A touch of fire

16 Ele tem uma ereção!


Notas iniciais
O TITULO ESTÁ OUSADO OUTRA VEZ! Mas eu acho que está se tornando hábito! KKK Olá vocês! Aproveitem o capitulo! Estaaa quente e eu espero que esquenta a noite de vocês! Eu estou escutando uma música repetidas vezes (eu sou dessas pessoas malucas que quando gosta de uma música ouvi ela até que o povo já tá reclamando que nâo aguenta mais! ) KK Eu vou deixar a sugestão! É de uma banda que eu curto muito - Twenty on pilots - Can' t help falling in love , é um cover do rei Elvis! Enfim já falei de mais! Gente o que deu nessa Sofia? Beeeeijo! See u !

Aléxis sumiu e eu me desvencilho do cara e ando pelo lugar, andar não é a palavra, eu desembaraço das pessoas. A cerveja acabou e eu alcanço a cozinha. Quero dizer eu posso ter demorado uma hora para chegar ali, entre evitar um ou dois beijos de bêbados, ou parar para conversar, ou só tentar sair do bolo de pessoas, eu confesso a cerveja acabou faz tempo. E eu estou com calor. A casa é grande, mas eu não sabia que cabia tanta gente assim! Por Deus! Esse é o motivo pelo qual eu não vou a festas. Localizo outro balde de cervejas e abro outra, essa eu tomo por que estou com sede. Procuro o banheiro em seguida. Alguém já percebeu o que cerveja faz com a bexiga? Eu me perco nos corredores até que abro uma porta que eu desejaria nunca ter aberto. Esse deve ser o quarto de Stef. Oh, santa maldita merda!

Adrian está em cima de uma Stef semi nua. Nua. Nua. A visão de seus seios me choca. Deus! Gostaria de estar bêbada. De estar bebada a ponto de estar com a vista embaçada. Nunca vi Adrian com esse aspecto.

Sem camisa cabelos em todas as direções como se tivesse sido muito acariciado e quando ele me olha seus olhos estão selvagens, seus lábios inchados. Bato a porta do quarto como se estivesse me queimando e saio dali correndo.

Eu não sei o que sentir sobre isso. É por isso que ele estava hesitante quando eu disse que talvez viesse? Por que ele queria dormir com ela? É por isso que ele nunca me levou a festas com ele? Por que ele não queria que eu o visse dormir com alguém? Ele sabia que eu sentia algo por ele? Ou está me protegendo como a uma irmã mais nova? Engulo um nó na garganta, todo esse tempo sabia muito bem que estava me enganando, iludindo, nutrindo um fiozinho de esperança de algo ali pudesse… Mas tantas coisas na minha vida foram rejeição , como pensei que poderia ser amada por ele dessa forma?

Estou tão desesperada para sair que bato contra algo, não algo, alguém. É até uma sorte dizer que é Aléxis!

— Você está bem? – ele pergunta franzindo o rosto confuso. Não estou bem, estou confusa, um pouco indignada e triste. Não por ele estar com alguém quando é solteiro e livre, mas por me deixar no escuro só imaginando…

— Não é como se eu nunca tivesse visto alguém fazendo sexo antes! – eu digo.

— O que? – ele pergunta com os olhos arregalados.

— Nada. Esquece isso, estou indo embora…

— Está bêbada? – ele pergunta olhando para a minha em minha mão, provavelmente pensando em como isso aconteceu já que ele tinha me dado uma coca cola e só me deixou para ir ao banheiro.

— O que? Não! Eu só quero ir embora.

— Bem. Vou com você.

– Não precisa… você pode ficar.

-Nós viemos juntos e vamos embora juntos. — só concordo, o que mais posso fazer?

O ar envolta de nós é fresco quando alcançamos lá fora e agradeço por isso. Respiro.

– O que foi que aconteceu lá? E não vai me dizer que não foi nada.

— Eu... vi Adrian fazendo, ou quase... Com Stef.- ele pisca.

— Hum, entendo. – engole seco e fecha a cara. – Ele é solteiro, pequena, o que você espera?

— Nossa, Aléxis! Sério? Só… claro que ele é solteiro..z

— Quer dizer que Stef estava afim dele, e ao contrário de você deixou ela isso claro, ele não está pegando nada do que não foi oferecido. – Sinto raiva. Outra vez. Ele está certo. Em tudo que está dizendo, todas as palavras e chego a odiar ele por isso.

— Não vou estragar minha amizade com ele por causa de meus sentimentos!

— Então não tem que ficar assim quando vê ele fodendo. – arregalo meus olhos com a linguagem.

— Você é nojento.

— Estou te falando à verdade. Você é que é covarde e não quer ouvir.

— Eu não sou covarde! – eu digo parando no meio do caminho.

