A sobrinha da Helô

52 As lembranças da Sobrinha da Helô.


Notas iniciais
Eu detesto quando minha fic favorita atrasa, mas detesto mais postar capítulos em que sinto que não escrevi tudo o que queria para aquele momento. Mas aqui está um que coloquei tudo. E como pediram, segue um hot bem hot. Obrigado pelos comentários e visualizações. Me incentiva a não largar.

Helena olhou para o chão de tábuas de madeira não tratada de vinte centímetros de largura, pregadas juntas umas às outras de modo a não deixar mais que meio milímetro de intervalos entre elas. Manchadas de barro vermelho próximo a porta, para a qual ela pousou o olhar. Era feita de madeira pintada de um marrom escuro, de quase três metros de altura, parando vinte centímetros antes de alcançar o teto com forro de madeira mais finas porém também rusticas.

Ela suspirou e olhou ao redor. A exemplo do quarto, as paredes eram de material e brancas, e com janelas com grades, e da mesma cor das portas da casa. O piso do quarto porém não era de madeira, era de azulejo, também branco. Ela olhou então para os móveis, sentindo sair um pouco da letargia, se deixou analisar os braços da poltrona onde se sentava. Era de forro de pano, encosto alto, verde envelhecido, cheirando a velharia e poeira acumulada. No cômodo tinha mais um par delas e apenas uma mesinha no centro, há uns dez passos de distancia de Helena, feita de madeira envernizada no mesmo tom escuro das outras duas cômodas que ficavam atrás da poltrona de Helena, uma de cada lado do limiar do corredor que levaria mais adentro no interior da casa, onde ficavam os banheiros e então os quartos, num dos quais estava ainda o Gustavo em estado de saúde delicada.

Tudo isso num total de talvez vinte metros quadrados dentro de uma sala/hall de quase cinquenta metros quadrados. Eles sequer disfarçavam que não havia qualquer intenção de aquilo ali ser uma casa.

Ela suspirou. Ninguém ali com ela. O que era uma raridade. No quarto a enfermeira não saía da cola dela, e quando Helena começou a melhorar e ensaiar passos para fora do local, Ciro foi quem não deixou mais ela em paz. Volta e meia ele a surpreendia tentando olhar a casa para encontrar uma saída de fuga, e ria escarnecendo da ingenuidade dela de achar que conseguiria.

Mas agora, ali, nem sinal de nenhum dos dois.

Ela inspirou fundo e soltou o ar de modo ruidoso, esperando alguém se aproximar. Passou dois minutos até que ela se sentisse segura em se erguer e ir na direção da porta, olhando para os lados e não vendo ninguém.

Há dois passos da porta ela ouviu a madeira do chão ranger atrás dela. Ciro, no corredor, ria com forçadas gargalhadas.

Helena bufou revirando os olhos e parando. Ela virou a cabeça e o fulminou com o olhar. Vendo que ele estava muito longe, Helena correu os últimos passos e abriu a porta, que não estava chaveada. Deu dois passos para fora e notou atrás de si dois policiais, um homem e uma mulher com coletes da Policia Federal, que ficavam de vigia ao lado da porta e a observavam com uma sobrancelha erguida, enquanto lá de dentro Ciro finalmente gargalhava com vontade.

— Bom dia.

Ela disse para eles dando um sorriso amarelo e se virando para dentro da casa, não sem antes notar que a casa ficava no meio de um campo aberto, sem cercas aparentes, ou materiais soltos, ou animais, e com apenas a marca de terra batida que se alongava em linha reta da entrada da casa até se perder no horizonte. Possivelmente há uns dez quilômetros da entrada da casa.

Helena sabia antes mesmo de abrir a porta que não seria fácil sair dali, mas ela precisava saber onde pisava antes de correr. E agora ela sabia que não daria para sair dali sem ajuda, e um bom disfarce.

— Vem cá, quantos maços de cigarro você ainda precisa fumar para morrer disso? – ela disse voltando para sala, olhando para Ciro acendendo outro cigarro e abrindo caminho para ela passar no corredor.

