Notas iniciais
Boa Leitura °u°

Narrado Por Christopher

Um mês depois!

Iriamos sair pela porta da frente, mas fizemos alguns barulhos lá na frente para que nós pudéssemos fugir pela porta de traz, pela nossa sorte nosso plano deu certo. Conseguimos fugir, havia apenas três zumbis e Reydo fez a gentileza de fazer Tim, Maggie e Dante cada um. Eles tiveram um pouco de medo, mas mataram os seus zumbis com um pouco de facilidade, Reydo parecia ser os mestre deles, mas me ouvi. Ele colocou mais autoridade e me fez um líder com mais moral.

Estávamos vagando pela cidade, indo em direção a um conjunto que queríamos fazer um refugio. A cidade estava me dando medo, tudo destruído, carros pegando fogo, prédios explodidos e outras coisas que estavam deixando a cidade completamente um cenário pôs-apocalíptico.

Reydo: — Christopher?

Christopher: — Fala – respondi olhando para ele

Reydo: — precisamos de armas melhores, precisamos ir no Shopping!- disse Reydo com determinação em seu rosto

Christopher: m-mas pode ser perigoso

Reydo: — não precisa ir todos e alguém não quiser ir – Reydo olha para os outros e esperou um resposta

Maggie: não, vamos todos nós – os outros concordaram.

Reydo sorriu e disse: então vamos! — Reydo saiu correndo na frente na direção do shopping. Achei meio perigoso ele correr com os facões mas ela parecia saber o que fazer. Caminhamos um pouco e nada de zumbis, comecei a achar que estava tudo meio estranho, me virei para o resto do grupo e disse:

Christopher: Acho melhor ir apenas, eu Reydo e Dante.

Tim: Mas eu quero ir!

Maggie: e isso e injusto

Beth: galera, acho melhor vocês escutarem o Chris, a cidade esta um pouco estranha. Eu não vou, e nem minha irmã.- diz Beth abraçando sua irmã.

Tim: e mais estamos no meio da cidade, para onde vamos?

Dante: com aquilo – Dante aponta para um caminhão de entrega de refrigerante.

Perfeito – disse eu um pouco contente, mas logo veio a mente, como iriamos dirigir o caminhão. Então eu disse — ee, alguém sabe dirigir um caminhão?- pelo mais incrível que pareça, Dante sabia. Ele levantou a mão e disse — eu sei e claro! – pensei, claro não e não, mas vai ser de grande ajuda Tim deu uma checada em volta e depois abriu a parte traseira do caminha, que por sorte estava vazia. Tim, Maggie, Lisa e Beth entraram atrás. Eu, Reydo e Dante somos na frente. Eu sabia fazer a ligação direta, então eu a fiz. Dante começou a dirigir, dirigiu aproximadamente 50 metros e virou a esquerda e na rua que nos facilitaria, tinha na base de 70 zumbis. Eu gelei, mas consegui dizer – Dante, cara da meia volta, AGORA! – Dante deu a macha ré, endireitou o caminhão e saiu da rua. Todos aqueles zumbis vieram atrás de nós. E para ficar melhor depois de temos andados 70 metros demos de cara com mais de 100 zumbis. Dante iria dar a macha ré e tentar outro caminho, com o shopping a 1 km, só se ele desse a volta na cidade. Mas Dante fez o que eu não tinha imaginado, ele acelerou e saiu esmagando e atropelando vários zumbis que vinham a nosso encontro. O caminhão balançava muito que estava me incomodando. Ouvi o barulho que vinha de trás do caminhão, era Maggie e ela dizia – O-oque esta acontecendo?.

Dante: só to esmagando certos monstros nojentos

Maggie: como assim, você ta atropelando vários zumbis?

Dante: atropelar e uma palavra feia, melhor dizer esmagando vários zumbis?

Maggie: você e louco Dante?! Isso vai danificar o caminhão

Beth: o que vocês estão dizendo – Maggie explicou para Beth e ela ficou quieta e não ficou no lado de ninguém. Maggie com raiva disse – Chris por que você o deixou que fizesse isso? – então eu respondi – estamos sem opção, ou isso ou nada de suprimentos. – Maggie se calou e sentou lá atrás. Me senti um pouco culpado, achei que fui grosseiro com ela. Esmagamos muitos zumbis e faltando 10 metros para o shopping a gasolina acabou, Dante e Reydo desceram rápidos e ainda tinha cerca de 8 zumbis, desci para não perder a brincadeira mas quando vi só tinha sobrado um zumbi para mim. O matei com uma facada na cabeça. Dante abriu a porta de trás dizendo – amigos infelizmente a gasolina acabou e o caminhão esta todo ferrado, então desçam e vamos pegar outro caminha que tem ali na frente – todos desceram e fomos caminhando até o outro caminha que também era de carga.

