Notas iniciais
Demorei para postar, mas é porque eu queria (E vou) postar vários de uma vez :D

Por quem eu deveria começar? Bom, acho que vou começar pela ruiva.- Risos- Nossa, mas que piada sem graça. Vamos começar logo.

–Por aqui novos Corvinais- Dizia o monitor da Corvinal, Lúcio McPuff.

Ele levou os alunos do primeiro ano até o quinto ou sexto andar (Abby tinha perdido a conta de por quantos andares haviam passado). Mais de 50 lances de escada depois, todos estavam sem ar.

–O Salão Comunal da Corvinal fica na torre mais alta de Hogwarts- Disse Lúcio orgulhoso, pararam em frente a uma aldrava em forma de águia- Para entrar na Sala Comunal, vocês precisam responder a charada que a aldrava fará. Dessa vez eu respondo e na próxima vai ser com vocês!

–O que anos e sentimentos tem em comum?- Perguntou a aldrava

–Os dois se formam com o tempo...- Respondeu Abby antes de Lúcio sequer pensar em uma resposta

–É... Foi uma resposta sábia- Disse a aldrava abrindo espaço para a sala comunal

A sala era uma sala circular larga, com um tapete azul meia-noite, janelas altas e um teto em forma de cúpula pintado de estrelas. Todos ficaram contemplando a excelente vista dos terrenos da escola, do lago, da floresta proibida, do estádio de quadribol, das estufas e das montanhas em volta do castelo.

Na sala tinham estantes repletas de livros, mesas e cadeiras, e entre duas portas estava uma estátua muito alta de Rowena Revenclaw de mármore branco.

–A porta da direita leva para o dormitório dos meninos, e a da esquerda, para o das meninas.- Explicou Lúcio- Suas coisas já estão nos seus dormitórios, e já é hora de irem para lá! Se acomodem. Amanhã tem aula e precisamos estudar muito!

Abby foi com as outras garotas pela porta da esquerda e seguiu até uma porta com os nomes "Abby Jones, Brenda Foster, Catie Felling e Miranda Shark" em uma placa.

"4 meninas"- Pensou Abby sorrindo

Era um quarto quadrado e as cabeceiras ficavam encostadas nas paredes. Camas de madeira escura com mosquiteiros azuis. Abby e Miranda ficaram com as camas que tinham vista para as janelas. Elas conversaram e se conheceram, até que todas dormiram. Menos Abby. Que ficou sentada na cama acariciando Caramelo enquanto escrevia no seu diário. Os pássaros contavam uma melodia que mais parecia uma canção de ninar.

Vamos voltar para a hora em que saíram do Salão e ver como Maya ficou? Não. Isso não foi uma pergunta para valer. Quem narra a história sou eu, então falo o que eu quiser!

–Sigam-me, novos Lufa-lufas!- Disse Emily Johnson, a monitora da Lufa-Lufa- Nossa sala comunal é por aqui!

Eles desceram 3 escadarias e entraram em um corredor cheio de pinturas de comida. Pararam em um retrato de um homem sentado em um trono diante de uma mesa farta.

–Senha?- Disse o homem

–Gente, esse é Thomas Hufflepuff. O filho de Helga Hufflepuff, a fundadora da nossa casa- Explicou Emily gentilmente- A senha é Mariscos!- Ela disse olhando para Thomas que deixou uma porta de madeira apareceu por de trás do retrato

–Bem-vindos ao porão da Lufa-Lufa!- Disse Emily feliz

O salão comunal tinha cheiro de café e era muito simples, porém, muito gostoso. Resumindo: É um lugar muito aconchegante e agradável, com tapeçarias amarelas, poltronas gordas e pequenos túneis subterrâneos que levam aos dormitórios, os quais possuem portas redondas como tampas de barris. Ao contrário das outras salas comunais, a da Lufa-Lufa não tem classificação "Meninas para um lado, meninos para o outro". Era um único corredor que dava para dormitórios, de meninos e meninas, tanto faz.

Maya foi até uma porta, onde tinha gravado: "Alice Grow, Maya Parker, Reyna Tiper e Livia Rolling". Maya entrou e ficou olhando para os lados, alucinada.

–É lindo!- Ela pensou alto sentindo o cheiro de cerveja amanteigada que o quarto emanava

–Também achei!- Disse uma garotinha loira entrando logo atrás de Maya e se jogando na primeira cama que viu.

O dormitório era redondo com paredes rústicas como uma toca. Maya se sentiu confortável naquele quarto.

Ela se acomodou em uma das camas. As camas eram maiores que de solteiro e menores que de casal. Com uma colcha amarela e algumas almofadas pretas. Ela se trocou e se jogou na cama. Era maravilhosamente confortável.

Maya ficou conversando com as meninas. Alice Grow era a mais divertida de todas. Tinha um jeito descontraído e suave.

Para mim, aquela garota era bem doida. Usava um simples All Star mesmo com o frio de setembro. Estava sempre brizando, parecia que tinha fumado mil quilos de maconha.

Para Maya, era a garota mais extraordinária que ela já havia conhecido.

Maya relatou tudo o que aconteceu no seu diário, e depois dormiu, com Iris na ponta da sua cama.

