Notas iniciais

AA sombra


Era noite e a chuva caía eu tinha ficado pra minha hora extra no trabalho o que iria me render mais alguns trocados. A lua cheia brilhava deixando a rua um pouco menos escura e eu estava descendo do ônibus quando vi aquela sombra ela era tão rápida que eu quase acreditei que era minha imaginação, peguei a minha bolça e apertei o canivete na minha mão não era boa com ele, mas se precisasse eu o usaria.
As ruas estavam totalmente vazias; as luzes das casas apagadas e as únicas almas viventes que se achavam lá eram alguns mendigos dormindo. Eu estava ensopada pela chuva. Se essa noite fosse menos assustadora, talvez eu gostasse dela.
A minha casa ainda estava longe e eu percebi que a sombra era um homem quando o vi me direcionei para outra rua, ele me seguiu, meu coração acelerou e eu corri. Quando me dei conta estava perto de uma mata que ficava próximo a minha casa. O som das corujas era tênue e seus olhos me acompanhavam.
Apesar, de ter corrido muito ele ainda estava lá. Eu não sei se ele conseguiria chegar até mim, então eu corri mais ainda, porém ele era mais rápido ainda. O único jeito era entrar numa rua para tentar despistar. Foi o que eu fiz entrei em uma rua, latas de lixo estavam do meu lado, no entanto o único cheiro que eu sentia era o do meu medo. Olhei para trás e tive a primeira visão clara do homem, ele era alto, tinha barba, usava uma capa e sorria em minha direção eu congelei por um segundo, mas segui em frente.

Na rua eu ouvia o barulho dos gatos e os ratos que estavam perto do lixo. Quando percebi estava em uma rua sem saída corri tanto que nem percebi onde estava indo. Ele vinha em minha direção com olhos brilhantes e um sorriso que me dava muito medo. Peguei o canivete na minha bolça, ele deu uma gargalhada estridente que me fez estremecer e disse:
_ Moça, tome você deixou cair sua carteira.

the end .

sombra

Era noite e a chuva caía eu tinha ficado pra minha hora extra no trabalho o que iria me render mais alguns trocados. A lua cheia brilhava deixando a rua um pouco menos escura e eu estava descendo do ônibus quando vi aquela sombra ela era tão rápida que eu quase acreditei que era minha imaginação, peguei a minha bolça e apertei o canivete na minha mão não era boa com ele, mas se precisasse eu o usaria.

As ruas estavam totalmente vazias; as luzes das casas apagadas e as únicas almas viventes que se achavam lá eram alguns mendigos dormindo. Eu estava ensopada pela chuva. Se essa noite fosse menos assustadora, talvez eu gostasse dela.

A minha casa ainda estava longe e eu percebi que a sombra era um homem quando o vi me direcionei para outra rua, ele me seguiu, meu coração acelerou e eu corri. Quando me dei conta estava perto de uma mata que ficava próximo a minha casa. O som das corujas era tênue e seus olhos me acompanhavam.

Apesar, de ter corrido muito ele ainda estava lá. Eu não sei se ele conseguiria chegar até mim, então eu corri mais ainda, porém ele era mais rápido ainda. O único jeito era entrar numa rua para tentar despistar. Foi o que eu fiz entrei em uma rua, latas de lixo estavam do meu lado, no entanto o único cheiro que eu sentia era o do meu medo. Olhei para trás e tive a primeira visão clara do homem, ele era alto, tinha barba, usava uma capa e sorria em minha direção eu congelei por um segundo, mas segui em frente.

Na rua eu ouvia o barulho dos gatos e os ratos que estavam perto do lixo. Quando percebi estava em uma rua sem saída corri tanto que nem percebi onde estava indo. Ele vinha em minha direção com olhos brilhantes e um sorriso que me dava muito medo. Peguei o canivete na minha bolça, ele deu uma gargalhada estridente que me fez estremecer e disse:

_ Moça, tome você deixou cair sua carteira.

the end .

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