Notas iniciais
Primeiro capítulo (ah vá?) pessoas!Comentem e comentem e comentem! Eu juro que não mordo.

Querida Calipso,

peço-lhe para a sua continuação no refúgio. Não se sabe quantos grupos marginais se escondem por aí em busca de mais uma vítima da toxina. Por favor, tome cuidado ao sair-te a fora em destino ao seu sonho. Fui atrás do meu, agora e tua vez de sonhar de novo.

Não venha atrás de mim. Não que não te ame mais, eu ainda te levo em meu peito, mas meu último desejo antes de morrer e abandonar-te-ei é ver em vida o Paraíso das Cascatas Doces. Não espere-me, pois não terei mais volta.

Seu amado,

Erick.

– Ele foi-se — Pensou Calipso — Não pode estar falando-me a verdade! Está carta não é para mim! Diga-me, Dogolino, por que ele deixou-me a mercê de mal amados desse refúgio? Não levou-me por que motivo? Tinha outra? — dirigiu-se à Sr. Dogolino, o homem do cachorro quente e dos cachorros

– Esta carta chegou hoje,minha querida! Não fique-te assim! Há muitos motivos por trás disso, mas não amar-te ou ter outra moça naquele coração não é um dos motivos.

– Mas por que? Eu não sou amável? Sou ridícula, uma "brocréia"?

– Não, meu anjinho! Com toda a certeza do mundo ele te ama e não deixaria-te por motivos incrédulos. — ele sorriu em conforto — Com certeza foi em busca de uma aventura...

– Eu não posso mudar-me! Por quais motivos imprevisíveis alguém queira uma garota que nem em cachorro pode se transformar. Nem no animal mais fácil! Eu sou uma desgraça à minha família! — derramou-se em lágrimas

– Não chore por coisas banais! Fortalecer-te-ei! Farei de ti a melhor dominadora que já ouviu-se em todos séculos de existência de nosso povo!

– Necessito de tempo para pensar em tua proposta! Até mais, Dogolino! — eles despediram-se e Calipso voltou-te para sua residência, bem ao começo do refúgio, perto do campo

– Entrará ou terei de buscá-la aí fora? — irritou-se sua tia, Vera — Anda-te e apressa-te garota! Necessitam de ti na cozinha para um doce diferente com cacau moído,

– Graça em te ver também, tia!

Calipso apressou-se e correu, encaminhando-se até a cozinha, um cômodo muito habitado pelas mulheres da casa. Chegou lá e foi recebida pela avó, que já nos muitos noventa anos, era uma velha jovem comparada à outras de cento e poucos anos do refúgio.

– "Porco cane"!Apressai-te, "ragazza nuvole"!Façalasmanhas que ensinei-te para tua mãe.

– "Buonanotte, nonna"!Que passas aqui, Annelise? — perguntou á avó

– Faremos um "dulce"de cacau em pó, mas a vizinha "es una perra" metida a ser demais para nos passar a receita "del dulce"!

– Acalma-te, nonna! Irei ajudar em tudo, apenas... — Deise interrompeu

– Minha filha, faça a só, que temos coisas "más" importantes a fazer! — as mulheres a deixaram sozinha fazendo o doce

Quando estava quase acabando de mexer o creme na panela, alguém bate na porta. Ela reserva em um frigobar e vai atender.

– Olá! — Dylan diz à porta — Calipso?

– O que tu queres, Dylan? Se for algum encontro, esqueça-te e aparta-te de mim.

– Não! Só queria conversar sobre minha mãe não dar-lhes a receita do doce.

– Que já fizemos. Viu? Não precisamos mais de ajuda nenhuma vinda de vocês...

– Gostaria de sair um pouco? Só para ver a revoada do Alfa. — ele a olhou com aqueles lindos e hipnotizantes olhos azuis safira

– Tudo bem, mas deixe-me trocar-me de roupa...

– Está perfeita, agora vamo-nos até o campo. Não irão nos pegar a essas horas da tarde. Seis e meia é um horário bom por aqui, sabe?

– Vamos logo! Fique-te quieto e anda-lhe!

Dylan começou a correr, puxando Calipso junto a ele. Ela estava cheirando a rosas e jasmins. Deve ter passado no Jardim Secreto outra vez. Chegaram até o morro de divisa quando o primeiro grupo dos Alfa foi liberado para a revoada.

– Cuidado! — Dylan a puxou um pouco mais atrás — Queres ficar com penas no nariz?

– Talvez... Se elas cheirarem a rosas, sim! — ele riu

Observaram os pássaros levantando voo e Calipso tentou imaginar a sensação de poder voar. Talvez nunca pudesse sequer experimentar a sensação de misturar-se à uma forma animal, imagine voar. Era demais. Enquanto se afundava aos pensamentos sobre o pôr do Sol, o toque de recolher soou.

– Nós precisamos ir. — Dylan disse

– Sim, eu sei. Apenas queria ter mais tempo de ficar aqui fora, onde ninguém se daria ao trabalho de me importunar por ser diferente.

– Venha! Vou levar-te a teu lar. Depois quero um pouco de teu doce de chocolate.

– Choco-quê?

– Chocolate. É feito de cacau.

– Ah! O doce... Sim, mas só se ganhar de mim!

Calipso saiu correndo para dentro do refúgio. Nunca pensou em fazer isso, mas correu para casa sem olhar para trás, sem olhar para Dylan.

Notas finais
Hey, hey babes! Vamos resumir a história: Calipso tem uns 16 anos e vive em Universo Alternativo. Lá, as pessoas da sociedade vivem em refúgios no meio de matas e florestas. Ela é uma dependente do Refúgio 7 (correspondente aos EUA) que é comandado por um homem chamado Splendor, que gostaria de bani-la por ser diferente, mas só depois.Ela tinha um namorado chamado Erick de 17 anos, que tinha o sonho de fazer a amada ter o poder da Dominância, já que ela não tem a capacidade de mudar sua forma. Com isso, ele viaja mundo a fora para descobrir a cura, mas, lógico, vai acabar morrendo.Calipso então tenta ter o mesmo rumo que seu amor, fugir e tentar realizar seu sonho. Mas, por enquanto, ela não vai sair muito para fora.Quem gostou aí, dá um "okay" e comenta na caixinha sexy aqui em baixo! Beijos de rapina nos seus focinhos de coelho :*