— Mais um. Sempre mais um. – ele disse indo para a sala, ainda com um sorriso no rosto – Onde você vai?

— O mais longe de você.

— O que deve ser o banheiro dessa casa. – ele gritou a resposta divertido.

Helena praguejou e foi até o quarto, fechando a porta com força para logo em seguida ser repreendida pela enfermeira, que estava inclinada sobre Gustavo. Ao menos ele já não tinha mais aparelhos grudados nele, mas ainda davam calmantes para mantê-lo na cama, evitando esforços.

Ela não entendia como os ferimentos dele foram mais graves que o dela. Mas parece que ele havia levado dois tiros que acertaram órgãos vitais. Ela levou um que mais dois centímetros e teria sido de raspão. Ainda assim perdera muito sangue. A enfermeira falara com muito orgulho de como ela era forte, pois resistira muito bem, tendo a transfusão de sangue sido feita só em tempo de evitar um dano maior. O que Helena interpretou com: morrer.

Apesar de muito tagarela sobre a força de Helena, a enfermeira logo calava a boca quando o assunto era o tempo em que Helena estava ali, ou quem cuidava do lugar, ou quando ia poder sair e por qual razão não podia ficar no quarto quando o médico examinava Gustavo.

Ciro porém teve muito gosto em esclarecer que eles eram testemunhas “protegidas” da Policia Federal, por serem ameaçados por Tião. Fazendo questão de destacar, também, para ela, que não era uma proteção oficial, pois o banqueiro tinha muitos contatos junto a policia, mas felizmente vários inimigos também. Segundo ele, Helena estava presa ali até o momento certo de ir depor. E com momento certo ele queria dizer até quando pegarem uma prova tão irrefutável e neutralizadora do Tião, que ele não poderia se livrar.

Em miúdos, ela agora era refém dos seus chefes. Mas ao menos dessa vez ela sabia um pouco mais deles, que eram policiais.

Ciro também não dissera quanto tempo estavam ali. O máximo que ele respondeu foi “semanas”. Ela mal conseguiu conceber a ideia de estar há semanas longe de Tiago sem saber se ele estava bem ou não. Sem nem poder ligar. E quando ela tentava não pensar nele, a coisa piorava, pois ela começava a pensar em Helô, no irmão, Camila...

Por isso ela passou a, quando não pensava em um meio de fugir, pensar nas boas lembranças. Assim, indo até a cama, ela fixou o olhar no teto buscando novamente na memória um momento com Tiago em São Paulo. Um dos favoritos dela era quando ele a defendera na boate....

Tiago fizera o caminho da saída sob algumas vaias, a banda e DJ tinham parado o som para saber o que tinha acontecido e eles eram certamente a atenção do local naquele momento. Depois de pegar as coisas deles na mesa, eles caminharam pela passarela em meio a vaias. Tiago então, antes de descer, puxou Helena que estava um passo a frente, e a beijou na frente de todos, sendo urgentemente correspondido. Parando o beijo, eles se olharam e sorriram, sentindo a adrenalina e o efeito do álcool fazer eles sentirem tudo muito mais divertido.

Helena respondeu algumas vaias com xingamentos e mostrando o dedo, com Tiago a imitando em alguns momentos.

— Bando de otário. – ela gritava – Piranha. – ela apontou para a garota que lembrava de ter visto com a Stefany – Bando de cuzão. – “tem que mandar pra cadeia” um gritou quando eles já estavam na porta, recebendo resposta – Ah é? Vou mesmo, quer mandar recado pra tua mãe?

Os seguranças então começaram a empurrar os dois para fora, com Tiago ficando cada vez mais alterado toda vez que algum deles tentava pegar no braço de Helena.

