A touch of fire

27 Voltamos a fase dos apelidos?


Notas iniciais
Ameeei essa cena, mas eu sou totalmente suspeita para falar, por eu tô shippando muitoooo essa casal! Boa tarde pessoal!

É impressionante como as coisas avançam rapidamente, e mudam. Acordo pela manhã e dessa vez eu não me assusto com Aléxis dormindo do meu lado, nem com a ereção imensa que ele sustenta. Não, eu me aconchego mais a ele, no entanto isso faz com ele acorde. E antes de qualquer coisa, ele rola por cima de mim. Ele me beija profundamente e meu corpo esquenta como se o reconhecendo instantaneamente. Sua língua desliza na minha, mesmo que talvez eu esteja com algum bafo matinal, ele não parece se importar. Pelo contrario, cada vez que nossas línguas se tocam ele geme. E ele empurra contra mim levemente.

— Você está bem? – ele pergunta ofegante. – Está dolorida? – sua boca está descendo pelo meu pescoço. Fica difícil concentrar no que ele está dizendo, principalmente por que tem uma necessidade se acumulando na parte baixa da minha barriga. Mordo o lábio inferior quando ele alcança um dos meus seios com a boca. Deus! Eu o quero.

De novo.

Minhas mãos descem pelos músculos de suas costas, ele tem músculos definidos aí, e eu quero só acariciar ele, mas quando ele suga mais forte instintivamente finco as unhas ali.

Aléxis despertou em mim algo que eu não conhecia uma fome que está longe de ser saciada. Ele toma seu tempo tomando outro seio em sua boca e eu sei que estou fazendo ruídos nada bonitos agora.

— Pequena. – ele diz e eu sinto sua respiração onde antes estava sua boca e eu em arrepio. – Sofi.

— Huumm. – resmungo, estou me segurando para não pegar sua cabeça e volta-lo aonde ele precisa estar.

— Você está dolorida? – sua voz rouca me instiga ainda mais e me contorço debaixo dele. – Droga, Sofia! Responde! – Sua voz rouca soa como um estimulante para mim. Ele está desesperado.

— Não.

— Ah, bom! Por que nós estamos indo fazer isso outra vez. – ele diz. Eu abro os olhos para encontrar ele acima de mim sorrindo. Sinto quando ele me cutuca lá embaixo. – Oh merda!- Ele diz mordendo fortemente seu lábio inferior. Eu quero substituir seus próprios dentes, quero que seja eu mordendo sua boca cheia e vermelha. Gemo com esse estranho pensamento.

— O que foi?

— Tenho que ir ao meu quarto. Buscar camisinha. – lá vou eu me avermelhar outra vez. Deus! Essa frase saindo de Aléxis não era algo que eu pensei algum dia que iria ouvir. – Tenho uma ideia melhor. Vem! — Ele me pega.

— Espera, eu estou nua.

— Não tem ninguém em casa. Só vem. – Ele me puxa para o seu quarto com pressa e me prende a parede. Eu só sinto seu corpo quente e seu beijo exigente. Ouço ele remexer alguma coisa, mas eu não presto atenção, estamos nos beijando com desespero. Só há isso para mim. Nada mais. Apenas a sensação urgente de sua boca na minha e o seu corpo no meu. Eu o sinto novamente e então ele desliza todo o caminho para mim. Estou cheia dele. Grito o seu nome alto. Não posso me parar.

— Ah pequena, você é tão boa aqui. Tão malditamente boa.— ele diz quando adquiri um ritmo frenético, cada vez mais rápido e forte. E eu estou batendo o traseiro na parede, mas não me importo.

— Aléxis! – eu grito quando meu corpo convulsiona.

— Foda-se, Sofi. – Seu ritmo fica ainda mais rápido e ele geme no meu ouvido. Minhas costas se arqueiam com a sensação que passa através de mim. Estamos escorregadios e ofegantes quando tudo acaba. – Esse é um bom jeito de acordar. – ele diz quando me beija.

Ele sorri e meu coração há essas horas está voando loucamente no meu peito. Seus olhos caramelos estão focados nos meus. Um gelo se instala no meu estômago e... oh Deus! Que merda é essa que estou sentindo? Um arrepio passa pelo meu corpo e eu me recuso a entrar em desespero.

Aléxis me solta lentamente no chão. Seu cabelo está selvagem, sua boca inchado e ele está obviamente muito nu.

É demais para eu lidar. Mesmo depois de toda a intimidade que nós tivemos há linhas que não quero atravessar.

— Pequena? – olho em volta, para um quarto enorme, pintado de cinza claro e mosaico verde, uma varanda e um mobiliaria moderno bem a cara de Aléxis. É bem iluminado. Merda! Eu sou uma covarde, ganhando tempo e não querendo olhar ele diretamente. Quando uma coisa me bate do nada: Eu nunca estive no quarto dele.

— Eu nunca estive aqui.- digo em um sussurro.

— É verdade. Acho que você estava com medo de não resistir. – ele diz sorridente. Deus, só pare de sorrir assim para mim! Desvio o olhar antes de encarar demais. Talvez a sensação no meu estômago passe se eu não fizer contato visual com ele. Ou com seu rosto amassado de sono, ou seu corpo definido, ou... Infernos!

— Não era o que eu imaginava.

— O que você imaginava, miúda? — Voltamos a fase dos apelidos? Ou eu estava só muito distraída e não percebi que nunca saímos dessa fase?

— Não sei, mas eu não esperava ser tão arejado. Acho que eu estava esperando algo mais escuro e...

— Do mal? – eu rio. Não posso evitar.

— É.

— Você tem uma bela impressão de mim. — Sua expressão não é mais brincalhona, e ele nem tem mais um sorrisinho metido a besta para mim, e ainda assim eu não posso olhar ele. Eu já havia comentado antes que Aléxis é sexy quando está sombrio?

— Não fique tão surpreso! Você era mal comigo.

— Eu vou ser mais ainda se você não for para um banho agora e colocar algo sobre o corpo. – ele diz com malicia.

— Você não pode estar falando sério! Acabamos de...

— Não estou? – ele diz maldição! Ele está, e a prova disso está entre suas pernas malditamente feliz. Engulo seco. – Acho que nós devíamos tomar um banho juntos. Sim, essa é uma boa ideia. Uh, eu tenho outras ideias.

— Hey! Não! Eu estou com fome. — eu me afasto. Talvez seja uma boa vantagem eu estar perto da porta não é?

— Eu também. — Ele diz já andando em minha direção. Por que diabos eu tenho a sensação que não estamos falando da mesma coisa?