A vida e a poesia

42 Ardor das Memórias 04/08/2014


Notas iniciais
Escrevi agora galera :v Novinho do forno pra quem quiser ler u.u

Amor, que és verdadeiro

Amor, que és esquecido

Que arde em minha mente

Insaneia meu presente

Memória que queima minha alma

Insano estou ficando

Não consigo mais parar de ver aquele sorriso

Sonho? Pesadelo que consome a carne

Não há mais o que fazer

Temo em dizer

Confesso que eu criei "eu" por você

Já não sei o que sou mais

Como uma carta vazia

Vasculho dicinários por palavras a escrever

Uma concha vazia

Com apenas mais feridas

O fardo de crer que sou culpado

O fardo de crer que sou a vítima

O pesar de um mundo que desmorona

A verdade tem que vir a tona

Já não sei se devo prosseguir

Mas aos passos eu continuo a seguir

Talvez eu possa conseguir

Sorrir como meu mártir

Sonhos agarram minhas sombras

Insonias atacam meu recinto

O indeciso que sou é empecilho

Não volto atrás de meu exílio

Ardor que as memórias me atém

Reprises infinitas de felicidades controversas

Sorrisos forçados pelo desdém

E o manto jogado além do refém

Receio não poder voltar a sanidade

Uma vez conhecido essa loucura

Obssessão por possessão

E a emoção de um amor mesclado na confusão

Notas finais
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