Na rua, Helena puxou Tiago pelo colarinho, quando ele se virara para a fila e começara a desmerecer a boate para os clientes ali, e o beijou, prendendo ele com o braço direito passando pelo pescoço dele. Tiago largou os pertences deles que segurava, e trouxe as mãos para o rosto dela, correspondendo ao beijo e abrindo a boca para receber a língua dela. Alguns gritos da fileira para a cena e Helena finalmente parou o beijo, mantendo ele ainda preso pelo pescoço, arfando, ela trouxe o nariz dela até o dele roçando levemente e fechando os olhos, soltando o ar devagar. Tiago sorriu com o carinho, e explodindo de alegria a enlaçou pela cintura com os braços e a ergueu no ar, a beijando, puxando o ar enquanto sugava os lábios dela e fazendo os gritos da fila aumentarem, com aplausos. Ela mordeu então levemente o lábio inferior dele e foi puxando, abrindo os olhos para encontrar os dele brilhando para ela.

— Eu quero mais. – ela falou com os lábios dele ainda entre os dela, o olhar mais que explícito.

Tiago em um rugido baixo, a soltou, pegou os pertences no chão e a puxou pela calçada até encontrar o motorista do taxi do hotel. Batendo apressado no vidro, ele acordou o outro e abriu a porta enquanto Helena enfiava a mão esquerda entre na abertura da camisa dele, a mão direita descendo pelas costas dele até as nádegas, que ela apertou. Ele se virou para ela e deu um beijo no pescoço dela, molhado e quente, a fazendo jogar a cabeça para trás e fechar os olhos com sorriso aberto.

— Ei, esperem chegar no hotel. – o motorista gritou para eles, mal humorado.

Os dois sorriram um para o outro e entraram no carro.

Tiago a beijava pressionando o corpo dela contra a porta do taxi, a mão esquerda subindo pela coxa direita dela, do joelho até o quadril e descendo de novo, enquanto ela o segurava pelos cabelos da nuca, pedindo mais, gemendo com os beijos e mordendo o lábio inferior dele. Quando Helena já descia as mãos para os botões da camisa dele, o motorista, que fez a viagem o mais rápido que conseguiu, informou que já estavam no hotel.

— Vai pra conta do hotel depois. Podem sair. Vão, vão... – ele falou num tom ranzinza, os olhos parecendo ainda sonolentos.

Eles não esperaram ouvir outro “vão” e abriram a porta saindo rindo. Segurando a bolsa dela e carteira, Tiago a pegou pela mão esquerda, livre, e a puxou subindo apressado a escada do hotel. No hall sequer pararam na recepção para pegar o cartão, indo direto para o elevador, vazio. Já voltando a se beijarem quando a porta ainda estava aberta.

Helena o jogou na parede e colocou as mãos nos ombros dele, o puxando para baixo até o rosto ficar na altura do dela, facilitando os beijos ardentes enquanto as mãos desciam pelos botões da camisa dele, quase os arrancando. Tiago se mantinha imóvel, entregue as vontades dela, gemendo com ela e abrindo a boca para receber a língua dela. Assim que abriu todos os botões, Helena parou o beijo, arfando e empurrou a camisa e paletó dele para trás do ombro, descendo os lábios até o pescoço dele, naquele mesmo ponto da primeira noite que se encontraram na cozinha, e sugando, colocando a língua molhada o fazendo abrir as mãos e soltar o que carregava, olhando então para ela, observando ela começar a descer os lábios, beijando e arrastando as unhas ali, pelo tórax, até a boca do estomago e descendo, chegando no cinto da calça e já desafivelando apressada, bem na hora que a porta do elevador abriu e um senhor de meia-idade apareceu com uma maleta, no décimo andar. Tiago olhava para Helena e então viu o outro parado na porta, de olhos arregalados, Helena ainda tentando abrir o cinto, sem muita habilidade por conta da bebida.

— Oi. – Tiago disse soltando o ar – Pode apertar o botão da cobertura? – ele pigarreou e prendeu o ar quando sentiu Helena conseguindo abrir finalmente a calça dele, o fazendo segurar ela pela cabeça com as duas mãos – Nós esquecemos.

O homem, em choque, estendeu o braço e apertou o botão da cobertura para eles, sem mover os pés, e então desviou o olhar deles, antes da porta fechar e Tiago finalmente largar a cabeça dela, que apenas notara no ultimo momento que o elevador tinha parado e ria da situação.

