A te che sei il mio grande amore
11 Nessuna notte è infinita
Notas iniciais
Passamos por prédios, casas e estabelecimentos comerciais. Fomos à uma praia um pouco distante.
- É aqui. – disse.
- ok, vou estacionar logo ali. – Piero disse.
Ele estacionou. Olhei ao redor, a praia estava deserta. A brisa quente levava a areia até a calçada, e as estrelas, brilhavam como nunca.
Abri a porta, e fui ao porta-malas pegar as coisas.
Piero pegou as toalhas e eu a cesta.
Caminhamos até a areia e estendemos as toalhas. Me sentei sobre uma delas. Piero ficou me olhando estranhamente. Depois se sentou ao meu lado e me beijou, sem dizer nada.
Depois deu um sorrisinho malicioso.
- O que foi? – perguntei.
- nada. – continuou sorrindo.
Não demorou 3 segundos e ele me pegou no colo e foi correndo até a água.
Ele atravessou as ondas e mergulhou comigo no colo.
- Gostou? – ele perguntou rindo.
- eu te mato!!!- corri em sua direção. Ele correu para a areia.
Ficamos nesse pega-pega. Corremos, em círculos especialmente.
- Cansei. – disse me deitando na areia.
- Eu também. – Piero se deitou ao meu lado.
- Piero... você vai me deixar, não é? –
- Nunca. Eu nunca mais vou fazer algo parecido com isso. Vittoria, — ele passou a mão em meu rosto suavemente. – você já faz parte de mim, o que me deixa vivo. Se te deixar, vou morrer. – ele disse deixando uma lágrima cair.
- Eu não vivo sem você. Nem nunca viverei. –
- vamos fazer uma promessa. Nunca iremos nos deixar, iremos aos confins da Terra para nos encontrar se preciso for. – Piero disse.
- pra sempre. – disse.
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