Notas iniciais
Olá, eu sei que faz mais de mil anos que eu não posto, e que tinha dito que voltava a postar na segunda... só que eu tive uma semana do cão, literalmente.__. Mas agora eu estou aqui e mais um capitulo está aqui pra vocês.

POV Hikari:

Abracei o meu pai com lágrimas nós olhos e finalmente cumprimentei a minha mais nova madrasta. Yumi era tudo o que eu havia pensado, um doce de pessoa! E ela gostou de mim!!! Ufa!

–Kagome, está é minha filha. Hikari Tashy _ Costa... completei mentalmente.

Virei de lado e vi uma menina parecida comigo. Ela vestia um vestido verde, a minha cor favorita, e usava um salto alto. Até parecíamos irmãs... Kami.
Ela que já estava virada pra mim ficou me encarando e quase tive um treco, devia ser proibido ser encarada assim! Parecia que ela iria me matar a a qualquer minuto, ou ficou muito abalada em me ver. Mas eu nunca a vi...

–Olá Kagome, é um prazer finalmente te conhecer_ falei tranquilamente, anos de prática de teatro(obrigada mãe), e como eu estava meio que desesperada dei um abraço nela, porém ela não correspondeu. Eu ia me afastar e de último minuto ela me abraçou também. Talvez ela me odeie menos!

–Er... o prazer é meu.

Dei uns passinhos para traz e notei a presença de outra pessoa. Acho que eu estava tão nervosa que não prestei atenção em nada em minha volta. O menino em que Kagome estava se equilibrar no salto.
Ele tinha os cabelos prateados e olhos âmbares, uma abar tão profundo que quase me perdi nele, não é todo dia que ser vê uma cor dessas!
Ficamos assim por um tempo até que pergunto

–E você? É o namorado da Kagome_ nada... Isso era o que passava em minha mente. Nem sei como formulei essa frase nem o porque...

–Não, meu nome é Inuyasha, prazer_ apenas apertamos as mãos, nada de abraços agora. Quando eu já achei que esse aperto de mais já estava longo de mais eu ia soltar a mão dele... mas do meio do nada eu senti algo dentro de mim! Parecia que algo havia quebrado e estilhaços se espalhavam. Mas isso logo passou e soltei a mão de Inuyasha.

–Vamos entrar crianças, ainda temos um tempo até a viagem_ Yumi disse quebrando o gelo_ Hikari, por que não nos conta sobre a viagem?

– N-não, eu acho que vocês não vão querer saber como cheguei atrasada_ droga, Yumi e pensei que você tinha gostado de mim! Não acredito que eles vão querer saber como eu consegui concorrer a " pior filha do ano"

–Não nos importamos_ para surpresa de todos foi Inuyasha que se pronuncio.

–Ah... c-claro, já que é a-assim_ corei... Melhor fritei na hora que ele disse isso.

Então entramos, eu primeiro e meus "pais" em seguida. Minhas malas estava exatamente onde eu havia deixo, logo Yumi me ajudou a subir as coisas e colocou dentro de um quarto com duas camas. Uma ficava perto de armário e a outra, meio improvisada, fica perto de uma escrivaninha.

–Querida eu seu que está tudo meio improvisado, mas quando voltarmos de lua de mel, prometi que iremos arrumar o seu quarto -ela fez uma pausa- até lá você irá dividir o quarto com a Kagome.

–Sem problemas Yumi — escolhi o meu melhor sorriso falso e o usei. Acho que ele fica bem em mim, (ironia).

Dividir o quarto com Kagome realmente seria uma experiência... diferente. Por mais que pareça loucura, não devo ter agradado a minha nova irmã. Sinto que tem uma magoa vindo dela, mas não à motivos para isso!

–Pode me chamar de mãe -voltei minha atenção para nossa conversa- er... é claro se você quiser....

–Claro, mãe.

Não seria fácil fazer isso toda hora, mas quando disse isso um brilho apareceu em seu olhar. Parecia que... eu nem sei explicar.

–Bem vou te deixar sozinha para arrumar as suas coisas estaremos te esperando lá na sala-dito isso ela saio do quarto.

–Vamos lá...

Abri a mala em cima da cama improvisada e encarei a caixa que estava encima das roupas. A abri e vi o revólver que a afixa ocultava. Ele era prata com um cabo azul escura quase preto. Fique admirando-o. Por que minha mãe havia me dado isso?