Vendo a porta se fechar, ela olhou para Tiago e mordeu os lábios a exemplo dele, que tinha os olhos negros de desejo para ela. Helena puxou a calça dele ainda o olhando, sorriso safado nos lábios, fazendo ele dar um meio sorriso e então prender o ar quando ela passou a mão direita sobre o volume na cueca dele, acariciando e o sentindo crescer. Ele pigarreou, fazendo ela olhar para ele de novo e agora puxar a cueca, permitindo que o membro dele saltasse a fazendo jogar o corpo um pouco para trás, rindo, bêbada. Ele não ria, observada agora ela olhar faminta para seu membro, aproximando as mãos e as fechando delicadamente o envolvendo entre as palmas e então começando a fazer movimentos de vai e vem, Tiago soltando o ar num gemido, ela rindo. Helena olhou para cima de rabo de olho e passou a língua pelo lábio superior, o excitando, voltando a olhar para baixo e então abrir a boca, quando ouviram o barulho da porta se abrindo novamente. Agora porém no andar deles. Sem ninguém.

Tiago gemeu irritado, Helena olhou para a porta e sorriu.

— Outra viagem? – ela falou com a voz provocante.

— Não.

Ele respondeu com a voz grave de desejo, a mão direita se enfiando entre os cabelos dela e a puxando para fora do corredor, ainda ajoelhada, Tiago indo devagar para não machuca-la, e para não cair, com as calças nos calcanhares. Se encostou na parede em frente ao elevador ainda aberto e olhou para ela, safado, trazendo a cabeça dela para o membro dele, sentindo os lábios dela se fecharem ali, enchendo a boca dela, que ora sugava, ora passeava a língua por todo o comprimento, o fazendo gemer e jogar a cabeça para cima, e voltar a olha-la com a boca aberta.

Ela voltou mais uma vez a sugar o membro dele e Tiago, com a mão direita ainda a segurando pela cabeça, começou a fazer ela ir e vir com a boca, devagar, os dois gemendo, o corredor escuro com apenas a luz do elevador ainda aberto os iluminando. Ele começou a acelerar o movimento, mordendo o lábio, Helena trazendo as mãos para o quadril dele, apertando e se segurando até que ele a parou. Ela tirou a boca e o olhou, passando a língua novamente pelos lábios.

Ele puxou então ela pelo cabelo a fazendo se erguer, descendo os lábios para o pescoço dela e deixando ali uma marca, a fazendo fechar os olhos e jogar a cabeça para o lado.

— Eu tô quase lá. – ele disse com a voz rouca – Mas quero fazer isso com você.

Ela entendeu o que ele queria dizer, e antes que abrisse a boca para responder, ele a virou de costas, e a segurou contra o corpo dele, fazendo ela senti-lo entre as nádegas, enquanto descia a mão direita pelo ventre dela até puxar o vestido dela e enfiar os dedos entre as coxas dela, subindo e a massageando com movimentos de vai e vem, fazendo Helena erguer a cabeça, olhos fechados e boca aberta e gemendo, o deixando excitado ainda mais.

— Vamos sair daqui.

Ele disse no ouvido dela, a fazendo ter um arrepio de prazer, e foi guiando ela pelo corredor, sem largar ela, puxando as calças pela mão esquerda para ajudar a andar mais rápido. Quando chegou na porta do quarto ele percebeu que não tinha a carteira e nem tinha pego o cartão na recepção. Praguejou.

— Fica aqui. – ele disse a virando para ele e a beijando, para logo a soltar e ir até o elevador.

Tiago entrou no elevador, tentando se recompor com as calças, e pegando sua carteira e bolsa de Helena no chão. Pensou em descer, mas não tinha condições de aparecer lá assim. Depois dele e Helena se divertirem no corredor, talvez...

Ele saiu pelo corredor e percebeu que ela não estava mais na porta do quarto, olhou mais a frente e notou ela seguindo as luzes quase apagadas do teto, indo até a escada do terraço. Dando um meio sorriso ele a seguiu.

