A touch of fire

23 Agora me diz que foi um erro!


Notas iniciais
Fiquei sem net ontem o dia todo! Jesus que aflição! Eu sou uma internauta compulsiva, sim! E o dia de ontem foi o mais longo em anos! KKK E sim, eu sou dramática, mas se alguém perguntar eu nego tudo! O que acharam do HOT????

Quando o filme acaba eu sigo os dois que estão falando de esportes animadamente.

— O que você acha de um cheeseburguer? – Adrian pergunta quando passamos pelo mc donalds.

— Soa bem. – digo. Ele franze a testa. Puxa uma cadeira para mim e me vejo sentada de frente para um Aléxis muito sorridente. Deus! Eu quero quebrar os dentes dele.

— Você esta bem?

— Uhun.

— Você está muito quieta Sofia, isso não é normal.

— É, sério, eu estou bem. – ele aperta os olhos para mim. Ele me conhece.

— Sei.

— Por que vocês não fazem os pedidos?

— Ótima ideia. Você vem mano?

— O que você vai querer? – Aléxis pergunta.

— Adrian sabe. – eu respondo olhando ele duramente. Por Adrian realmente sabe, eu como a mesma coisa sempre, um duplo cheese e muitas batatas fritas. Quando eles voltam com os pedidos eu agradeço a Deus por que eu não preciso falar. E eu mordo o meu hambúrguer apesar de meu estomago estar revirado. É uma mordida pequena.

— O que você achou do filme? – Adrian pergunta pra mim.

— Bom.

— Bom? Uh, você realmente não está bem. Achei que essas horas eu ia estar ouvindo sobre o Clark até os meus ouvidos sangrarem. Por que eu juro. – ele se vira para Aléxis. – Ela não me deu paz no primeiro filme e ela ficava quicando do meu lado o tempo todo, claro que o monte de coca que ela tomou pode ter ajudado.

— Ela deve estar um pouco cansada. – ele sorri malicioso.

— Ela está aqui. – eu digo e então faço a maior idiotice que eu podia fazer. Eu puxo meus cabelos para fora do meu caminho. Aléxis me olha sorri ainda mais largo, uma mistura de orgulho e triunfo. Ele me encara, seus olhos dizem, ganhei. Estávamos competindo?

Adrian está chocado, me olhando de boca aberta. – O que?

— Eu não sabia que você estava com alguém. – Aléxis diz, sínico. Pisco confusa com o tom de deboche dele, a raiva subindo pela minha garganta tão quente que ameaça me fazer gritar com ele. O que diabos ele está fazendo? E por que está fazendo isso?

— Eu… eu… não estou…

— Que isso no seu pescoço? – Adrian pergunta. Vou morrer mortificada. Fico até gelada por um instante no qual olho para Alexis espremendo meus olhos com raiva.Engulo seco.

— É...

— É um chupão. E... — encaro ele de novo, ele fez uma grande cena apertando os olhos e olhando bem de perto. Se ele disser mais alguma coisa… – Uma mordida. – Ele se vira para Adrian. – Ela não sumiu por uns... Quinze minutos? – Meu Deus vou matar ele! E jogar sua cabeça idiota no rio! Meu coração acelera de nervoso. Por isso ele foi atrás de mim? Para arrumar provas de que estou… Estou… Me pegando às escondidas com ele?

— Ele tem razão Sofia, voce foi no banheiro e não voltava nunca, você está vendo alguém e não me contou?

— O que? Não!

— Isso não estava ai antes, tenho certeza.

— Cara, ela estava se amassando com alguém as escondidas. — ele dá uma risadinha. Ele vai me pagar e vai me pagar caro. Penso no quão perto cheguei de tantas coisas com Alexis e apesar de não ter dito que não queria que Adrian soubesse, achei que tivesse ficado sub entendido.

— Eu não estava!

— Não é o que o seu pescoço diz.

— Você é um imbecil, Aléxis. Da pra calar a boca? – Aléxis ri.

