Notas iniciais
VOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLTEI, gente me desculpa serio, eu abandonei essa fic quase 1 ano e eu tenho meus motivos, eu sou uma jovem adulta que teve muitos problemas ano passado, e eu vou contar para quem quer saber, eu devo explicação para quem me acompanhava, meu avô como vocês sabem estava muito doente e eu vim morar com a minha avó, como vocês sabem casa de vó a internet é ruim, e eu trabalho tarde e noite, meu avô ficou internado do dia 10 de agosto até o dia 17 de dezembro, infelizmente no dia 17 de dezembro ele veio a falecer, teve uma parada cardiaca e o medico não conseguiu reanima-lo, nesse momento eu estava muito fragilizada, eu tava entrando em depressão, e bom eu já tive depressão antes e não é uma coisa legal, estou com problema com meus padrinhos tbm que infelizmente é muito serio e eu não posso falar, no começo de janeiro meu namorado simplesmente falou que eu estava distante e terminou comigo, então basicamente o cara depois de 2 anos me deixou no momento que eu mais precisava, agora eu estou melhor, não mais animada pois ainda estou com muitos problemas, mas eu quero finalizar essa fanfic. gente quanto problema pra uma garota de 20 anos HAHA, enfim, é isso pessoal, boa leitura espero que gostem.

No capitulo anterior...

“– Roubei do James, você promete me devolver até o fim do dia para ele não perceber?”
Peguei os dois itens que eu precisava na mão com os olhos brilhando e disse: “– Claro Alvo, meu Deus, eu não acredito que estou segurando isso.”

–-

POV Hannah

Me afastei rapidamente de Alvo e coloquei os dois itens na minha mochila, quando eu cheguei no corredor do sétimo andar onde fica a sala precisa eu peguei um dos itens, um papel velho e amarelado, dei um sorriso, um sorriso que parecia de uma criança que estava prestes a aprontar, toquei com a minha varinha no papel e sussurrei: “–Juro solenemente não fazer nada de bom” ao dizer essas palavras apareceu um cumprimento no papel dizendo “Bom dia senhorita Black, os senhores Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas tem o orgulho de lhe apresentar nosso maior tesouro, o mapa do Maroto!”. Meu sorriso aumentou ainda mais, nisso entrei na sala precisa, nela havia apenas uma cama onde eu me deitei e fiquei olhando o mapa, estava procurando uma pessoa específica, o Teddy, eu precisava achar ele, mais que isso eu precisava achar ele sozinho.
Eu já havia encontrado Teddy, mas ele sempre estava acompanhado de muitas pessoas, se passou uma hora e enfim ele estava sozinho, melhor estava no sétimo andar, a sorte parecia estar ao meu favor, eu peguei o segundo item, uma capa e vesti, no momento que eu estava ali, eu já não estava mais, com o mapa em mãos eu sai da sala precisa e fui de encontro com o Teddy, não precisei andar muito para alcança-lo, eu respirei fundo, apontei a varinha para o Teddy sussurrei: “–Somnos mittantur”, no mesmo instante Teddy adormeceu e em outro aceno com a varinha eu murmurei: “Vingarium Leviosa”. Desacordado e levitando, rapidamente joguei a capa de invisibilidade sobre Teddy e fui levando disfarçadamente com a varinha até a entrada da sala precisa, chegando lá eu o deitei na cama tirando a capa de cima dele e a dobrando, peguei o mapa e apontei a varinha murmurando: “–Malfeito, feito” , peguei os dois itens e enfiei dentro da minha bolsa, após isso eu me concentrei e pedi para a sala precisa não deixar ninguém sair ou entrar até Teddy me perdoar nisso apontei a varinha novamente para ele e pronunciei: “–excitatio”, Teddy acordou assustado olhando para todos os lados, quando ele me viu fechou a cara e falou: “–Que droga Lloyd, você não se cansa de mim? Me deixa em paz.”
–Não Teddy, agora paz é uma coisa que você não vai ter até me perdoar, ou melhor, até me ouvir, você vai me ouvir por bem ou por mal, escolhe.
–Desculpe eu não tenho o habito de conversar com comensais da morte que trai os amigos, procure outra pessoa.
Quando Teddy disse isso eu abaixei a cabeça já quase chorando e disse baixinho: “–Sinto muito, você não tem escolha, eu pedi a sala para que não deixasse ninguém entrar ou sair até você me perdoar, não imaginei que você me odiasse tanto assim, queria me explicar, queria te contar tudo, mas já que você não quer vamos viver para sempre aqui.”
Ao ouvir isso Teddy bufou, levantou-se, andou até a mim e falou: “–Okay, essa é a única forma da gente sair daqui, me convença que você não fez por mal, e que você não me traiu.”

–-

POV Sal

Eu estava preocupado, já era quase a hora do almoço e a Hannah sumiu não a vi hoje, ela não apareceu nas aulas, estava começando a ficar com medo, e se alguma coisa aconteceu com ela, meu Merlin, não queria nem pensar foi então que a Weasley sonserina passou por mim discutindo com o Potter sonserino e o Malfoy pude ouvi um pouco da discussão e o pouco que eu ouvi tinha o nome de Hannah, então a Weasley saiu batendo o pé deixando o Potter e o Malfoy com caras de assustados para traz, sem pensar duas vezes eu fui até eles peguei ambos pelo colarinho e os levei até uma sala vazia, chegando na sala eu falei: “–Okay, qual de vocês eu vou ter que torturar pra saber onde está minha namorada?”

Notas finais
AAAAi eu to ansiosa pra acabar a fic, boom, comenta, favorita e recomenda pelo amor de Merlin... XoXo Hannaaah.