Tiago a alcançou quando Helena já estava na porta do terraço. A abraçando por trás, os dois entraram juntos ali, percebendo que já tinham vindo retirar a mesa e os talheres, até o sorvete, mas o piano e as pétalas de flores no chão ainda estavam lá. Ele jogou o que tinha nas mãos no chão e começou a tirar o paletó e a camisa, enquanto Helena seguia a frente, inebriada. Ela chegou até o piano, Tiago vindo até ela já tirando os sapatos e ficando só de calças.

Helena então se virou para ele e sentou nas teclas do piano, fazendo barulho, abrindo as pernas e subindo um pouco o vestido. Ele primeiro franziu a testa e então entendeu. Se aproximou dela e mordeu o queixo de Helena, que inclinou o corpo para trás e se apoiou com os cotovelos no piano, permitindo que ele descesse os lábios, inspirando o perfume dela, pelo corpo, as mãos passearam do pescoço dela até os seios, que ele apertou sobre o vestido, a fazendo gemer, e então deslizaram até as nádegas dela, nunca tirando a boca do corpo dela, Tiago a alcançou entre as coxas. Dessa vez ele olhou para cima, a fazendo engolir em seco quando Tiago trouxe as mãos para as coxas dela e começou a aperta-las, depois levou a mão direita pela parte interna da coxa esquerda dela até alcançar um ponto entre as pernas dela e massagear, os dedos deslizando e a fazendo se curvar para trás, gemendo, até ele dar um meio sorriso e descer os lábios ali, as mãos segurando as nádegas dela sob o vestido, o levantando levemente, enquanto Tiago a explorava, sentindo ela colocar as pernas então sobre os ombros dele, arqueando o corpo e permitindo que ele fizesse movimentos mais profundos com a língua molhada e quente, Helena já não mais gemendo, gritando, o provocando ainda mais.

— Tiago. – ela o chamou segurando um grito na garganta – Vem. Eu quero você.

Ela dizia com a voz urgente.

Ele então se ergueu, tirando o resto da roupa na frente dela, que o olhava com desejo, arfando, o chamando com a mão quando o viu totalmente nu, as mãos indo até a barra do vestido num pedido mudo para ele tirar.

Tiago se aproximou e, o puxando, tirou o vestido dela para cima, puxando o ar ao ver o corpo dela totalmente nu apenas com aquela peça tirada. Ele jogou o vestido no chão, e, faminto, desceu os lábios até seio esquerdo dela, passando a lingua no bico do seio, depois abrindo a boca e tomando ele e sugando, indo e vindo, passando depois para o outro seio, no qual arrastou a lingua quente por todo ele e mordiscou a base do seio para logo depois também o sugar, sofrego, a mão esquerda indo novamente massagea-la entre as pernas, ouvindo ela gemer, as mãos dela o segurando pelos cabelos.

— Vem, vem... – ela disse, se afastando e então tentando se apoiar no piano novamente, as pernas abertas.

Ele sorriu diante da urgência do pedido dela e deu dois passos até ela, se abaixando e pegando as coxas dela que ele ergueu do piano, enquanto ela tinha o corpo apoiando pelos cotovelos no instrumento, a língua pressionando o lábio superior, abrindo as pernas para ele se encaixar nela. Tiago a torturou de desejo o máximo que pôde, descendo as mão pelas coxas dela até perto das nádegas, Helena já erguendo as pernas até cruza-las sobre o quadril dele. Ele viu ela olhar suplicante para ele, balançando a cabeça para cima e para baixo, apertando os lábios, a respiração acelerada. Tiago então ergueu o quadril dela na altura do dele, e, com a boca levemente aberta, sem tirar o olhar do rosto dela, começou a penetrar ela, devagar, vendo ela abrir a boca levemente de prazer, puxando o ar enquanto ele enfiava todo o membro. Os dois soltaram o ar, mas Tiago queria ver ela se retorcendo de prazer. Assim, ele mexeu o quadril, movimentando o membro inteiro dentro dela, a fazendo arquear o corpo e bater a mão direita sobre o piano.

