranhando.
Sakura — não me lembro! Acho que deveria ter 10:30.
Delegado Iruka — Antes ou depois do incêndio? — Perguntou rígido.
Sakura — Não sei deve ter sido antes!
laura — Protesto! O senhor estar tentando por palavras na boca de uma adolescente de 15 anos! — Disse e se levantou revoltada.
Delegado Iruka — Ok, não foi isso que eu quis que entendessem! ontem depois do incêndio ocorrido no colégio, trouxemos alguns dos alunos para interrogar e muitos que estavam no local contaram que estavam na biblioteca e nenhum deles, mencionou que a sua filha estava no local!
Os olhos de Laura aumentaram ao ouvir aquilo, e suspirou tentando manter a maior calma , mas era impossível . Sua filha mentir na sua frente para policias com quem ela mais trabalhava para manter os criminosos longe das ruas por mundo melhor para ela. Mas que a filha nem um pouco mostrava importância por seu trabalho.
Laura — Quem eram as pessoas na biblioteca? — Perguntou interessada.
Delegado Iruka — Senhora Haruno, eu não posso divulgar quem eram, como eu e a senhora estudamos na faculdade. Nenhuma testemunha pode ser divulgada para outra e muito menos para uma advogada!
Laura — Claro. — Respondeu e olhou a filha que olhava para a mesa de metal frio.
Delegado Iruka — Querem ficar sozinhas? eu posso sair?
Laura — Não precisar, minha filha vai contar a verdade de onde ela estava, porque ela sabe que tanto o senhor quanto eu não queremos perder o nosso tempo!
Delegado Iruka — È ótimo ver, que uma mãe advogada como a senhora pense assim! — Elogiou antes de os dois olharem Sakura calada e ainda olhando a mesa de metal.
Laura — Pode começar querida? — Pediu a mãe irônica, finalmente achando que iria descobrir a verdade que a filha tanto escondia.
Fale com o autor