Quando chegamos os outros entraram, me virei para Reydo e disse – você marcou com os outros no Shopping, certo? – fiquei um pouco recuado já esperando que ele não me respondesse, mas pelo incrível que pareça ele disse – sim, marquei com o resto do grupo lá, mas também a armas que tem neste shopping que eu quero para mim. — disse Reydo caminhando na direção do Shopping. Eu fui logo atrás, parei do seu lado e perguntei – o que exatamente qual arma você quer no shopping? Já que e um shopping. Acho que não tem armas lá! – ele sorriu e me respondeu – você logo vera.

Esperamos um pouco sentados na frente do shopping, enquanto Dante ficava olhando para dentro do shopping morrendo de medo que os zumbis que estavam passeando lá dentro nos notassem nós ali do lado de fora. Olhei para o lado e vi que vinha um ônibus na nossa direção, bati no ombro de Reydo lhe dizendo e apontando amostrando que vinha o ônibus. O ônibus desceu um pouco distante do shopping e depois vimos um monte de pessoas vindo em nossa direção. Tentei olhar direito e percebi que era Hugo, Fabio, suas famílias e com a família de Reydo. Todos eles chegaram e nós voltamos para o caminhão e chegando no caminha Hugo disse

Hugo: Caraca cara que bom que vocês estão bem

Reydo: digo o mesmo, mas antes de tudo nosso grupo aumentou um pouco

Fabio: e poço ver esse homem gigante, meu nome e Fabio e você? – disse Fabio estendendo a mão para Dante e ele respondeu – Dante prazer! – apertando a mão de Fabio. Houve a apresentação de todos com o Dante, a mãe de Reydo quase o matando de tanto aperta-lo e dizendo que esta muito feliz de ver ele vivo. Abri a porta de traz do caminhão e disse – não e somente Dante que foi se juntou ao grupo não – abri a porta e o resto do grupo que estava lá dentro se cumprimentaram e se apresentaram. Fabio se virou para Beth e disse

Fabio: seu pai era doceiro? – perguntou ele com uma cara de safado

Beth: não por que? – disse ela com uma cara de duvida mortal.

Fabio: porque voc... Ai – Reydo deu uma porrada na cabeça de Fabio e ele ainda disse – Reydo...por que você fez isso? – perguntou Fabio coçando a cabeça

Reydo: eu fiz isso por que você e meu amigo, desse jeito eu não permiti

Beth: permiti o que?

Reydo: ele ia te zoar e eu não deixei, eu não permito.

Beth: a tá – disse Beth agradecida e ela foi ficar com Lisa, eu estava conversando com Hugo, lhe dizendo – cara vocês podem ficar aqui dentro e eu, Reydo e Dante vamos lá dentro buscar armas e se der alguns mantimentos – e então Hugo respondeu- eles vão ficar eu vou com vocês – eu esperava isso já e fiquei um pouco feliz, já que não sabíamos o que iriamos encontrar lá e então respondi ao Hugo – tudo bem – me virei para os outros e disse – pessoal! Eu, Hugo, Reydo e Dante vão entrar no shopping para trazer armas e mantimentos, e vocês iram ficar aqui dentro, mas peço ao Fabio que ele fique nos esperando do lado de fora do caminhão, e abrir a porta de traz para nós. – percebi que as famílias queriam contestar, mas preferiram ficar quietos, a mãe de Reydo virou para ele e disse – não morra! – Reydo sorriu e respondeu – só morro com a sua autorização! – Reydo se virou para nós e saiu andando para o shopping. Eu Hugo e Dante fomos logo atrás.

Reydo parou na frente da porta do shopping, olhou pela porta de vidro se havia algum zumbi. Tinha dois andado em direções contrarias. Reydo foi na frente e entro dentro do shopping sem fazer barulho e depois sumiu no lado. Felizmente conseguimos, mas foi um pouco tenso, quase que o zumbi viu que Dante estava indo na direção de Reydo. Reydo estava dentro de uma banca de jornal, ele pegou algo pequeno e parecia pesado. Ele virou para praça de alimentação e tacou o negocio lá. O objeto bateu em uma mesa e fez um barulho muito alto. E depois ele se escondeu lá dentro. Depois de certo tempo a praça de alimentação estava infestada de zumbi, corremos para o lado contrario da praça e quando chegamos bati atrás de Reydo que estava feliz dizendo – finalmente – quando olhei regalei meus olhos de felicidade e corri para pegar a minha.

Notas finais
Nao sei se poderei postar o proximo capitulo