Guardei tudo e fui para sala onde todos estavam sentados e tomando chá. Agora que estou aqui já não tem mai como voltar.

[...]

Subi para meu quarto -quarto da Kagome- e me sentei na cama. Até que tudo não estava perdido, parecia que eu realmente havia agradado o senhor Higurashi (avô da Kagome) e também a Sota. Ele era um graça, com 14 anos já era um mini cavalheiro.

Deitei na cama e respirei fundo.

Longo dia, não?

Você não sabe como

Claro que sei, sou sua consciência ¬¬

Então já que você sabe, fica quieta e me deixe descansar. Eu ainda tenho que me acostumar com o fuso horário.

–Kagome está na hora...- Inuyasha apareceu sentado na janela. Ele estava com uma roupa esquisita vermelha e um boné.

Abri os olhos e o encarei. Ele podia cair dali... melhor como ele subiu ali? Levantei e fui puxar ele para dentro.

–Aaah! Sai dai seu baka! — ele ficou meio assustado então isso facilitou para eu poder puxado de volta para o quarto.

Não sei bem como isso aconteceu, mas ele acabou caindo encima de mim. Ficamos cara a cara, com menos de vibra centímetros de distância um do outro. Observei seus olhos âmbares intensamente até me derreter totalmente por eles.

– Inu-Inuyasha? — a voz de Kagome veio da porta.

Nós nos levantamos rapidamente, fiquei um pouco citada e ele também. Mas isso não demorou muito, pois ela saio correndo.

–Vai atrás dela — o empurrei para porta e ele sai correndo

E assim foi o meu primeiro dia no templo Higurashi

[... 3 anos mais tarde...]

Cheguei em casa totalmente cansada. Como eu senti saudades do Japão. Claro que eu gostava de ir visite a minha mãe, mas o Brasil... são outros quinhentos. Ok ok, eu sei vivi a minha vida toda, mas tenho que admitir que me acostumei a viver aqui no Japão. Tem vezes que eu penso como teria se eu não tivesse vindo morar com o meu pai... eu não teria a Houjo, a Sayuri, a Kana, a Kagura nem o Naraku. É melhor nem pensar.

Parei na frente do templo Higurashi e subi todas aquelas escada, não importa onde eu more vai ter escadas em um valor desnecessário. Abri a porta que como de costume ficava aberta, entrei na salinha e deixei os sapatos na entrada. Tudo estava muito quieto, parecia que a casa estava abandonada, tudo muito escuro.

_Pai?! Mãe?! Vovô?! Sootaaa?! – de repente uma luz fraca começou a vir da cozinha. Azulada, nada parecido com uma vela ou uma lanterna.

Segui para cozinha. O que era essa luz? Fui andando de vagar e parei no parapeito da parta e paralisei. Na mesa estava sentada uma mulher que emanava a tal luz azul. Ela tinha os cabelos compridos e negros com a noite, sua feições eram parecidas com as de Kagome, porem poderia ser uma copia cuspida de mim. Como isso?

_Qu-quem é você e o que está fazendo na minha casa? – estava tão apavorada que acabei falando em português. Quando eu ia corrigir a minha frase para ela poder intender a mulher apenas sorrio.

_Sou uma pessoa que quer te dar os parabéns pelos 19 anos Hikari, e te avisar que tudo a partir de hoje sua vida não vai ser mais a mesma. TUDO que você crê vai mudar – ela se levantou e colocou a mão no meu ombro. Eu queria afastar o toque dela, mas estava tão perplexa que não consegui nem me movimentar .

Foi nesse momento que tudo ficou quieto, nem um som, nem mesmo a minha respiração. Mas diferente do som a escuridão veio devagar e gradual. Ela vinha dos cantos das paredes e ia se alastrando pela cozinha.

É nessas horas que eu deveria correr? Sim. Só tinha um pequeno detalhe; eu não consegui de forma nem uma me mexer. Todos os meus órgãos pararam, até mesmo minha respiração... com isso não demorou muito para eu me render a falta de ar e a escuridão vencer a luz fraca que a mulher emanava.

Notas finais
Espero que tenho valida a pena esperar. Obrigada a todos que esperam! Juro que vou agilizar os capítulos. Até mais!