Notas iniciais
Gente primeira fic, deem sua opinião, quero saber se gostaram, por favor!!

O QUE FOI QUE ACABEI DE FAZER?? Eu só posso estar louca, mas existia a possibilidade de eu nunca mais ver aquele cabeça de alga, que acabou ficando para atrás para que eu pudesse contar a hefesto o que acabamos de descobrir, e eu não me aguentei e acabei beijando-o, nem que fosse uma única vez.

Com esse pensamento digo a aranha de metal, que me levaria à hefesto, ela é muito rápida, por isso tenho que correr muito para não perde-la de vista .

Derrepente ouço uma grande explosão, que faz o chão mecher, ela vinha do monte Santa Helena. Meu corção parou.

-PERCYY!!- Grito, é a única coisa que minha boca consegue reproduzir, tinha esperanças de que ele teria escapado da explosão, e vinha atrás de mim.

Mas nada aconteceu, lágrimas começam a brotar dos meus olhos, e escorrem por meu rosto sem minha permissão, fico desesperada, eu perdi minhas forças e desabo no chão.Como aquele cabeça de alga não podeira estar morto, ele me disse que tinha um plano e que iria ficar bem, ele não teria audácia de morrer.

Olho para os lados e vejo que a aranha que eu seguia já estava com uma distância considerável, se eu não me levantar agora, irei perde-la de vista. Mas eu não tinha mais forças, parecia que meu mundo tinha acabado, só com a possibilidade de Percy estar morto, nunca tinha sentido tamanha dor.

Não sei de onde tirei forças, mas me levantei e comecei a acompanhar a aranha novamente, Percy tinha se sacrificado para que hefesto soubesse que as telquines estavam usando sua forja para produzir a nova arma de Cronos. Tomei uma decisão, teria que fazer isso pelo Percy.

Quando chego a porta da forja de hefesto no labirinto, limpo minhas lágrima, pelo menos naquele momento não queria que ninguém me visse chorando, não pelo Percy, pois iriam desconfiar que o que sinto por ele é mais do que amizade, pois se nem eu mesma sabia o que sentia por ele, não poderia.

Apos algum tempo consigo me recompor e entro na grande oficina. Hefesto se encontrava trabalhando em algo de costas para a porta.

-Senhor hefesto!!- Falo para chama sua atenção.

- Ora, ora, se não é que conseguiram voltar- Fala o deus permanecendo de costas. Quando se vira sua expressão muda, percebe que voltei sozinha.- Voltaste sozinha, vejo que a resposta para se guiar no labirinto, foi mais cara do que esperaste.

Naquela hora segurei-me para não cair no choro novamente, não queria parecer frágil pra ninguem.

-Percy está morto?- Disparo, eu sei que é uma pergunta estúpida, naquela situação, só que hefesto era um deu, sabia de coisas que outros não sabiam, e poderia saber se Percy se encontrava vivo ou morto, sei que era praticamente impossivel ele estar vivo, mas tinha uma pequena esperança que ele não estivesse morto.

Hefesto exita em responder, ele parece esconder alguma informação. E por fim responde:

-Não serei eu que responderei esta pergunta, filha de atena- Aquela resposta nem negava, nem afirmava se Percy estava morto. Hefesto procurou mudar de assunto rapidamente, pareceu mão querer falar no desaparecimento de Percy, tinha medo de soltar alguma informação que não poderia ser dita.- O que foi que viste naquela forja?

Lhe conto a história sobre os telquines e tudo mais. Por fim hefesto fala:

-Isso é mais grave do que parece, terei que comunicar aos outros deuses, enquanto a você, filha de atena, precisa descansar,está muito abatida. Programarei a aranha que lhe trouxe, para que a guie ate a saida do labirinte, que leva ao acampamento meio-sangue.

Eu assenti, precisava mesmo descansar, queria um lugar em que pudesse ficar sozinha e pensasse sobre a morte de Percy, sobre a sensação que estava sentindo, eu não tinha mais objetivo de vida, por incrivel que pareça, uma filha de atena sem objetivos. Hefesto em una 10 segundos já tinha reprogramado a aranha para que pudesse me levar ao novo destino, ele manejava as ferramentas com tamanha habilidade, que deixava qualquer um impressionado.

-Tchau, filha de atena, encontrará a reposta que procura, quando menos esperar, encontrará seu caminho- Com um olhar de pena hefesto se despede, e sigo a aranha de metal, à caminho do acampamento meio-sangue.