— Você é! Se não fosse teria se jogado para ele não é isso que você quer? – ele grita de volta.

— Não é da sua conta!

— Foda se você miúda! Se você o quer, faz alguma coisa em vez de ficar reclamando!

— Eu não estou reclamando! Eu...

— Me diz alguma coisa, você já tinha beijado alguém antes de eu te beijar? – pergunta me choca. Sim, eu tinha uma vez. E não foi bom daquele jeito…

— Sim. – sua risada ecoa na rua mal iluminada.

— Quantas vezes?

— Não é da sua...

— Viu? Covarde! Só me diga.

— Uma vez tá legal! – Meu rosto inflama de vergonha. Ele ri mais alto.

— Estava esperando ele? Estava, sei lá se guardando para seu príncipe encantado? Você devia praticar baixinha, por que você com certeza precisa. – ele está falando sério caramba?

— Mentiroso! — como ele consegue me deixar furiosa só sendo tão idiota assim é um mistério, mas nesse momento ele inflama minhas veias, odeio tanto ele agora, quero tanto tirar esse sorriso cinico de seu rosto!

— É mesmo? Beijei e sei o que estou dizen... – empurro ele no muro. Não posso nem dizer que bebi, mas sou levada a um estado tão furioso que só me resta impulsividade e inconsequência. Nada de pensamento racional. Nada de Sofia só ignore, ele é um completo idiota, está provocando você. Nada disso. Apesar de seu tamanho e força surpreendo ele.

Seus olhos se arregalam, satisfação me cobre inteirinha, pra que ser racional se posso tirar o sozinho da cara dele com uma atitude bem mal pensada e planejada ?

Colo meu corpo no dele.

-O que…? — sua cara confusa só me leva a agir mais rápido. A mente pintada de vermelho raivoso sem nada coerente para me parar.

Levanto na ponta dos pés por que ele é alto demais para mim, ainda assim não alço, conto com a confusão dele quando puxo sua cabeça e esmago sua boca na minha.

Nao oferece resistência nenhuma, minha boca fica colada na sua por um momento só antes que ele feche as mãos na minha cintura e aprofunde o beijo.

Tem gosto de uísque, nunca pensei que ia gostar de um beijo com gosto de uísque, mas pelo amor de Deus, é bom.

Ele me traz para ainda mais perto dele, moldando nossos corpos juntos como se ainda restasse distância demais, com um desespero desenfreado, sua língua acaricia a minha, se alguém perguntar, nego tudo, mas confesso. Seu beijo é bom, bom é pouco, é bom demais.

Nao consigo nem parar, quero mais do seu gosto, mais da textura da sua boca quente. Estou perdida nele, Alexis é um labirinto e não acho a saída. Não consigo. Beijo ele com vontade, minhas mãos se enfiam em seu cabelo, não consigo controlar ou parar meus movimentos. Ouço o som satisfeito que sai da sua garganta.

Vou justificar tudo isso dizendo que só estou provando pra ele que sou muito boa.

É só isso.

não me atrevo a pensar ao contrário, por que se eu pensar ao contrário significa que, o beijei simplesmente, porque queria beija-lo.

E não vou, não posso nem considerar um pensamento desse.

Estou quente. Uma de suas mãos prende no meu cabelo, me beija mais duro. Deixa claro que ele está no controle, morde meu lábio e não posso conter o suspiro que sai da minha garganta.

Seria muito ruim se dissesse que gosto do jeito que ele está me beijando?

Ele solta minha boca de repente com um estalo, não estou preparada para parar de beijar ele. Não quero abrir os olhos, estão pesados demais. Então, faço a segunda coisa mais idiota da noite, deslizo a mão em sua nuca de novo para outro beijo.

Ele não recusa. Me beija, está tão desesperado quanto estou. Não precisamos de fôlego, nem qualquer outra coisa vital, só esse encontro avassalador que está acontecendo. Sinto como se o mundo pudesse se estilhaçar em pedacinhos, não importa, não ouviria, meu coração acelerado demais abafando tudo, minha concentração focada em extrair dele o máximo que posso. Dívida entre acabar com tudo e não parar por nada no mundo.


Me perco em sua boca macia. me perco em suas mãos, que estão explorando o meu corpo, me fazendo formigar. Me perco no encontro de nossos corpos, o dele tão forte e o meu mais maleável, o dele grande e o meu pequeno. Me perco ao percorrer minhas mãos em seu pescoço, descer no seu peito.

Ele geme em minha boca me trazendo para impossivelmente mais perto. Ele está duro e, dessa vez ele não pode dizer que nao é por minha causa.

Quando cair em mim, vou saber com certeza que foi nesse tipo de pensamento que enlouqueci.