A vila oculta
3 Capitulo 3 - Festival do Chá
Notas iniciais
As preparações para o festival anual do chá estavam a todo vapor. Todo a população está se mexendo e preparando a cidade para receber os visitantes de toda as partes e faltava 3 dias para o festival começar e o trabalho era incansável dia e noite. Uma tempestade se aproximava e os Sannins estavam na sala do Mukage, discutindo sobre a volta de Garasu no Koy.
– Eu sei que tem algo errado aqui. Voltaste, muito de repente e coisas estranhas acontecendo o tempo todo. e tu Toruh, tenho certeza que sabe de algo, tu sempre sabe de algo. — Seu tom de voz foi aumentando.
– Vocês tem ideia de como é dificil para mim, ter pensar que meus amigos estão escondendo algo — Solta um grito abafado.
A chuva começa a cair lá fora e sons de relâmpagos e raios cortam a conversa.
– Ren, assim, nos passamos por mim coisa...
Três ninjas pequenos andando por uma caatinga, calor, sede e dor já consumia o corpo dos jovens. Uma figura imponente porem sombria surge e oferece abrigo e sustento para as três almas perdidas.
– O festival já está ai, vamos aproveitar e depois falamos disso. — Toruh complementa.
Um relâmpago com um barulho muito alto corta o céu, fazendo a luz da sala piscar, quando ela se estabiliza, uma mulher loira com uma máscara e uma bandana da vila oculta da areia, se faz presente e está parada olhando os três ninjas, que se levantam surpresos.
– Quem é você? — Pergunta Mukage.
Koy senta e Toruh também e aproveitando e servindo chá para todo mundo.
– Mas o que está acontecendo aqui? Sou o único que não sabe de nada nessa vila?- Mukage numa mistura de sentimentos.
– Haydaan Ren, está é minha prima Moyass Nodoka — Koy realiza as apresentações bem formal.
A ninja retira a máscara revelando uma aparecia jovem, cabelos loiros brilham lindamente à luz fluorescente da sala. Ela se senta e toma um gole do chá e começa a falar.
– Peço desculpas da forma que eu entrei. — Mukage está de boca aberta, só observando e depois de uma pausa ela continua.
– Vim alertar de uma coisa. Seu maior pesadelo está vivo. — com expressão serena.
–Eu sabia! Por que ninguém me contou antes, por que? — Mukage fica chateado.
– Ele não sabe a localização de vocês ainda, mas acredito que o Festival será usado como recurso para achar vocês. — Nodoka continua. — Meu trabalho é tentar achar espiões, capturamos 2 no pais do vento.
A conversa continua e depois de algumas horas todos se dirigem para suas casas, a chuva continua e os primos estão sentados em um banco debaixo da chuva e uma conversa particular se inicia.
– Que saudades que eu estava de você. Pena que esse seja o motivo de nos encontrar de novo. — Koy fala.
– Eu nunca soube da história inteira, por que ele tanto odeia vocês. — Nodoka tentando conseguir respostas.
– Bom, depois nossa vila foi atacada e eu fugi encontrei o Toruh e Ren. Encontramos alguém que nos ajudasse e ele nos ajudou a continuar nosso treinamento...
Um homem treinando os três jovem ninjas em um campo aberto, ao fundo, muitas árvores.
– Nos destacamos em algumas habilidades....
A lembrança de Koy, parece viva e dentro da sua cabeça as imagens se formam nitidamente.
– Hey, olha só que eu consegui. Moyyaa!!! — O jovem Koy grita e libera uma energia forte que queima tudo em uma pequena distancia.
– Koy, você possui um chakra diferente... Isso é interessante, tente usar isso que você me mostrou usando um jutsu que você saiba — o homem diz com voz tranquila
O jovem Koy pensa e vira para a direção de uma árvore, se concentra e dispara um soco, cacos de vidro ficam preso na árvore. A expressão de felicidade e ele começa a testar outros jutsus até cansar. A figura misteriosa recolhe o jovem ninja e seus braços e leva para a tenda, onde os outros dois ninjas estão dormindo.
– Foi quando eu descobri que o chakra da nossa familia era especial, Toruh tinha uma facilidade enorme de controlar genjutsus e Ren possuía uma força excepcional.
A memoria de Koy cria em sua cabeça novas imagens nítidas.
– Toruh, como vamos atravessar esse rio? — Jovem Koy pergunta.
– Deixa comigo. — Ren derrubando a árvore com um soco.
Todos riam.
– Aiaiai, socorro, não aguento de dor — Ren reclamando.
– Olha pra mim. — Toruh com sua calma característica, tenta acalmar Ren. — Koy, tem um coelho lá fora, poderia começar preparando o jantar.
Ren olha para Toruh e sua dor some, o ninja aproveita essa hora para cuidar dos ferimentos e retirar pedaços de madeira do braço do futuro Mukage.
De volta a realidade Koy observa sua prima. Ela parece tão tranquila.
– Está tarde... Vamos pra casa, amanhã te conto o resto, na hora do almoço — Koy interrompe a história e os dois vão pra casa.
No dia seguinte a cidade está com quase tudo pronto para o festival, dois dias para o grande dia e os últimos detalhes são preparados. Shiroi encontra Koy no restaurante.
– Sannin, vocês vão me escolher para a Ocha no Shinka, esse ano? — Com brilhos e esperança nos olhos.
– Quem sabe, né. Tu viu a minha prima? — Koy pergunta.
– O senhor tem prima? — Incrédulo responde.
Sem fazer barulho Nodoka para atrás dos dois e dá os bom dia, dois se assustam e fazendo uma terrível sujeira.
– Não faça isso, por favor! Shiroi, fale com o Mukage, tenho assuntos para falar com a senhorita. Continuando a história de ontem, depois que estávamos treinados, o homem mostrou a verdadeira face, nos prendeu por uma semana, não sei exatamente o que aconteceu, por que eu fiquei desmaiado muito tempo. Haime Ooji, o ninja, que controla a maior legião, sua história você conhece né.
Os dois almoçam em silêncio. Na fronteira do pais do chá, Haime Ooji está com seu exército, parece fraco e com dificuldade da ordens para um dos seus generais.
– Quero que vasculhem esse região, capturem todos ninjas que conseguirem, só assim me recuperarei e terei forças para dominar o mundo novamente.
A visão do exército fora da tensa de Ooji é inacreditavel, milhares de ninjas todos vestidos de preto, dividido em pelotões. Quando o general, da as ordens para os oficiais, o campo que era lotado de pessoas, fica completamente vazio.
– Eu acherei o triunvirato, sinto que estou próximo. — Ooji olha para sua mão e um simbolo em formato de Bolinho brilha em um tom bem fraco, quase apagado.
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