-Certo, você não beija e conta então ? -mais raiva fervilha quando encaro ele de novo. —Eu não estava…

-O que? Não beijou um cara no meio do filme e depois voltou como se nada tivesse acontecido? — ele insiste, me espreme.

Nao importa mais o fato que ele me fez gozar naquele banheiro, que seus beijos estão pregados como brasa na minha boca.


— Tudo bem Sofi, eu vou parar de te perguntar. Mas se ficar serio você vai me contar.

— Ah, Adrian, esquece. – eu digo.

— Ele fez algo a você? Você está estranha.

— Não. Ele não me fez nada. – Ele desiste do assunto para o meu alivio. Estou levando um lanche praticamente inteiro para casa e todas as batatas que em qualquer situação eu teria devorado.

— Você vai ficar bem? – Adrian pergunta quando segue até o carro de Aléxis.

— Vou sim. Não se preocupe.

— Ok, eu vou ti pegar para ir para escola amanha.

— Eu a levo, cara.

— Tudo bem para você?

— Claro. Mas seria legal você me levar para o trabalho amanha.

— Com certeza. – ele diz e me abraça apertado. E então ele vai. E somos eu e Aléxis no carro.

— Você é um idiota. – eu digo. Ele ri. De novo e eu estou começando a querer quebrar esse sorriso.

— Agora me diz, que foi um erro, que você não deveria ter feito isso, que isso nunca mais vai acontecer. – Ele fala sem olhar para mim. – Eu quero ouvir você dizer isso nanica, depois que você...

— Quer saber? – eu digo olhando para ele. Eu estou com tanta raiva! Ele é um idiota! E eu quero que rir dele também. É infantil, mas eu quero devolver na mesma moeda. Eu quero que ele fique como eu estava incapaz de pensar, eu quero que ele sinta a necessidade que eu senti. Meu Deus! Eu achei que a gente tinha uma trégua!

Por que diabos ele tinha que acabar com isso?

— O que?

— Eu não vou dizer nada disso.

— É sério?

— Sim. É serio. – ele estaciona na garagem. Eu não tempo para eu pensar que essa é uma maldita má ideia. É uma ideia fodida que pode não dar certo. Mas Aléxis merece. Ele não apenas riu de mim! Ele teve que zombar de mim perto de Adrian! Ele teve que me deixar envergonhada.

Então, eu sei que eu faço uma estupidez quando subo em seu colo. E é realmente bom quando ele arregala seus olhos caramelos. Eu o beijo.

O efeito em mim é devastador em mim. Puxo sua boca na minha e seguro seu rosto, suas mãos vão para minha cintura e imediatamente ele me senta no seu colo. Eu luto para me concentrar quando cinto sua ereção. Eu deslizo minha língua em sua boca e isso é só por que eu gosto. Abaixo minha mão devagar e sinto seu corpo duro, quando minhas mãos alcançam a bainha de sua camisa eu puxo para cima e deslizo a mão em seu abdômen, tem ondas ali. Eu suspiro. Ele geme. E eu me mexo no seu colo fazendo com que ele agarre minha bunda para me manter quieta. Mas não funciona. Eu mexo mais e ele geme.

Movo exatamente como ele. Passo por sua bochecha até encontrar sua orelha, eu sugo o lóbulo e ele estremece, se eu não tivesse tão ligada nele quanto estou eu teria rido. Eu desço para seu pescoço e ele impulsiona o quadril para cima e eu o sinto.

— O que está fazendo? – ele diz ofegante e é a primeira vez que eu vejo Aléxis assim e eu me surpreendo. Isso faz algo para mim. Algo que nem eu mesmo quero pensar, por que Deus! Eu estou com raiva agora, e tudo que estou fazendo em seu colo é por que estou com raiva e não por que eu gosto ou por que eu quero. – Porra. – ele diz quando me movimento mais em seu colo. Eu posso ser uma virgem, mas eu sei que ele não é imune a isso. Quero dizer é Aléxis pelo amor de Deus!

— O que você merece. – eu digo.