— Mais. De novo... – ela pediu, olhando para ele, respirando pela boca com dificuldade.

Tiago mexeu de novo, agora finalizando com uma estocada, a fazendo gritar.

— Maaaais.

Tiago mexeu e outra estocada. Mordeu os lábios segurando um gemido, olhando para o corpo dela se arqueando. Fez um movimento lento para trás, mexeu o quadril fazendo ela sentir ele de novo e jogou o quadril com força para frente e para cima.

— Tiaaaago. — ela gritou.

Ele repetiu mais duas vezes o movimento e, já não se segurando mais, ele começou movimentos lentos de vai e vem, gemendo com ela, jogando o quadril para frente e para cima para faze-la sentir ele devagar a invadindo mais profundo. Os movimentos então foram acelerando, e Helena sentia as estocadas jogarem o corpo dela para trás e para frente, enquanto ela gritava de prazer, e Tiago urrava. A medida que ia acelerando ele observava Helena indo e vindo para o corpo dele, os cabelos dela caindo pelos ombros e para a frente do corpo, sobre os seios, o excitando ainda mais.

No limite, como o piano não parecia o mais confortável, Tiago parou, e se inclinou abraçando ela e a erguendo, Helena agora o envolvendo totalmente pela cintura com as pernas. Ela procurou os lábios dele e o beijou sôfrega, enquanto ele girava o corpo para longe do piano, perdido sem saber onde parar, beijando ela de volta, ainda dentro dela.

Ela parou o beijo e tentou fazer movimentos com os quadris, Tiago a segurando pelas nádegas e a ajudando, com o corpo um pouco jogado para trás, a vendo dar pulinhos enquanto vinha e ia com o quadril, os cabelos dela caindo pelo rosto, um sorriso de prazer ali que o inebriava. Cansada do movimento, ela parou, ambos arfando.

Tiago então olhou ao redor, e viu as pétalas no chão. Deu um sorriso e foi até lá. Helena desmontou e se deitou nas pétalas o chamando com as mãos, sorrindo. Tiago se deitou sobre ela, puxou as pernas dela para os lados pelas coxas e voltou a invadi-la, mordendo o lóbulo da orelha esquerda dela, a ouvindo voltar a gemer, agora no ouvido dele. Tiago novamente moveu o quadril a fazendo sentir ele totalmente dentro dela e começou a fazer movimentos de vai e vem longos e fortes.

— Isso...tá gostoso. Tiago. Continua. – ela falava numa voz fina quase gritando.

Ele acelerou então os movimentos. Engoliu em seco sentindo que estava chegando no clímax, apoiou o corpo nos cotovelos ao lado do corpo dela, Helena passando agora as unhas nas costas dele, e as pernas no seu quadril, Tiago intensificou os movimentos, o quadril vindo de cima para baixo, num vai e vem cada mais forte e rápido, Helena de olhos fechados e gemendo, alcançando o clímax dela enquanto Tiago acelerava mais, gemendo, sentindo Helena se contorcendo de prazer e soltar um ultimo grito enquanto ele mantinha os movimentos até parar quando finalmente sentiu um torpor de prazer passando pelo corpo, os olhos fechados com luzes piscando. Ele então deixou o corpo cair sobre o dela, a abraçando, os espasmos passando pelo corpo dele até ele totalmente relaxar, a boca aberta sobre o lado esquerdo do pescoço dela, que ele beijou, os corpos ainda presos.

Helena sentiu ele relaxando, os olhos ainda fechados sentindo variadas sensações enquanto luzes piscavam na frente dela, fazendo ela sorrir.

Ela então ergueu a cabeça dele até os rostos ficarem próximos, puxando-o pelos cabelos.

— Que porquinho gostoso. – ela disse, ainda inebriada.

Tiago, como ela, tinha suor prendendo o cabelo dele na testa. Ele sorriu com ela e desceu os lábios a beijando.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.