Maravilha! Já narrei a adaptação das duas em suas respectivas casas! Agora vamos focar nos garotos! Garanto que querem saber como eles ficaram na Grifinória e na Sonserina.

–Sigam-me, novos sonserinos- Dizia Paul Heart, o monitor da Sonserina- O nosso salão comunal é por ali!

Eles desceram muitas escadas e entraram em um túnel no subterrâneo.

–Isso é embaixo do lago?- Perguntou um garotinho moreno do lado de Jack

–Sim, nosso salão comunal é nas masmorras- Dizia Paul enquanto passavam por um corredor escuro. Ao entrar no corredor, a umidade tornou o frio mais denso do que nunca- As masmorras são embaixo do lago, por isso as lareiras ficam ligadas o ano todo.- E eles chegaram no final de um corredor.

–Um corredor sem saída?- Disse uma garotinha miúda no final da fila

–Sim! Para os que não forem verdadeiros sonserinos!- E ele se virou para a parede- Puro-sangue.

Uma porta se materializou

–Puro-sangue é a senha de todos os anos. Porque se você for de outra casa e falar a senha, não vai aparecer porta alguma- Falou Paul

Eles entraram. A sala comunal tinha paredes de pedra e lâmpadas verdes circulares pendendo do teto. Tinha também sofás de couro e uma enorme lareira. A lareira ficava entre duas portas

–A porta da direita, vai para o dormitório das meninas, e a da esquerda vai para o dos meninos.- Disse Paul- Alguma pergunta?- Todos disseram não, ou balançaram a cabeça negativamente- Ótimo, então vou dormir. E acho que também deveriam fazer isso. A Sonserina tem aulas com a Grifinória. Vão precisar de paciência para aguentar eles. Grifinórios são tão... Urg- Ele falou com nojo. Alguns deram risada

Todos ficaram explorando o Salão comunal, enquanto Jack foi dormir. Ele entrou em um dormitório que tinha os nomes "Alan Mercury, Jack Carter, Oliver Brown e William Taylor". O dormitório era grande, as camas eram espaçosas e confortáveis. Ele se deitou, soltou Gray da caixa, e o gato subiu na cama dele. Ele pegou uma caixa de madeira pintada de prata, caixa de recordações. A do pai dele era repleta de fotos, medalhas, cadernos, bilhetes, e coisas que eram provas das histórias que ele viveu em Hogwarts. A dele apenas algumas fotos da sua chegada em Hogwarts. Uma de Abby, Maya, Luke e ele fazendo caretas no trem (Várias caretas, porque as pessoas nas fotos se mexiam). A outra, dos quatro gatos que eles compraram. Uma dele e da Abby dando pulos de alegria quando ganharam a carta de Hogwarts. Uma dele e da Maya meio sem graça quando a mãe dele disse para se juntarem pois ela iria tirar uma foto. E a última era dele e do Luke com óculos pretos fazendo cara de bad boys... Ficou pensando no que Paul disse: "Grifinórios são tão... Urg". Seu melhor amigo era da Grifinória. Ele espantou esse pensamento de sua cabeça, fechou a caixa e dormiu. Com Gray aninhado aos seus pés.

Sonserinos nunca foram muito sentimentais, sabemos disso. Mas que tal dar uma olhava no Luke? Maravilha!

–Vamos, gente!- dizia Ginevra Weasley, a monitora da Grifinória

–Ginevra, você está em que ano?- Perguntou uma menina com o cabelo cheio de presilhas coloridas

–Ó, por favor! Me chamem só de Gina.- Disse ela rapidamente- Bom, é meu oitavo ano em Hogwarts, porque os alunos tiveram que repetir um ano porque 2007 foi... Meio turbulento. Mas agora estou no sétimo ano! Agora vamos.

Eles subiram uns 50 lances de escada, até chegar pararem em frente ao retrato de uma mulher gorda

–Senha?- Disse a mulher gorda

–Lula Gigante!- Ela disse para a mulher e para os alunos

Eles entraram. O salão comunal da Grifinória tinha uma lareira e várias poltronas vermelhas.

–Estão vendo essas escadarias?- Disse Gina apontando duas escadas em espiral- Essa é a do dormitório dos meninos, e essa para o das meninas. Já vou avisar que meninos não podem entrar no dormitório das meninas, para evitar situações... Desagradáveis.

–E meninas podem entrar no dos meninos?- Perguntou Luke

–Sim!- Respondeu Gina- Bom, qualquer coisa me chamem. Vou dormir. Espero que gostem daqui! Até amanhã!

Todos subiram para os dormitórios e Luke foi sentar em uma das poltronas. Ficou olhando a janela pensando no que aconteceu.

Um para cada casa, separados por um chapéu. Pela primeira vez a ficha caiu, era só ele ali. Jack não poderia estar lá também. Não o tempo todo. Ele teria que fazer amigos na sua Grifinória se quisesse ter vida social.

Ele riu. E ficou pensando nisso, até adormecer, sentado na poltrona.

Notas finais
Meus amores, só pra deixar claro. Algumas coisas, por exemplo: como é o salão comunal da Lufa-Lufa, não aparecem detalhadamente nos livros, então fui meio que obrigada a inventar, isso ou deixar a Maya dormindo no chão do corredor. Não me matem muito okay?